Notas iniciais
Espero que gostem!! Bjs

POV Bella.

Não sei por que aceitei o convite da Alice, hoje foi um dia terrível e eu preferia ter ido para casa, tomar um banho quente, assistir um bom filme e depois dormir.
Fim de ano é sempre estressante, acredito que em todas as áreas.
As pessoas ficam loucas como se o mundo fosse acabar e querem fazer tudo de uma só vez,então é uma correria dos infernos,em todos os lugares.
Onde trabalho não é diferente.
Sou Isabella Swan, tenho 23 anos, trabalho como editora chefe na Style USA,moro com minha melhor amiga Alice Brandon há três anos, desde quando nos formamos em Publicidade.
Nossa vida é bastante corrida e apesar de trabalharmos e morarmos juntas, dificilmente vejo Alice em casa, pois a mesma passa a maior parte do tempo com o namorado Jasper Halle.
Eu fiquei muito feliz por ela ter encontrado alguém especial como Jasper, mas ao mesmo tempo tenho muito ciúmes da minha amiga. Eu sei, é meio idiota isso, mas eu sou assim. Sempre fui ciumenta com tudo, principalmente em relação a minha amizade com Alice e isso me trouxe alguns problemas, confusões e "ELE"- Edward Cullen.
Lembro o dia em que o vi pela primeira vez ao lado da Alice e do Jasper que é o seu colega de trabalho no escritório de advocacia e melhor amigo. Edward começou a chamá-la de irmã pra lá, irmã pra cá e a boba era toda sorrisos, fechei minha cara pra ele e fiz bico, infantil eu sei, mas o pior é que ele não deu a mínima para a minha birra e continuou a me encarar com aquele sorriso torto lindo.
Eu não admitia, mas ele fazia minha calcinha molhar só de olhar para aquele sorriso, e isso me irritava ainda mais. O pior é que daquele dia em diante ele sempre estava em nossas reuniões. Alice dizia que gostava de nós dois igualmente, mas eu tinha ciúmes da atenção especial que era reservada a ele.
É meio insano isso eu sei, mas não sei explicar o porque, e não, eu não sou lésbica.
Essa implicância era só com Edward, e ele já estava ficando irritado com isso.
Em uma de nossas reuniões, que fazíamos sempre na casa do Jasper, após dirigir-me a ele com uma resposta rude, ele simplesmente explodiu.
— Você me deixa louco com essa sua birra comigo sabia?... A vontade que tenho é de te dar uma surra até amansar esse seu gênio ruim.
Olhei para ele com expressão chocada, não acreditando que ele tivesse verbalizado aquilo, porque com certeza a vontade que tinha em me espancar era clara. Toda vez que eu o afrontava e tinha a resposta na ponta da língua para tudo que ele falava,por mais que tentasse não demonstrar, era visível que ficava puto.
Mas dizer isso assim, em minha cara e em frente aos nossos amigos?
Eu estava paralisada e boquiaberta com o destempero dele, afinal ele sempre fingiu não se importar com minha implicância, sempre dava uma resposta educada e nunca perdia as estribeiras. Acho que o tirei do sério. E ele me deixou sem resposta, porque comecei a imaginá-lo me dando tapas no traseiro e deixando-me marcada.
Deus!!!
O que estava pensando?
Sem saber o que responder ou fazer, dei meia volta e saí correndo de lá.
Mas o que deu naquele gostoso filho de uma puta para bater de frente comigo e diante de minha rebeldia explícita verbalizar em voz alta o desejo de me surrar?
Aquilo deixou- me indignada e ao mesmo tempo excitada, não admitiria a ninguém, nem sobre pena de morte que aquele homem, ladrão de amigas estava me despertando a libido de forma arrebatadora. Me vi encurralada entre o desejo e a raiva, e por isso tentei me afastar dele recusando-me a participar dos programas seguintes.
Mas Alice sempre tentando conciliar-nos dizia que o rapaz era bom moço, que estava arrependido pela grosseria, e que podíamos formar uma bela amizade.
Em meu íntimo sabia que desejava muito mais que isso, mas não admitiria, jamais, porém cedi e aceitei a amizade dele.Edward me pediu desculpas por seu comportamento rude e afirmou não saber de onde saiu aquele desejo de surrar-me.
Desejo esse que nada mais seria, me colocar em seu colo e deixar-me marcada ao ponto de não poder sentar.
Entre chocada e excitada ao ouvir aquilo dele, apenas ri sem graça e afirmei estar tudo bem, mas não estava, pois o desejo por ele só aumentou.
Engrenamos uma amizade, a qual, conversávamos todos os dias.
Antes de ir trabalhar ele sempre dava um jeito de chamar-me nas redes sociais, para saber como tinha dormido, se estava tudo bem e o que faria durante o dia. Passávamos tardes e noites conversando.
Um sentimento forte foi crescendo, além É claro do desejo cada vez mais visível por todos. Em pouco tempo não conseguíamos mais nos manter longe,apesar de tentarmos dizer que eramos amigos tipo irmãos, assim como chamávamos Alice, mas para quem observava, a relação de irmãos era bastante incestuosa, pois ele me provocava com brincadeiras de duplo sentido e eu não suportando mais me esquivar, joguei tudo para o alto e mergulhei de cabeça.
Comecei a revidar todas as brincadeiras e insinuações dele, causando surpresa, embaraço e excitação ao extremo. A tensão sexual era palpável e os amigos em comum eram apenas telespectadores das nossas brincadeiras sensuais. Até que um dia ele decidiu investir,abriu o jogo.
Contou-me que desde a primeira resposta grossa que lhe dei, sentiu vontade de me surrar e dominar na cama, pois seria um castigo satisfatório para ele ter uma gostosa de língua afiada sujeita a seus desejos e submissa às suas vontades,que foi esse desejo insano que o deixou cego e fez com que ele corresse atrás de mim, que aos poucos percebera que eu lhe fazia um bem tremendo, tinha vontade de me proteger, cuidar, e sentia um desejo sexual nunca antes sentido.
Admitiu que nunca fora um santo, pelo contrário sempre tivera muitas mulheres, não gostava de relacionamentos longos, não era de se apegar a ninguém, mas que eu despertara nele sentimentos conflitantes, que faziam dele- um ótimo fodedor, ter vontade de colocar-me em seu colo, me abraçar e ficar apenas sentindo meu cheiro e meu corpo junto ao seu.Segundo suas palavras, se achava um maricas, mas apesar de sentir todo esse novo sentimento, a vontade de submeter-me aos seus desejos falava mais alto e era por isso que estava contando tudo a mim.
Não admiti, pois sou durona, mas adorei a iniciativa dele, não suportava mais aquela tensão. Tinha vontade de provar daqueles lábios, sentir as mãos com dedos longos tatearem meu corpo, queria ser preenchida por ele, gemer seu nome, e mesmo tendo uma língua afiada com as respostas sempre prontas a serem ditas, iria controlar meu gênio rebelde e deixar-me dominar por aquele homem que de certa forma já dominava minha mente.
Começamos a namorar.E desde aquele momento, meus dias foram repletos de satisfação. As brincadeiras ficaram mais provocantes, o desejo entre nós dois era notório, ele era carinhoso e cuidadoso comigo, eu queria satisfazer as necessidades e desejos dele.
Logo na primeira transa, eu fora apresentada a um fetiche dele com morangos e chocolate,no qual ele comeu a fruta em minha intimidade úmida e pulsante, lambeu o chocolate derretido nos meus seios eriçados. E eu o instigava a penetrar-me mais forte e surrar-me o traseiro, fazia-o perder a cabeça gemendo seu nome.
Provocava-o dia e noite, no trabalho ou em casa, perdi a conta de quantas vezes fizemos sexo virtual estando trabalhando e ele teve que correr para o banheiro para se aliviar.
Ele dizia que eu era uma diaba.
Sua diaba, sua vadia, sua puta... Só sua.
Eu adorava quando ele usava de palavras sujas na hora da transa, e colocava-me de quatro sobre o colchão, segurando fortemente em meu quadril com uma mão puxando-me mais e colando-me em seu corpo e com a outra puxava meus cabelos fazendo-me girar e olhar a conexão dos nossos quadris,com os movimentos rápidos, fortes e duros da penetração.
Pedia por mais, que ele me penetrasse mais fundo, que me mordesse e assim ele o fazia, lambia minhas costas, mordia meus ombros enquanto arremetia em minha cavidade quente e apertada.
Enquanto ele me fodia, segurando fortemente em meus cabelos, soltava o aperto do meu quadril apenas para desferir-me tapas no traseiro, eu gemia descontroladamente e ele urrava de prazer por ver a coloração vermelha das marcas dos seus dedos em mim.
Eu clamava por mais e ele batia, o orgasmo próximo fazia com que eu rebolasse mais e isso o deixava alucinado, era nesse momento que ele me chamava de vadia.
"_ Isso rebola sua vadia safada, é assim que você gosta não é?
— Oh sim, meu Dom, é assim."
Apesar de não sermos adeptos ao D/S, gostávamos de usar apetrechos que apimentavam a relação e nos tratávamos por Dom e Sub na hora H.
"_ Porra Bella, sua puta do caralho, adoro quando me chama de seu Dom.
— Ah... Meu Dom, sou sua vadia, sua puta, fala mais.
— Você é minha vadia, minha puta, minha cadela, minha submissa... Só minha. Caralho eu vou gozar.
— Eu também...Oh meu Deus...que delícia Edward."
E juntos chegavam a um orgasmo arrebatador.
Nossa conexão, cumplicidade e felicidade começou a causar inveja. Fomos alvos de intrigas, mentiras, investidas dos sexos opostos, causando assim ciúmes em ambos e insegurança também.
As brigas tornaram-se constantes, e o desgaste foi tomando lugar.
O afastamento foi inevitável e quando percebemos era melhor para ambos que dessemos um tempo. Nos mantivemos longe um do outro mesmo que o desejo fosse muito grande.
Tivemos algumas recaídas onde nos amávamos com loucura, mas depois voltávamos ao "normal". Tivemos outros relacionamentos, discussões por causa disso, ciúmes de ambas as partes, palavras mal ditas, e passamos a nos evitar, mas tínhamos amigos em comum e o sentimento ainda estava ali guardado a sete chaves, por isso quando estávamos juntos a fagulha reacendia, porém mantivemo-nos separados até os dias de hoje.
Foi uma decisão difícil de tomar, mas não tinha mais volta.
O pai de Jasper tinha aberto uma filial em Londres e Edward pediu a para ir tomar a frente do escritório, queria manter-se longe, ele tanto quanto eu sabia que conseguiríamos apenas dessa forma.
A despedida dele fora em grande estilo na “Boate La Luna”, onde nós costumávamos ir sempre.
Eu não iria de modo algum, acabara de sair de um relacionamento fracassado com Jacob, mais um amigo em comum nosso, quer dizer, ex- amigo, porque quando Edward soube que estávamos juntos, socou a cara do jake, quebrando o nariz do mesmo.

Flash On
Estávamos na casa de Jasper, e Edward não tinha chegado ainda, era a primeira vez que ele viria de Londres e também que me veria com alguém. Apesar de tudo nunca quisemos machucar um ao outro, porém Jacob fazia parte da turma, não tinha como esconder isso dele, mas por que me importava tanto?
Soube que Edward estava saindo com "putânia" a vadia loira que sempre deu em cima dele, mesmo quando estávamos juntos, então ele que cuidasse da vida dele, mas as coisas não são tão simples assim não é mesmo?
Quando ele chegou mais lindo do que nunca e viu as mãos de Jacob depositadas em minha cintura, vinha em nossa direção, mas Jasper o parou e o levou para a varanda para conversarem, o clima ficou tenso e todos se entreolhavam.
Alguns minutos depois Edward juntamente com Jasper voltaram para a sala. O olhar raivoso que ele lançou a Jacob não passou despercebido por ninguém e eu sentia-me apreensiva. Todos começaram a tentar voltar ao normal, e isso funcionou até um determinado tempo.
O ápice da confusão foi quando Jacob sem noção alguma girou-me de frente pra ele e deu-me um beijo na boca. Um rugido alto foi ouvido e em um piscar de olhos Edward estava retirando-me dos braços de Jacob e depositando-me atrás de si, podendo assim socar com força o rosto do Jake, que pego desprevenido cambaleou e caiu.
"_ Eu posso saber que porra você faz com esse merdinha Isabella?
— E quem você pensa que é para interferir em minha vida?
— Eu.. Eu..Quero saber que porra você tem na cabeça só isso.
— Com certeza não é água oxigenada, igual a vadia da sua namoradinha.
— Que porra de namoradinha? Não estou com ninguém e não mude de assunto.
— Ah por favor. Poupe-me Edward, vá cuidar da sua vida que você não é nada meu." Aquilo pareceu doer nele, mas eu estava certa, não estava?
Ele tinha aceitado a minha decisão de terminar a relação, não tinha?
Não podia interferir mais na minha vida daquela forma
Aproximou-se de mim, olhando-me nos olhos, falou baixo e pausadamente:
"_ Não adianta fugir Bella... Eu sempre serei o seu Dom e você será a minha única Sub.
— Estamos falando de sexo Edward?
Um suspiro cansado saiu da sua boca.
— Não é nada disso Bella, se fosse apenas sexo então me diz como você faz? Eu não sei explicar o que você me faz sentir. Eu tremo da cabeça aos pés só de falar com você e eu nunca senti isso por mulher alguma.
— Edward...
— Você me tira do sério, mas sabe o que é mais estranho? É que tenho vontade de te colocar em meu colo, te abraçar forte e ficar assim por um longo tempo. Isso é apenas sexo para você?
— Edward...eu...eu"
Saímos de nossa bolha quando ouvimos um Jacob transtornado:
"_ Pra mim já deu, Estou saindo Bella, o caminho tá livre pra vocês e só não vou revidar o soco em respeito ao Jasper, mas vai ter troco Edward, pode esperar!".
Então percebemos que todos nos observavam paralisados.
Eu totalmente constrangida peguei minha bolsa e corri dali.
Edward cabisbaixo despediu-se de Jasper e foi para seu apartamento.
Depois disso Jacob não quis nem conversar comigo e Edward voltou para Londres.
Já faziam 3 meses que não nos falávamos, mas sabíamos o passo um do outro.
Flash Off

Agora eu estava aqui na La Luna, onde passamos tantos momentos bons.
— Bellinha...Ai amiga que bom que veio, a noite hoje promete.
— Oi Allie, promete me deixar mais cansada a ponto de não ir trabalhar amanhã né?
— Ah sua rabugenta, te garanto que se não for trabalhar amanhã, não será por estar aqui se divertindo e sim por outro motivo.
— Que seria?
— Oras, um gato lindo que você venha conhecer hoje?
— Nem pensar Alice, não quero me envolver com ninguém.
— Bella dê a si mesma a chance de ser feliz, já está na hora não acha?
— Sou feliz como estou Allie, não preciso de um homem em minha cama para afirmar isso.
— Tem razão, precisa "Do Homem".
— Não começa ok?
— Porque não?
— Porque viemos nos divertir e não conversar!?... E além do mais, o Edward já deve estar em outra a muito tempo.
Senti uma dor aguda em meu peito ao dizer isso.
— Três pontos:
1- Está certa viemos nos divertir,
2- Quem falou em Edward aqui?
3- Assim como você, ele estacionou no tempo, fica um esperando pelo outro e eu não falo mais nada.
— Ótimo, porque se for ficar falando sobre ele vou embora.
— Ok cabeça dura, vamos beber algo, depois cair na pista.
— Certo vamos logo antes que eu desista.
— Aff.. esse estresse é falta de sexo, você sabe né?
— Vá se foder Alice.
— Só mais tarde amiga... kkk
Nos dirigimos até o bar e pedimos duas tequilas, começando a beber, algum tempo depois, Jasper, Rose, e Emmett juntaram-se a nós, escolhemos uma mesa com vista ampla para a pista.
Pude ver Jacob dançando sensualmente com Leah, e desejei que eles fossem felizes, algo que eu não era.
Depois de algumas doses de wisky e tequila, ouvimos a música que mais gostávamos começar a tocar, só ouvi o gritinho agudo de Alice e o puxão que ela me deu em direção a pista de dança.
Jogava meus quadris de um lado para o outro, passeando minhas mãos por meu corpo. Cantarolava juntamente com Alice, que também dançava sensualmente. Estava tão envolvida pela música que não percebi o olhar que Alice lançou atrás de mim.
Senti duas mãos em minha cintura e antes que as mesmas me puxasse para o dono delas, soube de quem se tratava.
— Edward...
Senti o hálito quente dele perto da minha orelha e um arrepio percorreu meu corpo.
— Dança para mim Bella.
Deus do céu. Aquela voz rouca era minha perdição, sempre fora, deixava-me extremamente molhada e incapaz de dizer-lhe não.
Recomecei a dançar da mesma forma que antes, porém agora estava grudada ao corpo quente e másculo dele- Edward.
Muitas perguntas passaram por minha cabeça.
O que ele estava fazendo ali? Se estava acompanhado- de certo que não, pois não estaria dançando daquela forma comigo.
E Alice sabia que ele viria?
Olhei para minha amiga que nesse momento estava agarrada a Jasper em uma dança totalmente pornográfica igual ou pior que a minha.
Senti o lóbulo de minha orelha ser mordido levemente, fazendo-me soltar um gemido.
— Quero que dance como antes pequena Sub.
Oh merda, a minha calcinha estava completamente encharcada, como ele conseguia afetar-me tanto assim?
Comecei a dançar passando as mãos pelo corpo, ele entrelaçou os dedos aos meus e acompanhava os movimentos, enquanto com a outra mão mantinha-me presa, grudando-me mais a ele, esfregando assim a potente ereção no meu traseiro.
— Rebola para mim, minha pequena Sub.
Obediente como nunca fui, empinei meu traseiro, rebolando-o e esfregando-o na rígida ereção, fazendo com que ele urrasse de prazer.
Edward começou a cantar a música ao pé do meu ouvido, que desejando mais daquela tortura deliciosa cantei de volta.
Algumas pessoas menos empolgadas observavam a cena e sentiam inveja tenho certeza, principalmente as mulheres. De repente uma voz me tirou do transe em que me encontrava.
— Edward querido, você demorou.
A voz anasalada da loira oxigenada fez com que eu retesasse e retirasse minha mão da dele, tentei me afastar, mas ele manteve-me presa.
Virou-se juntamente comigo, ficando em frente a uma Tânia possessa de raiva.
— Desculpe Tânia, mas não me lembro de ter marcado nada com você.
— Claro querido, mas imaginei que assim como da última vez que esteve aqui, gostaria de passar a noite comigo.
Aquilo foi o suficiente para que me soltasse do seu aperto e partisse em direção à saída.

Narrador
Edward tentou ir atrás da Bella, mas Tânia colocou-se em sua frente.
— Saia da minha frente Tânia.
— Ora querido, porque está nervoso? Deveria me agradecer, não vê que essa relação não tem mais jeito?
Edward estava quase explodindo, não podia entender como existia pessoas baixas e invejosas que gostavam de ver o sofrimento alheio.
— Cala a boca sua vadia despeitada.
Tânia ficou pálida e boquiaberta com a explosão dele.
— Eu nunca te dei intimidade para chegar aqui com essa pose e insinuar que tivemos algo, porque simplesmente não tivemos, e sabe por quê? Porque mesmo quando eu era um irresponsável e saia com várias mulheres, quando eu ainda não tinha conhecido o amor da minha vida, eu tinha uma seleção e não me envolvia com qualquer vadia de quinta, por isso nunca fiquei com você.
— Edward.
— Não quero ouvir mais nada que venha dessa sua boca cheia de veneno. A minha relação com Bella não diz respeito a você e nem a ninguém. Meu erro foi ter deixado pessoas invejosas e recalcadas como você interferir entre nós. Nunca mais apareça em minha frente ou atravesse o caminho da Bella ou não respondo por mim.
Edward partiu deixando uma Tânia estupefata parada no meio da pista de dança.
Alice que observava tudo seguiu o amigo, mas ao passar pela loira disse:
— Chupa cadela e volta pro canil.
Piscou um olho para ela e soltou uma gargalhada.
Seguiram em direção à mesa e souberam pelos amigos que Bella já tinha ido embora. Edward bufou frustrado. Alice que tinha planejado o reencontro juntamente com ele, e tinha observado desde o começo tudo que acontecera na noite, não iria deixar que o amigo desistisse.
Pegou sua mão e colocou um molho de chaves.
— Vá atrás dela Edward, já passou da hora de resolverem isso.
O brilho que viu nos olhos do amigo a fez suspirar e mesmo que Bella quisesse matá-la depois- o que ela duvidava muito- valeria a pena tentar juntá-los.
Edward abraçou-a, despediu-se de todos, e correu em busca da sua felicidade.

Bella acabava de entrar em seu apartamento.
Maldita hora que foi até aquela boate, sabia que tinha algo errado enquanto conversava com aquela anã traidora, só não imaginava que a mesma estivesse armando um complô contra ela. Iria matá-la Todos sabiam que ela e Edward não tinham mais volta.
Será?
Claro que sim.
Apenas sentiam atração física. Uma atração arrebatadora, que lhe tirava todos os sentidos. Só de imaginar aquelas mãos em seu corpo, o hálito quente em sua pele e aquela voz rouca que a deixava pronta pra ele, derretia.
Ao ouvi-lo chamá-la de pequena Sub, tentou a todo custo controlar-se para não se pendurar em seu pescoço, se esfregar libidinosamente em sua ereção e chamá-lo de Seu Dom.
Isso com certeza o deixaria louco, e provavelmente se comeriam ali mesmo na pista de dança.
Droga!
Precisava de um banho gelado, alias precisava de uma porção mágica, um milagre ou qualquer coisa que a fizesse esquecer dele, que nesse momento deveria estar comendo a vadia loira da Tânia.
Ela iria esquecê-lo, e dessa vez conseguiria, estava determinada, não iria mais sofrer e nem esperar por ele.
Tomou um banho gelado, comeu algo e antes de deitar-se tomou um relaxante muscular para aliviar a tensão.
Dormia de bruços na enorme cama de casal, usava uma camisola minúscula que mal cobria seu traseiro, estava sem calcinha, sempre gostou de dormir assim.
Sentiu mãos subirem por suas coxas, provocando um arrepio que ia do couro cabeludo até as plantas dos pés.
Não precisou virar-se para ver quem era, reconhecia o toque dele.
Mas como ele foi parar ali??
A anã traidora, lógico!
O corpo másculo inclinou-se sobre o seu, fazendo-a sentir a potente ereção que era esfregada em seu traseiro com luxúria, arrancando gemidos de ambos.
Uma possessiva mão segurou seu quadril com força mantendo-o preso à ereção quente e rígida que a cutucava e excitava.
A outra subia por suas costas indo em direção aos seus cabelos espalhados pelo travesseiro, recolhendo-os todo para um lado do alvo e convidativo pescoço.
Uma trilha de fogo foi deixada em seu corpo por onde aquela mão percorreu.
Ele deitou-se sobre ela sem depositar todo o seu peso, aspirou o perfume dos seus cabelos, depositou um beijo molhado em seu pescoço e mordeu o lóbulo da sua orelha.
Um pequeno gemido saiu da boca dela. A felicidade se espalhou por seus poros, ele tinha ido atrás dela.
— Edward... Meu Dom.
Ele soltou um gemido sôfrego ao ouvir isso, nunca foi indiferente a essa pequena frase dita por ela.
Algo dentro dele parecia explodir quando ouvia sua pequena pronunciar com desejo aquelas palavras.
— Sim minha pequena sub rebelde sou eu, saudades de me enterrar nesse corpo que sempre pertenceu a mim.
Com cuidado virou-a para si, analisando seus cabelos castanhos, sobrancelhas finas e bem feitas, olhos da cor de chocolate, nariz arrebitado e enfim os lábios carnudos e avermelhados que se encaixavam perfeitamente aos seus e que tanto lhe dava prazer ao fazer um majestoso boquete.
Lembrar disso o fez se esfregar nela e sentir todo o calor e umidade que se concentrava em sua parte íntima.
Queria afundar-se nela e ouvi-la gemer seu nome durante o gozo.
Afagou sua face com carinho e foi trilhando um caminho com a ponta dos dedos até os seus ombros onde sutilmente desceu a alça da camisola, expondo assim os pequenos montes alvos e eriçados dela.
Ela notou o brilho de paixão nos olhos do homem loiro de cabelos lisos, nariz afinado, olhos verdes que a queimavam por inteiro quando os mesmos a fitavam com desejo e a boca de lábios finos que a beijava com fervor e deixava os seus lábios inchados.
Como sentiu saudades dele.
Não podia mais suportar a distância entre eles, se ele a quisesse de volta, ela seria dele, sempre fora.
A verdade é que a única certeza que tinha era que ele era seu Dom e ela era e sempre seria sua única Sub.
Era assim que ele falava para ela e isso não mexia apenas com sua libido, deixava-a em êxtase saber que onde quer que estivesse ou com quem fosse, ninguém nunca o faria sentir o que ela fez, que ela, somente ela seria a dona dos seus mais profundos desejos e sentimentos.
Ele tinha ido atrás dela e isso significava algo não é?
Não queria pensar nisso, deixaria para depois, agora queria apenas senti-lo.
Ele abaixou-se em direção aos seios alvos sugando com avidez um, enquanto massageava o outro com as pontas dos dedos.
— Tem um sabor único minha sub, nunca provei nada igual.
Ela não sabia o que dizer, queria apenas sentir, ter aquele homem depois de tanto tempo possuindo-a era extremamente prazeroso.
Ele lambia, mordiscava e chupava os seios, deixando-os marcados pela sucção.
Começou a descer por sua barriga passando a ponta da língua por toda a sua extensão, fazendo-a suspender o corpo em direção ao dele, implorando por mais daquela tortura viciante.
— Fique quieta minha pequena sub, se não irei castigá-la, deixe que eu prove com calma do que é meu.
Ouviu um pequeno resmungo que o fez sorrir, sempre adorara a rebeldia dela, era brava, e as melhores fodas dos dois foram feitas depois de uma briga, onde ele com raiva queria dominá-la e trazê-la à razão e ela mesmo que inconscientemente desejava ser dominada.
Ela queria dizer para ele que não suportaria mais esperar, mas seu corpo safado a denunciava, sempre pronto para que ele o possuísse e fizesse dela o que bem entendesse.
Decidiu colaborar, pois sabia que se rebelasse ele demoraria muito mais a lhe proporcionar o alívio desejado.
Cravou as unhas no lençol quando sentiu o hálito quente em sua intimidade.
Colocou-se sobre os cotovelos, olhando para baixo, apenas para constatar o que já sabia, ele a olhava com um desejo tão profundo que seus olhos pareciam negros ao invés de verdes.
O safado lambeu os lábios e deu um sorriso torto de comedor filho da puta, em seguida sem desviar os olhos dos dela, aspirou o cheiro de sua intimidade e disse:
— Cheirosa como sempre. Vou fodê-la com minha língua minha sub, quero sentir seu gosto delicioso, quero beber do seu mel e depois fodê-la com meu pau, que está vibrando de saudades.
Sem esperar, desceu a língua até seu sexo, passando-a de baixo para cima e de cima para baixo, fazendo-a gemer. Começou a chupar o grelinho rígido e pulsante com força.
Ela jogou-se no colchão e as mãos antes no lençol voaram para os cabelos sedosos dele.
Rebolava descaradamente naquela língua quente que a devastava por inteiro, segurava firmemente nos cabelos dele com um pedido mudo que não parasse em hipótese alguma e só saísse dali após seu alívio.
Ele sabia o que ela queria, e lhe daria de bom grado, investiu com mais afinco a língua dura em sua fenda, com movimentos de vai e vem, chupando e sugando com força seu grelinho que pulsava implorando por libertação, mordeu com delicadeza o pequeno músculo fazendo com que ela gritasse, segurou-o entre os dentes e depois sugou com força.
— Oh meu Deus... Edward eu vou gozar.
— Goza Bella, goza em minha boca quero sentir seu mel.
Investiu mais uma vez a língua em sua fenda, lambeu e chupou o grelinho até que ela explodisse em um orgasmo que fez suas pernas tremerem e seu corpo ficar mole.
Sua visão parecia nublada e sua respiração ofegante fazia seus seios subirem e descerem rapidamente. Sentiu beijos molhados subindo por seu corpo deixando uma trilha de fogo por onde passava, barriga, seios, pescoço, bochecha, testa.
— Abra os olhos Bella.
Ao ouvir a voz de comando, abriu os olhos que nem sabia que os havia fechado. O ar lhe faltou ao deparar-se com a intensidade dos olhos verdes a sua frente.
— Quero que mantenha-os conectados em mim enquanto me afundo em você minha pequena Sub.
Um gemido mais parecido com um miado saiu da garganta da moça.
— Porra até seu gemido é gostoso, quero ouvi-lo durante toda a noite.
Colocou uma perna dela em volta da sua cintura e pincelou o grelinho com a cabeça do seu membro. Ela fechou os olhos com força e cravou as unhas nas costas largas dele.
— Abra os olhos pequena.
Ela obedeceu, no mesmo instante em que ele a penetrava lentamente,soltando um gemido rouco por sentir o quanto ela estava quente e úmida por ele.
— Céus...como é apertada.
Com certa dificuldade conseguiu penetrá-la por completo. Ela sabia o quanto ele é grande e grosso e que mesmo estando muito excitada, teria dificuldade na penetração, pois estava a muito tempo sem ter relações com alguém, mas ele não precisava saber disso.
Puxou a cabeça dele em direção ao seu rosto e beijou-lhe com fervor. Começaram a movimentar os corpos lentamente e sincronizadamente, sentindo o calor que emanava de suas peles.
Ele explorava cada canto daquela boca quente, enquanto arremetia seu membro na gruta úmida
Ela ondulava o corpo seguindo o ritmo ditado por ele, mas queria mais, muito mais. Jamais em toda sua vida tivera um amante como ele.
Um homem que não se preocupava apenas com o próprio prazer, ele sempre a estimulava, falava e fazia tudo que ela gostava e nunca, jamais chegava ao ápice antes dela.
Morria de saudades dele, essa era a verdade.
Não sabia porque deixaram pessoas invejosas entrarem em sua relação.
Deveriam ter sido mais fortes, lutado lado a lado pelo que sentiam. Óbvio que não era apenas sexo, se o fosse já teriam se desligado a muito mais tempo.
Provavelmente estariam felizes com outras pessoas e seguiriam suas vidas, no entanto tiveram relacionamentos fracassados onde apenas feriram um ao outro ao se envolverem com outras pessoas e perderam um precioso tempo, onde podiam estar juntos e desfrutarem do amor que os uniam.
Um completava o outro e isso todo mundo já sabia, apenas eles dois cabeças duras não queriam acreditar nisso.
Ele continuava com movimentos lentos, mas ela queria que ele agisse como o Dom dela.
Passou as unhas por suas costas, enquanto lambia seu pescoço e mordia fortemente seu ombro.
— Saudades de você Meu Dom... Faça de mim sua submissa.
Um rosnado alto saiu da garganta dele e em um piscar de olhos levantou-se de cima dela, ficando entre suas pernas olhando para o pequeno sexo totalmente depilado que engolia seu pau e com olhos negros de tanta luxúria disse:
— Porra você sabe que fico louco quando fala assim não é sua vadia safada?
— Oh sim eu sei Meu Dom.
Ainda de joelhos entre as pernas dela estocou fundo em sua boceta apertada.
Gemeram em uníssono.
— Gosta assim não é minha putinha?
— Sim Meu Dom... Eu amo quando mete forte e fundo em mim.
— Caralho de vadia gostosa... Minha vadia gostosa.
A cada frase dita uma estocada profunda e um gemido animal.
— Vou fazer como gosta minha pequena submissa.
Suspendeu as pernas dela colocando-as sobre seus ombros, e começou a investir com força, fazendo-a gritar de dor e prazer.
Estocava com força enquanto sugava e mordia os seios macios dela. Sentia a quentura daquela boceta deliciosa queimá-lo por inteiro.
Amava-a!
Não tinha dúvidas disso, mas naquele momento era puro desejo, sexo forte e animalesco.
Sentia suas bolas batendo no traseiro dela, enquanto metia todo o seu pau na boceta que o mastigava.
— Oh Edward... Meu Dom eu vou... Eu vou.
—Goza minha Bella... minha pequena Sub...goza no meu pau vai.
Gemeram juntos quando chegaram ao ápice, ela melando todo a extensão dele e ele jorrando gotas quentes do seu gozo dentro dela, colocou as pernas para baixo, inclinou-se por sobre ela, respirando ofegadamente em seu pescoço sem se retirar de dentro dela.
Olhou-a nos olhos.
— Eu te amo Bella, e não estou falando isso pelo calor do momento. Eu te amo desde o primeiro dia que te vi, desde a nossa primeira briga, desde o dia que você com toda sua personalidade forte me fez perder a cabeça e sair de foco. Te amo desde sempre minha pequena, e me arrependo por ter sido imaturo, por deixar me envolver, por não ter lutado por você. Não suporto mais ficar longe de ti meu amor. Perdoe-me pelos momentos ruins que te fiz passar. Queria poder voltar no tempo e ficar com você para o resto da minha vida.
Ela estava pálida, com lábios entreabertos e lágrimas nos olhos.
— Quero que volte para mim, seja minha namorada, noiva e esposa. Minha somente minha.
O choro contido a grande custo, tornou-se impossível de controlar e ela desabou.
Aquela cena fez o coração de Edward perder uma batida.
— Shiii... Meu amor não chore, se você não está preparada eu posso esperar até quando esteja, contanto que você me diga que ainda tenho uma chance de te reconquistar.
Ela respirou fundo tentando controlar o choro.
— Você... Você faria isso?
— Te esperar?
Aturdida apenas acentiu.
— Claro que sim meu amor, é o que eu tenho feito a muito tempo. Te amo desde o primeiro dia que te vi, sempre adorei seu jeito marrenta, seus ciúmes, gênio forte. Adorava te provocar só para ter sua atenção voltada para mim. Eu espero o tempo que for preciso para ter você de volta. Não tenho ninguém a mais de 6 meses Bella e ficarei assim até que me diga sim.
Um sorriso estonteante saiu dos lábios dela quando depositou um singelo beijo na boca dele.
— Sim... Minha resposta é sim porque eu também te amo desde a primeira vez que te vi, adorava quando me desafiava. Peço-te perdão também pelos momentos de imaturidade, sugiro passarmos uma borracha por cima de tudo e começarmos do zero. Quero viver para sempre ao seu lado, ser sua namorada, noiva, esposa. Ser a sua Sub para sempre Meu Dom. Agora me beija até meus lábios incharem e me ama.
— Com muito prazer minha Submissa Rebelde.
Passaram a noite se amando de todas as formas possíveis até caírem exaustos nos braços um do outro.
Abraçaram-se carinhosamente, aninhando seus corpos, caindo em sono profundo, com a certeza que acordariam juntos e viveriam um para a felicidade do outro.

FIM.

Notas finais
E aí, gostaram?Me deixem saber.Curtam a página da fanfic e fiquem por dentro do que vai acontecer. https://www.facebook.com/Minha-Submissa-Rebelde-175421856168365/ Uma continuação?Um bônus?Depende de vocês...Até mais babys!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!