Mirai Nikki: Quarto Mundo
2 Memórias perdidas
Notas iniciais
–Akise-kun! — Disse a Ai, sorrindo para ele e mostrando a caixa de Toddynho, que é o achocolatado preferido dele.
O Akise sorriu. Se de alguma forma, aquela bebida lhe fazia feliz, Ai deveria ser uma surpresa e tanto para ele. Ela nunca lhe deu o achocolatado na vida, mas percebeu que ele costumava á tomar muitas vezes seguidas.
A Ai jogou o Toddynho para o Akise, que logo abriu, feliz.
– Ai-chan! — Ele sorriu, colocando o canudinho na caixinha. — Obrigado por esse Toddynho... Mas, porque me deu ele? — Ele franziu a testa.
– Hum, nada não. Eu só estava fazendo uma visitinha para o meu amigo. Não posso?
– Então está bem. — Ele disse, suspirando fundo e tomando um gole do achocolatado.
Ai desfez o sorriso estampado em seu rosto. O que estaria incomodando Akise?
Mirai Nikki — Quarto Mundo.
AKISE.
Algo estava incomodando Akise. Ele não sabia porque Ai trouxera aquele achocolatado para ele, mas tinha certeza de que ela pediria algo em troca. Eles eram bastante amigos, devido á isso, Akise conhecia Ai da cabeça aos pés, e podia muito bem prever algumas de suas ações.
Mas não era apenas isso que estava incomodando Akise, Ele não sabia o que era... Mas ele jura que tentava descobrir. Ele perdera sua memória pelo Deus do tempo e espaço, já que era criação dele, assim não podia impedir as ações de Deus sobre ele.
– Akise, o que está pensando? — Ai olhava para ele com a testa franzida, como se estivesse preocupada.
– Você nem vai querer saber. — Ele suspirou e inclinou-se para trás na cadeira que estava sentado, espreguiçando-se.
Ela revirou os olhos.
– Você é um chato.
– Você sabe que eu perdi minha memória. Não lhe contarei agora. — disse ele, cruzando os braços.
Ai se levantou da cadeira que estava sentada, e foi caminhando para fora da casa do Akise. Depois ela parou na porta.
– Preciso encontrar o Marco. — Ela acenou.
Enquanto Ai seguia seu caminho, Akise pensava... E tentava relembrar-se do passado e se havia passado alguma coisa com a Ai anteriormente.
Ele suspirou e passou a mão nos cabelos, como se fosse alguém que não dormia há dias. Mas ele estava realmente cansado. Não cansado apenas fisicamente. Estava cansado de ser enganado pelo Deus do tempo e espaço. Estava cansado, ele queria saber se tudo que aquilo vivia era uma grande mentira... Ele queria ser um ser humano comum, como Ai-chan por exemplo.
Mas... Ai não era uma humana comum. — Ele pensava consigo mesmo — Ela é uma portadora de um diário do futuro. Isso não é comum, é como se fosse uma história de ficção.
– Deus... Porque você não devolve meu passado? — ele disse baixinho, com a esperança que o Deus do tempo e espaço o ouvisse.
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