Minha Irmã Adotivavondy
116 Capítulo 116
Dul: Não.(disse contra a própria vontade, regularizando sua respiração) A gente não pode e nem deve fazer isso.(concluiu enquanto mordia seus lábios inferiores)
Ucker: É, vc tá certa.(concordou nervoso)
Christopher nervoso perante a um momento daquele?Realmente Dulce era uma milagrosa.
Dul: Melhor eu ir, néh?!(Apontou a porta bobamente , girando seu pé sobre a sandália de dedo que estava por usar)
Uma última olhada pra trás, para se despedir de Christopher e se retirar do quarto, Dulce concluiu em seus pensamentos, o concretizando. Aqueles olhos..aquele boca..Óh Céus! Era tentação demais para Dulce, os olhos dele jorravam desejo... Ambos demonstravam que não queriam, não suportariam e não se perdoariam se não fizesse aquilo agora. Era a hora das bocas se perderem novamente, naquela sensação, naquele propósito, só que nesse momento com voracidade, com ganancia. Christopher então deslizou suas mãos por toda a silhueta definida de Dulce, já sabendo que aquele ato fora totalmente de aceitação ,a ruiva por sua vez sentira os beijos descendo ao seu pescoço, aquele beijo quente..Não tinha como não sentir prazer a cada toque, aquele era o momento de simplesmente se entregar à “tentação”, ou se impor, se ultrapassasse aquela linha, Christopher poderia não ter mais auto controle. E Dulce lá queria que o mesmo tivesse auto controle?! Esquecerá totalmente a rivalidade que existiam entre eles, a irmandade, Victor, Alexandra. Exatamente tudo. A única coisa que era priorizada era a existência de ambos e o momento desfrutado. Christopher se equilibrava entre beijar Dulce nos lábios e desabotoar a camisa da escola da mesma, a deixando apenas de sutiã , enquanto a saia , junto a sua calcinha a própria ruiva se encarregava de descer o zíper inferior, e em um pequeno movimento Christopher desprendera o feixe do sutiã deixando os belos e volumosos seios de Dulce a mostra, enquanto se maravilhava com tal “paisagem” retirava bruscamente sua camisa, e deliciara com abocamentos naquela região, provocando em Dulce um sensação inexplicável, segurando para si mesmo um gemido que ameaça soar, sabendo que Vera estava em casa. E como em resposta ao ato de Christopher Dulce, se prontificou a se livrar da calça do mesmo, cobiçando maior prazer, que fora rapidamente correspondida pelo mesmo, e era a vez de Dulce provocar alguma sensação naquele corpo masculino disposto a si, uma mordida na orelha. Óh Sim! Como aquela baixinha sabia o ponto fraco de Christopher, em ação de Dulce o corpo do mesmo se arrepiou, provocando um frio no estomago inestimável.
Ucker: Vc é linda.(se pronunciou a olhando no olhos, enquanto se prepara com uma camisinha na mão)Maravilhosa.(dizia subitamente) E minha.
A penetrou imediatamente logo após dizer aquelas palavras, começando aquele incessante movimento frenético, onde Christopher a principio soltara um abafado gemido, se recuperando logo em seguida, enquanto Dulce não ofuscava seu prazer gemendo o nome de Christopher , mesmo que baixo. Não bastara alguns rápidos minutos para que ambos alcance o ápice e se deitasse suados sobre a cama e em um pesado silencio.
Qual palavras seriam usadas depois de fazer amor? Pergunta errada.. Qual palavras seria usadas depois de fazer amor com sua irmã adotiva?
Dulce se levantou com um semblante confuso a lhe cobrir, levando consigo o lençol que lhe envolvia, parecia envergonhada.Não.Não poderia estar envergonhada com aquele momento, não Dulce Maria. E Christopher teria de admitir, mesmo que frustrado que Dulce nem ao menos era “pura” para que pudesse se envergonhar.
Ucker: Que foi?(resolveu se pronunciar quebrando o silencio)
Dul: Christopher isso não poderia ter acontecido.(disse enquanto colocava sua saia) Não podia.(concluiu nervosa)
Ucker: Mas aconteceu Dulce.(um sorriso satisfeito se fez nos lábios de Christopher)
Dul: O sexo, é aa demonstração de amor entre duas pessoas. Amor, sabe?! Sabe o que é isso?(disse perplexa)
Ucker: Sei Dulce.(procurou se manter séria, coisa que não estava sendo tarefa fácil)
Dul: Christopher nós não podíamos ter feito isso.(por algum motivo Dulce se sentia falsa)
Ucker: Dulce aconteceu.(sorriu se levantando e indo ao seu encontro) E foi lindo.(acariciou a sedosa face da ruiva) E quem disse que não há amor?(disse ao embalo do momento)
Dul: Há?(franziu o cenho surpresa, pela frase dita por Christopher)
Será que ele poderia est..Não.Dulce concluiu em seus pensamentos enquanto aguardava uma resposta vinda do mesmo.
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