Notas iniciais
Quero agradecer novamente a todos os reviews, não está dando pra me responder todos um a um, mas eu leio sim, leio muitas e muitas vezes, para vocês terem idéia eu entro no Nyah três vezes a cada hora, em cada vez eu leio reviews de uma fic diferente, então quando tenho tempo de ficar no PC escrevendo eu sempre dou uma pausa da escrita e vou ler reviews, isso me motiva, faz eu ter mais animo pra continuar escrevendo para vocês, então muitoo obrigado, vocês são meu combustível, não parem de mandar seus reviews, por favor! Obrigado a vocês que mandaram reviews: Luuke. gabrielmotte, hebi_chaos, doder, bereSAN, palladino, Di-Kun, lucasluc, perseus, kyra, joss20, soren, FAILED, guilherme_sama, junior-kun, rodneysao, Rafy_Chan, lyssiabr, David kun, Idelvando, figueiril, yurichan, NJZ, gui_lion e andrehyuuga Agora consegui um tempinho, então vou começar a responder os reviews denovo, a partir do proximo capitulo ^^ Boa leitura! Capitulo sem revisão, fic sem revisor, alguém se candidata?

Capitulo 04:

Cada centímetro do meu corpo doía como se eu tivesse levado uma surra, meu coração ainda chorava assim como eu mesmo, meu filho depois de muito custo finalmente dormiu, iríamos partir assim que o dia amanhecesse, na realidade tínhamos que partir o quanto antes, mas simplesmente não podia abandonar meu amor assim, tinha que enterrá-la de maneira apropriada, e confesso que esse foi o pior momento da minha vida, senti como se estivesse enterrando parte de mim junto com ela.

Saí da minha tenda deixando o Lee velando o sono do meu filho, sim Lee era padrinho dele e simplesmente não saia de perto do pequeno Jiraiya, caminhava pelo o acampamento de cabeça baixa, mesmo sendo tarde da noite tudo estava muito movimentado, os aldeões estavam começando a arrumar suas coisas, eles não pareciam mais tristes, eles estavam se acostumando com a vida de nômade.

Caminhei até a barreira que eu tinha feito, olhava a onde tudo tinha acontecido, sentia dois vazios imensos dentro de mim, um era a Ino, ela estava me fazendo uma imensa falta, o outro vazio era quase surpreendente, eu estava me sentindo completamente só sem a Kyuubi, e estava completamente preocupado com ela. Ficava olhando o horizonte perdido em pensamentos, foi nesse momento que vi uma luz vermelha, senti meu coração acelerar com força, uma garota se aproximava e eu já tinha visto antes, em um sonho, ela estava completamente nua, e era extremamente linda, devia ser um ou dois centímetros mais baixa que eu, seus cabelos não era desse mundo, um vermelho intenso que parecia brilhar, iluminando seus passos nessa noite escura, eles pareciam estranhamente em chamas e eram extremamente cumpridos ficando abaixo da cintura, seu corpo era a junção de tudo de bonito do mundo, seios fartos e no lugar, mesmo de longe eu podia ver que eram macios e durinhos, sua cintura vinha bem fininha até chegar ao seu quadril, que eram largo e bem desenhado, sua bunda redondinha do tamanho perfeito para aquele corpo, bem proporcionou, isso significava que era grande.

Ela veio se aproximando devagar, não caminhava, parecia voar de tamanha leveza que andava, ela se aproximou até ficar frente a frente comigo, eu devia está com a face corada, devia ser pelo o fato dela está completamente pelada, não havia nada tampando suas partes intima, ela sorrio para mim, um belo sorriso, e seus olhos de um vermelho vivo assustador me encarou, nesse momento eu já sabia quem era ela.

“Kyuubi?” perguntei.

Ela sorria colocando a mão na barreira, como se quisesse encostar-se a mim, ergui minha mão colocando em cima da mão dela, a barreira impedia de nossas peles se tocarem.

“Eu voltei” ela falou, era realmente minha Kyuubi pois era aquela mesma voz que vivia dentro de mim.

“Seja bem vinda de volta” eu falei abrindo o meu mais largo sorriso, notei que isso a fez corar.

“Vai me deixar entrar ou não?” ela perguntava ficando com um tom de voz irritado e já desviava o olhar.

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Acordei sentindo alguém mim observando, não era só uma pessoa, eram duas pessoas, sorri ao ver meu filho sentadinho em seu berço olhando diretamente para mim, já Kyuubi estava sentada na cama, sem tirar os olhos de mim, ela nem podia imaginar como estava sexy vestida só com uma camisa minha, ok era estranho eu ter esses pensamentos estando de luto, mas era impossível não reparar nela, para mim era perfeita, só que algo me incomodava um pouco, seu rosto era parecido demais com minha mãe.

“Por que você se parecesse com minha mãe?” perguntei me sentando na cama.

“Minha forma humana é modificável, eu antes de agora já havia usado ela uma única vez, garanto que não é essa mesma forma que uso hoje” ela dizia “Kushina, eu a respeitei, por isso a face de minha nova forma humana se parece tanto com ela, agora o corpo é parecido com a da Uzumaki Mito”

“Nossa, Mito era muito...” parei de falar no momento que percebi que iria falar besteira.

Levantei-me e fui até o berço pegando meu filhotinho no colo, ele parecia bem animado com isso, voltei para a cama o colocando lá, ele pareceu se interessar pela a Kyuubi, ele engatinhou na cama até chegar perto dela, ela lançou um olhar de indiferença para ele e em seguida deu uma mecha de seu cabelo para ele, meu filho sorrio alto e começou a brincar com o cumprido cabelo dela.

“Não sei mais pra onde ir” falei com sinceridade “No país do fogo não podemos ficar”

“Por que não vai para a terra de seus ancestrais?” Kyuubi perguntava.

“Se eu pelo menos soubesse a onde fica” falei suspirando.

“Quando estava dentro da Mito e da Kushina eu já estive lá varias vezes” ela dizia “Sei o caminho, posso te guiar”

“Você ta falando serio?” perguntei.

“Quer ou não quer?” ela emburrava.

“Ficaria em divida com você” falei com um sorriso nos lábios.

“Um dia eu irei cobrar” ela respondeu.

Sorria sem responder o que ela dizia, peguei uma espécie de bolsa que uma artesã da aldeia fez para mim, eu chamava de ‘carrega bebê’ e o Ji-chan adorava ficar nela, colocava meu filhotinho na bolsa em seguida colocava a bolsa nas costas deixando ele com as perninhas balanço de um lado pro outro, ele segurava com as duas mãozinhas em meu cabelo, ficava puxando como seu eu fosse seu cavalinho, depois disso juntei minhas coisas e as coisas do Ji-chan em uma mochila, já estava me preparando para sair da tenda quando uma linda garota entrou.

“Naruto-sama” ela dizia se curvando, ela parecia está com muitas roupas em seus braços.

“Sim” falei.

“As roupas que o senhor pediu” ela dizia me entregando as roupas.

“Grato Yui-chan” falei sorrindo.

Ela ficou toda corada e em seguida saiu da tenda, no momento que eu percebi que estava segurando além de roupas normais, calcinha e sutiã, eu também fiquei completamente corado, vermelho igual tomate, coloquei a roupa em cima da cama.

“Se vista” falei vermelho “Te espero lá fora”

Kyuubi pegou o sutiã erguendo ele bem alto, meu rosto ficou ainda mais vermelho.

“Não sei se vai servir” ela falou com um tom inocente.

“Experimenta” falei já saindo da tenda.

No momento que sai lá fora eu percebi que o acampamento já não existia mais, faltava só minha tenda para ser desmontada, os carros de bois e carroças puxadas a cavalo já estavam pronta para sair, Lee, Sai e o Capitão Yamoto já estavam terminando a estrada que iria nós tirar daquela clareira e nos levar a uma estrada qualquer na margem da floresta, pois seria impossível passar com as carroças e com os carros de bois por uma vegetação fechada.

“Dá....Dá...Humm” Ji-chan falava com aquela vozinha linda dele.

“O que foi?” perguntei “Quer ir visitar a mamãe antes da gente ir?”

“Dá...dá...dá” ele dizia com firmeza, já puxando meu cabelo, eu entendi como um sim.

Caminhei até as margens do lago, uma grande arvore de Sakura se destacava ali, as flores deixando o chão com uma cor rosa lindo, eu enterrei minha esposa ali, tinha feito uma escrita na arvore, usei meu chakra para ela nunca se apagar.

Aqui Jaz a melhor mulher desse mundo, esposa amorosa e leal. Uma mãe incrível e gentil, nunca iremos nós esquecer de você Uzumaki Ino.

Senti um puxão em meu cabelo e um soluço choroso do meu filho, eu estava me sentindo como ele, isso aqui era uma despedida, estava me despedindo do meu amor, da minha esposa, da minha do meu filho, e eu não iria esquecer dela nunca, meu amor nunca iria desaparecer, ela viverá para sempre dentro do meu coração, senti meus olhos se encherem de lagrimas e não segurei o choro, que invadiu meu ser.

Chorei em seu tumulo por alguns minutos, na realidade choramos, pois Ji-chan chorou junto comigo, ele puxava meu cabelo, um jeito de dizer que estava comigo. Depois de nós despedimos da minha Ino, voltamos para o acampamento, minha tenda já havia sido desmontada e Kyuubi já me esperava, ela estava linda vestida com um belo vestido vermelho curtinho que a deixava ainda mais linda, ela estava com os braços cruzados e me encarava sem tirar os olhos de mim.

“Então nós guia Kyuubi-sama” falei sorrindo em tom de brincadeira.

“Não me chame assim” ela dizia em um tom irritado, depois ficava super corada “Pode ser só Kyuubi mesmo, ealgumdiapoderiamechamardechan” a ultima parte ela falou tão rápido que eu simplesmente não consegui entender.

“O que disse por ultimo? Não entendi” perguntei.

Ela ficou super corada “Por que você não cala a boca” ela dizia em um tom irritado já fechando a cara.

“Ok...ok só me diga pra que lado devemos ir” falei.

“Leste” ela dizia “Vamos viajar pela a costa até chegar ao País do Redemoinho”

Sorri para ela, um segundo depois Capitão Yamoto, Lee e Sai se juntou a nós, lancei um ultimo lugar para aquela clareira que realmente pareceu meu lar, olhei para o lago e para a arvore a onde a minha esposa estava enterrada, senti um aperto no coração.

“Vamos embora” falei.

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O clima não era agradável, estava mais frio que o normal, o som do vento cortante fazia meu corpo se arrepiar, o som da chuva era quase que ensurdecedor, os relâmpagos iluminava aquela noite fazendo tudo virar dia por questões de segundos. Meu coração estava parecido com o clima, ele estava frio e os únicos momentos de luz que eu tinha eram quando meu filho sorria para mim, eu só não desmontei por causa dele, por causa dos meus amigos e pela a responsabilidade que eu peguei quando disse que iria levar essas pessoas para um lugar seguro, então por fora eu tentava parecer forte, enquanto por dentro meu coração chorava sangue.

Estávamos chegando à fronteira do país dos campos de arroz, já fazia mais dois meses que estávamos viajando, nosso ritmo era muito lento por isso a viajem estava sendo tão demorada, tínhamos saído do país do Fogo há algumas semanas e viajávamos pela a costa desse país meio abandonado, a costa era a onde havia poucas cidades, o antigo ancião da aldeia da chama me contou que a baia dos ventos é dominada por sete clãs de piratas, por isso todas as aldeias e cidades das costas simplesmente deixaram de existir indo para o mais longe possível da costa. Confesso que em dias de sol eu pude ver grandes e poderosos navios com velas negras, e para a sorte deles, eles não se importaram com o meu grupo.

“Naruto” Kyuubi dizia se aproximando de mim, estava bem difícil me acostumar com essa aparência incrivelmente linda dela. “A estrada está ficando barrenta, as carroças podem atolar”

“Vamos sair da estrada e acampar na praia mesmo” falei para ela.

“Você não me dá ordens” ela dizia se virando, já saindo pisando fundo.

“Farei o que você ordenou” Lee dizia sorrindo.

Ele sabia que a Kyuubi era a pessoa mais imprevisível do mundo, ao mesmo tempo em que ela estava de boa ela já estava irritada com algo. E sempre que ela se irritava eu me sentia mal, eu tinha que ir ver os motivos de sua irritação e ficar de boa com ela. Então lá fui eu igual um baka atrás da ruiva de cabelos escarlates, a encontrei já na praia, sentada bem próxima do mar, aproximei dela me sentando ao ser lado.

“O que foi?” perguntei.

“Quero matar!” ela dizia emburrada, como se matar fosse a coisa mais simples do mundo.

“Já não conversamos sobre isso?” falei.

“O que posso fazer? É instinto” ela dizia bem simplista “E tem essas garotas, elas fazem eu desejar matar ardentemente”

“Por quê? o que elas fazem?” perguntei.

“Ficam de olho no que me pertence” ela dizia em um tom irritado “Ninguém olha o que é meu, e muito menos deseja”

Em seguida ela nem esperou eu perguntar o que exatamente pertencia a ela, pois ela se levantou e já foi andando em direção ao acampamento que estava começando a ser erguido, eu me levantei e fui correndo atrás dela.

“Jiraiya acordou” ela falou indo em direção a um dos carros de bois.

Sim, por incrível que pareça ela estava se dando bem como meu filho, meu bebezinho adorava ela, praticamente o adotou como segunda mãe, já a Kyuubi não demonstrava carinho e nunca sorria para ele, mas cuidava dele o tempo todo, dava mamadeira e deixava ele dormir brincando com uma mecha de seu cabelo, e podia não demonstrar carinho mais demonstrava preocupação.

Observei ela o pegar no colo, usava um pedaço de pano para o proteger da chuva, em seguida ia até a nossa tenda, que sempre era a primeira a ser montado, sim eu e ela ficávamos na mesma tenda, ela não aceitava dormir em outro lugar que nosso fosse a onde eu estava, sempre dizia que dentro de mim ainda tinha ela e que agora dentro dela tinha algo de mim, e isso impedia a gente de ficar longe um do outro, não acreditei muito na historia dela, pois quando pedi maiores explicações ela mandou eu calar a boca.

“Querem que eu fique de vigia essa noite?” perguntei para meus amigos shinobis.

“Não” Lee dizia sorrindo “Vai dormir chefe, deixa que essa noite eu fico de vigia com minha ardente chama da juventude acessa me aquecendo”

“Obrigado Lee” falei realmente agradecido, eu estava muito cansado.

Depois desse curto dialogo eu fui até minha tenda, notei que ela estava meio que cheia, capitão Yamato tinha acabado de criar uma grande cama de casal e duas garotas estavam arrumando a cama, como fazia uma noite fria elas colocaram uma grossa coberta na cama, já a Kyuubi estava terminando de vestir um agasalho no Ji-chan, já ele parecia meio sonolento, ele sempre ficava assim quando brincava com a mecha brilhante dos cabelos da minha Kyuubi.

“Boa noite Naruto-sama” as duas garotas falaram juntas antes de sair da tenda.

“Boa noite Naruto” Capitão Yamato falou.

“Boa noite” falei sorridente.

Boa noite” Kyuubi dizia baixinho pegando eu e o capitão de surpresa.

Ele ficou meio que sem reação, quando recuperou o sentindo falou um pouco mais alto que pretendia dizer. “Boa noite Kyuubi” em seguida saiu quase que correndo da tenda.

Fiquei observando a Kyuubi colocar meu filho no berço, depois que ela fez isso se virou e olhou para mim, eu devia está com uma expressão diferente no rosto, pois era corou de imediato.

“O que foi?” ela perguntou desviando o olhar e cruzando os braços.

“Você...cada dia que passa parece mais humana” falei, ela voltou a me encarar.

“O que pensas que eu sou humano?” ela dizia irritada “Sou um ser perfeito, eu posso me tornar o que eu quiser ser, eu posso ser uma ótima humana para você”

“Para mim?” perguntei.

Nesse momento ela ficou vermelha igual tomate e se virou impedindo de eu observar sua bela face, que era idêntica a da minha mãe, só seus olhos eram diferentes. Notei que ela não iria falar mais nada, então decidi tirar a roupa molhada, no momento que fiquei só de cueca ela se virou e olhou para mim, seus olhos brilhavam, fiquei meio que corado com aquele olhar, fui até minha mochila que estava no canto da tenda e peguei roupas secas.

“Pega uma camisa para mim?” ela dizia.

Peguei uma blusa branca cavada que eu tinha e entreguei para ela, depois me virei para me vestir, depois de vestido eu me virei novamente para olhar a Kyuubi, e senti meu corpo esquentar de imediato, ela ainda estava se despindo, na realidade estava na ultima peça de roupa, ela estava de costas para mim meio abaixada tirando a calcinha, sua bunda estava empinadinha e parte do seu sexo já a mostra, queria me virar e não ficar espiando ela, mas não tinha poder sobre mim, não conseguia me virar, queria apenas ficar olhando para ela, devorando-a com meus olhos, ela tirou a calcinha a deixando no chão mesmo, depois se virou para mim, completamente nua, seus belos seios a mostra, os biquinhos estavam durinhos curvados para cima, devia ser por causa do frio, ela me lançou um olhar intenso, parecia ser cheio de desejo, nesse momento eu percebi que estava realmente excitado.

“Por que me olhas assim?” ela perguntava.

“Por você é linda demais” respondi meio que sem sentir.

“Só por isso?” ela perguntou. “Você me deseja? Me quer?”

“Kyuubi...” falei me aproximando dela.

“Coloca-se em seu lugar humano” ela dizia em um tom irritado.

Sua face estava completamente vermelha, depois ela pegou minha blusa e vestiu já indo para a cama, ela se deitou e cobriu seu corpo com o cobertor, eu fiquei paralisado igual um idiota, ainda tentando entender o que dia acontecido.

***

POV Kyuubi:

Por que eu falei aquilo? Por quê? Eu estava me esforçando para ser mais humana, para ele me ver como uma possível companheira para substituir aquela loira, que eu passei a admirar por ter se sacrificado por ele, eu estava conseguindo, ele já me olhava de um jeito diferente, e hoje ele me olhou com desejo, eu escutei o coração de acelerar, eu senti a temperatura do seu corpo aumentar, eu estava a poucos passos de finalmente ter isso na realidade, quantas vezes eu invadi seus sonhos disfarçada daquela testuda para tê-lo, quantas vezes eu senti aquela sensação perfeita somente em sonhos, agora eu poderia tê-lo na realidade, sem me disfarçar de ninguém, e eu queria, queria me entregar, sentir seus beijos pelo o meu corpo, senti as mãos dele serem atrevidas, queria gemer em seu ouvido no momento que nos tornássemos um, mas meu orgulho falou por mim, orgulho e medo, me deu um branco, quando percebi eu já tinha falado aquela idiotice.

Estava deitada na cama, sentia meu corpo mais quente que o normal, meu coração disparado ainda, queria poder voltar atrás, mas não tinha coragem de falar mais nada, eu cobri meu corpo e fiquei ali apenas esperando ele se deitar, eu não sentia frio, mas sabia que ele sentia e não queria esse pedaço de pano entre nós, no momento que ele se deitou eu senti meu coração acelerar um pouco mais, eu amaldiçoei aquele tão de Yamato mil vezes por ter feito uma cama tão grande, e deitou longe de mim, e isso fez eu me amaldiçoar por ter falado aquele idiotice. Nesse momento eu lembrei de uma lembrança que não me pertencia, Kushina tinha brigado com seu namorado, eles estavam deitados assim, separados, também fazia frio e ela queria fazer as pazes logo, então ela falou que estava com frio e pediu para ele a abraçar-la, deu certo para ela, ele a abraçou e os dois dormiram abraçados, no outro dia estava tudo legal entre eles.

“Estou com frio” tentei falar em um tom amigável, eu me sentia perdida, nunca tinha me apaixonado antes, então era tudo novidade para mim. “Me...me..abra....” gaguejei sem parar, era impossível eu pedir isso para ele.

Já estava desistindo quando senti seus braços envolver meu corpo, senti seu corpo se colar ao meu, senti sua respiração quente em minha nuca, ele colocou uma perna entre as minhas pernas e eu senti aquela área se aquecer, ele me apertou em seus braços e eu me senti completamente aquecida, mesmo sem nunca ter sentindo frio.

“Está bom assim?” ele perguntou.

“Perfeito!” respondi.

“Desculpa por agora a pouco...eu tipo que me deixei levar, você é minha companheira, não minha mulher, a minha mulher morreu” ele falou, era como se ele estivesse espetado meu coração dezenas de vezes.

“Não precisa se desculpar” falei baixinho “Não seja baka, tenta me entender, isso tudo é novo para mim” engoli em seco, não podia acreditar que estava preste a falar isso, tomei coragem e falei. “As vezes eu falo não querendo dizer sim, entendeu?”

Silencio, ele não me respondeu, apenas me abraçou mais apertado fazendo eu soltar um leve gemidinho, pois aquela perna dele pressionou muito aquele lugar, fiquei mega corada por ter saído aquele som de minha boca.

“Acho que entendo” ele falou “Boa noite Kyuubi-chan”

Um segundo depois ele já estava dormindo, e eu tive a certeza absoluta que ele não entendeu o que eu quis dizer, pois se tivesse entendido ele não estaria dormindo agora, bufei irritada e tentei controlar minha raiva, se ele era idiota demais para entender e não fazer pessoalmente, eu iria invadir seu sonho e mostrar o que eu realmente desejava, demorei três segundos, esse foi o tempo que precisei para começar a fazer amor em sonho com ele, pois descobri que humanos não se acasala, fazem amor.

***

POV Naruto

Ontem coisas estranhas aconteceram, eu por um momento realmente desejei ter algo com a Kyuubi, ele simplesmente me deu um fora colossal, e depois na cama falou algo que eu não entendi muito bem mais finge que entendi, tipo ela é uma pessoa bem complicada, como assim diz não querendo dizer sim? Então no vim ela estava com frio e dormimos abraçados, eu tive um sonho extremamente pervertido e acordei de pau duro, e pior, estava abraçado com a Kyuubi, ela com certeza sentia meu amiguinho todo animadinho.

Para disfarçar eu levantei em um pulo, notei que o sonho tinha feito um estrago maior, ejaculação noturna, em outras palavras eu melei a cueca, como a cueca estava colada a bunda da Kyuubi ela deve ter sentindo ou até sujado ela, juntando tudo, ela devia está completamente revoltada comigo, querendo me matar.

“Naruto!” ela dizia baixinho “Volta pra cama, ta cedo e frio”

“Eh ... bem” comecei a gaguejar “Vou tomar um banho de mar e depois vou ver se tá tudo ok”

Ela puxou o coberto mostrando aquele corpo escultural que ela tinha, ela estava deitada de lado e ficou com as pernas entre abertas, o fato de não estar usando calcinha fez eu ficar ainda mais excitado e fleches do meu sonho aparecia em minha mente.

“Por que você é tão baka em relação a algumas coisas?” ela perguntava em um tom irritado.

“Que coisas?” perguntei.

“Nada...esquece...morra” ela dizia em tom irritado, em seguida se virava.

Peguei um par de roupas e uma toalha e sai da tenda, minha cabeça estava a mil por hora, eu realmente tinha entendido, ela estava gostando da proximidade que estava se formando entre nós, tanto que ela percebeu meu estado e queria que eu voltasse pra cama, no fim minha ficha caiu sobre o que ela falou ontem, ela realmente queria passar a noite comigo, não só dormindo, ela queria sexo. Ter descoberto essas coisas fez eu me sentir estranho, eu sabia que muitas das mulheres da aldeia estavam afim de mim, principalmente aquelas que eu fiquei na festa do fogo, mas a Kyuubi era diferente, ela não era humana, viveu em mim desde que eu me entendo por gente, o que eu sentia por ela também era diferente, era um sentimento de companheirismo imenso, ela era minha companheira, minha cúmplice e minha melhor amiga, quando tive pensamos pervertidos com ela, foi pelo o momento, sou homem e ela é perfeita, mas parando para pensar, seria muito estranho se a gente transasse, iria perder os sentimentos que tenho por ela hoje, e eu simplesmente não sabia o por que dela querer isso, a Kyuubi era imprevisível, eu simplesmente não podia acreditar que ela quer transar comigo por que está apaixonada por mim, talvez ela queira saber como é, e me escolheu por eu ser a pessoa mais próxima dela. Era muitas duvidas, e eu não tinha resposta pra nada, só sabia que não podia simplesmente me jogar de cabeça a essa loucura, talvez por que Ino ainda vive dentro de mim, não sei se conseguiria ir até o final com a Kyuubi, eu poderia não dá conta, poderia lembrar da Ino e simplesmente brochar, imagine eu brochar na primeira experiência sexual de um demônio de chakra? Eu com certeza estaria morto.

Parei de pensar bobagem quando entrei na água gelada do mar, senti aquela água me acordar de verdade, tudo que eu pensei era só suposição, minha mente podia tá criando isso, pelo o fato de eu estar me sentindo solitário, Kyuubi tem se esforçado para ser uma boa pessoa, coisa que eu nunca esperei dela, o seu ódio por tudo e por todos estava desaparecendo, ou sendo substituído por outro sentimento, a única coisa que eu tinha certeza era que eu realmente gostava dela, gostava de tê-la junto de mim, de vê-la cuidando do Ji-chan ou de dormir abraçado com ela, Kyuubi não era a substituta da Ino, ela era uma pessoa totalmente diferente, um ser totalmente diferente.

Sai do mar ainda em meio aos meus pensamentos, não sabia direito o que sentia pela a Kyuubi, mas sabia que teria que resistir a essa tentação, pelo menos durante um tempo, depois iria pensar direito a respeito. Estava me enxugando quando senti a presença de alguém, me virei e encontrei uma Yui seminua completamente linda e com um olhar extremamente tarado.

“Naruto-sama, que felicidade pensar em tomar banho na mesma hora que você, é o destino” ela dizia se aproximando de mim “Sei que sofres, me use como quiser, não exigirei nada, apenas me use para lhe satisfazer, deixe-me ser sua serva de cama, todo rei precisa de uma”

“Yui, com todo respeito! Você é incrivelmente linda e tudo mais” falei dando um passo para trás “Mas eu recuso”

“Eu insisto” ela dizia tirando o pouco que vestia “Por favor, Naruto-sama, sonho todas as noites com você”

“Entenda vadia” escutei a voz da Kyuubi, ela estava irada “Primeiro ele não a quer e segundo não tente encostar no que me pertence”

Foi nesse momento que tudo aconteceu em uma velocidade assombrosa, garras feita de chakra surgiu do corpo da Kyuubi, essas garras cortaram o corpo da Yui em dois fazendo o sangue voar pelo o ar com muita pressão.

“Kyuubi o que você fez?” perguntei horrorizado.

“Não sou uma humana” ela falou com os olhos em chamas “Pode me chamar de monstro e me odiar, esse será o primeiro passo para eu tentar destruir esse maldito sentimento que só me trouxe dor e sofrimento” lagrimas escorriam dos seus olhos.

Não sabia o que fazer, só sabia que eu me sentia péssimo, não queria que a Kyuubi chorasse, eu não podia vê-la chorar, nesse momento eu tipo percebi que o que sentia por ela era mais forte do que pensei, eu repudiava seu ato impensado, mas não podia chamá-la de monstro e muito menos a odiar.

“Impossível eu te odiar” falei me aproximando dela, limpava as lagrimas dos seus olhos “Impossível eu te chamar de monstro” suspirei “Mas sua atitude impensada foi horrível, não se pode sair matando as pessoas por mero prazer ou por ciúmes, o que iremos falar para a família da Yui?”

“Esse lixo não tem família aqui” Kyuubi dizia ainda com raiva.

“Mas poderia ter” falei em um tom severo “Ela poderia se apaixonar por outra, ter filhos, netos”

“Te imploro que não faça mais isso” falei olhando nos fundos dos olhos dela “Não a perdoarei se matar novamente por esses motivos”

Ela deu um passo para trás, seu corpo inteiro estremeceu, seus olhos voltaram a ficar cheios de lágrimas, ela usou suas mãos para tentar limpar as lagrimas antes que ela realmente escorresse por sua bela face que era uma copia ainda mais melhorada do rosto da minha mãe.

“Prometo que nunca mais isso ira acontecer” ela dizia em tom choroso “Juro pelo meu nome, só não me odeie”

Era incrivelmente como ela era bipolar, como ela era super difícil de entender, ao mesmo tempo em que dizia algo já voltava atrás dizendo outra coisa, ao mesmo tempo em que cuidava de um bebê com muito zelo ela já matava a sangue frio uma garota e ainda chamava a pessoa morta de lixo, ela era simplesmente impossível de se lidar ou entender, o ser mais perigoso do mundo, tinha o poder para destruir tudo em sua frente, era completamente instável e terrivelmente perigosa, mesmo assim eu a queria perto de mim, queria está em sua presença, queria abraçá-la como fiz essa noite, e tinha certeza que apenas eu, alguém que cresceu sendo chamado de monstro, poderia aceitar e entender Kyuubi, do jeito incrivelmente complicado que ela era.

“O que aconteceu?” Sai dizia se aproximando junto com o capitão Yamato.

“Um acidente” falei em um tom triste “Enterre o corpo”

“Hai” falou Sai.

“O que falaremos para os aldeões?” capitão Yamato perguntou, ele também sabia que não poderíamos contar a verdade, eles iriam ficar muito assustados com a Kyuubi.

“Yui desapareceu, não sabemos a onde ela foi, apenas deixou uma carta dizendo que iria correr atrás do seu amor” Kyuubi dizia calmamente “Foi a primeira e ultima vez que isso acontece” em seguida e saiu andando para o acampamento.

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Passou dois dias desde aquela manhã terrível, Kyuubi estava completamente distante, eu sabia que ela não senti um pingo de remorso ou culpa, ela simplesmente não queria ninguém por perto, ela passava a maior parte do tempo sozinha, e eu simplesmente não entendia o que se passava em sua mente.

“Logo à frente” ela dizia se aproximando de mim, seu tom era triste.

“O que foi Kyuubi?” perguntei.

“Sentimentos, que estou na forma humana tenho alguns sentimentos que pertencia a Mito e Kushina, lembranças” ela dizia em um tom baixo “As duas lamentavam demais a destruição do seu país, de sua vila, à medida que eu me aproximo os sentimentos dela ficam mais fortes, isso é uma droga”

Ok confesso que não era o certo, mas eu soltei um longo e aliviado suspiro, pensei que ela talvez estaria com raiva de mim ou alguma coisa parecida, por um momento senti medo, medo dela abandonar sua forma humana e voltar a ser aquela raposa sanguinária, não podia nem imaginar tê-la como minha inimiga.

“Pelo menos não está com raiva de mim” falei sem sentir.

“Eu também estou com raiva” ela dizia “Me pergunto quando vai parar de ignorar e assumir suas responsabilidades”

“Do que você está falando?” perguntei.

“Calado!” ela dizia irritada.

Foi nesse momento que eu vi pela a primeira vez, era a coisa mais grandiosa do mundo e mais espetacular, um paredão de vento, um vento tão denso que assumiu a cor cinza escura, mesmo distante já podia sentir a força do vento, os aldeões tentavam acalmar os animais que pareciam assustados, a grande muralha de vento era alta, muito alta, e imensa, eu não podia ver seu fim, parecia que pegava toda a fronteira com o país dos campos de arroz.

“È incrível!” falei assombrado.

“Uma muralha de ventos” Kyuubi dizia “Ele abrande toda a fronteira, o país do redemoinho está entre o país da cachoeira , país dos campos de arroz e o país do fogo, e a muralha está em todas as fronteiras, ela é simplesmente imensa”

“Como ela ainda funciona?” perguntei.

“Não sei” Kyuubi dizia em um tom irritado “Seus ancestrais tinham alguns truques interessantes”

“Então como eles foram destruídos?” perguntei.

“Era um povo voltado para ajudar os outros, simplesmente mestres em criar selos, mas odiavam a guerra” capitão Yamato que dizia “Por isso fizeram essa muralha de vento, quando o mundo estourou em guerra eles simplesmente decidiram que era hora certa para se isolar do mundo”

Kyuubi sorrio, um sorriso de demônio e não de humano “E esse foi o inicio de sua destruição” ela falou em um tom irônico “O ser humano é uma raça medíocre, no momento que perceberam a criação da muralha logo pensou ‘Eles estão tramando algo contra nós’ ai simplesmente atacaram o país mais pacifico de todos, o destruindo por completo”

Senti meu coração gelar, aqui estava a historia do meu povo, um povo que nunca desejou a guerra mais foram extintos por ela, daqui surgiu minha mãe, os pais de minha mãe e os pais dos pais deles, e eu finalmente iria conhecer, saber como era o meu verdadeiro lar.

“Capitão, Lee e Sai, vocês ficam aqui e montam guarda, protejam os aldeões” falei seriamente “Lee cuide do pequeno Jiraiya”

“Hai” os três falaram juntos.

“Kyuubi nós vamos entrar e ver se ainda existe alguma civilização” falei.

“Seria mais educado se pedisse para eu ir com você” ela dizia “Você não me dá ordens”

“Poderia me ajudar? Poderia me acompanhar?” perguntei.

“Claro, sem problemas” ela respondeu sorrindo e eu simplesmente não conseguia entender ela.

Fui até meu filho que estava em uma das carroças sendo cuidado por uma velha senhora, no momento que me aproximei ela abriu um largo sorriso já erguendo os bracinhos para eu pega-lo no colo, eu o peguei o levantando bem alto, ele sorria ainda mais.

“Papai já volta!” falei sorrindo “Se comporte!”

“Dah” ele dizia, só sabia falar quatro palavras, dah, hum, pa e ubi, eu tentava que convencer que pa era pai e tinha quase certeza que ubi era Kyuubi.

Entreguei meu filho para a velha senhora e fui a onde Kyuubi já me esperava, depois disso saímos correndo em direção a muralha de vento que estava ainda bem longe, à medida que íamos nos aproximando os ventos ficavam mais fortes e a muralha parecia ainda mais grandiosa.

Vamos para o portão” Kyuubi gritava para ser ouvida.

Ok” gritei em resposta. “Mas isso tem portão?

Você vai ver” ela gritava.

Ela tomou à dianteira, era realmente muito difícil acompanhá-la, ela era extremamente rápida, e não corria igual os shinobis, seu corpo parecia flutuar no ar, sua expressão era serena como se não estivesse se esforçando em nada. Corríamos aos pés da muralha durante alguns minutos, foi nesse momento que eu vi um portal feito de alvenaria, Kyuubi correu para a direção do portal e eu a segui, paramos em frente a um velho portal que devia ter sido bem bonito quando era novo, havia uma escrita desbotada nele.

Bem vindos ao portão numero 1

Observei que no lado esquerdo do portal existia uma bancada feita de madeira, na bancada tinha um selo complicado pintado em branco, notei que no cento do selo havia um desenho, um contorno de uma mão, observei o selo, senti algo dentro do meu cérebro se ligar, era como se eu tivesse sido feito para identificar automático aquele selo.

“Mito vinha aqui, cortava o dedo e contornava com seu sangue o desenho da mão, depois ela colocava a mão lá” Kyuubi dizia “E criava uma passagem”

“Hum entendo” dizia para ela.

Depois mordi a ponta do meu dedo, passava o sangue do jeito que a Kyuubi falou, por fim colocava minha mão no lugar indicado, nada aconteceu, então voltei a analisar o selo, e vi que tinha que fazer outra coisinha, fiz um selo bode usando minha mão livre e falei mentalmente. “Uzumaki Naruto, herdeiro dos ventos, libere minha passagem” Nesse momento houve um som, algo parecido com um estrondo, bem a nossa frente uma abertura começou a se abrir, lembrava muito um portão se abrindo, sendo puxando para cima, demorou cerca de trinta segundos para a passagem se abrir.

“Ok...chegou o momento” falei tomando coragem.

“Vamos logo” Kyuubi dizia correndo na frente.

Dentro da passagem o vento era ainda mais forte, estava dentro de uma pequena fenda no meio de uma muralha imensa feita de vento, eu tinha a certeza que se a passagem se fechasse com a gente dentro eu iria ser esmagado por completo, e isso trouxe um arrepio na espinha que fez eu aumentar o passo, então demorou menos de um minuto para atravessar, do outro lado encontramos um outro portal muito parecido com o primeiro, andei até ele e encontrei uma outra bancada com o mesmo selo, notei que só tinha uma diferença, esse era para fechar e não precisava de sangue, apenas coloquei minha mão nele e disse mentalmente “Feche” em outros trinta segundos a passagem estava fechada.

Corremos mais pra dentro do país dos meus antepassados, subimos um barranco e não demorou muito para vermos uma cidade, que de longe parecia está completamente abandonada, mesmo assim a pequena cidade parecia linda, imaginei como ela teria sido ainda mais bela em seu tempo de gloria, os telhados eram brancos, hoje um branco encardido e sujo, mas na época em que ainda existia vida aqui, eles deviam ser tão brancos que podia brilhar a luz do sol, as casas estavam construídas em um alinhamento perfeito, essa era uma pequena cidade planejada, não cresceu natural em um caos, ele foi feita de acordo com um plano.

Descemos o barranco, corremos em alta velocidade até chegar à cidade, havia mais um portal (aqueles portais tradicionais que tem no Japão, olham a foto) , só que esse era feito de madeira e era pintado de vermelho, meu coração acelerou forte ao ver a escrita que tinha nele.

Cidade de fronteira Princesa Kushina

“Princesa Kushina?” dizia meio que assombrado “Deve ser outra Kushina”

“Não é não, é sua mãe mesmo” Kyuubi dizia ao meu lado “Sua mãe era princesa herdeira do País do Redemoinho, que diferente das cinco grandes nações, era uma monarquia real e não feudal”

“Minha mãe uma princesa” falei sorrindo “Se bem que ela parecia uma, pois era linda”

Kyuubi se aproximou de mim e me olhou diretamente nos olhos, ela devia está com ciúmes, mas se ato fez eu olhar diretamente em sua face e era incrível como o rosto dela era o mesmo do da minha mãe, só seus olhos eram diferentes.

“Vamos logo” ela dizia em um tom emburrado.

Para minha tristeza a cidade realmente estava abandonada, e parece que foi abandonada as pressas, pois ainda podia se ver roupas nas ruas, malas e caixotes, era como se eles fugisse de algo. Kyuubi e eu continuamos andando pela a cidade, andamos até chegar ao maior casa que tínhamos visto do alto, era estranha, cumprida com um teto alto de vidro, havia uma placa bem na entrada da casa:

Real Selos de transporte

“Eles desenvolveram um sistema de transporte através de selos?” perguntei assombrado.

“Não falei que seus ancestrais tinham seus truques?” Kyuubi dizia em um tom cansativo “Eram mestres na criação de selos, selos de transporte não são difíceis”

Entramos dentro da estação, era o local mais bagunçado da cidade, percebi que foi por aqui que a população fugiu, o prédio não havia paredes, era um grande galpão, havia placas em todos os lugares, informando o local dos selos, a onde o selo iria levar, transporte de carga, de pessoas, era algo que eu nunca imaginei que poderia existir.

“Vamos ter que ir para a Capital Real já que não tem aqui Uzushiogakure no Sato ( Vila Oculta do Turbilhão)” Kyuubi dizia apontando para uma placa.

“ok” falei.

“Então vamos” ela dizia já voltando a andar.

Íamos pelo o cumprido corredor entre as plataformas, todas as plataforma ficava alguns metros abaixo do solo, era retangular e tinha o selo desenhado no chão, observei que cada plataforma tinha um destino diferente, também havia plataformas maiores e menores, devia ser de acordo com o movimento de cada cidade.

Demorou cerca de cinco minutos até acharmos a plataforma da Capital Real, descemos a escada de acesso para a plataforma, ela era a maior, devia caber umas cinqüenta pessoas de uma vez, observei o selo que ficava no chão e procurei um lugar para ativar o selo, depois de alguns segundos procurando eu finalmente encontrei, ficava no canto direito frontal, era uma bancada bem parecida com a que tinha no portal para abrir a fenda na muralha, a diferença era que não tinha um selo pintado e só o contorno de uma mão, era só pra ativar o selo de transporte, coloquei minha mão no local e deixei meu chakra entrar, meu chakra ativou o selo de transporte que começou a brilhar, a luz foi ficando mais forte, senti um puxão do umbigo, como se estivesse viajando em alta velocidade, menos de meio segundo depois estávamos em outro lugar, um lugar bem maior, o teto não era mais quadrado, ele era em cúpula com desenhos lindos pintados, a plataforma ficava ainda mais abaixo do nível normal e a escada de acesso era dourada, parecia ser feita de ouro puro.

“Nossa” falei. “Um ótimo jeito de viajar”

Subíamos a escada, no momento que chegamos no nível normal eu pude ver a destruição, parte da estação estava em escombros, para minha tristeza havia alguns esqueletos no chão, pessoas que foram mortas antes de conseguirem fugir, continuamos andando até sair da estação, o cenário da cidade não era muito melhor, casas rasteiras e casas de andares completamente em escombros, uma verdadeira cena de guerra, sentia meu coração doer, o que meu povo fez para merecer toda essa destruição, me concentrei tentando encontrar algum chakra, mas estava vazio, não havia ninguém vivo naquela imensa cidade, essa era a maior cidade que eu já estive e por ironia do destino não havia ninguém vivo, eu pude perceber que essa deveria ter sido uma bela cidade, as casas ainda inteiras eram lindas, a arquitetura é bem diferente da de Konoha, o teto das casas eram redondos em cúpula, os prédios mais altos deviam ter cinco andares no máximo, e não eram prédios e sim palácios, as ruas eram bem mais largas do que a de Konoha, não existia tantas arvores, apenas alguns coqueiros, vegetação típica de cidades costeiras, a cidade se iniciava na costa com uma imensa faixa de praia, e continuava subindo rumo as montanhas, que eram imensas nessa região.

À medida que íamos nos afastando da estação a destruição ia diminuindo, notei que da parte costeira a estação a cidade estava completamente destruída, nesse momento os pontos começaram se ligar em minha mente.

“Ninguém fugiu da cidade Kushina para a capital, eles fugiram da capital para Kushina” falei “O rei ordenou a construção da muralha, mas não fez nada em relação ao mar, então não atacaram por terra e sim por mar, direto na capital”

“Como eu disse, Uzumakis não gostavam de guerra e não as entendiam” Kyuubi dizia “Acharam que a muralha iria impedir ataques de mercenários, deixar eles foram da guerra”

“Então deixou um ponto fraco” falei “A baia dos Ventos é o ponto fraco”

“Dos países conhecidos ligado à baia, temos País do Trovão, País do Feijão Vermelho, País do Pântano, País das Fontes Termais, País da Terra, País da Cachoeira e País dos Campos de Arroz” Kyuubi dizia com um sorrisinho, não entendia como ela tinha tanto conhecimento sobre os países e tal.

“Tirando as terras livres” falei “Lugares sem um único governo a onde Países que não são banhados pela a baia dos Ventos podem entrar com facilidade”

“Do País das Fontes Termais ao País do Pântano, toda aquela região são Terras Livres, ou Terras Nômades” Kyuubi dizia voltando a andar, subindo para as partes altas da cidade.

Observei ela se abaixar na direção de um esqueleto, ele puxou a Hitaiate que estava amarrada na cabeça do esqueleto, ela deu um leve sorrisinho, depois se virou para mim entregando a Hitaiate.

“Konoha pode ter saído usado a Terra Nômade” ela dizia sorrindo.

Já ia protestar, mas no momento que olhei o símbolo da Hitaiate meu coração acelerou de raiva, era uma Hitaiate de Konoha, se isso fosse verdade seria uma traição muito grande, as vilas chamadas de vila irmãs, qualquer vila poderia atacar o redemoinho, menos konoha.

Ainda com o Hitaiate na mão eu corri até um grupo de esqueletos com roupa de shinobi, observei um estandarte, o ergui batendo a mão nele para tirar a pó e a terra, olhei o símbolo e senti um amargo na boca, era o símbolo do clã Uchiha, escutei o som de uma risada, me virei e vi Kyuubi sentada em cima de um telhado, ela balançava suas pernas e sorria, como se realmente estivesse se divertindo com tudo aquilo, ela não era humana e eu sabia disso, suas reações também não era de uma humana.

“Vocês humanos são tão desprezíveis” ela dizia sorrindo “Os Uchihas não confiavam nos Uzumakis, então fizeram uma aliança com os Hyuugas e com a ANBU Raiz, só que o ataque tinha que ser perfeito, um único ataque que destruiria todo um país, então Shimura Danzou contratou um exercito shinobi mercenário” ela dava uma leve gargalhada “Olhe como os humanos são seres medíocres, os Uchihas se uniram ao Shimura Danzou para destruir os Uzumakis, depois de alguns anos Shimura Danzou ordenou a destruição dos Uchihas”

“Como sabe disso tudo?” perguntei em um tom irritado, odiava quando ela ficava daquele jeito.

“Mito descobriu tudo antes de morrer” ela me respondia “E sobre Danzou ter ordenado a morte dos Uchihas eu escutei quando o Madara contou para você”

Silencio, eu não tinha mais nada para falar, eu me sentia traído pelo o meu povo, pode não ter sido uma ordem do Hokage, mas foram shinobis de Konoha que destruíram o país da minha família, e isso era imperdoável. Decidi me mover, não queria ficar naquele lugar destruído, andei para cima, subia para a parte alta da cidade a onde a destruição era menor, no momento que virei uma esquina eu tive a visão mais linda de toda minha vida, erguido com imponência em uma montanha, um palácio magnífico tomava minha visão, torres altas com tetos em cúpula, era branco com detalhes em dourado, parecia que um rio passava por dentro dele e caia em cachoeira por uma das laterais do palácio, o mais incrível era que ele estava intacto, a destruição não tinha chegado a ele.

Foto palácio:

“Bem vindo ao palácio de vossa majestade” Kyuubi dizia em tom de brincadeira.

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Demorei umas quatros horas só olhando o palácio, tudo era lindo e bem decorado, nunca tinha estado em um lugar assim, só não era mais magnífico pelo o fato da sujeira, o jardim que ficava na parte de trás do palácio já tinha virado quase uma mata, já que não tinha ninguém para cuidar dele, alguns moveis estavam quebrados e a puera reinava em tudo, as cortinas que antes deviam ser brancas estavam marrom de sujeita, a pintura branca do palácio estava meia descascada e assumia um tom amarelado. Os corredores eram largos, as paredes repletas de quadros, o quartos grandiosos e parecia existir uma pequena piscina em cada banheiro, as torneiras eram de ouro e o teto em cúpula eram pintados como se fossem quadros gigantes, os imensos lustres eram de cristal e o chão era de mármore branco.

Andei até a maior das salas do palácio, a sala era circular e o teto era magnífico, a pintura do teto representava o céu, havia deuses voando por entre as nuvens, era belo, o chão feito de mármore branco havia um desenho de um redemoinho em preto, no centro da sala dos tronos se erguia com imponência, um deles maior que o outro, as paredes eram repletas de quadros, e um deles chamaram mais minha atenção, o maior deles, corri até ele e observei, nele tinha um homem que devia ter por volta dos trinta e dois anos, cabelos ruivas, barba grande mais bem aparada da mesma cor do cabelo, usava roupas que dava a ele um ar de importância e uma coroa de ouro linda na cabeça, ele estava de braços dados com uma mulher magnífica, devia ser uns três anos mais jovem que ele, cabelos ruivos cumpridos, corpo belo, usava um vestido vermelho que parecia ser feito para a realeza, ela usava uma coroa prateada com pedras preciosas vermelhas, realmente bela, só que não foram os dois que chamaram minha atenção, o que chamou minha atenção foi uma menininha, não devia ter mais de dois anos de idade, ela estava entre o rei e a rainha e era extremamente kawaii, usava um vestido rosa claro e uma tiara coroa dourada, seu cabelo ruivo como a dos pais, seu rosto extremamente lindo, ela segurava na perna do pai e da mãe, sorri olhando aquele quadro, era minha mãe aquela menininha.

“O rei se chamava Uzumaki Shougo, pai de sua mãe, seu falecido avô, a rainha se chamava Uzumaki Kurumi, mãe de sua mãe, sua falecida avó” Kyuubi dizia parada ao meu lado.

Suspirei fundo sentindo ainda mais raiva, eles tinham destruído meu país, matado minha família, tudo isso sem motivos. Tinha que tomar um ar, andei até a sacada, estávamos em um das torres mais alta, que era a torre principal, a paisagem era linda, dava de frente para o oceano, infelizmente também dava de frente para a destruição, tentei não olhar aquela parte, virei meu rosto a esquerda, e vi pouco depois da muralha de pedra da capital, um grande aglomerado de casas, não era algo organizado como a cidade de Kushina ou a capital, era feio, o mais impressionante era o porto, navios, dezenas de poderosos navios, meu coração gelou ao ver a bandeira que tremulava no mastro em cima do maior prédio da cidade, uma bandeira com uma caveira humana e as tíbias cruzadas, em fundo negro. Uma bandeira pirata.

“È parece que esse país não está inabitado” falei suspirando.

“Se quiser eu destruo eles para você” Kyuubi dizia ao meu lado “Seria bem rápido”

“Hum...” falei com um pensamento formando em minha mente “Shinobis e Piratas poderiam trabalhas juntos?”

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Então, pra quem tem curiosidade para saber a onde fica a vila do redemoinho! Abram o Mapa, é importante para você verem a onde é a baia dos ventos e os países vizinhos. MAPA AQUI

族黒月 (ぞく・くろい・つき) — Zoku KuroiTsuki — Clã Lua Negra

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"Não somos autores de fanfic, nós somos Escritores"


Notas finais
Ok vou indicar uma fic minha ;) é uma oneshot Autor: Jair Jr Link: http://www.fanfiction.com.br/historia/132726/Momento Momento escrita por Jair Jr Sinopse: Se a Sakura descobrisse que ama o Naruto? Ela iria correr atrás mesmo vendo ele beijando outra garota? Será que o Naruto iria escolher seu amor de infancia ou escolheria aquela que sempre o amou? Muitas perguntas, respostas aqui^^ Espero que tenham curtido o capitulo! não esqueçam meu review^^