Dul: A gente devia fazer tudo do começo novamente.(disse certa) Pedro: De novo Dulce?!(incompreendeu) Dul: Nada mais justo e limpo.(Decretou) Pedro: Dulce mas pensei que se continuássemos de onde estivéssemos parado, seria mais fácil) Dul: Mas vc não vai ficar magoado comigo não?(receou) Pedro: De forma alguma, tá tudo se saindo perfeitamente bem.(sorriu singelamente) Dul: Tá?!(estranhou) Pedro: Claro, pensei que seria mais difícil. Dul: Também.(sorriu sem graça) Pensei que vc quisesse somente..(foi interrompida) Pedro: Pensei que o trabalho abrangesse mais matéria, ainda bem que a professora deixou somente a do bimestre passado. Dul: Trabalho?(confusa) Pedro: É, uai.(disse meio que obvio) Esse do qual vc insiste em recomeçar. Dul: Ah éh(sorriu sem graça) Realmente Pedro e Dulce não estavam..digamos, conectados, enquanto Dulce procurava resolver um dilema, Pedro buscava compreender coisas simplesmente banais. Pedro: Tá tudo bem Dulce?(estranhou) Dul: Tá sim.Depois a gente conversa(disse indo rumo a sua carteira e se sentando) May: Então, descobriu se ele é seu admirador?(curiosa) Dul: Sabe que eu fiquei mais confusa ainda.(frustrada) Na mesma hora que eu acho qe não é ele, acho que simplesmente ele está se fingindo. Any: Preocupa não, é a mesma coisa do Carlos , tem dias que ele me cumprimenta e conversa comigo e tem dia que ele finge que não me conhece. Maite revirou os olhos,como podia Anahi ser tão cega em perceber que aquele cara da qual ela sempre errava o nome, nem moral lhe dava. Dul: Bom, (suspirou) Tenho algumas questões mais importantes pra resolver nesse momento.(disse olhando Christopher) May: Quem desdenha quer comprar.(cantarolou) Dul: HÁ-HÁ-HÁ, quanta graça(irônica) Saiba que eu estou apenas por zelar minha..minha..(não tinha argumentos, afinal não tinha o que zelar implicando Christopher) May: Tá Dulce.(revirou os olhos) Já escutamos essa mesma ladainha todos os dias. Any: Maite(a repreendeu) May: Que foi?! Eu to falando a verdade.Ela fica xingando..xingando o Christopher, mas duvido que não sinta nada, absolutamente nada por ele.(disse certa recebendo um beliscão da loira que estava ao seu lado) Dul: Claro que eu sito algo por ele(disse certa)Sinto raiva, ódio.. Ucker: Problema seu.(disse abrindo a porta de casa e jogando sua bolsa sobre o sofá) Dul: Não, não é problema meu.(disse raivosamente colocando sua bolsa organizadamente sobre o sofá) Eu quero sucesso, não um tanto de pessoas estranhas zanzando pela casa.(resmungou) Ucker: O “adota” qualquer pessoas que entrar nessa casa será considerada estranha por vc.(cinicamente) Dul: Qualquer pessoa que VC considere normal(o corrigiu) Vera: (entrando na sala onde ambos estavam) Dulce. Dul: Sim?! Vera: Mais flores chegaram pra vc(disse com um vaso de flores na mão) Tomei a liberdade de coloca-la aqui para que não murchem. Dul: São lindas .(sorriu encantada) Algum cartão? Vera: Sim, aqui está.(lhe entregou) Daquele que sempre te admirara Ucker: (revirou os olhos) As pessoas ultimamente não tem nada de interessante pra fazer.(disse subindo as escadas)