Minha Vida em Amor Doce

13 Capítulo 13 - Jornal da escola parte 2. Final


Notas iniciais
Agora é a vez de Melissa falar... Depois ela vai para a praia e uma certa pessoa aparece. Espero que gostem, beijos.

Continuei andando ate chegar á discussão, tinham se formado uma rodinha em volta, passei por entre eles e quando eles abriram espaço, lá estava á diretora gritando com Peggy, ela esta sentado no chão a olhando assustada. Quando entrei no círculo, a diretora parou de gritar e olhou para mim, TODOS olharam.

– Melissa, me descul... — ia dizendo a diretora, mas a interrompi.

– CHEGA, agora é a minha vez de falar. — falei com raiva e séria. Todos me olharam surpresa.

– A senhora está aqui gritando com ela, falando que a culpa é dela, concordo, mas a mais errada aqui é a senhora... — continuei.

– Mas... — disse a diretora, mas a interrompi.

– Calada... A senhora errou em contar para ela do meu passado, avisei que ninguém devia saber, porque não é do interesse deles, e o pior... ELA DISTORCEU TUDO, como se sente com isso tudo? Porque uma boa parte da culpa é da senhora.- falei á olhando com raiva. Ela esta surpresa e assustada.

– Não vai responder? — continuei falando, mas sem tirar o tom de raiva na minha voz.

– Sinto-me péssima. — ela disse abaixando a cabeça.

– E você Peggy? — perguntei. Ela esta me olhando surpresa.

– Não vai responder? — perguntei.

Ela continuou me olhando, então me aproximei e ajoelhei ao seu lado, ela se encolheu um pouco, esperando levar um tapa, mas não dei.

Devia. — disse o meu eu interior.

– Se não responder, vou falar o que você acha de um certo garoto aqui do colégio. — falei. Ela me olhou surpresa.

– Arrependo-me, ERA TUDO MENTIRA. — ela gritou e levantou-se, logo depois. Continuei ali de joelho olhando o chão com os jornais por todos os lados.

– O showzinho terminou, todos em direção a saída, por favor. — disse a diretora e alguns professores foram ajudá-la. Fiquei ali no chão, Iris e Lysandre sentaram ao meu lado.

– Você está bem? — perguntou Iris. Balancei a cabeça negativamente e a abracei, ela me abraçou de volta e comecei a chorar.

– Como ela está? — escutei Clark perguntar.

– Mal. — disse Lysandre.

– Nós vamos para casa, leve-a para lá. — disse Chad.

– Tudo bem. — disse Clark. Levantei minha cabeça sem parar de abraçar Iris e pude ver Chad, Tate, Hayley e Hosana indo embora.

– Onde está Castiel? — perguntou Clark.

– Aqui. — disse Castiel.

Afastei-me de Iris e me virei, ele esta encostado na parede perto da segunda sala, tão perto e não percebi. Esta me olhando sério e seus braços estão cruzados.

Converse com ele, conte a verdade.– disse o meu eu interior.

NÃO. — Gritei para ela.

Balancei minha cabeça para a direta e depois para a esquerda e me levantei, Iris também e ficou na minha frente, ela esta preocupada, passei por ela correndo e fui ate meu carro, abri a porta e entrei. Sentei no banco do motorista, coloquei minha cabeça no volante e comecei a chorar.

Quando olhei pela janela Clark, Lysandre e Iris estão correndo, eles olharam para a direita e depois para esquerda e então olharam para o meu carro, eles vinham em minha direção, mas olhei para trás, dei ré e sai do estacionamento do colégio.

Enquanto dirigia, pensei em qual lugar ir... Em casa vão estar Tate, Chad, Hosana e Hayley me esperando.

A praia. — disse o meu eu interior.

Suspirei e dirigi até lá... Seria bom ficar lá, ninguém fica lá nesse horário, só os surfistas, mas eles não vão me encher o saco. Estacionei o carro, sai, tirei meu tênis, o deixei no carro junto com meu celular e o tranquei.

Andei até a areia e sentei em um banco de madeira e fiquei olhando o mar, as ondas estão gigantes e tem só uns três surfistas. Depois de uns dez minutos ou mais, eles saíram da água.

– Nossa, as ondas estavam iradas. — disse o moreno de cabelo curto e castanho.

– É... Nós devíamos vir com mais freqüência. — disse o branco de cabelo loiro.

– Vocês têm razão, mas que pena não ter nenhuma gatinha por aqui. — disse um moreno de cabelo grande, loiro e cheio de tatuagens. Então o de cabelo castanho me olhou.

– E aquela ali? — ele disse. Os outros dois me olharam, desviei meu olhar. Para o meu azar, um deles veio até mim.

– Oi... Porque uma garota linda como você está aqui sozinha e sem biquíni? — ele disse. Quando olhei, vi que é o moreno de cabelo grande e loiro, cheio de tatuagens.

– Por um acaso tem uma placa dizendo que só é permitido vir de roupa de banho? — falei com raiva.

– hahaha, não... Porque está aqui? — perguntou colocando a prancha presa na areia e veio sentar ao meu lado, logo depois.

MANDA ELE PRO ESPAÇO. — gritou o meu eu interior.

– Não te interessa. -falei.

– Pode falar gatinha. — ele disse.

– NÃO TE INTERESSA E ME DEIXA EM PAZ. — gritei e levantei-me.

– Nossa, você está mesmo estressada, venha, vamos dar uma volta. — ele disse segurando meu braço.

– Solte-me, nem te conheço. — falei tentando me soltar.

– Ah, desculpa... Sou Dakota, mas pode me chamar de Dake. — disse sorrindo.

OI BABACA, VAI EMBORA. – gritou o meu eu interior.

– Legal. — falei, mas não vou falar meu nome.

– E o seu? — ele perguntou.

– Não te interessa. — falei.

– Ah... Nome bacana. — ele disse e sorriu.

QUE IDIOTA. – gritou o meu eu interior.

PARA DE GRITAR, PRECISO PENSAR.

– Dá para me soltar, está me machucando. -falei.

– Vamos comer um sonho, aí te solto. — ele disse.

– Não saio com estranhos. — falei.

– Acabei de me apresentar. — ele disse.

– Solte-me. — gritei.

Ele me puxou mais para ele, ele esta muito perto, quase encostando os lábios nos meus, então escutei barulho de um carro parar bruscamente e alguém gritar logo depois.

– SOLTE-A AGORA. — gritou essa pessoa.

Estava tão preocupada com o surfista tarado, que não percebi que alguém se aproximou e o acertou no rosto, o fazendo me soltar. O surfista tarado caiu de joelhos no chão e com a mão direita no rosto. Quando olhei para o lado levei o maior susto de todos.

O QUE ELE ESTÁ FAZENDO AQUI? — Gritei.

VIVA. – gritou o meu eu interior, feliz.

Notas finais
Espero que tenham gostado, vou postar mais um. Se tiverem dúvidas é só falar, beijos.