Minha Nada Mole Vida
27 Capítulo 24
Notas iniciais
Desculpe-me a demora em postar, mas eu tive meus ultimos momentos na faculdade então rolou aquele stress de TCC, entrevista e os escambau... mas deu tudo certo e adivinhem só??? Estou formadaaaaaaa UHULLLLLLL
Quero aproveitar a oportunidade e agradecer as 7 recomendações que eu recebi no capítulo passado!!!!! Sério gente eu to bobaaaaa!!! Muito muito obrigada pelo carinho de verdade!!!!
Bellitcha amore muito muito muito obrigada pelo lemon, ele ficou simplesmente perfeitoooooo
Bom é isso, nos vemos lá embaixo que eu tenho mais 2 novidades pra vocês, espero que gostem do capítulo e que não me matem *.*
Ahhhh e por favor, tem um link de música no cap, ouçam lendo, dá um tchan a mais na história...
Pov Bella
Ao abrir a porta, me deparei com a família inteira na sala e minha mãe me olhando de forma intimidante:
- ONZE HORAS DA NOITE ISABELLA! ISSO SÃO HORAS DE VOCÊ ESTAR NA RUA?? – gritou ela do sofá se levantando e vindo até mim, mas o que é isso? Nem quando eu era uma adolescente ela falava assim comigo.
- Não sei por que você está assim tia – desdenhou Rosalie antes que eu pudesse responder – o pior que podia acontecer já aconteceu, vai ver ela foi pra esquina em busca de dinheiro pra sustentar o bastardinho – finalizou ela rindo.
- Escuta aqui Rosalie... – comecei a falar, mas fui interrompida pela voz cortante de Edward:
- ... Você não vai falar assim do meu filho e da minha mulher na minha presença, afinal a única bastarda e vagabunda que tem nessa casa, é você! – falou Edward a encarando de forma mortal, minha família assim como eu ficou chocada.
- Quem você pensa que é pra me tratar dessa forma seu maldito? – se levantou Rosalie indo para cima de Edward com a mão levantada para lhe acertar um tapa, mas Edward foi mais rápido e a segurou forte.
- Eu sou o maldito que você está com raiva, porque eu não quis te comer, sua vagabunda! – ele a puxou pelo braço para mais perto dele – E eu acho melhor você pensar um pouco sobre as suas atitudes, senão você vai se ver comigo.
- Eu não tenho medo de você – afirmou ela de forma petulante – e não vai ser esse seu showzinho ridículo que vai me fazer mudar de ideia sobre a vagabunda da Bella e o bastardinho.
Eu não conseguia falar nada para me defender, estava horrorizada com a situação e com as palavras de Edward: “Eu sou o maldito que você está com raiva, porque eu não quis te comer”.
Como assim?
Rosalie tentou ter alguma coisa com Edward?
Fui tirada de forma abrupta dos meus pensamos pela altura da voz do Edward:
- VAGABUNDA? – esbravejou Edward nervoso e a jogando longe – Você acha que a Bella é vagabunda? E você é o que? Uma mulher que a cada noite dá pra um? – falou ele pouco se importando com a minha família presente na sala – Meu filho não é um bastardo! Bastarda é você, sua infeliz, vagabunda, invejosa, imatura, mal amada, cret...
- CHEGA!!! – Gritou minha avó interrompendo as ofensas de Edward – Edward você está na minha casa e eu exijo respeito.
- Então peça para essa rameira – apontando pra Rosalie que já estava ao lado de minha avó se fazendo de vítima – respeitar a minha mulher e o meu filho! – falou Edward encarando a minha avó.
- Essa briga é antiga, Edward, eu acho que você não deve se meter! – falou minha mãe tentando colocar a situação em panos quentes.
- Eu não devo me meter? Sério Renné? – falou ele encarando minha mãe – Eu tenho que me meter sim, porque a Bella não tem uma mãe que a defenda, por isso mesmo que ela vai embora dessa casa.
- Como se ela fosse a inocente da história! – sussurrou Rosalie baixo.
- EU JÁ DISSE QUE CHEGA! – gritou minha avó. – Edward...
- Edward, o caralho! – gritou ele chocando a todas – Quer saber de uma coisa? Estou de saco cheio de vocês, não me conformo que vocês permitiram que essa vaca – disse ele apontando para Rosalie – falasse todas essas merdas que ela falou pra Bella! Como permitiram ela tratar Bella desse jeito? Porra, além de membro da família de vocês, a Bella está grávida!
- Quem você pensa que é para chegar à minha casa e vir cantar uma de galo? – gritou minha mãe perdendo a compostura – Você não é nada mais que um moleque!!! Vai embora da minha casa AGORA!!!
- Eu sou o pai do SEU neto! E homem e por eu ser HOMEM, estou aqui hoje para levar minha mulher e meu filho desse inferno!
- SÓ SOBRE O MEU CADAVER. – gritou minha mãe, fazendo com que Edward a olhasse com mais raiva ainda, mas antes que ele respondesse seu olhar se encontrou com o meu e ele percebeu que eu não estava muito bem, por isso ele caminhou em minha direção:
- Bella – falou ele docemente me olhando – vai buscar suas coisas, amor. – eu estava louca pra sair dali, por isso rapidamente fui em direção à escada, mas minha mãe me segurou pelo braço:
- Você não vai!
- Quer apostar quanto que ela vai? – falou Edward como desafio e se aproximando de nós.
- Ela é minha filha!
- E ela é minha mulher!
- E eu sou maior de idade, vacinada, grávida e por isso tenho o direito de decidir o que eu quero da minha vida. – falei puxando o meu braço.
- Isabella! – esbravejou minha mãe.
- É isso mesmo! Cansei de ser maltratada, cansei! Por isso hoje eu fui atrás do Edward! Alguém tinha que me ajudar e esse alguém só podia ser o homem que eu amo! – falei chorando e Edward me abraçou apertado me consolando.
- Eu não sabia que era tão ruim viver aqui pra você Isabella. – falou minha avó magoada.
- Vovó – falei me afastando de Edward – eu amo estar aqui, eu amo a senhora, mas não dá mais, eu estou prejudicando o funcionamento da casa... – mas fui interrompida.
- Ainda bem que sabe.
- CALA ESSA MERDA DE BOCA AGORA ROSALIE! – gritou a minha avó – OLHA O QUE VOCÊ FEZ! OLHA!!!!!!!!!
- Eu sinto muito vovó! – falei indo pro meu quarto para arrumar as coisas com Edward me seguindo. Eu sei que essa minha decisão não era aprovada por ninguém aqui de casa, exceto por Rosalie, mas agora eu tinha que pensar no melhor pra mim e isso infelizmente era longe dessa casa.
Quando cheguei ao meu quarto cansei de ser forte, deixei escorrer todas às lagrimas que ainda estavam em meus olhos, eu estava cheia, esgotada disso tudo, ainda bem que Edward existia na minha vida e resolveu me salvar.
Hoje eu tive de novo a prova de que ele me ama de verdade, a prova de que aquele dia foi algo excepcional, algo que jamais irá se repetir. Pela atitude dele, eu não me envergonho de ter pedido ajuda depois do que aconteceu e hoje depois de três meses sofrendo nós finalmente voltamos a ser Edward e eu contra o mundo.
- Sabe – disse Edward chamando minha atenção – Depois que nosso filhote nascer, eu sou muito a favor de você dar uma surra na sua prima! – disse ele super sério me fazendo rir – Pára de rir Isabella, é sério. Se eu não fosse homem, agora sua priminha estaria a caminho do hospital. – eu sei que ele estava tentando me distrair para me fazer parar de chorar, mas infelizmente sua fala me levou novamente para aquele dia fatídico e novamente ele percebeu – Bells...
- Porque eu não posso bater nela agora? – perguntei para nos distrair antes que ele falasse algo.
- Porque você está grávida! – é parece que funcionou.
- Mas Ed...
- Você por acaso está pensando em bater nela com meu garotão na sua barriga? – perguntei incrédulo.
- É você tem razão – murmurei desanimada – Me ajuda a arrumar minhas coisas?
Sem pestanejar ele se levantou da cama e seguiu até o meu armário e me ajudou a arrumar as minhas roupas, fazendo gracinhas pra me animar:
- Tá vendo essa saia aqui Senhorita Swan? – disse ele levantando uma minissaia preta, apenas assenti – Quando você se tornar a Senhora Edward Cullen terei o prazer de rasgá-la e queimar os pedaços.
- Como é que é?
- Isso mesmo madame! – afirmou ele jogando a saia dentro de uma mala – E essa blusa? – disse ele tirando da gaveta um top – Puta merda Isabella que roupas são essas?
- Vai começar Edward?
- Não, mas vou levar você pra comprar roupas urgentemente.
Continuamos a arrumar as minhas roupas em meio a piadinhas e risadas, uma vez ou outra nos distraímos nos beijando, afinal, três meses sem um beijo na boca ninguém merece.
Depois de quase meia hora, todas as minhas roupas estavam guardadas nas malas. Ainda faltava pegar meus objetos pessoais e meus livros, mas não sabia como levá-los agora, por isso ficou decidido que outro dia eu viria apenas para pegá-los.
A hora da despedida foi realmente complicada. Graças a Deus Rosalie não estava mais na sala, mas minha avó e minha mãe continuavam a chorar, assim que minha mãe nos viu descendo com as malas saiu deixando eu e minha avó sozinha, pois Edward passou direto pela sala levando minhas coisas para o carro.
- Vó...
- Desculpa meu amor – minha avó me interrompeu – eu deveria ter feito algo, eu sabia o que a Rosalie estava fazendo, mas não imaginei que chegaria a esse ponto, eu não quero te perder meu amor... – falou ela me abraçando.
- A Senhora não vai vovó! – afirmei chorando também – vem me visitar.
- Depois do que aconteceu aqui hoje? Acho que Edward nunca mais vai querer nos ver!
- Vó...
- Pelo contrário dona Sophia – interrompeu-me Edward – A senhora é bem vinda em nossa casa!
- Viu vó! – falei me afastando e rindo pra ela.
- Me desculpe Edward, pela minha atitude, mas eu achava que você a abandonou grávida, não sabia que você não tinha o conhecimento sobre o bebê.
- Eu é que peço desculpas Sophia, fui muito estúpido com a Senhora – falou ele sem graça – Isabella e eu tivemos problemas, por isso nos separamos, mas tivemos provas de que não funcionamos separados e agora vamos ter um filhotinho – disse ele me abraçando por trás, repousando suas mãos em minha barriga e me dando um beijo no pescoço.
- Vocês são lindos juntos – falou minha avó orgulhosa – Brigas todos os casais tem, mas usem isso como experiência. Usem isso para crescer. Eu quero que vocês sejam muito felizes e cuidem bem da minha bisnetinha que...
- Bisneto! – interrompeu Edward.
- Oi? – perguntou minha avó confusa.
- Bisneto! É homem!
- Edward pára... – o repreendi baixinho.
- Eu disse que meu filho é homem, não vou deixar ele ser tratado como viado Isabella. – falou ele me soltando e minha avó começou a rir:
- Confesso que senti falta desse amor de vocês. Acho que vocês têm que ir né? Já está muito tarde, mas a porta dessa casa está sempre aberta pra vocês viu?
- Obrigado Sophia, a Senhora também é bem vinda a nossa casa. – falou Edward se afastando. Dei um ultimo beijo em minha avó e me afastei indo em direção a uma nova vida sem me despedir da minha mãe.
Enquanto Edward dirigia permiti que o cansaço do dia me tomasse, não falei nada e Edward também não, mas o nosso silêncio não estava sendo incomodo, estava sendo gostoso, confortável, como sempre foi.
Aproveitei o momento para pensar em como será nossa vida daqui pra frente, afinal acabamos de cometer uma loucura, mal voltamos a namorar e já vamos morar juntos! Pouco a pouco vamos aprender a conviver com as nossas diferenças, manias, defeitos, tudo!
Quando senti o carro parar a preguiça me dominou ainda mais, então resolvi fingir que dormia afinal Edward não me acordaria, ou sim?
Ouvi o mesmo saindo do carro e abrindo a porta ao meu lado, após um tempo sem falar nada, senti Edward desprendendo meu cinto e aos poucos me senti levitar.
Esse era meu namorado!
Depois de alguns minutos e alguns passos senti ser colocada em uma superfície, estava deitada na nossa cama e nem fiz o mínimo esforço para isso!
Curiosa de como seria o nosso quarto abri um olho e vi que Edward não havia mudado nada, ainda era o mesmo quarto que eu me lembrava, estávamos no apartamento que ele havia herdado do seu avô, apartamento esse que era nosso refugio durante nosso namoro para quando queríamos ficar sozinhos.
Quando fechei os olhos novamente, para dormir de verdade agora, notei uma claridade e isso estava me atrapalhando, poxa, por que o Edward tinha que deixar a luz acessa?
Antes que eu me mexesse para apagá-la percebi que ele ainda estava no quarto e agi sem pensar:
- Apaga a luz, por favor, amor? – falei com os olhos fechados
- Tá – respondeu como se nada tivesse acontecido – continua dormindo que eu vou pegar suas malas no carro – e saiu.
Não consegui me controlar e comecei a rir, minha risada aumentou quando ele voltou para o quarto e reacendeu a luz com uma cara de indignação:
– Você estava acordada! – me acusou.
- Eu??? – falei me fazendo de inocente.
- Isabella eu não acredito que você fingiu que dormia só para ser carregada! – falou ele indignado.
- Não fiz isso! – me defendi, mas não aguentei e comecei a rir.
- Ah você me paga! – Falou ele vindo em minha direção e fazendo cócegas em minha barriga.
- Pára Edward!!! – gritei rindo e me contorcendo.
- Pede desculpas – falava ele sem dó de mim.
- NUNCA!!!! – gritei rindo ainda mais.
- Aé, então vamos ver – disse ele me prendendo na cama.
Quando nossos olhos se fixaram, não conseguia mais rir, não conseguia pensar em mais nada a não ser: “Eu quero esse homem, agora”. Pela reação de seu corpo em cima do meu era perceptível que seu pensamento era o mesmo.
Ficamos um bom tempo nos encarando, era nítida a tensão sexual que tomou conta de nós, até que não estava mais me aguentando e puxei sua boca de encontro com a minha. Estávamos sedentos um pelo outro, três meses afastados tinha uma consequência e essa era a imensa saudade, o imenso tesão que estávamos sentindo agora.
Sentir o gosto da sua boca, a maneira que seus lábios se movem tão sedentos e ao mesmo tempo com tanto carinho, com tanta devoção, impossível não sentir o amor que esse homem sente por mim. Sua língua tem uma maneira tão única de provocar a minha, é tão gostosa, não consigo evitar provoca-lo e começo a sugar como se tivesse seu membro entre meus lábios;
Interrompemos nosso beijo para recuperar o fôlego, ele beijando meu rosto, sugando o lóbulo da minha orelha, mordiscando, ele sabe como fico louca com isso...
- Edward ... chamo-o com a respiração entrecortada, suas mãos passeiam pelo meu corpo, acariciando meus seios, que estão tão sensíveis, mesmo sob a roupa, de maneira tão suave, mas ao mesmo tempo tão gostoso.
- Bella, amor, quero tanto você, tanto, estou morrendo de saudades de você e não posso esperar, se eu te machucar me avisa, por favor, não quero machucar nem você e muito menos nosso bebê.
- Não para Edward, está tudo perfeito, tudo tão bom amor, sinto tanta saudade, sinto tanto a sua falta, eu confio em você amor, — me afasto para tirar a minha blusa e ele faz o mesmo com a camisa dele – quero você também amor, não precisa ter medo, você não vai machucar nosso bebê.
Puxo-o para perto e começo a beijar, sugar, seu pescoço e seu peito, ele é tão lindo que me perco, como eu pude ficar tanto tempo longe dele, não resisto e mordo de leve seus mamilos, descendo por seu abdômen tão gostoso. Abro sua calça e afasto um pouco para beijar e sugar o osso ressaltado de seu quadril, ele sabe como sou tarada nessa parte de seu corpo.
Nós estamos tão sedentos um pelo outro, as mãos dele não param de passear pelo meu corpo, ele me puxa para sua boca novamente em mais um beijo delicioso, suas mãos não se afastam de meus seios, acariciando, apertando suavemente, ele se afasta da minha boca e desce para um mamilo, sem deixar de provocar o outro e intercala entre os dois.
Minhas mãos passeiam pelas suas costas, enquanto sinto sua excitação em minha coxa, começo a mover minha perna de maneira a excitá-lo também, e desço uma de minhas mãos ao seu membro, tão duro e latejante.
- Edward quero você amor, não tortura, afasto minha mão de seu membro e começo a empurrar sua calça, junto com sua boxer...
- Bella amor, também te quero, te quero tanto. — Ele me ajuda e termina de se despir e tira também o restante de minha roupa,minha calcinha está toda molhada pela minha excitação. – Você está tão molhada minha linda.
- Edward quero você amor, não me faz esperar mais, por favor, não tenha medo, estou pronta pra você e sei que não vai nos machucar.
Edward se encaixa lentamente em mim, a sensação de ter ele de novo comigo dessa forma é maravilhosa, o desejo que sinto por ele é tão grande, e ele se move lentamente tão gostoso e faz tanto tempo, me sinto arfar a medida que seu membro entra e sai de mim lentamente.
- Edward, amor, está tão bom, se solta amor, eu sei que você está se segurando, mas quero que seja tão bom pra mim quanto pra você. Puxo ele para um beijo, assim quero evitar que ele fique pensando e seja tão controlado.
- Bella, está tão bom amor, você está tão molhada, tão apertada, tão gostosa. – A respiração dele está entrecortada, mas ele cede e aumenta a velocidade, mas não para de me beijar, eu sei que ao mesmo tempo que estamos matando a saudade dos corpos um do outro estamos fortalecendo o nosso amor e atingir o clímax dessa forma foi perfeito, com certeza o melhor orgasmo da minha vida
(...)
Nosso final de semana tinha sido perfeito, a cada dia que passava eu sentia nossa vida voltando ao normal, tudo finalmente estava entrando nos eixos. A conversa com a família da minha mãe não tinha sido uma das melhores, mas Edward não estava errado, assim como eu também não estava, eu queria paz e só conseguiria isso ao lado dele.
Estava tão bom esse “clima de romance” que tinha o nosso apartamento, sempre falamos que quando nos casássemos iríamos morar aqui e agora, mesmo solteiros, por causa de uma força maior, nosso bebê, realizamos o nosso sonho e estamos aqui. Hoje o nosso apartamento não é apenas nosso local de encontro para o sexo, hoje ele é a nossa casa!
Sexo!
Deus, eu perdi as contas de quando havia sido a ultima vez que tive Edward dentro de mim, mas agora estava saciada, por enquanto. Eu acho que essa gravidez me transformou em uma ninfomaníaca, pois quanto mais eu tinha Edward, mais eu o queria.
Agora estava aqui, jogada destroçada na nossa cama sem a mínima vontade de me levantar para ir para aula. Edward em compensação estava saindo do banho já, todo gostosinho:
- Desse jeito você vai perder a aula amor! – falou ele indo em direção ao closet para se arrumar.
- Não tenho aula hoje – resmunguei.
- Por que? – perguntou ele surpreso.
- Porque eu não quero horas! – quando eu disse isso ele começou a rir e se aproximou apenas de calça social e sapato.
- Tudo bem gatinha, você que sabe! – disse ele beijando meu nariz – quer tomar café da manhã comigo? – não disse nada apenas assenti e ele voltou para o closet para por a camisa.
Morrendo de preguiça e fome, me levantei da cama com cuidado, pois estava me sentindo meio estranha e caminhei descalça mesmo para o banheiro, afinal meu xixi matutino era sagrado.
Quando sentei na privada, senti uma forte dor no meu baixo ventre, dor essa que me assustou demais, me senti fraca, fria, parecia que todo o sangue presente em meu corpo havia congelado.
Os segundos em que senti essa dor pareciam intermináveis, mas finalmente ela cedeu, passou. Me sentindo ainda fraca, me levantei com cuidado, mas o que eu vi fez com que o meu mundo parasse, havia sangue em minha calcinha, sangue vivo!
Entrei em choque, não sabia o que fazer, o único pensamento que eu tinha era:
“Estou perdendo o meu bebê!”
O que seria de mim e Edward agora sem ele?
Antes que eu tivesse qualquer atitude senti novamente outra pontada em meu ventre, me apoiei na pia e comecei a chorar, não tinha força para gritar por Edward, mas pude escutar seus passos vindo em direção ao banheiro:
- Isabella, você sabia que preguiça é peca... – mas ele se interrompeu ao ver minha posição – o que houve? – perguntou ele preocupado vindo em minha direção.
- Dói!!!!!!- foi à única coisa que eu consegui dizer, antes de começar a chorar.
- Calma! – tentou inutilmente me acalmar – eu to aqui meu amor, calma vai dá tudo certo, vem. – disse ele delicadamente me pegando no colo e me levando até o carro. Ele estava tão desesperado quanto eu, mas diferente de mim, ele estava tentando colocar a razão na frente da emoção.
Quando finalmente chegamos ao prédio do hospital, Edward largou o carro de qualquer jeito no estacionamento e entrou comigo no colo novamente:
- Me ajudem!! Minha namorada está grávida, ela sente dores e está sangrando!
Essa foi à última coisa que ouvi antes de me deixar ser levada pela escuridão.
Notas finais
Quero falar pra vocês uma coisa, tenho duas historias novas postadas a Toxic e a A Walking Remember que tal me darem um apoio lá???? =)
O proximo capitulo já ta praticamente pronto, milagre eu sei, mas é verdade aeeeeeee!!! Então quanto mais vocês comentarem e recomendarem mais rapido ele virá, legal né?
Mesmo esquema dos outros? Comentou ganha spoiller que tal? O que acham?
Agora vamos lá, eu quero lhes desejarem um feliz 2013, cheio de amor, saude, dinheiro, sucesso e realizações!!! Espero encontrá-las aqui!!!
beijos!!!
Maah
N/b
Oi Gente
Capítulo tenso esse ein...
Amores, peço que assim que começar o hentai coloquem a musica que escolhi e depois se puderem ouçam ela lendo a tradução, ela é perfeita para o casal.
Espero que gostem do hentai, eu não costumo escrever muito, mas me esforcei pra demonstrar todo o carinho do casal.
Leiam, comentem, recomendem e digo que o próximo capítulo logo, logo vem, não vai demorar tanto quanto esse porque estou de férias e vou poder ajudar mais a Maah
Um beijo grande
Bella Patt
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