Miraculous - Loucuras, Decisões e Surpresas
7 O dia que bagunçamos a nossa linha do tempo I
Notas iniciais
Hugo começa: “Tudo aconteceu quando tínhamos seis anos...”
Linhas do Tempo — Paris — Ano 2027
Dana, Hugo, Victor, Louis e Emma saem do portal correndo e rindo, fora uma aventura muito divertida, mas quase não conseguiram voltar para o seu tempo, a tempo do jantar, ainda era difícil pra Dana conseguir manipular os portais em locais especifico, às vezes dava certo, mas outras em tempo errado.
*** Alya interrompe **
“E como vocês sabem qual é o tempo certo?”
Emma : “ Tio Max construiu estes relógios para nós, ele nos mostra ano, data e horário que estamos, mas digamos que 80% das vezes esquecemos de fazer checagem de cronograma!”
Alya: “Como assim?”
Victor: “Eh bem, é que sempre dá algo errado como hoje!”
Alya: “Com que frequência vocês saem fazendo isso?”
Victor começa a Gaguejar: “Bem veja ... é ...”
Alix interrompe: “Acho melhor o Hugo continuar!”
Hugo : “ Ahn sim...deixe-me ver :”
********
Eles saíram na casa abandonada próximo à escola, eles se dirigiram para a mansão Dupain- Cheng — Agreste onde passam a maior parte do seu tempo, sua babá estava de folga naquele dia então conseguiram “fugir” dos guarda costas sem muita dificuldade que haviam os levado para um passeio entediante, eles ainda estavam um pouco tontos por causa da viagem.
Hugo apertou a campainha. Uma câmera saiu da parede para captá-los.
“Pois não? Em que posso ajudar?” — uma voz masculina os atendeu, Hugo diz:
“James, por favor, poderia abrir a porta para a gente? Esquecemos a chave!” – o homem diz educadamente:
“Desculpe-me, mas com quem o senhor gostaria de falar?“
O azulado trocou um olhar com os demais achando aquilo muito estranho, o homem pergunta:
“Senhor?” – Hugo diz:
“Eu ... eu ouvi James, deixe de brincadeira, sou eu Hugo, estou pedindo para abrir a porta, por favor. “
“Senhor, sinto muito, mas não posso abrir caso não me disser os seus nomes e o que vieram fazer aqui.”
O azulado respirou fundo:
“Sou Hugo Dupain- Cheng Agreste. E estou com meus irmãos Emma e Louis e os meus amigos Dana e Victor. Isso é suficiente, deixe de brincadeiras e abra o portão, por favor?”
***Emma o interrompe***
“Quem é Louis?”
Hugo: “Nosso irmão mais novo!”
Emma: “Não temos um irmão chamado Louis!”
Dana interrompe a briga: “Emma cala a boa e escuta você vai entender!”
Ela cruza os braços em desacordo, mas se cala. Victor chega perto dela e cochicha:
“Quem é Louis?” – ela responde: ”Não faço ideia!”
Hugo: “Shuu vocês dois me deixa terminar que vão entender!” – ambos cruzam os braços.
Dana chega perto da mesa e se serve de um croissant, logo em seguida de outro e começa a comer como se fosse não houvesse amanhã.
Hugo a adverte: “Dana vai devagar!”
Dana: “Me deixa e continua a sua explicação!” – ele suspira em desacordo e continua: “Onde foi que parei, ahn sim, continuando:
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“Sou Hugo Dupain- Cheng Agreste. E estou com meus irmãos Emma e Louis e os meus amigos Dana e Victor. Isso é suficiente, deixe de brincadeira e abra o portão, por favor?”
“Não.” – Hugo arregala os olhos, incrédulo e diz:
“Não? Como não?” – o homem continua numa voz indiferente:
“Desconheço esse sobrenome.”
“James pare de brincadeira e abra o portão! Somos nós os filhos do Adrien e Marinette Agreste!”– o homem mantem seu tom indiferente:
“O Senhor Adrien Agreste não tem filhos.” – Hugo praticamente grita:
“É o quê?” – o homem repete calmamente:
“O Senhor Adrien Agreste não tem filhos.” — Emma empurrou o irmão para o lado e aponta o dedo para câmera e diz:
“Olha só seu engraçadinho. Abre esse portão agora, eu disse AGORA, antes que eu fale com a minha mãe e ela lhe coloque no olho da rua.”
“Calma Emma.” – ela diz irritada:
“Eu estou calma.”
O homem diz calmamente e indiferente:
“Não conheço sua mãe, então com licença.” — e a câmera rapidamente recuou de onde saíra.
Dana diz: “Mas não é possível, será que voltamos para o tempo errado!” — eles olham para os seus relógios em seus pulsos e todos negam com a cabeça, ela diz:
“E agora? O que a gente faz.” – Hugo:
“Temos que entrar e ver o que está acontecendo!” — Louis puxou a blusa de Hugo chamando sua atenção e com os olhos brilhando e um sorriso travesso:
“Dana pode abrir outro portal, esse é fácil!” – Hugo olha para Dana:
“Você consegue?” – ela dá de ombros: “Posso tentar.”
Eles voltam para um local calmo e escondido, Dana se concentra e gira as mãos tentando abrir o portal e consegue, eles fazem festa e ela diz receosa :
“Espero que seja o lugar certo!”
Assim que Louis ultrapassou, foi à vez de Victor, seguido por Emma, depois Hugo e por ultimo Dana, eles saíram no jardim e foram em direção à porta dos fundos.
Emma diz: “Agora é a hora de falar com aquele ...” – ela para de falar e seu sorriso desaparece , quando adentraram na mansão. Tudo está diferente, eles observam que não tem mais nenhum quadro na parede, Victor está de boca aberta, era tudo muito diferente, parecia outra mansão. Dana e Hugo olham-se com medo, ela se aproxima de um móvel, onde deveria ter fotos deles, no lugar tem fotos do Andrien. Hugo tocou num sofá e numa cortina que não combinavam, e era mega brega. Dana sente um arrepio subir-lhe pela espinha, engole em seco:
“Eu tenho a impressão de quê... – foi interrompida por Louis apontando para o quintal e basicamente gritando:
“QUEM É AQUELA MULHER COM O PAPAI?” – Hugo agarra seu irmão tampando sua boca, fazendo sinal de silencio, Louis acena com a cabeça. Eles se aproximam da janela, Dana e Hugo sente um medo terrível ao ver uma mulher morena agarrada e sorrindo para Andrien, que retribui o sorriso lhe dando um selinho. Victor arregala os olhos com a cena, Dana surta quando vira-se vê na mesa um quadro com Andrien e uma mulher morena de cabelos castanhos abraçados, parecendo felizes, a foto estava no lugar onde costumava ficar o quadro da família Dupain- Cheng — Agreste. Um arrepio percorreu o corpo de todos eles que dizem em uníssono:
“Ooooo DROGA”- e sobem as escadas correndo temendo confirmar suas suspeitas, cada um se dirigiu ao lugar onde deveria ser o seu quarto e só viu quarto de hóspedes e no de Emma era um escritório feminino, ela diz com voz de choro: “Me fala que isso não é real! É um pesadelo!” — Hugo anda de um lado pro outro no corredor dizendo:
“Não pode ser, não pode ser!” – Dana bagunçou seus cabelos trocando um olhar de desespero com Hugo e diz:
“O que foi que a gente fez?” — Bunnix sai do portal com uma cara de poucos amigos e diz numa voz nada amigável:
“Boa pergunta Coelhinha, também gostaria de saber o que vocês quatro aprontaram dessa vez.”
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