Miraculous: Civil War
1 The Beginning
Notas iniciais

Naquela fria e longa noite, Paris inteira já estava adormecida, exceto seis heróis que discutiam seus interesses.
Ladybug respirou fundo novamente, encarando o parceiro logo em seguida. Não acreditava no que ouvia. Ele não pode estar falando sério.
— Já disse que não vamos matá-lo. — falou tentando parecer calma. — O que vamos fazer é deixá-lo preso e o entregar as autoridades. Depois eles vão divulgar a verdadeira identidade ele e...
— Não! — Chat Noir contestou a interrompendo — Nós devemos descobrir quem ele é e matá-lo. Quem quer que seja, já fez muito mal a essa cidade. — a joaninha se colocou na frente do gato. Os dois encaravam-se praticamente sem piscar, impondo suas vontades somente com o olhar. O que daria medo em qualquer pessoa que presenciasse a cena.
Os demais heróis presentes na sala — Tortue, Volpina, Queen Bee e Peacock— só observavam a situação. Faziam dias que a dupla estava discutindo por besteiras e discordando em quase tudo. Definitivamente não estavam em equilíbrio. E aquilo não era algo bom.
— Ele precisa ser punido. — Ladybug disparou.
— Há melhor punição do que a morte? — o felino rebateu.
— Você não entende, não é mesmo? — Peacock interveio — Ladybug quis dizer que ele precisa pagar pelos seus crimes. — explicou.
— Mas Paris precisa saber que estão seguros. Matar ele é garantir que não apareçam mais akumas. — Tortue se juntou ao lado de Chat Noir.
— Exatamente. — concordou Volpina — E se Hawk Moth fugir e decidir piorar ainda mais a situação? Segundo Mestre Fu, ele pode controlar qualquer pessoa, porém o que ela será obrigada a fazer, depende da emoção dela. E todo dia, tem pelo menos uma pessoa com raiva em Paris.
— E não dá para impedir as pessoas de ficarem tristes, chateadas ou irritadas. — o loiro cruzou os braços.
— Ele não merece morrer. — Queen Bee também ficou de pé — A morte seria um agrado perto das coisas horríveis que ele fez.
— Por isso que eu acho que Ladybug está certa. — a morena usando trajes semelhantes aos de pavão, declarou.
— Pois eu discordo. — a raposa se manifestou, fazendo a azulada bufar visivelmente irritada.
— Escute, Chat! Não queremos separar a equipe e criar uma guerra aqui. Precisamos entrar em consenso. — explicou para o parceiro.
— Minha posição continuará sendo a mesma e eu não a mudarei. — o herói declarou e cruzou os braços.
— Então espero que esteja contente. — Ladybug deu as costas para ele e seguiu caminhando com Peacock e Queen Bee ao seu lado.
— Porque exatamente? — elevou o tom de voz para que a heroína ouvisse. A mesma o encarou por cima do ombro e suspirou pesadamente.
— Porque você acabou de começar a guerra.
Fale com o autor