Alexandra: Eu prefiro lhe informar pessoalmente.(admitiu deixando que na sua voz fosse facilmente capturada pela angustia)

Dul: Mas..(massageou agilmente suas têmporas fitando por alguns lentos segundos seus amigos que já voltavam sua atenção para a mesma)

Alexandra: Passe o celular pro Christopher, querida!(inspirou e expirou pesadamente)

Dulce apenas estendeu o objeto ao “irmão”, levando sua unha da mão esquerda a boca, para que iniciasse outra mania designada a apresentar uma preocupação de Dulce, a “roedora de unhas”.

Christopher tomou em suas mãos o aparelho celular o posicionando sobre seu ouvido direito, sem permitir que seu olhar se desviasse ao da ruiva.

Ucker: Que foi?(indagou indiferente)

Alexandra:Traga ela imediatamente pra casa, ok?!(ordenou)

Ucker: E por que eu faria isso?(devolveu a pergunta em forma de deboche)

Alexandra: Porque o assunto é sério, e preocupante.(a voz aguda da respeitada “senhora” soava nos tímpanos de Christopher como um imploro ofuscado)

Ucker: O que aconteceu?(coçou sua nuca)

Alexandra: Aconteceu o que já prevíamos.(podia-se perceber um forte rebuliço do outro lado da linha)

Ucker: Do que vc tá falando?(indagou completamente confuso, e procurando anexa ralgo coerente ao barulhos dos quais estava por escutar)Quem tá ai com vc?

Alexandra: Olha(pausou por alguns ágeis segundos, procurando as melhores palavras para serem usadas) A Blanca, se lembra do que conversamos semana passada?(não esperou qualquer resposta que seje)

Ucker: E vc pretende fazer o que em relação a isso?(indagou fechando os olhos para que pudesse buscar melhor o ar que já lhe faltava ao ser informado da noticia)

Alexandra: Eu não pretendo nada, vc é quem era o “namoradinho” dela, néh!? Então que se encarregue de avisa-la, ou melhor a traga até mim.(ordenou certeiramente)

Ucker: Tudo bem, acho que posso conseguir isso.(se sentou sobre a cama se auto convencendo sobre a frase dita)

Alexandra: Os aguardo ansiosamente. Beijo filho.

Fim de ligação

Christopher em um ato desordenado, abre a porta da pequena cômoda que acomodava uma pequena quantidade de peças de roupas, provavelmente pertencentes a Dulce e as “joga” dentro de uma pequena maleta roxa jogada na lateral do quarto.

Dul: Ei o que vc tá fazendo?(indagou marchando para maior proximidade do mesmo)

Ucker: Nós vamos embora.(Decretou não retendo sua atenção a ruiva)

Dul: Embora?! Por que?(franziu o cenho confusa)

Ucker: Não me questione e m ajude a colocando suas roupas dentro da maleta.(impulsionou uma leve implicância)

Belinda: o que tá acontecendo?(indagou prestativa)

Ucker: Bom, eu e a Dulce vamos embora, se vc quiser vir junto conosco Belinda eu a deixo em casa.(ainda mantinha seu ato de colocar as roupas de Dulce dentro da maleta, enquanto a mesma percorreu até o armário retirando alguns pares de sapatos pertencentes a mesma.

Belinda: Ér..ér.. eu sou vou buscar minhas coisas(apontou a porta se retirando na sequencia)

May: Por que vcs vão embora?(questionou se sentando na cama ao lado de Anahi que vidravam seus olhares as ações ágeis do casal de “irmãos”)

Ucker: (a olhou torto) Sem perguntas, ok?!(advertiu)

May: Então eu vou junto.(deu de ombros disposto a descobrir o que se passava)

Ucker: Fique a vontade(fechando o eixo da maleta)

Any: Eu ..eu tenho de esperar o Alfonso e o carlos.(permaneceu estática)

Poncho: Se esse é o problemas acabamos de chegar(Adentrou o quarto acompanhado por Marcos)Epa! O que aconteceu? Que Revolução é essa no quarto?(franziu o cenho)

Chris: O que tudo indica nosso casal “fofura” vai embora.(apontou os mesmos)

Poncho: Por que?(indagou mirando Anahi) E a proposito tudo deu certo.(concluiu satisfeito)

Marcos: Graças ao Alfonso.(jogou sua sobrancelhas em um vai e vem apontando Alfonso como “culpado”)

Dul: Quer saber(jogou sua bolsa destrambelhadamente ao chão) Eu não vou sair daqui, até que me conte o que tá acontecendo?(se aproximou do mesmo, sentindo nitidamente a respiração acelerada do mesmo)

Desespero. A única palavra que descrevia Dulce naquele momento, a angustia era parcialmente inevitável, não estava preparada para noticias ruins, mesmo sabendo que pelo semblante do mesmo nada bom estava por vir.

Ucker: Quer mesmo saber?(indagou intolerante)

Dul: Quero(revidou)

Ucker: Sua mãe está em uma cama de hospital, regada a médicos e sedativos.(disse por fim se arrependendo logo em seguida pela entonação da pronúncia)

Dulce sentiu seus olhos arderem, se esquivou dois passos, para que deixasse livremente a passagem de Christopher. Sua mãe. Aquela da qual conhecera influentemente estava vegetando em uma cama de hospital? Era dolorosa a verdade, era rigorosa.. era verdadeira.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.