Misandria, Krieg, Blut und Schwesternschaft
1 Sorority Is Coming
Notas iniciais
Sorority is coming
O flash daquela noite ainda está na mente de Temno. Os gritos da sua algoz misturado a lágrimas e pedidos de clemência ecoam em sua mente enquanto degusta um whiskey junto com Mark Mikail, o seu amigo de longa data e ex integrante da LegionX, grupo paramilitar contrário as Zymovi Dochky, Avrora Navesni e aos Chorne Sontse. O militar mais uma vez reflete sobre os 20 anos anteriores acompanhado de uma dose do líquido e um charuto.
– Eu te imploro... Se eu te faço ou fiz tão mal, por que não me mata?! Você me tem aqui na sua frente. Seja um homem decente e me mate de uma vez! Uma amputação não vai me parar e você sabe
– Alguém cedo ou tarde mata você... Vou te soltar e ver no que dá...
Enquanto pensa no futuro, uma chamada em seu rádio e no de Mikail. Um dos soldados da guarda traz um comunicado um tanto surpreendente.
– Ave Rex, Temno! Preciso quer venha aqui fora nos portões. Temos visitas...
– Visitas? – Pergunta Temno confuso e curioso
– Sim senhor.. Você já as viu a muitos anos...
– Jarah? O que elas faz aqui?! Vocês tem permissão pra abrir fogo...
– Senhor... Não que eu goste de me meter em suas decisões, mas acho que a coisa é bem extrema. Lembra-se da citação sobre a Aurora Coletiva? Temo que ela tenha chegado...
Temno reluta em deixar ambas entrarem e vai pessoalmente até elas... É incrivel ver tão pouca gente perto das legiões que foram outrora.
– Ora ora... A amputada me procurando...
– Escuta aqui machopata de merda
Ambos soldados já erguem seus fuzis prontos para dizimarem o restinho de radicais quando Temno ergue seu dedo indicador direito, uma expressa ordem de não atirarem sem conssentimento.
– Abram as portas e tratem-nas como nossas irmãs, amigas e familiares. Não as toquem, não dirija uma única letra sem que sejam perguntados
– Mas... Mas Senhor... Elas quase nos mataram
– ABRAM ESSES MALDITOS PORTÕES!
Sem qualquer escapatória, os guardas acatam as ordens e abrem os portões, deixando que aquele grupo (menos de 1500 pessoas) entre enquanto o grande lider olha direto nos olhos de Jarah
– Ué... Não tem mais o seu fantoche? Cadê aquela pseudo guerreira de face paramentada em aço e tinta?
Jarah pela primeira vez abaixa a cabeça e respira fundo.
– É sobre isso que vim falar. Tem tempo, paciência e podemos falar de feminista pra patriarcado?
– Não ouvi direito... Repita devidamente
Jarah resmunga e ameaça avançar quando Temno pega sua Glock e repousa a mesma baixo do queixo de Jarah
– Nunca esqueci o seu pedido. Eu posso te matar e ainda saio como herói. Peça gentilmente!
Mikail intervém quando uma tensão se cria entre os dois...
– Cara... Seja sensato... Veja o semblante delas, o semblante de Jarah. Não acha melhor conversarmos os 3 a sós na sala de diplomacia?
– Conversar com essa gentalha? Mikail... Tu tá brincando comigo?
– Eu não brinco com coisa séria e você sabe
Temno olha nos olhos de Mikail e resolve ir até a sala com as mãos no bolso e sua pose sempre imponente e brutal
– Tudo bem... Vamos para a sala conversar. Eu lavo sua mão e você lava a minha... Se você não proferir nenhum absurdo antes... Do contrário, estouro seu crânio tal como estourei seu braço esquerdo...
– Temno...
– Mikail... Mais um pio e eu te arrebento...
E nesse clima de “festividade, aliança e irmandade” fecham-se na sala durante horas, dias, semanas...
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