Notas iniciais
Não vou falar os personagens, porém não posso esquecer de falar que eu tinha pensado em usar os Kagamine e a música Kokoro, mas ai não ia dar certo e, uma observação: O casal que eu gosto é o casal 'ilegalmente separado'.

Ah, minha amada, como é bom ter você por perto! Tê-la só para mim, seu corpo, sua voz, seu sorriso, seu coração morto em cima da minha mesa, como é bom vê-la todos os dias morta na minha cama! Ah, doce amor… Fragrância que domina minha mente! Seu clone totalmente idêntico a você não terá do que reclamar, afinal, o que eu falo é uma ordem, não?

Noites das mais românticas serão passadas, nós iremos nos divertir muito! Pena que ela não é você de verdade, só uma versão artificial. Seu cérebro vai me ser útil, poderei falar com minha futura esposa normalmente, além de suprir minhas noites de núpcias que nunca tive convosco, já que dizia ser apaixonada por outro. Espero que minha criação me dê um filho, pois não quero adotar um, trabalho demais.

Antes que pergunte, sim, botei seu útero nela, é capaz de ter filhos! Filhos meus! Meus filhos, não daquele maldito Gakupo. Não percebeu ainda, minha querida Luka? Sou eu, seu amado Kaito, seu cientista louco preferido, seu único amor.

Irei rir da cara do Kamui, ou como você o chamava, Gakkun, quando ele me ver com o seu clone me chamando de amor. Ah, doce vingança, fria como sorvete de baunilha, nosso sorvete preferido desde sempre, não é mesmo? Já que o seu com aquele maldito samurai de cabelos lilás era o de menta. Ninguém percebeu que aquele sorvete é pura pasta de dente?

Lembro dos seus gritos de dor quando eu matava você lentamente, beijando sua boca enquanto cortava seu braço profundamente. Suas lágrimas que desciam como modelos sobre as suas bochechas, que naquele momento estavam quentes e vermelhas, dos seus olhos azuis que estavam avermelhados. Agora sua testa está fria, fria como se você estivesse no congelador a três dias.

Você estava tão linda enquanto morria, sua pele branca ficava mais pálida ainda enquanto escorria o sangue, dançando nas curvas do seu corpo como uma pequena bailarina na sua primeira apresentação. Suas veias não resistiram ao meu amor, que pena.

Seu rosto ficou lindo após abrir sua barriga e ver seu sangue jorrando para todos os lados. Ele ficou mais pálido ainda, gritava de dor. Seus olhos já tinham perdido as forças para continuar a chorar seus rios de lágrimas de sangue, também perdido a cor. Eles eram tão lindos com aqueles tons de azul cor do céu, agora eles se apagaram.

Você, então, adormeceu em um sono profundo, deixando-me sozinho naquela casa solitária. Foi ali que criei seu clone, meu amor, com suas células e com meu aparelho de clonagem, criei-lhe de novo! Para ocupar o seu espaço no meu coração, apelidei-a de Megurine Luka, seu nome original. Seu cabelo morto foi arrancado de sua cabeça, não tinha motivo deixá-lo lá, afinal, não cresceria mais, e foi-lhe dado para seu “novo eu”, criado por mim! A coloração dos seus olhos são as mesmas que as dela.

Peguei um vestido de minha querida mãe, falecida. A mulher que jurou me amar pela vida inteira e se matou na minha frente, fazendo-me ser aquele pequeno garoto isolado do canto. Agora tudo isso mudou, pois eu tenho você, minha Megurine Luka, vestida com a roupa de sua falecida sogra, que acentua suas perfeitas curvas que minha criação herdou.

Notas finais
Eu não terminei ainda, por pura preguiça de terminar, era para ser uma one-shot, mas vai acabar tendo a segunda parte por pura preguiça minha de terminar agora.