Miraculous - Loucuras, Decisões e Surpresas
30 Decisões difíceis
Notas iniciais
Emma já emburrada e irritada: “Agora você acredita? Porque não temos muito tempo pra explicar o que vai acontecer e o que temos que fazer, ou a mamãe já era!” – e aponta para o escudo que fez uma rachadura de ponta a ponta novamente.
Quem se pronuncia é Viperion: “E qual o plano?” – os dois loiros se entreolharam e Emma disse:
“Bem, a principio não deixar meu pai ir pra lá!” – e Louis disse apreensivo:
“E aguardar as instruções da Dana!”
TOCA 2023
Bunnix na toca, olhando uma a uma as linhas de o tempo desaparecer, e seus amigos junto com cada uma delas, ou voltar de forma diferente, ela não conseguia entender o que estava acontecendo ou o que estava causando isso, ela já arrumara varias linhas, mas assim que ela terminava, outra já se iniciava, ela estava exausta e agora com além de tonta com um enjoo sem fim, ela tenta se concentrar, eram muitos anos nos mesmos momentos, talvez fosse isso que estivesse a deixando assim, apesar de na TOCA o tempo parar, ela sabia que fazia mais de uma semana que ela estava fazendo isso.
Eram tantas falhas subsequentes, mas eles ganharam em algumas, em outras com baixa e isso a estava deixando apavorada, aquelas imagens se fixavam na sua mente:
Ladybug atravessada por uma haste de metal.
Novo Hawk moth decepando a mão de Chat Noir e retirando seu anel.
Carapace sendo esmagado por um edifício.
Lila cortando a garganta de Rena e lhe arrancando o colar.
Todo o time de heróis mortos, espalhado pelo chão onde Novo Hawkmoth pisando em cima dos corpos.
Até mesmo ela, Bunnix vê a si mesmo sendo jogada de encontro a uma pilastra na Torre Eiffel e seu corpo batendo no ferro e caindo imóvel.
Ela fecha os olhos, ela realmente está cansada de tudo isso. Para que? Porque ser a última chance e não poder fazer nada no final...
Sala de reunião 2039
Eles só poderiam estar de brincadeira comigo, e eu basicamente grito chamando a atenção de todos inclusive Hugo que estava em outro planeta:
“MAS É O QUE? COMO ASSIM EU VOU TER QUE LUTAR CONTRA A MINHA MÃE??”
Hugo segurou minha mão tentando me acalmar, eu tremia feito sei lá o que, eu não poderia acreditar que estavam dizendo aquilo, eu não teria a mínima chance de vencer a minha mãe, ainda mais aquela que eles estavam descrevendo, nem em sonho, e eu precisava deixar isso claro pra eles e disse num tom alterado:
“EU NÃO VOU LUTAR CONTRA A MINHA MÃE! SEM CHANCE!” — e cruzei os braços emburrada e foi quando ela adentrou a sala de reunião dizendo:
“Sinto muito coelhinha, mas é necessário e você vai ter que ganhar como da ultima vez!”
Logo vi meu pai praticamente correr ao lado dela a apoiando, e reclamando por algo, foi quando olhei para ela melhor, e quase não a reconheci, ela estava com olheiras profundas e um semblante exausto, e seus olhos azuis que eram tão vibrantes e alegres estão opacos, fazia menos de quatro horas que eu havia falado com ela e ela estava bem, soltei um som de espanto, o que merda estava acontecendo?
E fui para perto dela, ela me abraçou e beijou minha testa dizendo:
“Eu sei que estou te pedindo muito, mas preciso que faça isso por nós!” – eu neguei com cabeça, e disse:
“Eu não consigo!” — ela me olhou nos olhos e disse:
“Só você consegue, eu vi, eu já vivi isto e eu sei que você é a única que consegue!” – eu a agarrei e comecei a chorar, ela limpou minhas lagrimas e disse no meu ouvido: "Eísai i pio polýtimi ktíma mou! Xéreis an ypírche állos trópos, tha to ékana! Mípos? Den katalavaíneis étsi?" – eu confirmo com a cabeça –"Boreís na to káneis! Eínai pio dynató apó óso nomízeis." – ela sorri, aquele sorriso que eu tanto amo, eu limpo as lagrimas e digo firme porém ainda chorando um pouco:
“Ok, o que temos que fazer?”
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