Mini Creepy Doctor

24 Penguin Sachi - parte 1


“Tudo começou quando Bepo me encontrou...”.

~~~~ FLASHBACK PENGUIM & SACHI ~~~~

Penguim e Sachi se conheceram fazia um pouco mais de dois anos. A principio eles não tinham nada em comum, nada além da paixão pelo mar.

E foi perto do mar que eles se encontraram.

Aquele havia sido o evento da cidade, uma baleia enorme havia ficado encalhada, e infelizmente, apesar de todo esforço não sobreviveu.

Penguim e Sachi se conheceram quando a cidade depois de várias tentativas frustradas de tirar o corpo da Baleia da praia havia decidido tomar medidas drásticas.

Em pouco tempo a cidade inteira sabia que iriam explodir a baleia.

Dois garotos se encontraram no meio da multidão que queria ver a explosão, seus nomes naquele momento não eram Penguim nem Sachi, mas o que ocorreu ao explodirem a baleia mudou a vida deles para sempre.

Talvez tivesse sido o excesso de explosivos, talvez fosse o tamanho da baleia, talvez um erro de calculo.

O fato é que quando explodiram a baleia, pedaços enormes dela subiram pelos ares e caíram na multidão que assistia.

Sachi viu um pedaço enorme caindo onde ele estava, mas em uma reação que ele nunca soube explicar, ao invés de fugir, ele se virou e empurrou o garoto que estava ao seu lado com toda a sua força, mal sabia ele que ele havia salvado a vida daquele garoto e então o pedaço da baleia caiu sob ele, sua família e outros ali presente.

Quando ele acordou, ele notou o olhar de espanto de todos os médicos no hospital, diziam que ele era um milagre, até mesmo os repórteres da cidade vieram o entrevistar.

Ele era o garoto que havia sobrevivido a um pedaço de carne de mais de 200 kg que caiu de uma altura de 10 andares sob sua cabeça e dos outros presentes.

E ele estava intacto, nenhum osso quebrado, nada. Era um milagre pois de todos os pedaços, justa a parte que o atingira estava tão podre que mal o machucou.

Mas ele não havia sido o único, outro garoto havia sobrevivido também, este havia tido azar, mesmo não sendo atingindo diretamente. Esse garoto quebrou as pernas e o quadril.

Em meio ao frenesi, e ainda em choque ao saber que sua família havia sido esmagada por um pedaço de baleia, o garoto decidiu visitar o outro, que ele salvara e que soube que estava no mesmo hospital.

“Oi.”

“Oi.” Disse o outro rapaz imobilizado na cama.

E então o silencio pairou entre eles.

E foi assim durante todas as visitas, mesmo sem ter oque falar, o garoto ia visitar o outro todo dia. Até que ambos foram liberados.

A família do menino salvo lhe acolheu, ele não fora adotado, mas sempre que precisasse sabia que podia contar com eles, mas o silencio, esse continuava e continuou até que um dia ao ir buscar o garoto na fisioterapia, o garoto que sobreviveu não conteve o sorriso ao ver aquele andar bizarro.

“Você anda como pinguim.”

O garoto olhou para ele com os olhos arregalados e então em um tom venenoso respondeu.

“Do que está falando, oh Sachi, a baleia assassina.”

Ele primeiro sentiu o impacto das palavras, aquilo não teve graça os pais deles morreram por causa da baleia, mas ainda assim aquele garoto era sua única companhia, ele se sentia preso ao garoto, mas não por um mal motivo – toda vez que ele estava longe ele se preocupava e então corria para visita-lo, mas ao encontra-lo sempre se lembrava da tragicomédia que tomou conta da sua vida e o culpava.

Os dias se passaram e ambos notaram que nunca haviam se chamado pelo nome, alguns meses depois nomes não eram mais necessários, um ano depois e eles passaram a ser conhecidos como Penguim e Sachi.

O garoto que andou que nem um pinguim por meses e o garoto que sobreviveu a um pedaço de baleia gigante que caiu dos céus.

O garoto atrapalhado que arranjava soluções bizarras e sempre se dava mal, vivia quebrado e muitos diriam que tem um azar enorme e o garoto que era capaz de sair relativamente ileso das situações mais impossíveis.

As aventuras deles eram conhecidas pela cidade.

Quando Sachi teve coragem de criar e andar em uma bicicleta a jato, com um motor que parecia de propulsão, mas que o combustível era a base de coisas que qualquer um podia comprar no supermercado – que veio a quase decolar e o arremessou por metros de distancia de cara no chão e ele saiu somente com alguns arranhões.

Ou Penguim que ao aprender artes marciais colocou na cabeça que podia andar na horizontal, e que depois de ir parar no hospital umas 10 vezes, conseguiu e caiu logo em seguida sendo levado às presas pra UTI.

Foram essas histórias que Bepo ouviu e nelas ele não ouviu sobre dois garotos atrapalhados que se colocavam em risco atoa e que se davam mal sempre. Ele ouviu sobre dois garotos com coragem o suficiente para fazer o que nenhuma pessoa sensata faria, de alguma forma tornar aquilo possível e sobreviver ao que qualquer outro morreria.

Eles eram perfeitos. E por isso ele os procurou.

“Você o que?” Sachi questionou.

“Eu ouvi Doflamingo?” Penguim disse espantado.

“Sim. Doflamingo. Eu estou aqui para buscar pessoas para fazerem parte de uma tripulação.” Bepo disse e pela primeira vez sem abaixar a cabeça.

“E por que iriamos nos juntar a esse cara? Sem querer arranjar confusão nem nada, mas se envolver com ele é suicídio.”

Sachi não disse nada somente concordou com Penguim.

“Mas vocês teriam poder, influencia, quem não quer isso?”

“Hãããnnn...nós? Olha onde a gente mora cara, de um lado você está falando de uma cidade cujo maior evento é a gente e do outro você está falando de um Shichibukai.”

“Então preferem viver aqui, onde nada acontece, onde não tem emoção, onde já viram e alcançaram todos os limites?”

Os dois garotos concordaram e Bepo então ficou cabisbaixo.

“Me desculpa então. Foi bom conhece-los.”

Aquilo havia sido estranho por muitos motivos, primeiro eles nunca haviam visto um urso que falava, assim que viram Penguim vai lembrar pra todo o sempre como Sachi correu para longe. Sem contar que ninguém lutava melhor que Penguim e aquele urso foi capaz de encara-lo no combate corpo a corpo.

“Ele bate forte.”

Sachi olhou surpreso para Penguim.

“Como é que é? Mas você mal sente dor!”

“Isso mesmo, então se eu senti algo é porque ele realmente bate forte.”

“Meu Deus! Você pode ter quebrado algo, vamos já pro hospital!”

E Sachi não estava errado, Penguim havia quebrado o braço e trincado três costelas – muito azar diriam, mas ele era um garoto de 17 anos que havia lutado com um urso polar adolescente de 400 kg – em suma era impossível ele estar vivo.

“Sachi, eu estive pensando... talvez devêssemos ver o que aquele urso tem a nos oferecer.”

“Você tá maluco? Ele acertou sua cabeça também?”

“Não. Mas ele está certo, a gente não tem mais nada pra fazer aqui. Essa vida não tem graça, a gente já tentou de tudo, você sempre sai ileso e eu sempre sobrevivo, o que mais podemos testar? O que mais pode nos desafiar? Eu sinto falta de ter medo, de ficar tenso de verdade.”

“Cara você é mesmo maluco!”

E foi assim que eles acabaram perseguindo Bepo, até Bepo se cansar e resolver tirar satisfações.

“O que vocês querem?”

“Nos leve até o seu capitão!”

Bepo olhou para os dois rapazes, tentando aparecer badass usando óculos escuros e fazendo posse.

“Eu sou o capitão.”

“Ah tá! Conta outra ursão. Quem é o cabeça?” Penguim disse.

E foi assim que Bepo os levou para Dressrosa.

Doflamingo obviamente ficou sabendo primeiro, porém ao ver um rapaz ruivo esquisito e outro engessado que ficava coçando o braço com um pedaço de graveto ele só conseguiu rir.

Esses eram os reforços de Law?

Ele estava decepcionado.

Doflamingo sabia que Law estava planejando algo e sabia que Bepo estava envolvido, mas ele estava curioso para ver até onde aquilo iria e por isso ele não fez nada, ele somente observou.

Toda e qualquer pessoa que pudesse ser de fato uma ameaça para ele no futuro, ele removia da equação antes mesmo de Bepo chegar nelas, sem contar os demais casos em que as pessoas desistiam só de saber que ele estava envolvido.

Porem aqueles dois, eles eram bizarros, ele não conseguia ver vantagem naqueles moleques, era evidente o medo que eles sentiam ao encontra-lo, chegava a ser revigorante. Tremendo de medo como Law um dia tremeu.

Ao ver isso ele só conseguiu sorrir, ele queria ver Law descartar aqueles dois.

Já Law quando viu os dois ficou decepcionado, era só isso que Bepo conseguiu?

Mas ao mesmo tempo Law sabia que em sua condição ele não podia ficar escolhendo, e ele então decidiu dar uma chance aos dois rapazes, eles eram esquisitos, mas ao ouvir algumas histórias deles Law ficou realmente interessado.

Aqueles dois desafiavam a lógica, eles desafiavam o destino na verdade.

Ele precisava de gente assim.

Estúpidos e corajosos, capazes de fazer e sobreviver ao impensável.

A questão era se os dois estariam dispostos a segui-lo?

Penguim e Sachi estavam passados, depois de darem de cara com Doflamingo, eles se encontraram com Law e o que viram não era o que eles esperavam.

Quando o Bepo lhes disse que Law pretendia fugir, se preparar para derrubar um Shichibukai, na cabeça deles eles imaginaram que Law fosse um cara mais velho, maior, mais forte. Mas o que eles viram foi um cara esguio, pálido, com olheiras, que parecia querer se esconder em meio a tanta roupa e penas.

Eles estão no verão!

“Pelo amor de Deus, tira essa roupa! Eu to com calor só de olhar.”

Sachi disse sem a menor preocupação e os olhos de Law se arregalaram, Law não esperava por aquilo, e nem Penguim e Sachi.

Os dois esperavam que Law fosse ficar bravo, ou ataca-los, tudo menos esconder parte do rosto naquele monte de penas que ele tinha na gola de sua roupa, tudo para que eles não vissem o seu sorriso. Porém ambos ficaram surpresos com o quão rápido o outro rapaz conseguiu deixar sua expressão mais vazia que uma parede.

"Eu gostei deles, vamos ver se eles servem."

Servem?

Como assim?

Enquanto Sachi estava a se questionar, Penguim já estava nervoso. Em um mesmo dia eles são intimidados por ninguém menos que Donquixote Doflamingo, só para depois terem de ser desdenhados e vistos como objetos pelo esquisitinho que se acha grande coisa. Ele não ia ficar de boa.

Sachi notou Penguim avançando e por um segundo pensou em para-lo, porém ele também queria ver o que o rapaz podia fazer; fugir e depois atacar um homem como o Shichibukai era algo muito audacioso, que certamente exigiria planejamento, tempo e força. E ele não via nada disso no rapaz a frente deles.

Mas ambos nunca haviam visto algo igual, de uma hora para outra o rapaz simplesmente desapareceu e reapareceu atrás de Penguim. Penguim nem teve tempo de reagir e o rapaz tocou nele e sumiu novamente.

"Penguim! Você está bem?"

Sachi disse correndo em sua direção e Penguim olhava surpreso para ele.

"Sim. Estou."

E então ele passou a arrancar o gesso de seu braço.

"Ei! O que você está fazendo?! Você ainda não pode tirar isso!"

Mas Penguim girava e tocava o braça admirado e ignorando Sachi ele olhou para rapaz que havia reaparecido a frente deles, mas ainda assim em uma distancia segura.

"O que você fez?"

"Eu curei o seu braço."

"Como?"

"Essa é a minha habilidade, eu posso fazer o que quiser dentro de uma área criada por mim."

Penguim e Sachi se entreolharam, eles haviam ouvido corretamente?

"Tudo o que você quiser?! Porra cara, como você não fugiu ainda? Você é praticamente um Deus!" Penguin disse.

"Caramba, o que quiser?! As possibilidades são infinitas! Penguim, se lembra daquele troço que eu queria fazer e disseram que era fisicamente impossível?!"

"Sim."

"Então! Dane-se o que disseram! A física não se aplica a ele!" Sachi apontava para Law todo empolgado.

Era engraçado ver o rapaz perder a postura e ficar sem jeito, mas ele mesmo se sentiu mal ao notar a falsa empolgação daqueles dois que mal sabiam das limitações do seu poder.

"Não é bem assim que funciona. Não basta eu imaginar que tudo acontece, eu preciso entender como funciona para tornar possível, logo a física se aplica a mim sim."

Mas aquilo não desanimou os dois e ambos acabaram por animarem Law também.

"Isso não é um problema. Seu lance é medicina não é?" Sachi disse apontando para Penguim e quando Law concordou com a cabeça ele continuou. "Dentro da sua área há muita coisas que podemos fazer; ultrassons, radiação, raios gama, eletricidade."

"Tipo um desfibrilador!" Law disse surpreso.

"Isso!"

E então Law mostrou aos dois rapazes que ele já havia consigo simular um com os seus poderes. A empolgação dos dois fazia Law se questionar se era assim que um adolescente ou jovem adulto se sentia — aquela empolgação de descobertas, a vontade de sorrir de coisas bobas, a vontade de ver e conhecer mais — por fora ele estava impassível, mas por dentro ele estava extremamente feliz.

"Você consegue fazer mais outras coisas?"

"Huuum...consigo cortar sem a pessoa sentir dor."

"Show!" Disse os simultaneamente.

"E quanto o lado radioativo da medicina?" Sachi perguntou.

"Eu sei operar os aparelhos, mas desconheço como funcionam por isso não posso reproduzi-los com meu poder.”

Os dois rapazes tinham um sorriso macabro em seus rostos.

"Cara, Sachi vai te ensinar umas coisinhas..."

"Sim, pode crê, depois de umas aulinhas comigo você vai conseguir não só curar o câncer como também causar câncer nas pessoas..."

"Ei, e se ele soltar tiros laser?"

"Caraca ia ser show!"

"É possível?"

"Ciência não é uma questão de 'como?' e sim de 'por que não?!' !"

Law olhou para Bepo e sorriu para ele.

"Acho que achamos nossos primeiros tripulantes."

E eles ficaram a olhar os dois discutindo possibilidades.

Quando eles aceitaram se juntar a Law, dizendo que o risco valia a pena, Law os mostrou seu submarino.

"Meu Deus!" Penguim disse.

"Ele é a propulsão ou é nuclear?" Sachi perguntou.

"Propulsão..."

E os dois se olharam, Sachi todo empolgado e Penguim sacudindo a cabeça em negação.

"Nem vem! A última vez que você mexeu com isso eu quase morri!"

"Larga de exagero, Penguim. Foi só uma semana no hospital e agora nosso... capitão?... pode te remendar no mesmo dia!"

"Nem vem..."

"Se você me ajudar eu faço sobremesa!"

"Ele sabe cozinhar?" Bepo perguntou a Penguim.

"Sim, nós dois sabemos. Aprendemos quando minha mãe parou de fazer sobremesa."

"A cara não é bonita..." Sachi disse "...mas é gostoso!" Penguim completou.

Eles eram bizarramente perfeitos.

"Vocês se conhecem desde quando?" Law questionou.

"Bepo não lhe contou?"

Bepo abaixou a cabeça "Me desculpa..."

"Ele não teve tempo de me contar tudo."

"Nossas vidas foram unidas por um pedaço de baleia que caiu dos céus!" Penguim disse dramaticamente.

"Por isso me chamam de Sachi, eu sobrevivi a isso."

"Por isso me chamam de Penguim, eu quebrei as pernas e a bacia e passei messes andando que nem um pinguim." Disse Penguim desanimado.

E depois de um breve silencio, do nada os dois apontaram para o submarino e perguntaram.

"A gente pode brincar com ele?"

Law sem palavras somente concordou.

E foi assim que eles se conheceram e entraram para o grupo do Law. Bepo logo os colocou a par de como as coisas funcionavam — eles tinham dias em que eles podiam visitar Law, e os encontros eram sempre no campo de Girassóis.

Em um mês eles entenderam a situação plenamente, e perceberam que era muito mais complicado do que parecia.

Eles logo notaram que Doflamingo havia aprovado eles, investigado eles, que eles estavam sempre em constante vigia e que Law não possuía poder para sair dali.

Era evidente para os dois que Law não conseguiria fugir, pois Doflamingo já sabia que Law pretendia fazer isso, eles todos não passavam de brinquedos para o Shichibukai — mas mesmo assim eles ainda tinham confiança.

Aquele era só mais um desafio que todos diriam ser impossível, mas eles sempre conseguiram lidar com isso, superar isso, e provar a todos que eles estavam certos.

Era possível.

Até o dia que eles descobriram que Doflamingo, um Pirata, Rei de Dressrosa e Shichibukai também era conhecido como Joker.

O Rei do Submundo.

Naquele momento, eles começaram a duvidar também.

Mas um dia tudo mudou.

Eles já conheciam Law, já sabiam dos seus problemas e dilemas.

Eles já estavam investidos demais na situação para sair dela. Eles não iriam fugir, pois eles sabiam que era isso que Doflamingo queria — que eles fugissem e Law se visse novamente sozinho.

Mas eles não fariam isso.

Law já era amigo deles, mesmo que Law se recusasse a aceitar isso.

Se Law não podia se salvar, eles iriam salvar Law.

Sachi estava disposto a provar que não era impossível quando ele começou a fazer grandes mudanças no submarino.

Penguim estava disposto a provar que não tinha medo quando ele respondeu Doflamingo ao presenciar uma cena um tanto quanto perturbadora.

Ambos se mantiveram firmes, pois Bepo traçava possíveis rotas.

Law tinha tudo planejado, mas eles sabiam que naquele caso o planejamento era o ponto fraco deles, Law conhecia Doflamingo, mas Doflamingo também conhecia Law.

Eles já tinham isso em mente quando eles conheceram Vergo.

Eles já sabiam o que fazer quando eles ouviram os gritos.

Sachi tinha fé em sua sorte e ele sabia que nada atingiria Law se Law estivesse com ele. Por isso ele pegou Law em seus braços e correu como nunca.

Penguim sabia que apesar de todas dizerem que ele era azarado, o que ele tinha mesmo era sorte. Por isso ele ficou para trás junto com Bepo, todos os machucados ao longo de sua vida ferraram com seu sistema nervoso — para ele não importava o quão forte Vergo pudesse bater, ele não iria ceder.

Os dois após viver quase um ano junto com Bepo e Law, haviam decido que nada os derrubaria, nenhuma derrota, nenhuma frustação, nenhuma chantagem ou ossos quebrados.

Eles não se dariam por vencidos, eles aguentariam aquele sofrimento de alguns dias, pois Bepo e Law aguentarem o mesmo e muito mais , por anos.

E na frente do Vergo, tanto o urso quanto o garoto sumiram do nada.

O submarino já estava no fundo mar e era mais rápido que qualquer outro que Doflamingo possuísse.

E nas profundezas do mar, o garoto que devia ter morrido, o Mink perdido, o garoto sortudo e o garoto azarado sumiram.

Notas finais
Caramba essa fic está enorme! Mas eu estou me divertindo então vamo que vamo. Bem no momento nenhuma revelação, mas eu quis desenvolver uma história pra Penguim e Sachi então, toma aí, no próximo capitulo teremos revelações. Quantos aos eventos dessa fic, tem coisas que realmente aconteceram. A Baleia morta que foi explodida, realmente aconteceu na vida real, e pedaços dela voaram longe atingindo carros e por pouco não ferindo pessoas. A bicicleta a propulsão caseira eu vi na tv e o negócio era hiper rápido e tinha mesmo o risco de explodir. Depois, coloquei Penguim e Sachi como dois personagens animados, pois acho que eles devam ser assim em OP, na verdade acho que toda a tripulação do Law é um mix de Coras e Luffys. Espero que gostem, bjus!