Misery

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Espero que gostem dessa mini fic, haha ♥
POV Freddie

Por que precisa ser assim? Nosso amor parece que nunca aconteceu, parece que todas as cartas que eu escrevia não existem mais. Devo me preocupar? Bem, sabendo como Samantha Puckett pode ser eu não devia nem me preocupar, mas é que ela parecia ter gostado de mim, do meu beijo, do meu abraço, dos meus sussuros no seu ouvido. Parece que não foi nada, que não significou nada.

-Hey Carls. -Fui em direção da geladeira. Isso pode parecer estranho mas minha mãe fez uma gogoroba horrível para eu comer. Então eu guardei numa caixinha e dei para o Lewbert que, a próposito, amou. É, eu realmente não sei qual é o problema desse porteiro e minha mãe. -Nossa, olá Freddie Puckett. -Ela disse brincando.

-Quando você vai parar de me chamar disso?

-Quando você finalmente admitir que está pegando o jeito dela. Freddie, você não está ligando muito para os estudos, sempre vem na geladeira da minha casa. Isso é realmente estranho.

-Isso é pura coincidência, tá ok? E a Sam não é tão estranha assim... — Na mesma hora, Sam entra na porta com uma meia de mateiga na mão.

-QUEM FOI QUE MEXEU NO MEU BACON??? -É, eu já disse que eu sou azarado? Não? Eu devia porque eu estava com um pedaço de bacon na boca quando eu praticamente me engasguei.

-É, então Sam, me desculp... -Não tive tempo de responder, ou de pedir desculpas. A loira foi para cima de mim e começou a me espancar.

-Então...-Começou Carly.- Eu vou deixar vocês sozinhos, sabe?

-CARLY! NÃO ME DEIXA COM ESSA LOUCA! -Tarde demais. Carly já havia subido as escadas e estava, na sala, somente eu e uma maniaca assassina e viciada em bacon que nem se lembra mais que eu fui o namorado dela algum dia.

-Hey, eu não sou louca! -Ela se defendeu colocando os seus belos cachos loiros para atrás da nuca.

-É claro, tem razão. Você não é louca... -Disse "entrando na onda". Se uma coisa que eu aprendi nesses anos é que nunca deve-se discordar de uma Puckett.

-Tudo bem. -Ela me ofereceu a mão já que eu estava no chão por um belo empurrão dela.

-Eu aceito suas desculpas.

-Mas... -Não deu tempo de falar, ela simplesmente se apossou dos meus lábios e pude senti-los mais uma vez depois de 3 meses. Foi uma sensação boa, porém estranha. É, talvez ela seja tão estranha assim. E talvez, esse seja o motivo de eu está perdidamente apaixonado por ela e por seus olhos azuis hipnotizantes. -Sam, isso foi... — Ela me chutou aonde, meu amigo, acredite doe muito. -Ai! -Berrei de dor. — Você é muito estranha, Puckett.

-REPETE, BENSON!

-Você é E-S-T-R-A-N-H-A! -Soletrei. Acho que foi o pior erro, pois ela me deu um soco no rosto.

-Você me deixa louca, Benson. -Ela sussurou no meu ouvido depois de apertar meu queixo. -Eu já vou, fale para Carly que mais tarde eu volto. -E assim ela e seus cachos sairam por aquela porta. A verdade é Samantha Puckett é estranha, muito estranha. Mas assim, ela difere das outras que tanto conheci. Ah, vamos lá... Você gostaria de uma garota que fosse sempre gentil com você? Que não tivesse autoridade ou comando as vezes? Que sempre foi e sempre será um coquetel de frutas? Lamento te informar, meu amigo... isso não é amor. Amor é quando você sabe que vai ser dificil, mas você a ama mesmo assim não importando nada só o sorriso dela de manhã e as suas formas de te atacar. É, estou incrivelmente apaixonado por uma garota linda, estranhamente perfeita... Sam Puckett.

FIM

Notas finais
É isso, foi uma ficzinha de leve só pra passar o tempo mesmo.
Obrigada por lerem, isso significa muito pra mim.
Beijos, Adri ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!