Miraculous - Loucuras, Decisões e Surpresas
17 Voltando ao normal
Notas iniciais
Paris 20/10/2020
Alix desperta com uma dor de cabeça horrível a sensação era de ressaca por excesso de vinho, maldição aquilo doía, ela tentava lembrar se havia bebido, tentou abrir os olhos, mas devido à claridade fechou rapidamente, tentou se mexer, mas sentiu Luka a puxando pra mais perto, não conseguia se lembrar de muita coisa, ela se desvencilhou de seus braços e quando conseguiu finalmente se sentar na cama, teve que correr pro banheiro pra jogar tudo pra fora, logo Luka estava próximo dela acariciando suas costas lhe dando apoio, ela dá descarga e senta-se sobre a tampa, ele pega o lenço com bordado do desenho do coelho, molha-o e entrega pra ela: "Estou preocupado com você!"
Ela estende a mão pra pegar o lenço que ele oferece e uma dor terrível e um zunido na sua cabeça a atingi, ela coloca as duas mãos na cabeça a dor era insuportável, e é acometida com vários flashes de memória vieram a sua mente com uma velocidade absurda: a chegada dos adolescentes Dana sorrindo, o campo de batalha, os três garotos caídos, Dana ensanguentada em seus braços e de repente tudo parou, ela sussurra: "Dana" — e desmaia sendo ampara por Luka, que a leva pro quarto a depositando delicadamente na cama, de barriga para cima, e colocar as pernas mais altas que o corpo e a cabeça, e libera os dois primeiros botões da camisa dele que ela estava usando, e a chama: "Alix, está me ouvindo? Alix? Fala comigo amor? Por favor, me responde."
Alix abre os olhos devagar tentando se localizar, mas a claridade a incomoda, a cabeça latejando, ela fecha os olhos novamente, a voz do Luka parece distante e preocupada, que merda aconteceu?
Dana aconteceu... os meninos, a batalha... ela coloca a mão na testa como para tentar parar a dor e fala com um pouco de dificuldade: "Todos estão bem?"
Luka olha pra ela preocupado e diz e suave: "Amor quem não está bem é você. Você desmaiou. O que está sentindo? Consegue falar comigo?"
A dor estava se tornando suportável, ela abre os olhos e encontra lindos olhos azuis extremamente preocupadas lhe observando ele fazia biquinho involuntariamente, ela acha fofa a preocupação dele e diz: “Eu estou bem!"
Luka: "Não está não, eu vou chamar o médico!"
Ele fez menção de levantar, ela fecha os olhos à dor ainda era intensa, ela o segurou pelo braço dizendo: "Eu estou bem, eu quero saber das crianças elas estão bem? E Rena e Carapace?” — quando ela de repente se lembra num flash dele sendo sugado até virar pó.
Ela estremece com a lembrança, e diz: "Achei que tinha perdido você!" — ela começa a chorar se agarrando nele, ele a puxa pra perto ela se aninha em seu peito, ele passa a mão nos cabelos dela dizendo suave:
"Alix realmente estou ficando muito preocupado! Você parece em delírio...” – ela diz num sussurro: “Eu vou ficar bem!”
“Você não me parece bem!” — ela inspira o cheiro dele e beija seu pescoço: “Mas estou!”- ele diz num gemido: “Isso não é justo!” – ela sorri se aninhando ainda mais nos braços dele, ele preocupado: “Não entendi nada do que disse. Por favor, me diz o que você tem?” – e beija sua testa e cheira seu cabelo acariciando.
Ela o abraça mais ainda e começa a relata para ele tudo que viveram naquele dia, tudo estava tão vivido em sua mente, e sua cabeça ainda doía um pouco, mas não parecia que iria explodir, ele ouve sem a interromper, quando ela termina ele pergunta confuso: “Tem certeza que não foi um pesadelo?” – ela confirma a com a cabeça, ele meio em duvida ainda: “Como pode ter certeza?” – ela se solta um pouco dele e lhe mostra a pulseira talismã com nome de Dana, ela diz num sussurro: “Por causa disso!”
Luka olha espantado para a pulseira e passa delicadamente os dedos nela dizendo suave: “Precisamos conversar com a Marinette!” – ela nega com a cabeça e fala suave:
“Ainda não, preciso analisar o que posso dizer e se posso dizer algo sem interferir novamente.” — ele confirma com a cabeça e ainda brincando com a pulseira diz:
“Acha que ela pode estar a caminho?” – ela fica sem entender a pergunta dele, ele coloca um sorriso inocente e diz: “Seus enjoos, sua irritação, sua falta de apetite!” – ela nega com a cabeça, ele esperançoso: “Tem certeza?” — ela se aconchegando nele, não queria ter aquela conversa, mas ele tinha que saber: “Sim, eu fiz um teste semana passada, deu negativo! Acho que é só stress mesmo!” — ele numa voz de decepção: “Ahn entendo! E porque não me disse?” – serio mesmo que ele ia querer ter aquela conversa, ela se levanta um pouco se apoiando no braço para poder olhar diretamente nos olhos dele: “Porque eu não sabia como exatamente você iria reagir, nunca falamos sobre isto!”
Ele sorri manhoso: ”Eu vou amar ter uma mini Alix correndo por aqui!” – e beija o pescoço dela, que dá um pequeno gemido de satisfação, ele conseguia fazê-la entrar em “combustão” só de tocá-la, e ele diz mordiscando o lóbulo da sua orelha: “Que tal começarmos a tentar agora!” – e a faz deitar-se passando as mãos na lateral de seu corpo subindo a camisa e deixando um rastro de beijos enquanto sobe, ela tenta processar um dialogo, mas só consegue sussurra um: “Marinette!” – ele sorri safado, joga a camisa dela que ele tirou ela nem sabe como: “Ela pode esperar!”- ele acaricia seus seios e passa a língua em seu mamilo e ela geme: “Oh... hum... sim... com certeza pode...” – e se entregando aquela sensação deliciosa.
Alix estava de costa para Luka dormindo tranquilamente, ele adorava ficar assim sentindo o cheiro dela e a observando dormir, era tão raro ela dormir tranquilamente — ele deixa-se levar por seus devaneios — então suas suspeitas estavam certas, Dana era mesmo filha de Alix, quando pensou nisso pela primeira vez até sentiu uma ponta de ciúmes do sortudo, e quem diria o sortudo era ele, Dana era sua também sorri lembrando-se da menina travessa, definitivamente ele iria fazer o impossível para isso acontecer — ele se encaixa no pescoço dela e beija suavemente a provocando, ela suspira feliz e diz num murmuro: “Tem alguém que tá animado hoje!”- virando-se para ele o beija primeiro suave, depois mais quente, mais exigente, ele mergulha sua língua na boca dela exigindo por mais, ela o aceita de bom grado, o beijo se torna mais quente, molhado, urgente, repleto de desejos, ela mordisca o lábio inferior dele, ele geme – Deus essa mulher o deixava louco só o beijando — e aprofunda mais o beijo eles se separam sem folego, ele sorri safado: “Pelo jeito não sou só eu!” – e subindo as mãos pelo corpo dela e volta a beija-la.
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