Notas iniciais
Eu gostaria muito, muito de dar um agradecimento especial às três lindas que comentaram a história recentemente: Gabi Kaori,
VitoriaSouza13(obrigaba por favoritar também, linda), Gabriela Watson Grint. Gente, muito obrigada a vocês ;D
Eu fiz este capítulo curto, mas não foi de propósito. Algumas dúvidas dos leitores vão ser respondidas nesse capítulo, mas ainda tem muitas coisas a serem reveladas. Vou tentar postar mais um capítulo hoje, mas se eu não conseguir, por favor, não me culpem... Estou um pouco ocupada. Mas se eu não postar hoje, eu tento postar amanhã.
Mas esse capítulo não ficou muito bom... Acho que o final vai ser um pouco chato, gente... Desculpa :P
Beijoos e Ótima leitura!

Louis... Eu já escutara aquele nome antes. Então, veio-me a memória... Nana dissera na noite anterior, quando explicava-me o que ocorrera com ela. Havia dois vampiros: Garden e Louis.

“O que você está fazendo aqui?” Nana murmurou, seus dentes ainda a mostra.

“Querida, senti tanto a sua falta...” Ele deu a volta e foi entrando na cozinha “Por que saiu às pressas... no meio do seu próprio casamento?” ele falava ironicamente.

Nana arregalara seus olhos e olhava-o com ódio mortal.

“O que você está fazendo aqui?” Nana repetiu um pouco mais alto.

Eu continuava parada... E com medo, muito medo.

“Ei vim-lhe buscar!” ele falou alto, levantando um pouco os braços “Por que mais eu viria nesse lugarzinho?” ele parou um segundo, pareceu lembrar-se de algo e começou a rir.

Nana começou a entrar na minha frente e me fez recuar pelo menos cinco passos para trás.

“Puxa vida! Querida... Querida, eu nem havia pensado nisso, mas já que você está dando a ideia!” ele sorriu, mostrando que tinha dentes tão afiados quanto os de Nana “Quando eu imobilizá-la, eu posso sugar toda a vida da sua amiguinha!” ele riu ao ver que Nana tinha uma expressão cada vez mais furiosa.

Ela fez-me recuar um pouco mais dando passos para trás. Eu sentia meu coração palpitar.

“Já não basta ter-me matado e transformado?” Nana gritou.

E eu percebi... Era ele... Na estrada. Ele começara com tudo. Se não, Nana ainda estaria viva. Os olhos dele estavam vermelhos. Os de Nana, apesar de não dar para eu ver, presumi que também estavam. Ele vinha aproximando-se e eu recuava cada vez mais. Quando Nana percebeu o que ele faria, agiu na hora.

Eu recuava cada vez mais rápido e ele aproximava-se de Nana, mas não era ela que ele queria naquele momento...

Eu era a vítima...

Quando ele pulou, Nana também pulou, impedindo-o de chegar até mim. Mas eu não podia... Não queria deixa-la ali! Ela podia morrer! Eu não sabia qual era força dele nem a dela. E se Nana não fosse párea?

Bom, meus olhos já estavam cheios de lágrimas e ver Nana atracada àquele vampiro nojento, fez-me perder o equilíbrio e eu caí no chão, tremendo de medo do final de tudo aquilo. Meus joelhos ardiam e eu devia estar com o rosto todo vermelho de medo... Terror....

Ele arranhara a cara dela e eu ouvi um grunhido parecido com um gato, mas era Nana... Não aguentei. Eu estava louca de tanto temor por Nana, mas não sabia mais o que fazer... De tanto que recuara, eu já estava no hall de entrada da sala, abri a porta e saí correndo pra fora, dei a volta e me encontrei no jardim atrás da cozinha... Mas dali alguns minutos eu já estaria de volta à cozinha.

Como presumi, ali estava eu... Mas estava segurando simplesmente... Uma tesoura de jardineiro... E foi o máximo que eu consegui.

Minha visão era Louis em cima de Nana. Ela arranhava a cara dele, enquanto ele fincava unhas nas costelas dela... Não pude me conter em relação a nada.

Nem à dor nem ao horror nem à magoa nem ao amor...

Simplesmente finquei aquela tesoura nas costas de Louis e a senti atravessando-o, mas não chegando a acertar Nana. De repente, ele despencou em cima dela, enquanto o sangue de seu corpo se espalhava pelo chão da cozinha...

Notas finais
Espero que tenham apreciado :D Gostaria muito de saber a opinião de vocês. Comentem, por favor!!