Minha Vida em Amor Doce
8 Capítulo 8 - Pegue o Totó parte 1.
Notas iniciais
Acordei, eram uma sete horas, quando levantei percebi que dormi abraçada com o casaco de Castiel, o deixei em cima da cama e fui ate o banheiro e tomei banho. Coloquei minha blusa de caveira, minha saia preta com uma corrente de prata e um pingente de uma rosa vermelha e um All Star branco com caveiras pretas. Penteei meu cabelo e o deixei solto, ate porque não dá para amarrá-lo, peguei minha bolsa e o casaco de Castiel e desci as escadas, todos já tinham ido á escola, menos minha mãe e Suzana.
– Bom dia, querida. — disse minha mãe me abraçando e Suzana beijou meu rosto.
– Bom dia. — falei. Porque minha mãe não foi para o colégio?
– Vocês querem uma carona? — perguntei.
– Ah, não querida, nós não vamos, Suzana vai comigo ao médico. — disse minha mãe. Minha mãe se chama Laura tem cabelo preto ate os ombros, olhos verdes, e não aparenta ter quarenta e cinco anos.
– Por quê? O que está sentindo? — perguntei.
– Estou um pouco dolorida, já avisei a diretora, ela entendeu, depois dê a matéria a sua irmã. — ela disse e sorriu.
– Ok, melhoras. — falei indo até a porta.
– Obrigada. — ela disse e Suzana acenou.
– Qualquer coisa me liga. — falei.
– Ok. — disse minha mãe e então saí de casa.
Entrei no meu carro, coloquei o casaco e a minha bolsa no banco do passageiro e dirigi em direção ao colégio. O que será que vai acontecer quando o encontrar? Qual será a reação dele quando me ver?
Cheguei ao colégio e está bem cheio, entrei e alguém segurou meu braço direito, quando me virei, lá está Ken, o melhor amigo de Suzana. Ele usa óculos de velho, blusa verde de manga comprida, é baixo e tem cara de Nerd.
– Oi Melissa. — disse sorrindo.
– Oi Ken. — falei.
– Onde está Suzana? — ele perguntou.
– Ela foi ao médico com a minha mãe. — falei.
– Ah, ok, ate mais. — ele disse e se afastou.
Tenho pena dele, Suzana gosta muito dele, mas como amigo e ele é apaixonado por ela, bom... É o que diziam no colégio antigo dela, eles são amigos á três anos, ele me ajudou muito a cuidar dela, apesar de ser fraco e covarde, quando se trata de me ajudar a protegê-la, lá está ele para ajudar.
– Hey. — disse alguém. Quando me virei lá está Lysandre e Castiel vindo na minha direção.
– Olá... Aqui está seu casaco, você esqueceu. — falei entregando o casaco a ele.
– Ah... Obrigada. — ele disse o pegando.
– Quem é aquele garoto com quem você conversava? — perguntou Lysandre.
– Um amigo de Suzana. — falei. Então o sinal tocou.
– Vão para a sala? — perguntei.
– Não agora. — disse Castiel.
– Eu vou. — disse Lysandre e quando ele ia entrar, um cachorro passou por entre as pernas dele.
– TOTÓ. — gritou a diretora. Lysandre saiu do caminho dela e ela passou, o cachorro está dando voltas no colégio.
– Isso é tudo culpa sua Lysandre. — disse a diretora.
– Vá procurá-lo imediatamente — ela continuou.
– Eu vou. — falei. Ela me olhou surpresa, do jeito que ele é lento, não vai pegá-lo hoje.
– Como quiser, agora vocês dois, vão para a aula. — disse a diretora.
– Ok. — disse Lysandre e entrou.
– Eu vou ajudá-la. — disse Castiel. A diretora ficou surpresa e entrou no colégio.
– Obri... — ia dizendo, mas ele me interrompeu.
– A velhota acreditou... A gente se vê depois, boa sorte com o pulguento. — disse sorrindo sarcasticamente e foi para o pátio do colégio.
Idiota. — pensei.
Que nós amamos.– disse o meu eu interior
De que lado está? — perguntei
Do nosso... Mas ele cheira tão bem.– disse o meu eu interior mais uma vez.
Traidora. — falei. Então respirei fundo e fui atrás do pulguento.
Fale com o autor