Notas iniciais
Desculpa o atraso pessoal e desculpa também por não mandar o spoiller, mas eu achei melhor postar o capítulo do que mandar os spoillers e demorar mais pra postar?
O que vocês acham...
Capítulo tenso, mas... tenho certeza que vocês vão gostar...
Boa leitura pessoal...

POV Edward

- Me ajuda mãe... ele não pode morrer mãe, eles não podem morrer! Eu preciso deles comigo, mamãe – falei chorando ainda mais.

- QUEM? – gritou minha mãe desesperada – Edward quem vai morrer?

- Meu filho, mãe, meu filho não pode morrer!

(...)

- Que palhaçada é essa, Edward? – perguntou minha mãe após um tempo, séria.

- Mãe, eu to jogando pro alto todo o meu orgulho e mesmo depois de tudo o que aconteceu estou lhe pedindo ajuda, será que pelo menos dessa vez, você pode me ajudar? Porque eu preciso de apoio e não de repreensão, pelo menos não agora. – falei voltando a ficar sério.

- Em que hospital você está? – perguntou ela não muito contente após alguns segundos calada.

Após informar todos os dados, desliguei o telefone, com a minha mãe prometendo vir o mais rápido possível.

Quando voltei a me sentar nas cadeiras da sala de espera, comecei a pensar sobre o que eu acabei de fazer, realmente joguei meu orgulho pro alto e pedi o arrego que todos esperavam que eu ia fazer, mas eu tive motivo, me sentia só, desesperado, precisava de ajuda e a única pessoa que eu conseguia pensar era na minha mãe, mesmo eu estando a mais de dois meses sem falar com ela e isso não aconteceu pelo fato dela ser enfermeira, não, mas sim por ela ser a minha mãe.

Todos erram eu sei, eu errei, minha mãe errou, meu pai errou, meu irmão e Jasper também, mas se eu que fui o mais errado de todos recebi o perdão e estou vivendo a melhor fase da minha vida, por que eu não poderia perdoar a minha família?

Com esse pensamento na cabeça resolvi agir, do mesmo modo que falei com a minha mãe decidi ir atrás do meu irmão, ele é o meu melhor amigo assim como meu pai, mas eu acho que o velho quer me matar por eu faltar no trabalho, por isso, me resta meu irmão.

Com vergonha de pedir para usar novamente o telefone da recepção caminhei em busca de um telefone público. Quando localizei um, não hesitei de ligar para o numero que já me era conhecido de cor e salteado.

- Chamada a cobrar, para aceitá-la continue na linha após a identificação! – sim eu liguei a cobrar e daí? Meu irmão vai me matar.

- Quem é o pobretão? – atendeu Emmett fazendo piada, que conseguiu me fazer rir um pouco.

- Seu irmão! – respondi um pouco tenso.

- Edward? – falou ele surpreso.

- Você tem outro? – perguntei para descontrair.

- Depende se o papai pulou a cerca ou não, sabe como é né! – disse ele me fazendo rir novamente, eu estava com saudade disso, mesmo nos vendo na empresa e eu percebendo que ele estava tentando se reaproximar de mim, eu meio que me afastava, mas dessa vez não, eu estava ligando, eu estava correndo atrás. – Por falar em papai...

- Não Emmett! – o cortei – não quero me preocupar com isso agora.

- Mas o que aconteceu? Por que tu tá me ligando? – perguntou ele sério – Não que eu esteja reclamando, mas...

- Emmett eu estou no hospital!

- O QUE? – gritou ele do outro lado – CARALHO EDWARD O QUE ACONTECEU? VOCÊ TÁ BEM? TÁ VIVO? – ao longe pude escutar vozes perguntando o que havia acontecido.

- Eu... eu não sei como eu estou cara... – falei com voz de choro novamente, por isso resolvi disfarçar – mas eu tenho certeza que estou vivo senão não estaria falando com você...

- O que houve Edward? – perguntou ele preocupado ainda.

- Na minha vida só está acontecendo merda atrás de merda, quando estava tudo voltando aos eixos acontece isso, cara... eu... eu to com medo Memett – terminei sussurrando e o chamando como costumava chamar quando éramos criança.

- Em que hospital você está? – perguntou ele preocupado e dava pra perceber que ele estava se locomovendo.

- Hospital? – as vozes do fundo ecoaram a sua fala. Após eu passar as informações ele desligou prometendo assim como a minha mãe chegar o mais rápido possível.

O tempo passava e nada de informações ainda, a minha situação já estava critica, o desespero era o sentimento que predominava em mim, mas também, puta que pariu né, custa o médico vir me dar uma simples informação?

- Edward? – uma voz me tirou dos meus devaneios. Nossa, há quanto tempo eu não escutava essa voz.

Lentamente virei em direção a voz e me deparei com a minha mãe me olhando com uma expressão que eu não pude identificar e lentamente ela foi abrindo os braços me convidando para um abraço que como antigamente serviria como consolo.

Sem pensar duas vezes corri em sua direção, a abracei me sentindo novamente aquele pivete de sete anos de idade que chorava no colo da mãe quando caia de bicicleta. Lembro-me que antigamente esse era o meu paraíso, mesmo minha mãe sendo rígida com a nossa educação eu me sentia protegido em seus braços, aqui parecia que nada de errado podia acontecer.

- Shii – sussurrou ela em meu ouvido – Tá tudo bem, meu filho! – nossa há quanto tempo minha mãe não me trata assim – Meu caçulinha voltou pra mim! – falou ela com lagrimas nos olhos e acariciando meus cabelos.

- EU QUERO VER MEU IRMÃO CARALHO! – ouvimos de longe uma discussão e de repende Emmett invade a sala de espera desesperado sendo seguido pelo meu pai. – Mano! – falou ele correndo em minha direção e da nossa mãe – O que houve? Você tá bem? – falou ele me inspecionando.

- Tô de boa – falei tentando disfarçar que eu estava chorando. –Pai – falei cumprimentando de longe.

- O que aconteceu Edward pra você não ir para a reunião de hoje, do nada ligar pro seu irmão falando que você estava no hospital e então quando chegamos aqui, preocupados, encontramos você na sala de espera fazendo cena? – falou meu pai seco.

- Carlisle... – começou a minha mãe.

- Não! Deixa mãe, vamos ver até onde ele vai antes de saber o que diabos está acontecendo de fato, vamos Carlisle! Fala! – falei o enfrentando.

- Eu acho que... – começou ele se aproximando, mas foi interrompido pelo médico.

- Senhor Cullen? – sem pensar corri em sua direção.

- Doutor!

- Calma, Senhor. Está tudo bem agora, conseguimos reverter o quadro. – quando o médico começou a falar meu pai começou a perceber que as coisas eram mais sérias do que ele pensava.

- Mas o que ela teve? – perguntei preocupado.

- Ela teve um principio de aborto!

- O QUE? – gritou Carlisle e Emmett surpresos.

- Agora está tudo bem, porém ela vai ter que ter alguns cuidados especiais, como repouso absoluto, evitar estresse, alimentação balanceada, entre outras coisas que irei explicar mais para frente.

- Eu posso vê-la?

- E o bebê? – falou minha mãe junto comigo.

- O bebê está bem, forte e saudável, mesmo ela não tendo realizado o pré-natal ainda –após falar isso ele me recriminou – nisso vocês erraram e feio. Em relação a vê-la agora, o Senhor vai ter que esperar um pouco, pois ela está terminando uns exames, mas quando ela for para o quarto o senhor poderá entrar – disse ele num tom sério, mas abriu um sorriso no final quando voltou a falar – eu te garanto que ela está tão ansiosa para lhe ver como o senhor está para vê-la. Se me derem licença. – falou ele se retirando.

- Eles estão bem!! – falei aliviado me permitindo sentar.

- Vocês podem dizer o que está acontecendo? – perguntou Emmett confuso.

- Quem está grávida? – perguntou Carlisle.

- Você vai ser pai? – perguntou Emmett.

- Eu quase perdi meu filho – sussurrei – mas ele está bem... mãe! – falei me virando pra ela – Meu filho e minha mulher estão bem! – falei aliviado e sorrindo.

- Que bom meu filho. – disse ela séria se aproximando de mim e me abraçando com receio.

- Espera, calma aí – falou Emmett – eu vou ser tio? – perguntou ele sorrindo, apenas assenti – CARALHO!!!! EU VOU SER TIO PORRA!!!! – gritou ele chamando atenção de todos que estavam na sala de espera para nós – Vem cá dar um abraço no irmãozão, seu descuidado – falou ele me puxando e não me controlei e comecei a rir. – não sabe para que serve a camisinha não? – falou ele arrancando mais risadas.

A situação era como antigamente, parecia que tudo estava ao lugar, mas não era, ainda tinham coisas que precisavam ser ditas:

- Agora o Senhor sabe porque eu faltei na reunião Senhor Cullen – falei sério e num tom profissional – Minha mulher passou mal hoje em casa, teve dores e um grave sangramento, meu filho quase morreu e ela desmaiou em meus braços. – parei para limpar a garganta e voltei a falar – Se você quer me despedir por causa disso chefe, fique a vontade, mas eu nunca iria preferir a empresa ao invés da minha família. – depois de um tempo resolvi concluir – Aprendi com meu pai, que a família vem antes de tudo.

- Edward – falou meu pai com lágrimas nos olhos – me perdoa meu filho? Eu não sabia... eu... – falou ele arrependido. – Eu errei, te tratei mal, não sabia o que estava acontecendo, eu não agi como um pai. – falou ele abaixando a cabeça.

- Ainda bem que sabe, aliás, nenhum de vocês agiu como uma família, eu sei que o que eu fiz foi errado, mas acreditem eu paguei e paguei muito caro por isso, eu perdi minha mulher e isso acabou comigo e para completar minha família me largou também, me deixando sozinho, sem ninguém pra me apoiar, me aconselhar...

- Edward... – minha mãe tentou me interromper, mas não permiti.

- Não mãe, ainda não terminei. – a interrompi e voltei a falar – Eu consegui me reestabelecer sozinho, consegui voltar a ser o que eu era e entender o que foi toda aquela merda que aconteceu e o porque ela aconteceu. Consegui lutar pra ter minha mulher de volta e vou ter um filho! – parei para respirar um pouco, mas logo voltei a falar – Eu sei que somos jovens, eu sei que foi irresponsabilidade, mas eu devo a minha felicidade ao meu filho, por causa dele que a Bella voltou, por causa dele que eu sou completo agora – parei novamente, limpei meus olhos e olhei sério para minha mãe – Eu sei que a Senhora está fingindo, você está odiando o fato de eu ter engravidado a Bella, mas mãe, eu acho que você tem que agradecer a ela, pois é graças a aquela menina que não serve pra mim, que vocês estão aqui hoje, porque eu percebi que se ela, a maior vitima de todos, teve a coragem de me perdoar, eu poderia muito bem perdoar vocês e tentar recomeçar. – quando terminei de falar avistei o médico acenando para mim e sem falar nada me afastei para ir ver minha família.

Conforme caminhava pelo corredor eu me senti aliviado e em paz, espero que meus pais e irmão entendam o que eu quis dizer, esperava agora ter uma nova vida, a vida tão feliz que eu e minha mulher tanto merecemos.

Quando chegamos no quarto me deparei com uma Bella assustada, confesso que não foi a melhor visão da minha vida, mas pelo menos eu sei que agora ela está bem, assim como meu filho. No momento em que os nossos olhos se encontraram, ela abriu um sorriso tímido que serviu como convite para eu me aproximar e logo que cheguei perto dela abracei-a forte, eu queria ter a certeza de que ela estava bem, de que ela estava segura. Ela não falou nada, apenas me abraçou e eu podia sentir suas lagrimas molhando minha camisa.

- Hey, gatinha que foi? – perguntei me afastando e sorrindo um pouco.

- Eu senti medo Edward, medo demais! Medo de perder nosso bebê, medo de te perder, medo... – interrompi seu surto beijando-lhe a boca.

- Calma! – falei assim que nos separamos, sentei-me na cama ao seu lado e passei a acariciar a sua barriga – está tudo bem agora meu amor! – falei calmo tentando transmitir o meu alivio para ela.

- Mas Ed...

- Ow! – a interrompi de novo – se você não se acalmar eu vou sair daqui – ameacei – o médico disse que você não pode se estressar! – vendo a cara assustada dela eu voltei a falar – Está tudo bem agora, você e nosso filhote estão fortes e saudáveis.

- Você jura? – perguntou ela insegura.

- Pela minha vida! – afirmei a beijando novamente.

Quando o ar se fez necessário me afastei e desci o rosto em direção à pequena protuberância que tinha na barriga de Bella e plantei um beijo demorado:

- Hey filhote – falei acariciando e sorrindo – você quase matou o papai do coração sabia? Nunca mais faça isso viu meu amor? Papai e a mamãe te amam demais pra imaginar viver sem você – beijei novamente sua barriga demoradamente sem disfarçar as lagrimas que se formaram em meus olhos.

- Ai que cena romântica – veio uma voz da porta nos tirando de nossa bolha – estou até com vontade de chorar, mas deixa de ser viado e vira homem cara! – falou ele me zoando — O que passou, passou... O que importa é que a Bellinha e o fedelho estão bem – concluiu ele se jogando na poltrona – e ae tem comida por aqui? – levantou indo procurar algo no frigobar do quarto, sem perceber que todos que estavam no quarto encaravam-no perplexos, mas do nada uma risada preencheu o ambiente e essa veio de Bella, não sei se pelo nervoso ou pela idiotice do meu irmão, Bella iniciou uma crise de riso que contagiou a todos no quarto e deixou Emmett constrangido. – O que foi? – perguntou ele sem entender.

- Vo... você tá num hos... hospital Emmett.. não em um hotel – respondeu Bella rindo ainda mais e nos fazendo rir também acompanhados de Emmett que agora entendeu a piada.

- Poxa Bellinha, eu estou com fome! – falou ele fingindo desapontamento.

- Vai para lanchonete! – falei depois que parei de rir.

- E você acha que eu tive cabeça de pensar em pegar dinheiro quando eu escutei meu irmão dizer que estava num hospital? – falou ele sério – quebra essa mano! – disse ele esticando a mão para eu colocar dinheiro.

Antes que eu fosse procurar a minha carteira, foi possível ouvir uma batida na porta e entrou uma enfermeira com uma bandeja para a Bella, era o almoço e pedindo licença se retirou. Quando a Bella abriu a bandeja se a cena não fosse trágica eu daria risada, pois assim que subiu o aroma do peixe que estava no prato a Bella simplesmente virou o rosto para o lado e vomitou, isso mesmo simples e fácil, vomitou. Emmett não se controlou e começou a rir, já eu, fiquei desesperado e se isso tinha algo haver com o que aconteceu mais cedo?

- Bella...

- TIRA ISSO DAQUI AGORA!!!! – gritou ela se recuperando.

- Bells...

- Tira Edward... tira...

- E eu vou colocar onde? – meus pais não falavam nada, alias nem sei se Bella percebeu que eles estavam aqui, diferente de Emmett que ria.

- Não sei, joga no corredor, pela janela, não sei, mas tiraaaaaaaaaaa!!! – gritou ela novamente sentindo ânsias.

Ai meu Deus!

Sem saber o que fazer, peguei a bandeja e levei para a porta do quarto, quase acertei uma enfermeira que estava passando na hora.

- O que houve Senhor, algo errado com a comida? – perguntou ela preocupada.

- Não, é que... – comecei a justificar, mas parece que minha amada mulher escutou o que a mulher perguntou e resolveu responder, de dentro do quarto.

- ELA ESTÁ FEDENDO!!!!!!! – mas não foi só a enfermeira que ouviu e sim praticamente o corredor inteiro.

Para não passar mais vergonha sai totalmente do quarto e fechei a porta, para me desculpar com a enfermeira que parecia estar em choque:

- Desculpa Senhora, mas é que eu acho que minha mulher não curte muito peixe! – falei sem graça.

- Eu... posso trazer algo diferente? – perguntou a mulher receosa.

- Ela pode comer de tudo certo? – a enfermeira assentiu – Então não precisa, eu compro algo pra ela, é menos arriscado se é que me entende. – falei rindo sendo acompanhado pela mulher e me afastei voltando pro quarto para encarar a fera que estava sentada com os braços cruzados e olhando raivosa para direção da porta, ou seja, para mim.

- Posso saber o que o senhor foi falar com aquela oferecida Edward Anthony Masen Cullen? – fiquei surpreso pelo ataque.

- Nossa... mulher quando fala o nome completo é porque fodeu mano! – falou Emmett me ajudando e muito.

- Eu fui me desculpar né dona Isabella Marie Cullen! – falei colocando o meu sobrenome no nome dela, para distraí-la e deu certo.

- Não sou uma Cullen!

- Não, ainda não! – falei me aproximando e dando um selinho nela, pouco me importando para o que meus pais iriam falar.

- Edward – falou minha mãe pela primeira vez depois que entrou no quarto – Eu liguei para o hospital em que trabalho e se tiver a necessidade da Isabella ser internada ela pode ir pra lá, já tem um quarto reservado.

- Obrigado mamãe. – falei sério.

- Como está Isabella?

- Bem, senhora Cullen, obrigada! – respondeu Bella tensa também.

- Carlisle? – falou minha mãe chamando a atenção do meu pai.

- Oi Isabella!

- Olá Carlisle! – ficamos um tempo nesse silêncio incomodo até que a Bella resolveu quebrá-lo – Amor...

- Que foi gatinha? – me virei para ela na hora.

- Eu estou com fome! – respondeu manhosa.

- O que você quer comer amor? – perguntei levantando.

- Um X- Tudo com coca, por favor? – respondeu uma voz do além.

- Eu to falando com a Bella!

- Hum... eu quero... eu quero... feijão com goiabada e leite condensado.

- Que???? – me afastei da cama.

- Nossa dá até água na boca amor!!!

- Bella?? Eu...

- Cacete!! – falou Emmett se matando de rir.

- Por favor Edward? – pediu ela me olhando com os olhos brilhando.

- Bella... eu...

- Você quer que seu filho nasça com cara de feijão com goiabada e leite condensado?

- NÃO!

- Então compra pra mim amor? – pediu ela sorrindo.

- Tá, mais alguma coisa madame? – perguntei irônico.

- Sim!!! – medo! – Uma coca! – Ufa!

- Tá to in... – não terminei a frase, pois no quarto entraram dois médicos.

- Boa tarde! Como está Isabella? – perguntou a Doutora simpática.

- Bem! – respondeu Bella receosa.

- Nossa quantas visitas. – voltou ela a falar tentar ser simpática – Prazer, sou a Doutora Melissa e esse é o Doutor Peter.

- Prazer – disse me aproximando e os cumprimentando com um aperto de mão – Sou Edward Cullen, namorado da Isabella.

- Olha, o pai do bebê! – falou a médica simpática e eu só sorri – Pois bem, se vocês puderem nos dar licença – disse ela encarando meus pais e Emmett – O que eu tenho que conversar é de interesse apenas deles.

- Mas eu sou a avó! – rebateu minha mãe se levantando – E eu sou enfermeira, posso ajudar.

- Isso depende deles então – voltou a falar a médica me olhando.

- Saiam! – fui bem categórico em responder, essa era minha vida, minha e de Bella, não interessava a mais ninguém.

- Mas Edward...

- Saiam! – falei sem olhá-los e me aproximei de Bella que estava tensa.

- Vou esperar lá fora, mano – falou Emmett saindo e arrastando meus pais.

- Então, — começou a falar o médico – Isabella, você chegou aqui no hospital com um principio de aborto...

- Ai meu Deus... Edward!!! – interrompeu o médico e começou a chorar me abraçando pela cintura.

- Calma meu amor, calma! – disse tentando acalmá-la – Nosso filhote tá bem! – falei sorrindo. – Continua doutor.

- A causa desse problema foi detectada pelo exame de sangue que fizemos logo quando você chegou e ela poderia ter sido evitada se vocês não tivessem sido tão relapsos em relação ao pré natal! – não falamos nada, pois sabíamos que estávamos errados – O acompanhamento do pré-natal é de extrema importância, tanto para a saúde da mãe, quanto para a saúde do bebê. Espero que logo procurem um médico para iniciar com ele.

- Já íamos marcar hoje, doutor – falei interrompendo o sermão que eu sei que faria a Bella se sentir péssima por ter colocado a saúde do nosso filho em risco.

- Ok! Bella você tem uma deficiência hormonal, falta progesterona no seu organismo e esse é um hormônio fundamental para a manutenção da gestação.

- E agora? – perguntou Bella preocupada.

- Iremos receitar um medicamento que você deverá tomar até que regularize seu sistema endócrino e outro para que você segure o bebê. Além disso, seu hemograma apresentou uma leve anemia, então será recomendada também uma dieta especial e vitaminas.

- Ok! Mais alguma coisa? – perguntei prestando atenção em tudo.

- Isabella, você terá que ficar 15 dias de repouso absoluto, sem passar nervoso, estresse, sem dirigir, fazer esforço, nada! – então dando uma risada sacana o Peter completa olhando pra mim – Nem sexo.

- Sem sexo?????? – perguntei horrorizado ao mesmo tempo em que Bella concordava:

- Pode deixar doutor! – me fazendo encará-la.

- Vocês são muito jovens, mas já se mostram extremamente responsáveis, meus sinceros parabéns! – falou a médica – vocês serão uma família muito linda. – depois de um tempo nos olhando abraçados ela completou – Você salvou a vida do seu filho Senhor Cullen, meus parabéns!

- Obrigado! – falei orgulhoso.

- Bom temos que ir – falou Peter – Isabella, você terá que passar a noite aqui, mas amanhã já receberá alta, tudo bem? – Bella apenas assentiu mais aliviada, assim como eu.

- Tchau casalzinho! – se despediu Melissa – Aliás – parou ela na porta e olhou em nossa direção – Vocês não sabem o sexo do bebê né?

- Não! – respondemos eu e Bella ao mesmo tempo.

- Querem saber? – falou ela rindo.

- SIM!! – falou Bella empolgada.

- O bebê de vocês é um menino!

Notas finais
Então o que vocês acharam?
Momento reconciliação, momentos tensos, momentos engraçados e por fim, momentos felizes!!!
Spoillers do próximo capitulo que tal? Dessa vez eu mando de verdade...
Teorias sobre o que vai acontecer????
beijos até breve
N/b
Oieee gente....
Capítulo foi ótimo né, teve risadas, esse Memmett, foi demais... parte séria, pré-natal é fundamental na gestação.... mas fala sério Mah, feijão com goiabada e leite condensado... esse eu não experimento não viu....
Gente, quando a Mahh e eu estávamos falando de desejos de grávida, ela me falou um que ela achou nojento e eu fui experimentar... e é bom.... e eu nem to grávida...
Má falou que talvez coloque na fic... então deem dicas de desejos estranhos, conforme for eu faço o teste kkkkkk
Gente, comentem recomendem que logo voltamos.
Um beijo grande
Bella Patt
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.