Minha Aventura Lésbica Com Mello
5 Pedaço V
– Que sutiã fofo.. — comentou, dedilhando-o. — E este short preto?
– Uso sempre que visto saia. Para a calcinha não aparecer.
– Bom, você não tem nada do que esconder de mim. — me empurrou de leve para o chão — Nem do que se envergonhar — disse tirando-o. — Calcinha da Hello Kitty!!!
Espremi os olhos em vergonha.
– Não se acanhe!! Eu achei lindo.
Sorrimos uma para a outra. Mello passou os dedos por meus cabelos.
Decidi surpreendê-la, me colocando rapidamente de quatro sobre seu corpo. Lambi seu rosto com vontade. Mello gemeu e riu.
Mello passou as mãos por minha calcinha, até colocar o dedo por dentro.
– Posso?
– ... — Mordi o lábio.
Mello continuou sua diversão, passando seus dedos em mim. Eu sentia um leve arrepio, e ela apenas me alisava, para lá e para cá. Eu não resistia ao impulso de contrair as pernas e me constrangi quando liberei m pouco mais do líquido que escorri de leve.
Era o que Mello fazia comigo. Se eu pensasse muito nela, a ponto de deixar meus pensamentos mais impuros fluírem, sentia um leve formigamento lá embaixo e escorria.
Aqui e agora, com a mão dela em minha intimidade, fiquei vermelha feito tomate quando sujei os dedos dela.
Mello sorriu. Tirou a mão de dentro da minha calcinha e percorreu o dedo melado por minha coxa.
Arregalei os olhos quando ela lambeu os dedos sujos.
– Isto é fluído genital!!!
– Eu sei — Lambeu o lábio inferior. Piscou pra mim. — Você não está a fim de ir pro quarto?
Levantou e me ofereceu a mão.
– Deixa aí — se aproximou. Me sussurrou, fazendo cócegas nos labirintos dos meus ouvidos: — Relaxe. Apenas.. relaxe.
Mello passou as mãos na lateral de meu corpo, iniciando-se desde meu sutiã até passar pelo começo da minha coxa.
Eu estou seminua na casa de uma garota. Sozinhas. As intenções dela não são nenhum pouco ingênuas.
Uma taquicardia manifesta-se em meu peito. Frio na barriga me arrepiando por completo.
Mas eu admito. A adrenalina que ela me causa me desperta a vontade de cometer uma rebeldia.
O contato com a pele de Mello me faz esquecer um pouco das noções de juízo e castidade as quais eu sempre me prendi por vontade própria.
– Vem.
Entrelacei meus dedos nos dela, que me guiou a um quarto.
Cômodas, uma cama de casal, uma estante com livros, porta-retratos.. Não consegui distinguir se o quarto era dela ou dos pais dela.
– Quem dorme aqui?
– Hóspedes. Hoje, você e eu.
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