Miracle

13 Capítulo 13- Encontros e desencontros


Notas iniciais
Oláá!~
Agradeço á KimmiChan que me ajudou numa parte do texto em que eu estava agarrada. Thank you!
Tenham uma boa leitura!
P.S: O Nyah não está aceitando formatação, então vou colocar um "-x-" para quebra de tempo e mudança de ponto de vista.

Miracle


Capitulo 13- Encontros e desencontros


Estava sentada sozinha no terraço do colégio Raira comendo seu obento. Mai normalmente lanchava na sala de aula, mas, recentemente, algumas meninas começaram a perturba-la por algum motivo qualquer, então resolveu ir para o terraço. Lá havia algumas pessoas, mas nenhuma parecia ter a intenção de incomoda-la. Olhou em volta, tirando Anri, Mikado e Masaomi, não conhecia mais ninguém que ali estava.

Terminou seu lanche mais rápido do que o normal. Era de seu costume demorar, devido à dificuldade que tinha em usar os hashis, mas parecia que finalmente tinha aprendido a usa-los. Com o tempo de sobra, foi pega pelo tedio, então resolveu observar os colegas a sua volta. O trio da sua sala estava conversando animadamente, bom, com exceção de Anri, que se demonstrava acanhada. Olhou para outro grupo de meninos, que também estava conversando, porém o assunto da conversa despertou em Mai uma pequena curiosidade. Apurou melhor os ouvidos e prestou mais atenção:


–Vocês ficaram sabendo dos ataques do Retalhador? – Instigou o primeiro garoto.


–Fiquei, sim. Parece que estão cada vez mais frequentes, principalmente na zona leste de Ikebukuro. – O segundo acrescentou.


–O mais interessante é que varias pessoas foram esfaqueadas, mas nenhuma morreu.


–Isso é muito estranho...


Percebendo que não iam continuar o assunto, tirou os olhos dos garotos e voltou-se para frente. Foi quando percebeu que Sonohara também estava prestando atenção na conversa. E quando notou que Mai a olhava, voltou-se rapidamente para a conversa dos amigos.

Vendo que não havia mais nada o que fazer no terraço, a garota enrolou seu obento e hashis e se dirigiu de volta à sua sala. Entretanto, antes mesmo de chegar ao corredor de sua classe, uma mão pousou em seu ombro.


–Como vai, Mai? – Perguntou Nasujima-sensei.


–Estou bem. – Respondeu, tentando esboçar um sorriso.


–Tenho te observado por esses dias, parece um pouco desanimada. – Continuou, enquanto afagava o cabelo da outra.


–Bom... – Não queria se abrir sobre os acontecimentos com Izaya, mas o professor parecia querer insistir nisso, então respondeu com a primeira coisa que passou por sua mente. -Na verdade, estou com um pouco de medo...


–Medo? – Notou que o homem pareceu um pouco satisfeito.


–Sim, as noticias sobre o Retalhador estão cada vez mais frequentes, e isso me preocupa.


–Realmente. Se me lembro bem, você estava com as garotas do Raira que foram esfaqueadas, não é?


–Sim... – Murmurou, lembrando-se do acontecimento desagradável.


–O que acha, Mai, se eu te acompanhar até sua casa? Não seria uma boa ideia?


–O que? – Virou-se rapidamente para o homem, que mantinha um sorriso malicioso.


–É bem perigoso para uma garota como você andar por ai sozinha, já te vi várias vezes pelas ruas de Ikebukuro. Se quiser, posso te acompanhar pela cidade.


–Não, obrigada. – Respondeu, realmente se incomodando com a atenção excessiva. Não sabia explicar, se qualquer pessoa demonstrasse tal preocupação, ficaria feliz, mas do jeito que aquele homem demonstrava, sentia segundas intenções por trás de suas palavras. -É melhor eu ir, a aula já vai começar. – Se afastou das mãos do homem e correu de volta para a sala.



O restante da aula passou rapidamente, talvez porque estava com a cabeça em outro lugar e não prestou atenção em uma palavra se quer do professor. Estava calmamente guardando seu material, quando percebeu Anri se aproximar.


–Orihara-san...


–Pode me chamar de Mai. – Pediu.


Ela não continuou de imediato. Sonohara ficou olhando para o chão um tanto relutante, despertando, até, a curiosidade de Mikado, sentado à frente de Mai.


–Por favor, tome cuidado... – Pediu. -... Mai-san.


–Está tudo bem, não motivos para se preocupar. – Mai respondeu, dando ênfase no “há”, fazendo Anri olha-la de modo curioso. –É melhor eu ir... Até amanhã.


Depois que se despediu, caminhou para fora da sala. Já estava no armário de sapatos, se preparando para sair, quando avistou Nasujima-sensei em pé nos portões do colégio. Sentiu um calafrio extremamente desagradável passar por seu corpo; não queria que ele a acompanha-se à lugar nenhum, não queria a companhia dele. Porém, sentiu um imenso alivio ao ver seu amigo, Kyosuke, caminhando pelo pátio do colégio, indo em direção do portão. Apertou o passo e foi atrás do garoto.


–Kyosuke! – Chamou, fazendo o outro virar-se rapidamente para trás.


–Que surpresa, Mai. – Comentou, sorrindo de forma boba, parando de andar.


–Sim, realmente. – Olhou por cima do ombro do garoto e viu que o professor esboçou uma careta irritada e saiu do portão, para seu alivio.


–Quer dar uma volta pela cidade? – O rapaz perguntou, tirando a atenção de Mai do portão.


–O que?


–Se não se importar, é claro.


–Mas é meio de repente... – Parou para pensar um pouco; estava com a cabeça muito cheia ultimamente, talvez se divertir com um amigo a ajudasse á relaxar um pouco. –Certo, mas eu preciso voltar pra casa primeiro. Você sabe, para trocar de roupa.


–Então nos encontramos na Rua do Teatro daqui à uma hora, pode ser?


–Claro. — se afastou de Kyosuke e saiu em direção ao escritório de Izaya.



-x-



–Tadaima. – Avisou, entrando no escritório, mas assim que o fez, notou que Izaya estava com um cliente. Era um homem, estava sentado no sofá, tinha uma aparência largada e estava usando um sobretudo bege e uma boina. –De-desculpe interrompê-los...


–Não se preocupe, Mai-chan, já estávamos acabando. – O informante avisou, detrás de sua mesa.


A garota assentiu e rapidamente seguiu para as escadas, subindo para o segundo andar.


–Não sabia que tinha uma filha. – Niekawa Shuji comentou, fazendo Izaya rir.


–Não, ela não é minha filha, nem nada do tipo. E antes que pense em mais alguma coisa, muito menos minha namorada. – Explicou, deixando o jornalista mais curioso ainda. No entanto, Izaya não tinha o menor interesse em continuar com o assunto, então voltou à conversa anterior. -Como eu disse, Niekawa-san, não tenho a menor vontade de conversar sobre qualquer assunto que envolva o Shizu-chan, pois é algo simplesmente irritante.


–Tem certeza? – Levantou-se do sofá, chegando perto da mesa do outro. –Não poderia abrir uma exceção?


–Lamento. – Também se levantou e foi para o sofá, ligando a T.V. –Se não tiver mais nada, já pode ir embora.


Niekawa deu-se por vencido, soltando um suspiro e começando a caminhar para a porta.


–Ah, quando se encontrar com o Shizu-chan, não fale do irmão dele, pode ser meio desastroso. – Avisou, antes do homem sair do escritório.


Poucos minutos se passaram, quando Mai voltou a descer para o andar de baixo, já não usando mais o uniforme. Passou rápido pelo sofá em que Izaya estava e evitou olha-lo.


–Aonde vai? – Perguntou com um leve toque de humor, antes que ela chegasse à porta.


–Andar pela cidade como eu sempre faço. – Respondeu, de costas para o outro, tentando ao máximo controlar sua voz.


–Mas normalmente você vai direto da escola. – Levantou-se e começou a andar na direção de Mai. –Então, por que motivo se deu ao trabalho de vir aqui trocar de roupa, ein, Mai-chan?


A garota apertou os punhos, tanto nervosa como irritada. Não queria dizer que ia se encontrar com Kyosuke. Sentia que, se dissesse, ia se dar por vencida e deixar Izaya importuna-la e insulta-la novamente com aquele assunto sobre o colega gostar dela.


–Por que você quer sempre saber de tudo?! – Virou-se irritada para Izaya, surpreendendo-o. –Isso é irritante, sabia?! – Voltou a dar as costas para o informante e saiu correndo para fora do escritório.


Ele ficou parado no mesmo lugar, vendo a garota saindo corredor afora. O comportamento de Mai fora realmente estranho, ela nunca havia, sequer, levantado a voz contra ele nem uma única vez. Então por que toda aquela irritação? Na verdade, já havia notado certo desanimo na garota de uns dias para cá. Tentou pensar em algum possível motivo, mas não viu nada que justificasse tal comportamento.

Resmungando, Izaya fechou a porta e voltou a se sentar no sofá. Mal chegou a se concentrar no programa que passava na T.V, quando seu celular tocou. Preguiçosamente tirou o aparelho do bolso e olhou no visor: Mizawa Atsuki. Deu um meio sorriso. Poderia se preocupar com Mai mais tarde, agora, tinha coisas mais interessantes para fazer.



-x-



Corria pelas ruas de Ikebukuro sentindo uma mistura de raiva e arrependimento. Arrependia-se de ter gritado com Izaya, mas sentia raiva pelo fato do moreno tê-la feito se alterar desse jeito. A verdade era que nem mesmo ela sabia o porquê de ter agido daquela forma.

Seus passos apressados foram diminuindo de ritmo, assim que entrou na Rua do Teatro, à procura de Kyosuke. Não precisou de muito esforço para achar o rapaz de cabelo castanho encostado á um poste, á poucos metros do Teatro.


–Kyosuke! – Chamou, erguendo o braço.


Ao ouvir a voz da garota, o colegial levantou a cabeça e mirou os olhos em Mai, que se aproximava.


–Nossa, está bem bonita. – Elogiou-a, que usava uma blusa social preta com finas listras brancas, um laço vermelho no colarinho, saia preta e botas marrons de cadarço.


–Obrigada. – Parou ao lado do amigo. –Então, pra onde você quer ir?


–Qualquer lugar que quiser. Prefere algum restaurante?


–Não estou com muita fome ainda. – Parou para pensar um pouco. –Vamos andar pelas lojas e praças, a cidade fica bem bonita à noite. Já sei! Vamos primeiro numa loja de mangás. – Ajeitou melhor o laço do colarinho e começou a andar, seguida por Kyosuke.


Os dois começaram a andar pela cidade, que já começava a ser banhada pela noite. Durante todo o trajeto, até chegar à loja, falaram sobre várias coisas. Mai estava muito feliz em ter alguém para conversar, mas ao mesmo tempo, quase que inconscientemente, desejava que conseguisse ter esse tipo de comunicação calma com Izaya.



–Mangás? – O garoto perguntou rindo, no momento em que os dois saiam da loja. –Não sabia que gostava disso.


–Antes, eu nem sabia o que era isso. Porém eu conheci duas pessoas muito legais, que adoram animes e mangás, que começaram a me falar sobre. E eu acabei gostando.


–Alguém da escola? – Indagou curioso, nunca vira Mai com nenhum amigo.


–Não, não, eles já são adultos... Acho. Chamam-se Erika e Walker.


–Você é amiga da gangue do Kadota-san? – Espantou-se.


–Eles são legais, foi o Izaya quem me apresentou eles. – Falou, deixando um pouco de ternura escapar em seu tom. E exatamente no momento em que falou isso, a van passou rapidamente na rua em que estavam. –Olha, são eles! – Apontou para o carro que passava e, no mesmo instante, viu a moto de Celty também passando por aquela mesma rua, com Shizuo em sua garupa. –Eles dois também?


–A gangue do Kadota-san, Motoqueira Negra e Heiwajima Shizuo, tudo ao mesmo tempo... – Soltou um assovio. –Você conhece umas pessoas bem interessantes.


Continuaram a andar pelas ruas de Ikebukuro, conversando. Até que Kyosuke sugeriu que a ultima parada dos dois fosse um restaurante, pois estavam realmente com fome e já era bem tarde.


–Bom, o único restaurante que eu conheço é o Sushi Russo, mas o Izaya diz que a comida da lá é estranha. – Mai comentou.


–Izaya... – O outro murmurou. –Sabia que você fala demais dele?


–Claro que não!


–É, claro que não. – Falou irônico. –Vamos, eu sei de uma excelente cafeteria onde podemos comer.


Mai olhou para Kyosuke e fez uma careta, se perguntando qual era o problema dele com Izaya. E se falasse muito dele, qual era o problema? Não via nenhum significado nisso além do fato de que o informante era a pessoa com quem mais passava o seu tempo, simplesmente por morarem juntos. As pessoas eram realmente confusas...


Estavam chegando ao estabelecimento, quando Mai deixou um pensamento involuntário pairar por sua mente: Ela preferia profundamente estar nesse momento com Izaya. Era algo cruel de se pensar, e se repreendia por isso, mas era verdade.


–Chegamos. – Sua companhia avisou.


Ela levantou a cabeça e olhou para o local; a fachada da cafeteria já dava aos que passavam uma excelente impressão. Era toda de madeira escura e havia grandes janelões que ocupavam a maioria das paredes, mostrando grandes e confortáveis bancos estofados com mesas, para os clientes. Mai olhou por uma delas, em busca de saber como era por dentro, quando viu algo que a fez parar de andar abruptamente. Exatamente na janela em que resolvera olhar através, no banco junto à vidraça, estava Izaya, sem abandonar seu costume de colocar o cotovelo sobre a mesa e seu queixo sobre sua mão, tomando café e conversando animadamente com Atsuki, que estava sentada á sua frente, também inclinada. A primeira coisa que pensou foi que aquele pudesse ser um encontro de trabalho, mas não, não era. Sabia bem que, sempre que era a trabalho, a reunião acontecia em seu escritório.

Sentiu uma onda gelada passar por seu corpo, que não lhe permitia movimentar-se. Lembrou-se da conversa que ouviu pelo telefone de Izaya com a mulher. Aquilo era, de fato, um encontro. Não sabia explicar porque, não sabia dizer a natureza de seus sentimentos, a única coisa que podia sentir era uma facada indo bem fundo em seu peito.

Quando voltou a olhar para Kyosuke, o rapaz já estava caminhando para a porta, mas quando percebeu que amiga não estava ao seu lado, voltou a olhar para trás.


–Mai? – Chamou, percebendo a expressão da garota. –Está tudo bem?


Não respondeu, deu apenas um passo para trás e depois disparou a correr para longe daquele lugar.



-x-



Depois que Atsuki havia ligado para Izaya, combinando aonde iam se encontrar, o informante pegou seu casaco e se dirigiu para o local combinado. Porém, enquanto caminhava para a tal cafeteria que Atsuki havia mencionado, viu algo que lhe deixou furioso; passeando a alguns metros à sua frente, do outro lado da rua, estavam Mai e Kyosuke andando lado a lado. Apertou os pulsos, segurando a intensa vontade de ir atrás dela e arrasta-la de volta para seu escritório. Por que absurdo motivo ela achava que podia sair com aquele garoto por aí?

Respirou fundo. Estava se alterando por um motivo bobo. Que ela saísse com quem quisesse; não se importava. Deu as costas para os dois e seguiu seu próprio caminho.


Já estava chegando À cafeteria, quando viu Atsuki parada em frente ao estabelecimento.


–Pontual como sempre, não? – A mulher comentou, ao vê-lo se aproximando.


Izaya olhou para a diretora da Nébula. Era realmente bonita e estava bem arrumada, poderia até apreciar mais esse encontro se as intenções da mesma não fossem tão óbvias. Ela era diretora da Nébula, lógico que ter o melhor informante de Ikebukuro e Shinjuku sempre que precisasse lhe seria extremamente vantajoso, fora que havia outro detalhe: Mai. Riu internamente ao lembrar-se da garota. Ele também podia sair com quem quisesse, e se Mizawa Atsuki queria entrar em seu jogo, ele deixaria, porém era Izaya quem ditava as regras e, no final, vencia o jogo.


–Ora, ora, você fica bem melhor sem aquele jaleco branco, Atsuki-chan. – Elogiou. –Ou considerando essa bela noite, não seria melhor Tsuki-chan*?


–Esperto e galanteador, uma combinação perigosa. – Sorriu maliciosa.


Izaya retribuiu o sorriso e entrou junto da acompanhante na cafeteria. Lá dentro não foi diferente, os dois continuaram com o mesmo joguinho, só que disfarçados por entre conversas banais. O informante, depois de conversar um pouco com a mulher, pode concluir que ela era, até, interessante; era inteligente e bem instruída, e sabia levar bem uma conversa. Não iria se cansar tão cedo desse jogo.



Já havia se passado mais de duas horas desde que os dois haviam chegado ao local. Izaya olhou as horas em seu celular; estava realmente tarde. Por mais que aquilo tudo fosse divertido, precisava trabalhar. Desviou os olhos do aparelho e mirou-os em Atsuki.


–Bom, o tempo passou voando e já está bem tarde. Preciso trabalhar amanhã. – Falou.


–Você tem razão. – Olhou também no relógio. –Podemos nos encontrar novamente, não?


–Claro que sim, foi um encontro extremamente agradável. – Izaya fingiu simpatia. –Meu trabalho é mais flexível que o seu, então você escolhe a data.


Os dois se despediram na porta e cada um seguiu seu caminho.

Izaya já estava chegando ao seu escritório, quando viu alguém conhecido entrando pela portaria principal do prédio.


–Atsuki e agora Shizu-chan. Que noite interessante. ~



-x-



Não sabia por quanto tempo estava correndo por Ikebukuro sem rumo algum, provavelmente por mais de uma hora, pois suas pernas já não aguentavam mais. Quando sentiu que a qualquer momento elas podiam ceder, parou de correr, se encostando curvada em um poste e arfando sofregamente. Mai sentia suas pernas tremendo, seu pulmão ardia, estava completamente perdida e sentia seus instintos lhe dizendo que algo ruim se aproximava. No entanto, todos aqueles sentimentos estavam sendo subjugados pela dor que sentia no peito. O pior de tudo é que se sentia completamente perdida naquele turbilhão de emoções, sem saber como lidar com aquilo tudo.

Tomou uma respiração mais longa, tentando compassar seu pulmão sedento por ar e ajeitou sua postura, erguendo os ombros.


E no momento que conseguiu acalmar seu corpo, seus instintos tomaram conta de si; virou-se abruptamente para trás, mas já era tarde demais, as únicas coisas que viu foram dois olhos vermelhos e o brilho de uma faca banhada pela luz do poste vindo em sua direção.


Fim do capitulo 13.



Notas finais
Tsuki: Lua em japonês
Desculpe a cantada ridícula do Izaya.
Vocês são uns leitores muito fofos, até eu agora estou gostando dos títulos. xD
Bom, o que acharam? Quero muito saber o que pensam! o/
Agora a historia está começando a fluir mesmo, hehe.
Espero que não tenha ficado muito confuso o capitulo.
Estou ansiosa para postar o próximo!