Notas iniciais
Desculpa, mil desculpas. Uma onde de falta de tempo e criatividade me atingiu e para melhorar o App onde eu escrevia os capítulo apagou tudo que eu tinha escrito, então tudo de errado aconteceu. Sinto muito mais uma vez, mas saibam que eu NUNCA vou abandonar esta história. Então sem mais enrolação aqui está o capítulo:

ESTÁVAMOS EM UMA sorveteria quando o celular do Matheus tocou. Ele atendeu, a conversa foi rápida, pois logo desligou.
–Quem era?- perguntou Nicolas.
–Daniel. Já podemos voltar para a casa, eles já fizeram tudo que precisavam fazer.
–Agora é só torcer para que o plano de certo.- disse Carol esperançosa.
Todos saímos em direção a casa, a qual não fazíamos ideia o que poderíamos encontrar.
Quanto mais próximos nos aproximávamos da casa, mais nervosos ficávamos, por que poderiam ter acontecido três coisas: 1- Eles tentarem se matar e depois tentar matar a gente. 2- Terem se dado bem. Ou... 3- Nada ter mudado. A segunda opção era, com certeza, a que todos queríamos encontrar, mas a que menos tinha chance de acontecer.
Assim que chegamos na casa, abrimos a porta em silêncio entrando um de cada vez. A sala estava com a luz apagada e sem sinal algum de vida.
Até que vimos a Clarisse.
Ela apareceu vindo da cozinha com uma faca na mão.
E viu a gente no meio do breu da sala.
–Eu vou matar vocês seus desgraçados!!- disse ela com um olhar assassino enquanto vinha na nossa direção.
–Calma Clarisse!- disse Bia enquanto tentava segurar os ombros dela.- Me da essa faca e vamos tentar não matar ninguém, okay?
Ela pegou a faca e colocou encima de uma mesa tranquilamente.
–Posso matar vocês agora ou mais tarde?- disse Clarisse.
–Que tal, nunca?- disse Gabriel.
Alguém acendeu a luz e pudemos ver Daniel descendo as escadas.
–O que está acontecendo aqui?- e então ele viu a gente.- Vocês queriam o que? Me matar me deixando com essa louca aqui???
–O objetivo não era matar ninguém.- disse a Carol.
–Que se dane.- disse a Clarisse em seguida indo em direção aos quartos.
Enquanto ela subia o Daniel descia e veio na nossa direção.
–Não estou com raiva de vocês, mas que isso vai ter volta vai.
–Menos mal.- disse Matheus.
No fim todo mundo se dispersou, a maioria dos garotos foram ver algum filme de terror, o qual eu não queria chegar nem perto. As garotas, no caso Carol e Bia, foram jogar algum jogo. Os garotos que não estavam vendo filme estavam no quarto com exceção do Matheus que estava comigo na varanda sob a luz do luar.
–Será que fizemos a coisa certa?- eu perguntei, perguntando mais a mim mesma do que a ele.
–Nós nunca iríamos saber se não tentássemos. E quem sabe não aconteceu algo e eles apenas não querem que a gente saiba.
Olhei com uma cara com pouca fé para ele o que fez com que ele risse.
–Não sei não.- falei enquanto me aconchegava no ombro dele.
–Calma. Tudo vai dar certo no final.
–Assim espero.
Ficamos lá por um bom tempo até que a última coisa que me lembro foi de ter dormido.

...

Acordei e já eram 10:00, o quarto estava vazio. Provavelmente todos já haviam acordado e deviam estar em algum lugar da casa. Sai do quarto com pijama mesmo e desci até a cozinha. Encontrei todas as garotas lá conversando, elas também estavam de pijama enquanto comiam o café da manhã.
–Olá gente.
–Oi dorminhoca.- disse Carol.
–Não está tão tarde assim.- eu disse enquanto me sentava na mesa com elas.
–Você só foi a última a acordar!- disse Clarisse.
–É a vida. Cadê os garotos?
–Estão jogando futebol.- disse Bia.
–Não sei como eles aguentam nesse calor!- disse Carol.
Ficamos conversando por muito tempo. Por sorte a Clarisse não parecia estar com tanta raiva quanto no dia anterior.
O dia de certa forma passou bem rápido, não fizemos nada muito prestativo, e com certeza não tocamos naquele ASSUNTO. Este era o último dia que passaríamos aqui, amanhã depois do almoço já voltaríamos para casa. Então já deixamos as malas prontas e combinamos de sair à noite apenas para curtir. Já eram 18:00 eu estava usando um short jeans claro, uma blusa bem soltinha verde, estampa rosa clara e uma rasteira marrom que combinava com minha bolsa de atravessar. Só faltava a Carol. Dentro de alguns minutos ela finalmente desceu.
Combinamos de ir a um restaurante à beira da praia que estava tendo música ao vivo e que a Clarisse julgava ter uma comida com qualidade 5 estrelas. Uma oportunidade como essa é claro que eu não iria negar!
Fomos a pé mesmo. O local possuía um ar muito agradável, com uma decoração que lembrava muito luaus que ocorriam com grande frequência na praia.
Nos sentamos em uma mesa redonda que possui uma bela vista para o mar, de cara pedimos logo a comida, optamos por batata frita coberta com queijo e bacon. Realmente algo muito saudável!
Ficamos conversando por um bom tempo, podia se ouvir a música de um cara com um violão de fundo quando nossas batatas chegaram. Fui a primeira a pegar a batata.
–Que-coisa-maravilhosa!- disse enquanto já pegava outra.
Todos seguiram o meu exemplo e partiram pra cima da batata.
–É uma pena que já esteja acabando, podia durar mais.- disse Carol.
–Também não estou nada afim de voltar para aquela chatice chamada escola.- disse Gabriel.
–Pelo menos ainda temos amanhã.- disse Jonas.
–Veja pelo lado bom, cada dia que passa nos estamos mais próximos das férias!- disse Bia.
–Não acho que isso serve de consolo.- disse Clarisse pegando mais uma batata.
–Concordo em número, gênero e grau.- disse Nicolas.
–Agora mudando de assunto.- disse Carol.- Alguém quer ir dançar comigo? Eu simplesmente adoro essa música!
Fui prestar atenção na música que agora estava tocando e percebi que era Whisky a go go do Roupa Nova. De fato também adorava aquela música.
Ela olhou para o Nicolas que na mesma hora disse:
–Não sei dançar, você sabe disso.
Ela bufou e revirou os olhos.
–Alguém?- ela voltou a perguntar.
–Eu vou, está na hora de mostrar minhas habilidades na pista de dança.- disse Jonas já se levantando da cadeira.
Carol se levantou e juntos foram para a pista.
–Você não sente ciúmes não?- perguntou Daniel.
–Bom ela não me dá motivos para isso.- ele respondeu.
–Queria ter essa habilidade.- disse Gabriel.
Todos riram e Matheus falou para mim:
–"Do you wanna dance?"
–Sério?- perguntei.
Ele apenas levantou as sobrancelhas e me ofereceu a mão. Aceitei e juntos fomos para a pista de dança.
Chegamos lá ele se aproximou de mim e perguntou:
–Sabe dançar?
–A pergunta é: VOCÊ sabe dançar?
Ele apenas sorriu e colocou uma mão na minha cintura e outra junto à minha outra mão e então ele começou um passo para frente e eu para trás, depois o oposto, logo viramos de lado ele me fez girar e assim continuamos com um jogo de perna e braços entrando no ritmo da música, definitivamente a melhor dança da minha vida.
Assim que a música acabou voltamos para a mesa. Carol e Jonas nos acompanharam.
–Olha Nat, eu não sabia que você dançava assim.- disse Carol.- muito menos você, Matheus.
–Minha mãe sempre gostou destas músicas com o tempo fui aprendendo alguma coisa.- respondi.
–Pena que não vi, queria ver o Matheus dançando.- disse Daniel.- Deve ser algo inacreditável.
–Da próxima vez nos acompanhe até a pista de dança então.- disse Matheus.
–Vou pensar no seu caso.
Soltei uma risada e peguei uma batatinha, que para minha sorte eles ainda não haviam pegado.
Ficamos lá por bastante tempo. Depois todos saímos para dar uma volta na areia da praia. Deixei minha rasteira com os meus amigos e fui até a água apenas para molhar os pés, então a Bia surgiu do meu lado e diz:
–Faça um pedido.
–Porque?
Ela apontou para o céu e vi rapidamente uma estrela cadente. Vi ela fechando os olhos e fiz o mesmo, tentei pensar em algo, mas nada que eu pudesse imaginar era melhor do que eu já tinha aqui comigo.

Notas finais
Espero que tenham gostado, mais uma vez desculpa. Comentem o que acharam. Bjs vejo vocês no próximo capítulo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.