Minha Nada Mole Vida
16 Capítulo 14
Bella POV
Nosso namoro acaba aqui...
Nosso namoro acaba aqui...
Nosso namoro acaba aqui...
Nosso namoro acaba aqui...
Essa frase ecoava em minha cabeça ao mesmo tempo em que o aperto de Edward no meu queixo me machucava.
Que Edward, é esse?
Nunca conheci esse lado dele, será que ele sempre foi assim e eu que não percebi?
Medo... era esse o sentimento que predominava em mim agora... me de perdê-lo e me de sua grosseria.
– Edward, você tá me machucando – era a única coisa que veio em minha cabeça para lhe dizer e fiz isso com dificuldade, por causa de seu aperto.
Após ouvir minhas palavras ele tomou consciência de seu ato, pois a pressão que ele exercia em meu queixo foi diminuindo até o ponto em que se tornou uma carícia.
– Me desculpa Bella! – disse ele arrependido – Eu não devia me exaltar assim com você, é que eu estou nervoso com isso tudo.
– Com tudo isso o que? – perguntei ainda receosa.
– Minha família está me pressionando demais, Bella, você não tem idéia, às vezes eu penso que meu irmão contou sobre vocês, às vezes penso que não, mas independente de qualquer coisa, eu queria que você fosse lá, pois ao te conhecer eles iram ver o quão você é boa pra mim, não que meu pai já não tenha percebido, mas...- ele se interrompeu.
– Mas? – perguntei o incentivando.
– Bella – disse ele sério me puxando para sentar no degrau que tem no portão da casa da minha mãe — eu sei como isso pode ser difícil pra você, já entendi o que você pensa de um relacionamento e percebi que estou ajudando você a superar os seus medos – e prosseguiu após uma pausa — imagino que você pensa que conhecer minha família vai aumentar nossa intimidade, o que de fato vai ocorrer, mas eu estou disposto a isso por você, a questão é: você está disposta a isso por mim? – perguntou ele de um jeito carinhoso e eu hesitei.
Como ele disse, conhecer sua família vai me levar rumo a um compromisso que sempre evitei, que eu nunca quis pra mim, por medo, afinal, sempre tive medo do amor, sempre temi ouvir um “eu te amo”, pois cresci acreditando que essas 7 letras que formam 3 palavras são tão fortes como qualquer arma de fogo, porque podem levar as pessoas da felicidade extrema ao fundo do poço num piscar de olhos.
Mas por outro lado, fugir dessa maior intimidade teria uma conseqüência da qual eu não estou disposta ainda a sofrer, pois não quero perder Edward tão cedo, afinal esses dois meses que estamos juntos foram tão especiais que me arrisco a dizer que o tornou essencial para minha vida.
Não, não penso que viverei feliz pra sempre ao lado dele, porque eu não acredito em contos de fadas e muito menos, me vejo como a princesa encantada que vive em seu castelo a espera do seu príncipe, papel que combina perfeitamente com Edward, ele sim poderia ser um príncipe encantando, que mesmo agora, apesar de sua atitude um tanto quanto rude, não consegue ser visto de outro modo.
– Bella? – chamou ele minha atenção.
É Bella, é agora ou nunca!!
– Eu... tudo bem Edward, eu vou...! – disse segura de mim e sorri ao ver o sorriso lindo que ele direcionou pra mim.
– Obrigado, meu amor, muito obrigado! – disse ele vindo me beijar, mas o interrompi.
– Calma ai bonitão. Você não disse o que ia dizer! – disse séria.
– Como assim Bella? – perguntou ele confuso.
– Você disse, “não que meu pai já não tenha percebido, mas...” o que você ia dizer? – agora foi a vez dele hesitar.
– Bella... minha mãe ela é um pouco diferente da sua...
– Não é de se estranhar né, Edward, olha a minha mãe! – disse fazendo graça a parece que adiantou, pois ele riu.
– Não é isso que eu quero dizer, olha, minha mãe é muito seria, tem uma mania ridícula de se meter na minha vida e na do meu irmão. – comecei a ficar tensa de novo — e você não é o tipo de mulher que ela imagina pra mim... – ele se interrompeu novamene constrangido.
–Como é a mulher ideal pra você? – perguntei me sentindo mal e me aconchegando em seu peito.
– A mulher ideal pra mim é você Bella e isso não tem discussão. – Respondeu ele sério e sem me conter o beijei com todas as minhas forças. – Mas... – continuou ele assim que o ar se fez necessário. – para minha mãe, uma mulher tem que ser submissa ao seu homem. – não agüentei e comecei a rir.
– Gatinho, sua mãe não quer uma nora, ela quer uma escrava é isso? – disse ainda rindo.
– Bells, me ajuda vai, só amanhã, me ajuda a fazer esse jantar dar certo! – disse ele serio novamente.
– Espera – disse me afastando — você está me pedindo para fingir ser o que eu não sou Edward? – perguntei séria.
– Não Bella, eu estou te pedindo pra se controlar, porque eu sei que meu irmão vai está lá também.
– Você me conheceu assim, não foi? – perguntei já me irritando
– Bella você está entendendo errado! – disse ele elevando a voz de novo.
– Então me explica Edward, porque do jeito que você tá falando parece que está pedindo pra fazermos um teatro na frente da sua mãe e preste atenção se for realmente isso... – agora quem se exaltou fui eu.
– Pára tá legal, fica quieta um segundo e me escuta Bella – disse ele grosseiro novamente me empurrando e eu imediatamente fiquei quieta. – eu gosto do seu jeito assim, apesar de que em momentos como esse você me irritar demais. – Ele deu uma pausa pra respirar e logo voltou a falar – Mas voltando ao assunto, eu quero que minha mãe te
aceite, você pode me ajudar com isso?
– Mas, para isso eu vou ter que fingir ser o que eu não sou?
– Você promete se controlar? Porque eu tenho quase certeza de que minha mãe vai dizer coisas que você possa não gostar.
– Ela vai pegar muito pesado? – perguntei insegura.
– Depende do que o Emmett disse ou não pra ela. – respondeu ele incerto – mas eu vou estar ao seu lado o tempo todo.
– Você promete?
– Prometo! – disse ele convicto.
– Então eu também prometo – conclui sorrindo e indo o beijar novamente.
– Eu também prometo! – disse uma voz vindo da porta – que se eu escutar mais um “nossa porque o Edward não quis entrar hoje” vindo da Renne eu me mato!!
– Puta que o pariu, mal chegou de viagem e já tá empatando minha vida projeto de anã? – disse Edward bravo.
– Desculpa aí grandão, mas é sua sogra que tá te chamando! – disse Alice brava entrando.
Sem termos como discutir a seguimos e mal tivemos tempo para nós, era um tal de Renne chamando Edward, Edward falando com Jasper, Jasper dando bola pra Alice, Alice falando comigo, eu tentando chamar a atenção de Edward e no meio disso tudo, minha vó tentava assistir televisão.
Quando me irritei por não ter a atenção de Edward como eu desejava me levantei e segui pro meu quarto sem falar nada pra ninguém, pois eu sabia que em questão de segundos Edward viria atrás de mim, e dito e feito:
– Amor? – chamou ele da porta.
– Oi gatinho – disse fazendo manha.
– Posso entrar? – assim que assenti, ele perguntou — O que houve?
– Tava carente – disse fazendo mais manha ainda.
– E resolveu se isolar? – perguntou irônico.
– Porque eu sabia que você viria atrás de mim – conclui sorrindo e o puxando pela camisa.
Assim que ele caiu em cima de mim nem pudemos aproveitar, pois seu celular começou a tocar.
Sério, estou achando que ninguém lá do céu gosta da gente, porque pelo amor de Deus né!
– Alô! – atendeu ele o telefone ainda em cima de mim – Oi mãe, não tá atrapalhando não.
– Imagina se estivesse – resmunguei baixo e ele me deu um selinho.
– No almoço? – perguntou ele confuso – mas o povo não vai chegar só à noite?... A Isabella?... Mãe Bella é apelido de Isabella. – disse ele rindo – Tudo bem, eu tenho certeza que ela vai ter o prazer em ajudá-la... Beijo mãe... Tá bom já to indo pra casa. – dizendo isso ele desligou o telefone e olhou pra mim.
– Vou adorar ajudar quem hein cara pálida? – perguntei assustada.
– Minha mãe, Bella. Não tinha como negar! – já disse ele em sua própria defesa.
– Negar o que Edward? – perguntei mais séria.
– Ela quer que você a ajude a fazer o jantar! – não me agüentei, comecei a rir igual a uma doida e Edward me olhava com cara de quem não entendia nada.- Posso saber o porque você está rindo?
– Edward, eu pensei que você queria que eu impressionasse sua família.
– E eu quero! – disse ele confuso ainda.
– E como eu vou fazer isso? Causando uma diarréia coletiva? – respondi rindo e ele me acompanhou.
– Porque?
– Eu sou um desastre na cozinha Edward!! Até parece que você não conhece a namorada que tem. – disse entrando em desespero.
– Calma Bella, vou tentar convencer a minha mãe tá? – disse ele me dando um selinho e saindo de cima de mim – agora eu tenho que ir embora, Dona Esme tá me esperando.
– A não, isso só pode ser brincadeira... – disse me levantando da cama e caminhando pelo quarto.
– Bella o que é isso? – perguntou Edward me interrompendo.
– Porque raios você ai de cima não me deixa ficar com meu namorado... to carente sabia? Mas que puta mundo injusto... já não o vejo a semana inteira, chega no final de semana que podemos passar juntos ele vai ficar com a mamãe... fala sério né... Vocês tão gozando com a minha cara. – continuei conversando com Deus.
– Bella...
– Perai que eu to tentando resolver nossa vida com Deus... – respondi séria. – Por que você tá fazendo isso comigo hein, eu... – não pude terminar de falar, pois Edward me prensou na parede e disse:
– Eu já sei o que agente pode fazer. – disse ele sério – Vamos viajar só eu e você, em um fim de semana inteiro juntos. Ai eu quero ver você escapar de mim Senhorita Swan. – terminou de falar com um tom sedutor, me dando um beijo no pescoço e se afastando de mim que sem pensar duas vezes me ajoelhei no chão, ergui os braços e gritei:
– OBRIGADA DEUS!!!!!!!!! – Mas minha comemoração foi interrompida por um sem graça:
– Tá bom Bella! – disse ele rindo – mas eu realmente tenho que ir – ele me deu outro selinho – te ligo mais tarde. – e saiu.
Ele foi embora, mas eu estava muito empolgada pra sair da minha posição que tenho consciência estar ridícula, mas Deus me fez uma graça tão grande que eu resolvi ficar nessa posição mais um pouco só pra garantir, vai que Ele resolvesse que eu não merecia essa graça – E que graça — devo ressaltar. Mas como nada é perfeito, meu momento agradecimento foi interrompido por um ser que eu juro já estar me arrependendo de ter convidado para ficar na minha casa:
– Bella, será que agora que ele foi embora... – Alice parou por um segundo surpresa com a minha posição e continuou – Que porra é essa Bella? Tava pagando um boquete pro Edward? Se for eu acho que ele curtiu porque saiu daqui todo sorridente... ele te retribuiu? Senão é bom pedir porque é muito bom também.
Sem ter o que falar comecei a rir e contei que eu e Edward vamos passar o final de semana inteiro sozinhos, contei também da nossa primeira briga onde ela o apoiou e me fez ver o quanto estava errada e o quando Edward era único, pois nenhum garoto briga com a namorada para que ela conheça a família dele. Claro que eu omiti a parte das grosserias dele, pois isso eu acho que só diz respeito a nós.
Depois disso, nosso fim de tarde se resumiu em escolher a roupa ideal pra o jantar, em como devo me comportar e em como Jasper era maravilhoso. Só mudamos de assunto quando fomos jantar e encerramos de vez quando Edward me ligou com a notícia de que pelo menos a tarde eu estava livre de sua mãe e que ele iria aproveitar e ir para o costumeiro futebol com os garotos.
A noite passou tranqüila onde boa parte dela Alice me contou sobre sua estadia na Alemanha. Quando já estava quase amanhecendo resolvemos que era hora de dormir. Ao acordamos nos assustamos com a hora, porque já eram quatro horas da tarde e Edward viria me buscar as sete horas.
Depois comer, corri para me arrumar com a Alice me ajudando. A roupa que escolhemos foi um vestido cinza tomara que caia com uma sandália com um salto não tão alto preta, optamos por uma maquiagem com o olho bem marcado e preto e um batom vermelho. O cabelo deixamos ondulado e de aspecto rebelde.
As 19:00 em ponto meu celular tocou e era Edward avisando que me esperava do lado de fora. Ansiosa e nervosa segui até a porta, mas ao me deparar com a perfeição que estava a minha frente vestindo uma calça jeans e um suéter ambos da cor preta encostado em seu carro prateado e meu nervosismo passou na hora e eu só pensava em estar nos braços dele e assim eu fiz quando entramos no carro.
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A casa de Edward era simplesmente maravilhosa, tinha vários carros na garagem que não era pequena, o que me fez perceber que não era um jantar tão simples quanto imaginei que seria e o nervoso voltou com força total, Edward ao perceber meu estado sussurrou de um jeito sugestivo em meu ouvido:
– Vou precisar te distrair de novo Bella? – depois disso relaxei e me deixei ser levada por ele que me abraçava pela cintura em direção à entrada da casa.
Logo no hall de entrada avistamos uma mulher baixa de cabelos ruivos e um homem alto, loiro e extremamente sexy:
– Você está atrasado Edward!! – disse a mulher de um modo superior, mas Edward pareceu não se importar, pois a ignorou quando falou:
– Bells, esse é meu pai Carlisle! – Meu Deus!!!! Ele é meu sogrão???? – E pai essa é a Isabella, minha namorada. – concluiu orgulhoso.
– Prazer! – disse dando um sorriso constrangido – Feliz Aniversário Senhor Cullen e parabéns pela casa maravilhosa que o senhor tem – Maravilhosa como você – Completei em pensamento.
– Obrigado Isabella, é um prazer recebê-la e seja bem vinda. – disse ele educadamente após ficar um tempo nos observando com um sorriso discreto.
– Bells – voltou Edward a falar – essa é minha mãe, a Dona Esme – ai Jesus é agora.
– Praz... – não pude terminar, pois minha adorável sogra me interrompeu.
– O que é isso no seu pescoço?
Sem saber do que ela falava, me concentrei no espelho que tinha atrás dos pais dele e reparei numa mancha roxa nem um pouco discreta no meu pescoço. Meu único pensamento na hora foi: Eu vou matar o Edward!! Mas como prometi me comportar respondi:
– Desculpa Senhora Cullen, mas é que hoje à tarde eu estava com a minha mãe fazendo faxina em casa e acabei tento um pequeno acidente com o aspirador de pó. – pois é, esse é o novo apelido do Ed.
– Sei... – disse o senhor Cullen irônico e começou a rir sendo acompanhado por Edward. – Filho você voltou a ter suas alergias?
– Não... porque? – perguntou confuso e parando de rir.
– Então porque você está com essa mancha vermelha no pescoço? – perguntou ele rindo mais ainda.
– Ah pai – disse Edward sem graça – Você é foda!! – ao dizer me puxou para o interior da casa, onde mal entramos e nos deparamos com Jasper conversando com Emmett e mais duas mulheres que cresceram muito os olhos pra cima do meu namorado.
— Oi Ed... – disse uma loira passando a mão em sua barriga, na qual ele não fez questão de afastar.
– E ai Irina, firmeza? – disse o meu futuro ex-namorado morto.
– Melhor agora que você chegou. – disse ela chegando ainda mais perto dele.
Ah essa vadia tá arriscando demais já!! Sem pensar duas vezes entrei entre os dois.
– Oi Irina, né? Prazer, meu nome é Isabella e eu sou namorada do Edward sabia?
– O que? – perguntou a loira azeda.
– Como você está? Curtindo a festa? – perguntei cínica e Edward rindo me abraçou por trás.
– Eae Edward, tá querendo entrar pro curso de palhaço? – disse Jasper para aliviar o clima que estava tenso.
– Só se for pra me igualar a você! – disse Edward, dando suas famosas patadas.
– Otário! – respondeu Jasper chateado.
– Edward... – o repreendi baixinho dando lhe uma cotovelada na barriga.
– Aiii... desculpa Jasper, mas porque a pergunta?
– Porque você tá com a boca e o pescoço tudo vermelho! – disse Jasper recuperando o senso de humor e rindo e deixando o Edward sem graça — E você hein dona Isabella, o Edward anda te espancando?
– Claro que não!!
– Pára de graça Jasper.
– Então o que é isso no seu pescoço? É um chupão mesmo? – disse ele rindo ainda mais e me deixando sem graça.
– Desculpa Jasper se eu tenho uma namorada na qual eu posso dar uns pegas de vez em quando pra variar. – disse Edward grosseiramente ao primo – Vamos Isabella. – e me puxou dali.
Sem ter alternativas, o segui em direção a uma escadaria, ao longe pude reparar na mãe dele, Dona Esme, nos olhando e negando com a cabeça, pois ela sabia que Edward nos levava em direção ao seu quarto que era grande e a coisa mais linda. O típico quarto masculino, as cores que nele predominavam eram o azul marinho e o branco, no centro tinha uma enorme cama e no canto uma estante na qual era repleta de cd’s e livros. Do outro lado era possível visualizar duas portas e uma escrivaninha entre elas na qual tinha um notebook e alguns aparelhos eletrônicos, na parede de frente a sua cama tinha uma televisão e um DVD presos em suportes.
– Gostou? – sussurrou ele no meu ouvido me abraçando por trás ao mesmo tempo.
– Amei! – disse me virando de frente a ele.
– Você não sabe o quanto eu te imaginei em cima dessa cama Isabella – disse ele sedutor e me empurrando em direção a cama caindo em cima de mim. — mas no meu sonho, você estava nua, assim como eu e eu estava dentro de você.
Após dizer isso ele começou a me beijar de um jeito que deveria ser proibido, a urgência de seus lábios contra os meus era tanta que nem parecia que pouco tempo atrás estávamos juntos no carro.
Suas mãos adentraram meu vestido e apertaram minha coxa enquanto as minhas mãos invadiram seu suéter e arranhava a pele de suas costas, ato que o fez soltar um gemido em minha boca.
Quando o ar se fez necessário, Edward passou a beijar meu pescoço e colo, até a parte em que o vestido decotado não cobria. Minhas pernas envolveram sua cintura pressionando a sua recente adquirida ereção em meu ventre.
Edward, ensandecido, adentrou ainda mais a mão pelo meu vestido chegando a minha calcinha, na qual estava em uma situação lamentável devido à umidade que escorria pela minha vagina, ao constatar isso, Edward gemeu ainda mais alto, voltou a beijar a minha boca de modo mais selvagem que antes e começou a fazer movimentos circulares sobre o meu clitóris ainda por cima da minha calcinha. Sem me conter comecei a gemer e a movimentar o meu ventre em direção a sua mão.
Cansado de me torturar, Edward se levantou com sua face retorcida por causa do desejo e retirou sua camisa e calça ficando apenas com uma cueca boxer preta me revelando finalmente todo o seu corpo que não devia nada a qualquer Deus Grego que tenha existido.
Sem nenhum cuidado, ele me puxou em sua direção para fora da cama e alcançou o zíper do meu vestido que se encontrava nas minhas costas e o desceu, ao se afastar o meu vestido caiu aos meus pés revelando meus seios nus e uma minúscula calcinha preta.
Edward ao me ver praticamente nua foi a loucura, me puxou pelos cabelos em sua direção a fim de pegar minha boca na sua, o beijo que ganhei foi uma loucura, nossas línguas duelavam como se lutassem para saber quem sobreviveria, minhas mãos estava em suas costas o prensando ainda mais em mim, o contato de nossas peles eram simplesmente enlouquecedor enquanto as suas mãos foram diretamente para a minha bunda e me pressionava a sua nada discreta ereção e me fazia rebolar na a mesma.
No quarto era possível ouvir apenas os nossos gemidos e as nossas respirações.
– Bella, você tá me deixando louco. – gemeu ele em meu ouvido ainda me fazendo rebolar.
– Edward... – era a única coisa que eu podia falar, pois minha mente se recusava a pensar em qualquer coisa a não ser o corpo do Edward dentro do meu.
Quando suas mãos foram em direção a lateral da minha calcinha para retirá-la nossa bolha estourou graças a uma pessoa nada educada que praticamente esmurrava a porta.
– Puta merda! – gemeu Edward em meu ouvido, acariciando ainda a minha bunda e friccionando meu ventre no seu. – fica quietinha que a pessoa vai embora. – e começou a beijar meu pescoço.
– Mas o clima acabou completamente – disse desanimada acariciando o seu tórax.
– Eu posso fazer ele voltar rapidinho quer ver? – disse ele voltando a beijar a minha boca, mas meu pesadelo resolveu interferir.
– EDWARD CULLEN EU ACHO BOM VOCÊ ABRIR ESSA PORTA AGORA!
– Ai caralho é a minha mãe. – disse ele já se abaixando para levantar o meu vestido e subindo o zíper – Bells eu não posso aparecer na frente dela assim – e apontou pra sua ereção – você pode abrir a porta enquanto eu me arrumo? Prometo não demorar.
– Mas Ed...
– Por favor, meu amor e eu te prometo que semana que vem você não escapa de mim – disse ele me dando um selinho e indo rumo ao banheiro.
Ok Bella, respira! Agora você vai encarar a jararaca que não pára de gritar e socar a porta... calma... e vamos lá...
– EDWARD CULLEN! VOCÊ ESTÁ SURDO? SERÁ QUE EU VOU TER QUE... – ela parou de gritar ao perceber que eu estava mexendo na porta, quando a abri ela me encarou com um olhar de desagrado tão grande que me senti mal – Cadê meu filho? – disse ela me olhando de cima abaixo.
– Está no banheiro. – o que não é mentira, certo?
– E porque você não abriu a porta antes?
– Porque eu estava cochilando. – mentira Isabella.
– Então vamos aproveitar que ele não está porque é com você mesmo que eu quero falar – disse ela me puxando pelo braço em direção a cama. – Eu vou ser bem direta, vou falar e não quero ser interrompida entendeu? – assenti — Você tá curtindo a vida com meu filho? – quando eu fui responder ela me interrompeu – Você é tão burra que não entendeu que eu não queria ser interrompida? – depois disso não respondi mais nada apenas abaixei a cabeça – Pois bem, vocês vão sair desse quarto e se socializarem porque não sei se você lembra, mas está tento uma festa aqui embaixo. Depois da festa você vai embora e eu espero nunca mais te ver na minha frente você está entendendo o que eu estou dizendo? Eu não quero mais olhar pra sua cara de vadia dissimulada, você vai olhar bem no olho do meu filho e dizer que não quer mais ficar com ele porque você finalmente percebeu que não é mulher o suficiente pra ele. Estamos entendidas?
– Eu não vou fazer isso... – respondi com a voz baixa e levantando a cabeça a tempo de ver o Edward parado horrorizado na porta do banheiro.
– Vai, sabe por quê? Porque você não vai querer ver o que eu serei capaz de fazer se você continuar destruindo com a vida dele...
– Até parece que a senhora não conhece seu filho. – respondi me sentindo mais confiante, afinal Edward estava lá ouvindo tudo.
– Por conhecer o meu filho que eu to falando isso, ele é homem, por isso não pode ver uma mulher fácil assim como você que quer logo comer, se você terminar esse namoro ridículo e sem fundamento ele nem vai ligar, é capaz de dar Graças a Deus e já ir atrás de outra pra comer, por que é isso que ele faz. – ok isso me machucou de verdade agora.
– Olha senhora Cullen...
– Estamos entendidas Isabella? – perguntou ela me interrompendo.
– ... eu disse pro seu filho que isso não ia dar certo, mas ele praticamente me obrigou a vir e como não queria perdê-lo eu aceitei...
– Claro, não quer perder a boa vida... – disse ela me interrompendo novamente, mas prossegui como se nada tivesse acontecido.
– Fora isso, prometi a ele que iria me comportar, mas cá entre nós, ouvir tudo isso que a senhora está falando e ficar quieta é contra a minha natureza, afinal a minha mãe me ensinou a nunca levar desaforo pra casa, por isso querida sogrinha eu tenho a honra de mandar você e sua família PRO QUINTO DOS INFERNOS!!!! – gritei a última e me virei em direção ao Edward – Me desculpa por isso gatinho! Mas eu tentei – depois disso sai correndo em direção a porta da rua.
Ao longe pude ouvir Edward gritando meu nome e ao perceber que ele me seguia acelerei meu passo, passei por Jasper que tentou me segurar, afinal não só ele, como todos os convidados devem ter percebido que algo aconteceu, pois eu desci a escada correndo, com Edward atrás de mim gritando, mas felizmente consegui desviar dele.
Quando cheguei na rua Edward me alcançou e segurou meu braço.
– Desculpa Bella – falou ele desesperado – Isso não vai ficar assim, eu juro pra você...
– Me solta Edward... – disse tentando me soltar e controlar as minhas lágrimas.
– Não Bella, fica, eu preciso de você – nesse tempo, Jasper, Emmett, o pai do Edward e a própria jararaca apareceram atrás dele.
– Nunca fui tão humilhada em toda a minha vida Edward... – disse perdendo a minha luta com as lágrimas e deixando algumas escorrer pelo meu rosto livremente.
– Isso não vai mais acontecer, eu juro Bella... – disse ele ainda me segurando e com a voz embargada.
– Não Edward, realmente isso não vai mais acontecer – levei a mão em seu rosto e o acariciei – Eu preciso ir, adeus – dei-lhe um selinho e me afastei para ir pra minha casa, onde eu poderia ser eu sem ser julgada e humilhada.
Ao olhar pra trás pude ver que assim como eu, Edward permitiu que algumas lágrimas escorressem pela sua face, pois a tão temida verdade estava ali, diante de nós...
O SONHO ACABOU...
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