Miraculous Ladybug: O Novo Herói de Paris.
1 A Perda.
Notas iniciais

A noite estava linda, a lua brilhava junto com as estrelas que deixava a cidade romântica da França com uma imagem encantadora. Nesse momento, no restaurante do Hotel Le Grand Paris, um homem alto, loiro de olhos verdes esperava uma pessoa no local para ambos conversarem sobre certo assunto.
Ele olhava a cada 2 minutos no seu relógio de pulso, estava nervoso e não sabia se ela viria. Um táxi parou na frente do hotel, a moça de cabelos azulados e olhos azuis saia do veículo. A mesma usava um vestido vermelho e uma tiara na cabeça, agradeceu ao motorista. Entrou no local e foi em direção para o restaurante, encontrando nada mais e nada menos que...
— Adrien Agreste – o mesmo olhou para ela de baixo para cima e se levantou rapidamente.
— Marinette! – ele sorrir – Você está linda!
— O que você quer comigo, Agreste? – perguntou ignorando seu elogio – O Nino me ligou e disse que você queria falar comigo – falou Marinette séria.
— Sim. Sente-se, por favor! – pediu, ambos se sentaram em suas cadeiras – Tentei te ligar, mas estava fora de área ou desligado e também fui na casa dos seus pais, e os mesmos disseram que você tinha se mudado.
— Eu troquei de número e sim mudei de Paris há cinco anos para uma cidade vizinha – disse Marinette – Era melhor para mim, principalmente para MEU filho!
— Ele também é meu filho, sabia? – fala Adrien, franzindo a testa.
— Você não queria assumi-lo! – rebateu a azulada.
— Mas, assumi!
— Pois, foi obrigado pelo seu pai! – rebateu de novo – Se não fosse por ele, com certeza você nem estaria ligando para isso! E naquela época, eu pensando que você era diferente.
— Mas, eu sou!
— Sim, você é – diz ela – Um covarde, egoísta, mentiroso e canalha!
— Marinette...
Adrien foi interrompido ao ouvir barulho de sirenes, a azulada também ouviu e ambos saíram do hotel e observaram a situação. Marinette olhou para o loiro que o mesmo olhou para ela.
— Preciso ir! – nem esperou a resposta dele e vai embora, sumindo de vista do mesmo – Vamos, Tikki! É hora de transforma! – a pequena kwami sai de sua bolsa – Tikki, transformar!!!
O Agreste ainda estava parado no local, olhando na direção em que a mestiça tinha ido. Plagg saiu de seu casaco e falou.
— Ei, vai ficar aí parado ou vai enfrentar o akuma? – ele continuou olhando na mesma direção e depois abaixou a cabeça. O loiro foi para um beco, se transformou em Chat Noir e partiu para confusão.
Enquanto isso, dentro do museu Louvre, Ladybug estava lutando contra um dos vilões de Hawk Moth junto com a Volpina que tinha acabado de chegar. Pouco depois, chega o Chat Noir, a Queen Bee e Turtle. Sim, a dupla de heróis agora tem uma equipe. O akumatizado era o Jalil Kubdel, o irmão de Alix que ficou triste por causa da briga com seu pai. O faraó (esse é seu nome) estava segurando o pergaminho para realizar um ritual.
— Ladybug, precisamos de um plano! – falou a Volpina.
— Estou pensando, mas agora nenhuma ideia – disse a mesma, lançando o seu ioiô na direção do vilão que se defendeu rapidamente.
Chat se aproximou do faraó junto com o herói verde que lançou o seu escudo na direção do vilão, que invocou um dos deuses do Egito e saiu voando.
Ladybug jogou o seu ioiô que se enrolou no braço do mesmo. Ela tentou pará-lo, mas foi levada junto.
— Ladybug!!! – disseram eles que saíram correndo (menos a Queen Bee e a Volpina, pois as mesmas voam) atrás dela.
Volpina tentava acertar o akumatizado junto com a Queen Bee que também jogava flores explosiva (que tirava de sua bolsinha), mas o mesmo desviava de todas. Assim que saiu do museu, a heroína vermelha soltou a corda do ioiô e caiu rolando no chão. A mesma se levantou e olhou para o faraó que estava com várias múmias atrás de si. A equipe de heróis se aproximaram e se posicionaram para luta.
Turtle lança seu escudo nas múmias enquanto dava socos e golpes de luta nas outras. Volpina usou sua flauta para criar clones de si mesma. Queen Bee abriu sua bolsinha, remexeu nela e tirou algumas...
— Bexigas? – uma múmia segurou seu braço e a mesma jogou a bexiga em sua cara, fazendo com que crie uma gosma grudenta que rapidamente endureceu, fazendo ficar preso – Hum... legal! – e assim continuou fazendo.
Ladybug e Chat Noir estavam de frente para o akumatizado. Chat correu na direção do mesmo com seu bastão enquanto Ladybug utiliza seu talismã que dá uma caixa com roupa de seu alter-ego.
— Hã? O que vou fazer com isso? – antes que ela pensasse em algo, um escudo a protegeu do raio. Olhou para Turtle e agradeceu – Obrigado!
O mesmo assentiu e voltou a luta, a joaninha correu em direção ao faraó e antes que pudesse fazer alguma ação. Um enxame de borboletas negras surgiu no local, ninguém sabia o que estava acontecendo até que fica claro ao aparecer o Hawk Moth ao lado do faraó.
— Hawk Moth! – rosnou Ladybug entre os dentes.
— Boa noite a todos vocês! – disse ele sorrindo – É uma honra em vê-los, principalmente vocês. Ladybug e Chat Noir – ele olhou para os dois que os mesmos encarravam com raiva – Hoje será um momento glorioso para mim, pois hoje terei os seus miraculous!
— Vai ter que continuar sonhando, pois aqui ninguém entregara – fala Chat Noir dando um sorriso de canto.
— É o que vamos ver – várias borboletas se transformaram em vários vilões que tinham sido derrotados pelos heróis – Ataque-os!
Os akumas correram na direção dos heróis, assim como os mesmos fizeram. O vilão de Paris os observava com um sorriso e sorriu mais ainda ao ouvir um som que vinha dos brincos de Ladybug.
— Chat, tenho pouco minutos para volta ao normal – ela falava enquanto se defendia.
— Vai! Te dou cobertura – a mesma assentiu e saiu correndo para o museu, entrou sem percebe que alguém a seguia.
— Preciso encontra algum lugar para depois voltar a batalha – diz a mestiça.
— Não será preciso, Ladybug – a azulada olhou para trás assustada – Ou devo dizer, Marinette.
A mestiça arregalou os olhos. Como ele descobriu a sua identidade? Sem perceber, a mesma foi prensada na parede. O vilão a olhava com um sorriso diabólico enquanto ouvia mais um som do miraculous dela.
— Achou mesmo que eu não descobriria a sua identidade, hein? – ele apertou a mesma com muita força, fazendo a mesma solta um gemido de dor.
Com muita força, Marinette conseguiu se soltar dele e correu enquanto ele lança as borboletas negras em sua direção.
— Você acha que vai conseguir se esconder de mim? – fala Hawk Moth.
A azulada se escondeu atrás da coluna, sua transformação já tinha acabado. Tikki estava sentada em seu ombro enquanto comia cookie.
— Ai! O que faço, Tikki? – perguntou enquanto colocava a mão na cabeça.
— Siga os seus instintos, Marinette! – a mestiça olhou para os lados até olhar para caixa que tinha recebido de seu talismã.
Marinette deve uma ideia quando estava quase saindo do esconderijo, quase foi atingida se não fosse a Volpina salvando-a.
— Obrigada.
— De nada, amiga! Agora, vá! – a mestiça assentiu e sai correndo dali enquanto a outra distraia o Hawk Moth.
Enquanto isso, os outros heróis tinham acabado de lutar contra Reflecta e a Princesa Perfume. Agora estavam lutando contra o Mímico, quando Chat avançou para o ataque um bastão idêntico ao seu impede. Ele sabia quem era.
— Olha só, se não é o gato bobo – disse Copycat com um sorrisinho
— Eu sei que você me adora, mas não precisa imita-me – Chat deu uma piscada para o mesmo que ficou irritado.
— Chega de papo e vamos para o que realmente importa! – os dois começaram a lutar.
Queen Bee lançava mais uma vez flores explosivas enquanto Mímico se defendia com o escudo, mas o mesmo recebe um golpe na cabeça quase o fazendo cair. Ele olhou para trás e viu outro herói, o Turtle.
O herói tartaruga colocou o seu escudo na frente e partiu em direção ao akuma que lançou uma granada, fazendo com que o mesmo fosse lançado para longe. Chat Noir ainda estava lutando contra o Copycat, socos e chutes eram dados um no outro. O herói preto viu o seu amigo Turtle caído no chão.
— Turtle! – Copycat aproveitou o momento de distração e rapidamente deu uma rasteira em Chat.
O herói tentou se levanta, mas foi atingido por um chute em sua barriga e em seguida, pegou pelo rabo e jogou um pouco longe.
— Desista, Chat Noir! Você e outros já perderam! – Chat olhou para os outros heróis, Queen Bee e Turtle estavam desacordados. Ele se perguntava cadê a Ladybug?
— Onde você está, Ladybug? – fala Hawk Moth após de solta o pescoço da Volpina, deixando inconsciente.
— Marinette, você tem certeza desse plano? – perguntou Tikki, preocupada.
— Tem que dar, pois é a única maneira de salvar Paris! Mesmo tendo de me sacrificar, é o meu deve de proteger aos todos.
— Tens razão, Marinette... nós vamos conseguir! – azulada sorriu para sua kwami.
— Tikki... – chamou – Aconteça que acontecer... você sabe o que tem que fazer – a kwami vermelha sabia o que a sua mestra estava falando.
— Sim, eu sei...
Marinette mais uma sorriu e logo começou a ficar séria, saiu do esconderijo com uma espada na mão. Hawk Moth a olhou e começou a fala.
— Então, resolveu para de se esconder e entrega o seu miraculous?
— Se quer ter o miraculous, só passando por cima do meu cadáver – ela começou a correr na direção dele.
— Como queira...
Chat ainda estava no chão recebendo chutes do akumatizado.
— Vamos, levante-se! – deu mais um chute nele – Você é muito fraco, principalmente covarde!
— JÁ CHEGA! – ele deu uma cambalhota e em seguida deu um empurrão com os próprios pés – Vou mostra quem é o covarde.
Ambos começaram a lutar. Copycat tentava o acerta-lo, mas toda vez que tentava recebia socos ou chutes no rosto ou barriga ou qualquer parte do corpo. Os dois gatos se seguram um no outro e Chat resolve dá cabeçada nele, o que fez cair desacordado.
— Eu odeio imitação barata – fala Chat antes de cuspir um pouco de sangue para fora.
Queen Bee e Turtle se aproximaram.
— Vocês estão bem? – perguntou.
— Sim, agora precisamos ajudar a Ladybug! – os dois assentiram e saíram correndo do local.
Hawk Moth se desviava dos golpes da mestiça até que a mesma o derruba e coloca a espada perto do pescoço do mesmo.
— Já chega, Hawk Moth! Isso acaba aqui! – ela disse.
— Você acha? – falou sorrindo. Marinette estranhou aquilo, tinha alguma coisa errada. Logo aparece a Tormenta que começa a cria uma ventania forte, que aos poucos se tornar um tornado. Azulada tentava se segura, no entanto, não estava aguentando.
Quando estava quase se soltando, a verdadeira Volpina segurou a sua mão enquanto segurava na corda. Tikki observava um pouco de longe e viu a falsa Volpina preparando atirar uma flecha em sua mestra. A kwami gritou.
— MARINETTE, CUIDADO!!! – tarde demais. A heroína vermelha foi atingida nas costas, a mesma deu um grito de dor.
Volpina ouviu um estalo, ela olhou e viu que a corda que a mesma tinha encontrado não ia aguenta.
— Precisamos sair daqui e rápido antes que a corda se solte! – falou Volpina. Marinette olhou para heroína e depois olhou para certo ponto, onde estava a Tikki.
— Vá, encontra o Hugo! – a kwami assentiu, triste e saiu voando rapidamente sem ninguém perceber. Marinette olhou para Volpina – Foi bom te conhecer, Alya. Obrigada por tudo.
— Marinette... o que vo...
— Sinto muito, Alya... – ela começou a se soltar.
— Marinette, não! MARINETTE!!!
Marinette foi puxada pelo tornado, Tikki olhou para atrás e viu sua mestra sumir do local. Assustada, aumentou a sua velocidade para que pudesse sair dali.
Chat chegou no local junto com Queen Bee e Turtle, e o mesmo olhou para os lados à procura de Ladybug, mas nada. Volpina se aproximou da equipe com um olhar triste.
— Volpina, você está bem? Cadê a Ladybug? – perguntou o gato preto.
A heroína raposa caiu de joelho e começou a chorar. Turtle se aproximou da mesma e a abraçou.
— E-Ela se... se foi! O Hawk Moth a matou! – mais lágrimas saíram de seus olhos.
O herói preto estava com os olhos arregalados, ele não acreditava que tinha deixado isso acontecer, se sentia culpado por isso mesmo não sendo.
— N-Não... isso não é verdade, me diga que não é verdade – disse ele sentindo as suas lágrimas escorregarem pelo seu rosto.
— Eu fracassei, não pude te salvar. Não fui bom o suficiente – Volpina continuava chorando – Me perdoe! Me perdoe! – Turtle abraçou ainda mais apertado a mesma, tentando consola-la.
*Um pouco longe de Paris*
Um garoto de 11 anos, se remexia em sua cama quando alguma coisa o acorda. Ele olhou para janela e viu uma kwami conhecida, segurando algo.
— Tikki? O que aconteceu? – perguntou o pequeno enquanto se aproximava da mesma.
— Bem... – Tikki não sabia como dizer, mas nem precisou pois o mesmo entendeu.
— É a minha mãe, não é?
— Eu sinto muito, Hugo! – o menino abaixou a cabeça, triste. Ele segurou o seu cordão que tinha ganhado da mesma.
Tikki se aproximou do mesmo e fez um gesto para que ele a seguisse, e assim fez. Seguiu a pequena kwami que atravessou o armário, Hugo abriu a porta e viu a mesma atravessar as roupas. Ele afastou as roupas e viu uma porta no fundo do armário, abriu e tinha uma carta dentro. Pegou e começou a ler.
“Querido Hugo,
Se você tiver lendo isso, significa que eu falhei na minha missão em proteger Paris. Esse é um risco em ser um herói, um risco que você vai ocorrer um dia se seguir os meus passos. Se for seguir por esse caminho, lembre-se do nosso acordo...”
O menino de cabelos azulados e olhos verdes, pegou os brincos de sua mãe e falou:
— Só depois dos quinze anos...
Quatro anos depois...
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