Mirandy
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Miranda estava sem ação,uma certa dor estava tomando toda sua consciência... e pior,tomando seu coração também... remorso? Culpa?
Não,é algo além disso...
A dor nós olhos da mulher ao ver as gotas de sangue que escorem pela pele tão branca da menina que dorme profundamente,o tecido do sofá agora com uma mancha vermelha abaixo da mão da mesma...
A mulher fecha o robe contra seu corpo e controla a enorme vontade de chorar... saindo dali a mesma vasculha a cozinha em busca de um kit primeiros socorros,por mais que achasse melhor leva-la ao médico,a mesma não teria coragem de acorda-la...
Ao achar a pequena maleta branca em cima do armário superior a mesma segue de volta a sala,puxando uma cadeira acolchoada que ficava outrora no canto da sala a mesma se senta nela e abre a pequena maleta,fazendo o mínimo de barulho possível...
Um pedaço de algodão molhado com gotas de anti-inflamatório é tudo que ela precisa no momento,após pegar os mesmo Miranda deixa a maleta no chão... com um cuidado genuíno a mulher de brancos cabelos puxa a pequena mão da menina para seu colo,os dedos e palmas melados pelo sangue que escorre deixam uma mancha vermelha no robe brando da mulher que ao menos liga,ela passa a pequena bola macia e molhada sobre a palma da mulher,nós dedos... um a um,com cuidado e delicadeza afinal,tudo oque ela menos queria era ter os enormes a atentos olhos da menina a fitando enquanto ela tentava cuidar dela...
Partindo um pedaço de esparadrapo médio,meio sem jeito e com medo... a mulher coloca o papel na pele da menina e passa os dedos o mantendo firme no lugar... sua respiração para no momento que ela vê a menina se mexer um pouco,sussurrando um pequeno gemido a menina apenas se vira um pouco de lado e continua a dormir...
A mulher volta a respirar e coloca a pequena mão cortada da menina em cima de sua barriga,fecha a maleta e guarda o resto dos materiais,colocando a cadeira no lugar em um silêncio absoluto... a mulher cruza os braços e analisa por um momento o corpo estendido da menina no sofá cama... puxando com cuidado o cobertor até seu pescoço a mesma volta para seu quero e tranca a porta,era o suficiente,basta... isso é tudo
ela pensou enquanto se deitava na cama...
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