Mirai Nikki The True Game - Interativa
3 O Jogo Começou
Notas iniciais
Chegando em casa, ela tira os sapatos e olha o quadro de anotações, lá estava escrito “mamãe já foi, não tivemos muito tempo para conversar, por isso é bom que mande uma carta me falando de tudo que aconteceu com você, se não quando chegar em casa irei lhe dar uns bons puxões de orelha e se fugir eu vou até o inferno te pegar, Te amo querida”
– Ela é louca- suando- Hm? – olha para a janela e vê a rosada, vai ate a janela e fecha a cortina, sobe as escadas e entra no quarto e deita em sua cama colocando os fones de ouvido e começa a ouvir musica, logo adormece
Do outro lado da rua
– Ela é má, por que não mostra nada sobre ela? Ela não é inimiga?
OoOoOoOoOoO
O lugar era iluminado por uma luz vermelha, ela estava em sua cama deitada, acorda e seus olhos vermelhos dão um certo brilho
– Onde estou? – levanta
– Você pergunta isso a nos? – uma menina de aparentemente 8 anos estava em pé atas dela
– Como? – se vira com tudo- Hm? Uma criança?
– Olha quem fala – começa a pular na cama
– Ei, não faça isso, vai quebra minha cama — irritada tenta pará-la mas tropeça no lençol e cai – Ai
– Bem feito — diz a menina pulando freneticamente na cama
– Parem de brincadeira — uma voz alta e grave se faz presente no local
– Que-quem é você? – a ruiva engole seco
– Sou Deus Ex-Machima
–Eu não te conheço – diz com indiferença
– Mas eu conheço você
– O que quer? – olha corajosa para o homem
– Estou entediado... E morrerei em breve... Nem tanto assim
– E dai? Que morra! – não da importância
– Menina insolente – diz o homem irritado
– Retardada – diz a menina parando de pular na cama
– Sua... – pega o pescoço da menina e começa a enforcá-la
– Deus...me...aju...da – com dificuldade em respirar
– Quero mostrar algo, a mate depois
– Hump... — solta o pescoço da pequena — não existem deuses, e se existisse eles não morrem
– Eu existo, sou o Deus do espaço e do tempo, criado por uma mente fértil
– Não foi a minha – diz com indiferença
– Eu matei a pessoa que me criou, ele era um saco
– E o que quer? Viver na mente de outra pessoa? Você não ira morar na minha – vira de costas
– Quero brincar um pouco
– O que quer dizer? – se vira de volta
– Preparei um jogo de sobrevivência
– Jogo de... Sobrevivência?
– Sim... Dei a 12 humanos um diário do futuro...
– Diário do futuro?
– Não o interrompa,como você é incomoda – diz a menina se cobrindo
– Olha eu vou te...
– EMFIM – grita o homem e logo depois volta ao tom de voz normal — Com esses diários do futuro você saberá o que acontecerá antes de acontecer, e você será a portadora da que faltava
– Mas... Eu...
– Se tiver algo que deva saber, lhe enviarei uma mensagem
– Não, espera – some
– AAHHHHH! – levanta rapidamente ficando sentada na cama – Um sonho? –olhando para a janela, já era noite – Que inferno... Pesadelo... Aquelas pessoas... –seu estomago ronca – Hehehe estou com fome – se levanta toma um banho e desce para a cozinha para fazer um jantar para 1 pessoa
No quarto
O celular vibra com o numero desconhecido, mesmo sem ninguém atender a pessoa do outro lado fala: agora sim... Que o jogo comece
OoOoOoOoO
– Professor... É o único jeito da policia não me achar, ainda tenho que usar maquiagem para ninguém me reconhecer – Ichiro voltava da escola, estava de noite e ele caminhava lentamente o celular faz um barulho estranho, o pega e começa a ler com os olhos — “ 6 o jogo começou a 8 está ai perto,se esconder,matar ou fugir?” — ele digita se esconder — “ na sua esquerda tem dois prédios e no meio deles uma abertura que é tampada apenas por uma lixeira,passe por cima dela sem fazer barulho e se esconda atrás dela”– assim o fez e ficou observando por uma pequena fresta que a lixeira dava do prédio para ver quem era a 8
Uma mulher passou correndo desesperada e chorando tentando achar algum lugar para se esconder, o desespero era tanto que não conseguiu raciocinar direito e não viu a lixeira ali perto, continuou a correr mas não demorou muito a tropeçar e cair, acabou por torcer o tornozelo
– “Essa não pode ser a oitava,por que correria? E é muito atrapalhada” – pensa Ichiro ainda escondido
– Por que chora? Medo do seu passado? Ou do seu futuro? – uma garota de aparentemente 18 anos, cabelos albinos, olhos cinzas, usava uma blusa preta de mangas longas e shorts de mesma cor, e uma bolsa nas costas, ria como se tivesse ouvido a piada mais engraçada do mundo- que faca pretende que eu use? Lhe considerei essa escolha – abre uma bolsa com varias facas diferentes
– VOCÊ É LOUCA, ME DEIXE EM PAZ, POR QUE AYAKO? – gritava a mulher desesperada
– Louca? Eu? Eu não tenho medo do meu passado
– SOCORRO – começa a engatinhar
– Ninguém vai te escutar – começa a rir de novo – Vamos ver como fica seu sangue em minha faca – pega uma e vai andando ate a mulher que tentava sair dali engatinhando
– SOCORROOOOOO – suas lagrimas desciam sem parar
– Já disse ninguém vai te ouvir – da um chute na barriga da mulher que cai de barriga para cima e faz um corte em seu braço — A cor do sangue é tão bonito não acha? O jeito dele escorrer... É incrível – olhava maravilhada
– Você é louca, TOTALMENTE LOUCA
– Quem é que está gritando? Não sou eu, mas tudo bem dessa vez eu tenho que andar rápido, não está tão tarde e alguém pode aparecer
– Vai me deixar ir? – a mulher acha uma brecha de esperança
– Claro que não, não posso deixar testemunhas, por que acha que mato as pessoas com o rosto descoberto? Para que meu alvo nunca suma, irei lembrar de quem viu meu rosto e escapou
– Por favor, eu imploro, me deixe ir, eu não conto para ninguém
– Lamento, mas me ver e estar andando na rua a noite... Foi seu pior erro –começa a cortar a mulher sem dó nem piedade espalhando sangue por todo lado, a mulher ainda estava viva mesmo depois de todos aqueles cortes, e uma perda grande de sangue
– Vadia mentirosa... Falou que ia ser breve
– Impressionante que ainda esteja viva, mas vadia... Eu não tolero... – enfia a faca no peito da mulher que cuspiu sangue e começou a fechar os olhos – Espero alguém nas sombras da noite... – da um sorriso pega sua mochila, coloca uma blusa em cima da que usava e sai correndo
– Aquela é a 8? Esse jogo vai ser muito interessante – vai até o cadáver — Ela será uma ótima adversária – da um sorriso sádico, pega um isqueiro no bolso e coloca fogo no cadáver, sai andando logo depois calmamente olhando o celular
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