Notas iniciais
Desculpe pela demora, mas está aí!

O Chat dava chutes e socos enquanto eu fazia o mesmo, Breu desvia de alguns e ao mesmo nos atacava. Tento encurralá-lo com o meu ioiô, mas não consegui, o Breu era muito ágil.

— Ladybug, algum plano? – perguntou Chat antes que eu pudesse responde, uma bola de fumaça me atingiu – Ladybug!

Tudo começa a girar, caio no chão e sinto algo molhado, olho e vejo que era sangue. Logo, ouço gritos e gemidos de dor, mas o que está acontecendo?

ADRIEN

Ladybug estava caída no chão, me aproximo dela e parecia que a mesma estava dormindo.

— Ladybug, acorda! Por favor, acorda! – ouço o akumatizado rir – O QUE VOCÊ FEZ COM ELA?! – grito enquanto a segurava.

— O que você acha? – ele continua rir – Agora se der licença tenho sonhos para arruinar... – uma fumaça surgiu ao seu redor e logo o mesmo some.

Olho para Ladybug, não podia deixa-la no local. Então, a pego no colo em estilo noiva e a levo para minha casa (mansão). Assim que chego, desfaço a minha transformação e a coloco na minha cama. Fico a olhando, seu rosto era branco como neve e parecia familiar, eu precisava fazer alguma coisa mas como?

— Adrien, quero queijo! – disse Plagg e eu o olho irritado.

— Você não está vendo que temos um problema aqui?! – suspiro – O maldito queijo está em cima da mesa! – o meu kwami voou para mesa – Desculpe Plagg! Estou preocupado com a Ladybug, o que eu faço? Temos que ajuda-la, pois só ela pode capturar o akuma!

— Bom... – ele termina de comer – Vamos ter que leva-la ao guardião!

— Guardião? – fico confuso.

— Sim, ele é o guardião dos miraculous e pode nos ajudar. Mas, vamos ter que precisar da ajuda de Tikki.

— Quem?

— Tikki é um kwami da Ladybug – fala ele.

— Por que precisamos dela? – pergunto levantando uma sobrancelha.

— Porque ela sabe o caminho – eu ia pergunta, porém o mesmo continuou – E não, eu não sei onde ele mora!

— Ok... mas, pera aí! Isso quer dizer que.... – Plagg assentiu.

Não acredito que descobrirei a identidade de Ladybug, sempre quis saber a garota por trás da máscara. Logo, um brilho rosado surgiu em volta de seu corpo e foi revelando até chega em seu rosto, o que me deixou muito surpreso.

— Marinette?

MARINETTE

Olhava para o chão que continha sangue, não sabia o que estava acontecendo até que ouvi mais gritos e gemidos. Vejo uma porta na minha frente, onde vinha os sons, me levanto vagarosamente e vou em direção a porta. Pego na maçaneta e giro, abrindo com cuidado, pois não sabia o que poderia acontecer.

Assim que abri, deparo com um corredor um pouco escuro e familiar. Era como se eu já estivesse vindo ali, comecei a andar ainda ouvindo os sons de gritos e sentia algo estranho sobre aquele lugar. Não sabia onde eu estava e precisava sair daqui, logo ouço os passos vindo em minha direção.

— Chat? Chat é você? – pergunto um pouco alto até que vejo uma sombra se aproximando – Chat?

— Olá, Ladybug! – era o Breu que tinha um sorriso diabólico em seu rosto – Pronta para o seu pior pesadelo? – ele começou a rir e apareceu umas setes sombras atrás dele que começaram a se aproximar de mim. Eles formaram um círculo em minha volta, uma das sombras se aproximou e pude reconhecer.

— Adrien? – ele sorrir até me dá um soco na minha cara e caio no chão.

— Como vai sua idiota! — disse o loiro me dando um chute em minha barriga.

Notas finais
Sei que ficou curto, mas quis deixar assim. Comente, por favor!