Notas iniciais
Boa noite pessoal!! Segue mais um capitulo !!

Mansão Agreste-Dupain-Cheng

Andrien e Felix pelo menos uma vez na vida se entenderam com algo, em comum acordo resolveram comprar uma mansão e transforma-la no QG dos heróis.

Havia um subsolo que o dono anterior utilizava para sua coleção de carros raros era muito interessante, eles analisaram com outros olhos o local, pois continha corredores que os levava a qualquer parte da mansão e também, com adaptações que poderiam ser feitas por Max na parte de tecnologia e com reforço na segurança seria o local perfeito devido a sua localidade daria um ótimo local para vigiar a cidade de Paris e também para manter as crianças em segurança.

Eles haviam se mudado pra mansão havia pouco mais de dois meses, tinham terminado de arrumar e testar tudo conforme o planejado, bem quase tudo faltava Bunnix testar se conseguia entrar e sair sem problemas pela toca, mas de resto estava tudo ok, tão logo se mudaram Marinette descobriu que estava gravida novamente.

As manhãs tinham sido basicamente iguais Marinette colocando tudo pra fora, normalmente era Adrien com ela a vigiando e Bridgette arrumando os pequenos, mas hoje Bridgette tinha saído com Félix para comprar algumas coisas e também pra ficarem a sós, Marinette se recuperava, Andrien arrumava os pequenos e se aproveitou disso para colocar roupas iguais que ele havia comprado, uma roupa para ele e para os pequenos saírem iguais.

Ele os vestiu e estava terminando de arrumar o cabelo dos deles igual ao dele, Marinette entra, para na porta arregala os olhos com o que vê, olha para cada um deles e desata a rir, ele fica sem entender, ela ainda rindo:

"Andrien pela amor de Deus o que é isso?"

Os pequenos estavam com um shorts vermelhos e com uma camiseta vermelha com bolinhas pretas escrito I love Ladybug e cabelo penteado de lado .

Ele pergunta com ar inocente: "Que foi?!"

Os dois realmente eram uma mini cópia dele, estavam até que fofos, mas ele não, ela diz ainda rindo: "De jeito nenhum vão sair assim!"

Ele olha com cara de pidão, ela diz convicta: "Não Adrien! Bom eles tão até fofinhos, mas você? Sem chance gatinho, está muito estranho..."

E ele então mostra uma outra, com short verde florescente, uma camiseta preta com patinhas verde florescentes escrito Chat é o melhor!– ele mostra orgulhoso: "E que tal essa então!" — ela coloca a mão no rosto e balança dizendo:

"Nem pensar!"

"Mas porque Bugboo?"

"Adrien fala sério, é fofinho pra eles, mas não em você!"

"Assim você magoa!"

Os bebês ficam olhando de um pro outro enquanto falam, Louis está com a mão inteira na boca, e de repente abre uma toca, por um momento eles acharam que era Bunnix, mas saem dele dois adolescentes, eles estavam rindo a garota ruiva de olhos azul parou como se tivesse congelado quando viu os dois e o garoto de cabelos pretos azulados continuou andando e falando sem reparar: “Eu te disse que aquele caminho seria mais rápido pra chegarmos!"

Marinette surpresa: "Dana?"

O garoto basicamente grita: "MÃE?"

Dana grita com ele: “É Agreste eu tô vendo, no lugar exato, que vontade de te matar! Ainn seu idiota, se eu ficar de castigo de novo por sua causa você vai ver só!”

E virando-se pra Marinette: “Desculpa tia Mari, por favor, não conta nada pra minha mãe!”.

Marinette ia responder quando Hugo basicamente implora: "Não foi culpa dela mãe foi minha, eu que insisti pra ela desviar do caminho que a tia Alix mandou, desculpa!"

Dana: “Eu te disse que era o errado!”

Hugo: “Veja, mas viemos parar na mansão e no meu quarto!”

Dana: “Não idiota, nós estamos no berçário, que no momento é o quarto da Emma e do Louis!” – e ela mostra os dois que estão olhando curiosos e sorrindo pra ela – “Nós nem nascemos ainda! Ainnn Hugo eu juro que quero te matar!”

Hugo: “Ain como eles são fofinhos quando bebês, adorei a camiseta, pena que ficaram tão mandões!” – ele ia se aproximando dos bebes, Dana o impede: “Nem se atreva a tocar em nada, se você mudar uma vírgula e minha mãe me culpar por isso eu nem sei o que faço com você!”

Hugo levanta as mãos pro alto: “Calma lá pompom!” – ela diz entre dentes:

“Não me chama de pompom, sabe que odeio esse apelido!”

Hugo ri e diz: “Cobrinha fica melhor?”

Dana: “Cala a boca gato idiota antes que eu te acerte e te leve desacordado!”

Hugo: “Nossa tá toda nervosinha hoje!”

Dana ia responder, mas ouve a risada dos seus tios, ela fica envergonhada e virando-se para eles diz: “Desculpa, mas esse gato vira-lata me tira do sério! Já estamos indo tá, e, por favor, não fala nada pra minha mãe!”

Ela diz: “Toca!” — e um portal se abre e ela pega Hugo pelo braço e sai arrastando ele pelo portal.

Hugo protestando: “Ei ...eiii devagar ...pompom não precisa me arrastar desse jeito...”

Dana: “Eu juro Hugo que se eu ficar de castigo por sua causa, eu acerto as contas com você no treinamento amanhã!”

Hugo: “Uhh que medo!”

Adrien e Marinette só riem dos dois, Adrien pergunta: “Vai contar a Alix?”

Marinette: “Acho que por enquanto não!”

Adrien: “Você quem sabe, mas já vimos que a toca funciona muito bem aqui!” — e os dois riem.

Enquanto isso na toca

Passaram-se mais de mês depois que Alix havia passado um tempo com o Max no barco, ele havia crescido bastante, pensar que já tinha dois anos que o pequeno havia entrado em sua vida, e ela o adorava, por demais, mas ao mesmo tempo lhe trazia um vazio horrível por dentro. – ela suspira — estava fazendo sua ronda pelas tocas, mas não conseguia se concentrar sua mente e muito menos seu coração estavam ali, se sentia extremamente triste, naquele dia faria um ano, nove meses e quinze dias desde que tudo havia voltado para o devido sincronismo, ou quase tudo, apesar de ninguém além dela e Marinette se lembrarem dos detalhes ou até mesmo que eles haviam consertado uma linha do tempo.

O fato de ela ter contando para Luka tudo o que houve no dia que aparentemente a linha voltou ao seu curso normal, foi a melhor escolha, ela arriscou muito, mas ela precisava dele e ele precisava saber e sinceramente foi a melhor opção desde então ele a tem apoiado muito, ainda mais agora que Marinette descobriu que estava gravida de novo.

Hoje em especial ela acordou querendo muito não se lembrar de nada, de não saber de nada, seria menos doloroso e decidiu sair sem conversar ou mesmo acordar Luka, ele estava dormindo tão tranquilo, conversar com ele a ajudava, mas ela não queria perturba-lo com isso mais que o necessário, ela sentia um vazio a consumir, a domar o seu coração, ela visitava e conversava com as amigas, mas há quase dois meses estava evitando-as totalmente, estava evitando até mesmo falar sobre isto com Luka, e ele insistia que ela precisava falar com ele — ela suspira novamente tentando mandar aquele sentimento ir embora, mas hoje estava difícil — sua responsabilidade estava sendo dolorosamente solitária, principalmente quando estava se sentindo assim, este era uma dos motivos que ela fazia o possível para não olhar seu futuro, não podia dividir certas coisas com seu ninguém e a possibilidade de nunca ter sua pequena de volta a deixava sem chão, sem esperança, ela se lembrou do ultimo incidente.

Flash Back On

***** dois meses antes

Bridgette está tomando café no lado de fora da mansão Agreste-Dupain-Cheing quando avista Alix se aproximando a passos largos, a amiga está com um semblante preocupado na verdade aflito.

Alix com um sorriso triste: “Desculpe a invasão!”.

Bridgette abre um sorriso sincero: “Sabe que sempre é bem vinda! O que a atrás aqui?”.

Alix com voz aflita: “Preciso de ajuda!”.

Bridgette solicita e um pouco ansiosa: “Sabe que pode contar comigo sempre! O que foi? Como posso te ajudar?”.

Alix mostra o teste de gravidez.

Bridgette coloca o braço sobre os ombros de Alix e a conduz pra dentro da mansão dizendo: “ok, vamos lá...”

E lá estava ela ansiosa novamente sentada esperando o bendito xixi sair ... e pronto.

Alix se veste e fica olhando para o teste, estava extremamente nervosa mais que a ultima vez e abre a porta e encontra uma Bridgette a esperando na porta a apoiando, ela chega mais próximo de Bridgette que a abraça tentando acalmá-la.

Só estavam esperando há dois minutos, os dois minutos mais longos da sua vida, minutos que pareciam horas, estava extremamente nervosa e cheia de esperança ao mesmo tempo com medo.

Bridgette também estava impaciente: “Nossa que demora!”.

Alix entrega o teste na mão de Bridgette: ”Segura e me avisa o resultado.” – e saiu correndo do banheiro indo para o quarto, diz andando de um lado pro outro: “Eu não vou aguentar passar por isso de novo!”.

Bridgette a segue com o teste na mão, sabia o quanto aquilo afligia sua amiga, todas as vezes que precisava fazer isto.

Bridgette tira os olhos do teste e a olha...

Alix aflita: “E então?”

Bridgette com uma voz triste: “Eu sinto muito.”

********

Flash Back Off

N E G A T I V O novamente deu negativo, o maldito exame havia dado negativo, ela balançou a cabeça tentando mandar aquela lembrança ir embora, era o terceiro exame em um ano e como todos os outros deu negativo, aquilo doeu demais, mas estava feito e não tinha volta, tentou mandar todo aquele sentimento ir embora e continuar sua ronda, precisava se concentrar não podia se dar ao luxo no momento, as coisas andavam um tanto quanto pesadas, mas não conseguiu aquilo era demais e foi se escorando e descendo, ela estava cansada, arrasada por dentro, cansada de ser forte, de fingir que estava tudo bem, pra que se lembrar de algo que não vai acontecer, tocou na pulseira e não conseguiu se segurar desabou em lagrimas, não consiga parar de chorar, nunca imaginou que um dia ia querer tanto algo que nem mesmo havia imaginado que poderia ser possível, ela estava agarrada as pernas e cabeça enfiada nelas e chorava deixou fluir a frustração, estava tão imersa em seus devaneios, que quando ouviu a risada de duas crianças achou que estava enlouquecendo, foi quando sentiu uma mãozinha pequena lhe acariciando a cabeça e dizendo suave:

"Mamãe, porque tá chorando?"

Ela levantou seu rosto sem acreditar, ela passou a mão no rostinho da menina, que sorriu para ela, ela a puxou para si em um abraço apertado, e sussurrou incrédula: “Dana?” — aquilo era real, ela não estava louca, ela passou a mão no rostinho de Dana que lhe disse sorrindo: ”Sim sou eu mamãe!” — Bunnix se levantou com a pequena nos braços, beijou o rostinho dela e acariciou os cabelos, foi quando percebeu o menino de cabelo azulado a sua frente a olhando sem entender, e passou a mão na cabeça de Hugo bagunçando seus cabelos que disse passando as mãos atrás da nuca sem entender:

“Achei que ela ia brigar com a gente!”

Um portal se abriu e dele saiu Viperion, com um enorme sorriso estampado no rosto, e disse:

“Achei vocês dois!” – ele se aproxima e pega Dana de seu colo, e dá um beijo na testa de Bunnix que tenta secar as lagrimas, e passando a mão em seu rosto diz suave:

“Eu disse para não perder as esperanças!” – ela com olhos cheios de lagrimas, ela não resiste e lhe dá um selinho dizendo: “Te amo!”

Ele sorrindo diz: ”Eu sei!” – ele diz empurrando Hugo: “Agora vamos vocês dois, vocês não tem jeito mesmo!”

Dana e Hugo vira-se para Bunnix e dizem: “Tchau!”

Hugo volta correndo e dá um abraço em Bunnix, que bagunça seus cabelos e diz:

“Tchau meus amores!” – e o empurra encorajando-o para ir.

Dana vira-se para seu pai num tom preocupado: ”A mamãe vai ficar bem?”

Viperion: “Agora, ela vai sim meu amor, não se preocupa, vai sim!” — e ele olha apaixonado para Bunnix que sorri que nem boba para ele.

Notas finais
Obrigado por ler até aqui! até o proximo ...