Minha vida em Crepúsculo
4 A primeira conversa
Notas iniciais
POV Olivia
Quando acordei hoje, pensei seriamente em não ir para o colégio, nem me levantar da cama na verdade, mais ai pensei em tio Charlie e nos meus pais e me levantei.
A noite passada não foi fácil, mais foi melhor que a anterior, dormi um pouco mais do que estou dormindo nesses últimos dias, e isso é bom, me vestir e fui até a cozinha, tio Charlie não estava, pelo bilhete na geladeira deixado pelo mesmo ele teve que ir mais cedo pro trabalho, tomei um copo de suco, peguei uma maçã e fui pro colégio. Chegando lá fui pra minha aula de ingles. Durante a manhã as aulas passaram normalmente, na verdade eu estava quase dando um chega pra lá no Mike que parecia mais um cachorrinho andando atrás de mim, como se fosse minha sombra, e isso já estava enchendo o saco.
Já na hora do almoço eu estava indo pro refeitório junto com a Angela e a minha "sombra", chegando lá preferir sentar sozinha em uma mesa qualquer, a Angela aceitou normalmente, já minha "sombra" vulgo Mike ainda tentou me convencer a sentar com eles, neguei educadamente, peguei só um refrigerante, e fui me sentar, olhei ao redor e os meus olhos pararam na mesa deles e só tinha quatro pessoas sentados lá, e me encarando, três delas me encaravam com hostilidade e a que parecia uma fada me encarava com curiosidade, tentei não pensar muito no quinto ocupante da mesa que não estava presente. Voltei meu olhar para o meu refrigerante e o terminei e antes do sinal tocar sair do refeitório e fui pra sala de Biologia II, não tinha quase ninguém na sala só duas garotas que se sentavam no fundo, fui pro meu lugar e comecei a desenhar só parei quando ouvi o professor. Não sei se comemorava ou me preocupava com o fato do meu parceiro não ter vindo pra aula, no final das aulas concluir que ele realmente não apareceu no colégio e não foi pelo fato de não tê-lo visto e sim porque dois Hale e um dos Cullen me olhavam da mesma maneira, como se me culpassem por algo.
E assim os dias foram se passando, eu estava me acostumando a Forks e ao fato de não ver os meus pais todos os dias como antes, as noites estavam do mesmo jeito, eu ia para o quarto, deitava na cama, chorava e quando a chuva ficava mais forte eu conseguia dormi, porque o barulho abafava os meus pensamentos. Já no colégio os dias estavam passando sem muito problemas, tirando claro o fato dos irmãos do Edward continuarem me encarando a cada cinco minutos com os mesmos olhares de raiva, quase todos me olhavam assim, menos claro a Alice Cullen, ela continuava com o olhar de curiosidade e com um pouco de expectativa, o que era estranho. Edward não apareceu no resto da semana, o que contribuiu para mais olhares, quando chegou o fim da sexta-feira quase agradeci por não precisar ir ao colégio nós fins de semana.
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A convivência com o tio Charlie era boa, ele ainda tinha aquela preocupação comigo, a duas noites descobrir que ele estava indo toda noite no meu quarto ver se já tinha dormido ou se eu estava bem, bom na maioria das vezes eu mentia e fingia dormi só pra evita perguntas. No meu segundo dia aqui descobrir que o meu tio não sabia cozinhar, como ele sobreviveu todos esses anos? não faço ideia, então fiz as compras e me prontifiquei a cozinhar e fazer algumas atividades da casa, ele disse que não precisava mais garanti que não seria problema nenhum, seria até bom, pois iria me distrair.
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Já era noite de domingo e eu estava na cozinha preparando o jantar, quando o tio Charlie chegou da pescaria. Pesca era algo que ele gostava muito, dizia ele que era relaxante, pra mim não daria certo.
— Boa noite tio. — o cumprimentei.
— Boa noite querida, que cheiro bom. — falou entrando na cozinha — O que é?
— Eu fiz espaguete e bife com batata. — o respondi.
Sentamos para comer em silencio, era sempre assim desde que eu cheguei, tio Charlie nunca sabia bem como começar uma conversa, mais hoje foi diferente.
— Como foi o colégio essa semana? — perguntou parecendo interessado.
— Foi bem, conheci algumas pessoas, eles foram bem legais. — respondi, e quando o olhei percebi que teria que da mais informações — Conheci uma garota chamada Angela que foi muito legal comigo, ela é minha parceira em espanhol. — falei com sinceridade — Tem um garoto também que é muito amigável — mais do que eu gostaria — ele se chama Mike, e tem a turma deles também.
— Você deve esta falando de Mike Newton e Angela Weber, eles são bons garotos.
Não sabia se devia pergunta o que estava me roendo pra pergunta esses dias, mais minha curiosidade era minha inimiga, sempre foi.
— Você conhece a família Cullen?
— A família do Dr. Cullen? Claro que conheço, o Dr. Cullen é um ótimo homem.
— Os filhos dele não me parecem serem bem aceitos na escola.
No momento tio Charlie me surpreendeu parecendo um pouco irritado.
— As pessoa dessa cidade — ele murmurou — Dr. Cullen é um cirurgião brilhante que poderia esta trabalhando em qualquer hospital, acredito eu, recebendo bem mais salário do que ele recebe aqui. — falou um pouco mais alto, estava começando a me arrepender de ter começado essa conversa — Temos sorte de tê-lo trabalhando aqui e sorte da esposa dele aceitar morar numa cidade pequena. Ele é um aditivo a comunidade e aqueles garotos são bem mais comportados do que muitos que nasceram aqui, nunca tive problemas com nenhum deles, e eles ficam juntos como uma família deve ficar. — não foi fácil engolir as lembranças dos meus pais, mais não era hora de me lamentar, deixaria para fazer isso quando estivesse no quarto — Eles acampam as vezes nos finais de semana, só porque eles são novos na cidade as pessoas tendem a falar demais. — ficava imaginando o que falavam de mim por ai.
Esse, devo ressaltar aqui, que foi o discurso mais longo que eu já presenciei vindo do tio Charlie, ele deve estimar muito os Cullen.
— Eles parecem bons pra mim. — quando não estão me olhando com raiva, completei mentalmente — Digo, eles são bem atraentes. — eu complementei.
— Você devia ver o Doutor. — tio Charlie disse rindo — Que bom que ele é feliz no casamento. Muitas enfermeiras se esforçam em se concentrar em seus trabalhos quando ele está por perto.
Nós continuamos o jantar em silencio e eu fiquei me perguntando se os Cullen só agiam estranho comigo, o que era estranho pois nem os conhecia.
Nessa noite demorei a dormir, não pelos motivos habituais e sim com a curiosidade me batendo como um saco de pancadas, me fazendo questionar varias coisas, é eu disse que minha curiosidade era minha inimiga, ela ainda vai me trazer muitos problemas.
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Na manhã seguinte, me preparei psicologicamente para enfrentar mais essa semana que começava. Vestia uma calça de lavagem escura, uma blusa azul escura de manga e meu casaco, um coturno preto, e deixei meus cabelos soltos mesmos, olhei para a foto dos meus pais e pedir silenciosamente que estivessem comigo mais esse dia.
Fui para a escola normalmente. Essa manha estava frio, mais não estava chovendo. No fim da primeira aula quando eu sair da sala, em companhia da minha "sombra", percebi que o ar estava cheio de pedaços brancos rodando, eu podia ouvir as pessoas gritando excitadamente umas pras outras.
— Uau! — Mike disse entusiasmado- Está nevando.
Eu olhei pros pedacinhos de algodão que estavam se alojando no chão e dei um mínimo sorriso, eu gostava de neve.
Do nada uma grande e molhada bola, do que parecia ser neve derretendo, atingiu a parte de trás da cabeça dele, eu suspeitei na hora que tinha sido o Eric (o garoto prestativo), Mike aparentemente teve a mesma opinião que eu, pois ele se curvou, e juntou uma pilha de neve branca.
— Nos vemos depois, sim. — falei pra ele já saindo dali.
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Durante a manhã, todos falavam sobre a neve, parecia até o evento do ano, não sei se era eu que estava rabugenta hoje, mais aquilo tava me estressando, e olha que eu gostava muito de neve.
Fui até a cafeteria com Jéssica dessa vez, as bolas de neve voavam de um lado a outro, não sei como uma delas não me acertou, com a "sorte" que eu estava tendo esses últimos dias, eu até estranhava.
Mike se juntou a nos assim que eu abrir a porta da cafeteria, rindo, com gelo nos cabelos arrepiados, ele e Jéssica começaram a conversar sobre uma possível guerra de neve que teria no fim das aulas, enquanto íamos pra fila comprar comida. Como de costume eu olhei ao redor, parando meus olhos na mesa, onde nos últimos dias eu recebia os olhares raivosos, mais pra minha surpresa eu não recebia os olhares raivosos dos quatro ocupantes da mesa, que dizer, eles estavam lá, mais não em quatro e sim em cinco ocupantes na mesa. Eles não olhavam pra mim, o que era bom.
— Ei, Liv. — meu braço foi sacudido por Jéssica, a olhei — Vai querer o que?
— Só um suco. — respondi ela mal-humorada, e me arrependi na hora em que ela me olhou estranho.
— Aconteceu alguma coisa? — Mike perguntou também estranhando.
— Nada, desculpe. — pedi pagando o suco.
Hoje eu não sentaria sozinha, como de costume, pois a mesa que eu costumava sentar estava ocupada, suspirei seguindo o Mike e a Jéssica pra mesa deles.
Comecei a bebe meu suco com uma curiosidade amarga me atacando. Olhei novamente pra mesa deles só pra conferir se não estava, sei lá, enlouquecendo talvez, e realmente não estava, tinha cinco ocupantes na mesa, isso explicava o fato deu não está recebendo os olhares raivosos, que costumava receber, tanto dos Hale, quando do Cullen grandalhão, e nem está recebendo o olhar curioso da Alice. Muito pelo contrario, eles estavam rindo. Edward, Jasper e Emmett todos eles estavam inteiramente cobertos de neve derretendo. Alice e Rosalie se afastavam quando Emmett balançava o cabelo pingando dele na direção delas. Eles estavam aproveitando o dia de neve igual a todo mundo, só que eles pareciam com uma cena tirada de um filme. Olhei Edward atentamente e percebi que a pele dele estava menos pálida, talvez até corada pela possível guerra de neve, as olheiras dele estavam menos visíveis, mais havia algo a mais, mas eu não sabia exatamente o que era.
Abaixei minha cabeça pensando que eu não poderia ter inventado tudo aquilo, os olhares de raiva, o olhar dele de repulsa, não, eu não estava louca, lembrei do que tio Charlie falou sobre os Cullen, e resolvi deixar pra lá, talvez fosse só uma semana ruim pra eles. Os olhei novamente só pra confirma, mais foi um grande erro.
— O que está encarando Liv? — Jéssica perguntou seguindo o meu olhar, nesse preciso momento os olhos dele se encontraram com os meus e nos encaramos, ele parecia curioso de novo e insatisfeito com alguma coisa, continuávamos a nos encarar, eu não era de abaixar a cabeça pra qualquer coisa e mesmo se eu quisesse desviar os meus olhos, não conseguiria, estava muito curiosa por causa de tudo, continuávamos nós encarando quando Jéssica disse dando uma risadinha:
— Edward Cullen está te encarando.
Depois do que pareceram horas, mais foram segundos, desviamos os olhares um do outro ao mesmo tempo. Pelo resto do horário do almoço eu não me atrevi a olha-lo mais, nem pra ele ou os outros Cullens.
Eu fui pra aula de Biologia II antes do sinal tocar, como fazia normalmente era o único jeito de evitar que a minha "sombra", vulgo Mike, viesse atrás de mim, semana passada não foi difícil percebe como Jéssica olhava pra ele e foi como juntar 2+2 e concluir que ela tinha um penhasco para com ele, não queria me meter em problemas, então resolvi evitar, o que era juntar o ultil ao agradável.
Já na sala, percebi que era a única ali, então fui pra minha mesa e comecei a desenhar, como costumava fazer, foi quando ouvi a cadeira próxima a mim se mover.
— Olá — disse uma voz calma e musical.
Eu olhei pra cima não entendendo nada, sem olhares raivosos ou de repulsa, constatei, mais em contra partida ele estava sentado tão longe quanto a mesa permitia, mais sua cadeira estava virada pra mim.
— Meu nome é Edward Cullen. — ele se apresentou com um leve sorriso amigável aberto, porem cauteloso nos lábios — Eu não tive a oportunidade de me apresentar na semana passada, você deve ser Liv Swan.
Ok, não era possível eu ter inventado a coisa toda. Ele estava super educado agora.
— Sou eu mesma. — falei — Como sabe meu nome? — perguntei e mentalmente batia na minha própria testa.
Ele sorrio, um sorriso leve, encantador na verdade.
— Oh, eu acho que todo mundo sabe seu nome. A cidade inteira esteve esperando você chegar.
Fiz uma careta, é claro que sabiam, agradecia mentalmente por eles não saberem o motivo da minha vinda pra cá.
— É claro que sabiam. — resmunguei estupidamente contrariada.
Olhei pra frente na mesma hora em que o Sr. Banner começava a aula, a aula de hoje seria uma experiência, os slides na caixa estavam fora de ordem e tínhamos que trabalhar com os nossos parceiros de laboratório, nos tínhamos que separar os slides em tipos de raízes das espécies de células das fases da mitose que eles representavam e etiqueta-las adequadamente. Não poderíamos consulta os livros.
— Comecem! — o professor ordenou.
— Primeiro as damas, parceira? — Edward perguntou, o olhei, ok isso estava sendo bem estranho.
Eu já havia feito esse experimento, na minha antiga escola, então seria fácil. Coloquei o primeiro slide no lugar embaixo do microscópio e ajustei a lente para o objetivo de 40 X, eu estudei o slide brevemente e disse:
— Prófase.
— Se importaria se eu der-se uma olhada? — ele perguntou quando comecei a remover o slide.
A mão dele segurou a minha pra mim parar, quando ele perguntou. Os dedos dele eram frios como gelo, como se ele tivesse colocado-a no gelo antes de entrar na sala de aula. Mas não foi por isso que eu puxei minha mão tão rápido. Quando ele tocou minha mão, eu senti uma punção, como se uma corrente elétrica tivesse passado por nós. Clichê, eu sei, mais foi o que senti.
— Desculpe. — ele murmurou, tirando sua mão imediatamente. Empurrei o microscópio pra ele, e o observei — Prófase! — ele concordou, escrevendo cuidadosamente no primeiro espaço em branco da nossa folha de trabalho. Ele rapidamente mudou os slides — Anáfase. — ele continuou já escrevendo.
— Posso? — perguntei, admito, só pra ter o prazer de contaria-lo, ele sorrio maliciosamente e me passou o microscópio, examinei o slide, e droga ele estava certo — Slide três. — levantei a mão sem olhar pra ele, ele me passou, cuidadosamente sem tocar na minha mão, troquei os slides, dei uma olhada rápida e disse — Intérfase. — passei o microscópio pra ele, que deu uma olhada e voltou a escrever no papel do trabalho.
Nós terminamos o trabalho antes que qualquer outro aluno estivesse perto, voltei ao meu desenho, contatando que estava desenhando o que parecia ser olhos negros, foi quando me lembrei e olhei pro meu parceiro de sala, que por sinal me encarava, com aquele olhar inexplicável de frustração.
— Você usa lentes de contato? — eu perguntei sem pensar muito.
— Não. — ele respondeu confuso com a minha pergunta.
— Oh! — murmurei — Eu achei que tinha algo diferente nos seus olhos.
Ele encolheu os ombros e olhou pra longe.
De fato, eu tinha certeza que algo estava diferente, eu lembrava nitidamente daquela cor negra nos olhos dele na última vez que ele olhou pra mim, com aquele olhar de repulsa. Hoje os olhos dele tinham uma cor completamente diferente, um ocre estranho, mais escuros que Whisky, mais com a mesma tonalidade dourada.
O olhei novamente e as mãos dele estavam apertadas contra os punhos de novo.
O senhor Banner veio a nossa mesa, pra ver porque não estávamos fazendo o trabalho como os outros, ele olhou sobre nossos ombros, pra constatar que as experiências já estavam concluídas e se chocar com as respostas.
— Então, Edward, você não achou que Olivia poderia ter uma chance com o microscópio? — o Sr. Banner perguntou, e eu arqueei uma das sobrancelhas.
— Liv. — Edward corrigiu automaticamente — Na verdade, ela identificou três dos cinco.
Sr. Banner olhou pra mim de forma cética.
— Você já fez essa experiência antes? — ele perguntou.
— Não com raízes de cebola. — respondi de forma clara.
— Blastula de peixe branco? — voltou a pergunta, concordei com a cabeça — Você estava avançada na classe de Boston?
— Sim.
— Bom. — ele disse depois de um momento — Eu acho bom vocês serem parceiros de laboratório. — ele murmurou mais alguma coisa, mais não prestei tanta atenção.
Voltei minha atenção pro meu desenho, e constatei, que realmente estava desenhando olhos negros.
— Gosta de desenhos? — Edward perguntou, tinha certeza que ele estava apenas tentando puxar assunto.
— Gosto, desenhar me acalma — respondi honestamente o olhando.
— E do que mais gosta? — estranhei sua pergunta.
— De musica, da chuva, do frio. — me vir respondendo sua pergunta honestamente, ele parecia fascinado pelo o que eu disse, por algum motivo que eu não podia imaginar.
— Então morar em Forks deve ser bom pra você, afinal chove direto e é frio.
— Seria se fosse outras circunstâncias. — murmurei baixinho, me lembrando instantaneamente o motivo de vim morar aqui, ele pareceu escutar o que eu disse.
— Não entendo. — ele falou claramente confuso — Outras circunstâncias?
— Não importa. — falei olhando pra frente, sentia os seus olhos em mim, mais não me virei, evitei tanto esse assunto esses dias e agora torcia pro sinal tocar logo pra não me debulhar em lágrimas aqui.
— Porque veio morar aqui? — Edward foi direto na pergunta.
— Por que você se importa? — perguntei o olhando e me arrependo pelo gesto, os meus olhos se encontraram com os dele e encheram-se de água, ele se assustou com o fato deu estar quase chorando na frente dele, até eu estava assustada, minhas emoções não eram descontroladas a esse ponto.
Ainda nos encarávamos, quando o sinal tocou, peguei minha mochila rapidamente, e sair da sala mais rápida que um foguete, fui em direção ao meu carro, entrei e o liguei, e quando vi, estava chorando como uma criança, dentro do carro parado no meio do estacionamento do colégio. Olhei pelo retrovisor e o vi, Edward, era como se ele soubesse o que estava acontecendo dentro do carro, revirei os olhos e comecei a dirigir pro conforto da minha atual morada.
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