Notas iniciais
Obrigado por ter se interessado na minha história, espero que goste.

Summoners Rift.
Bot Lane.

As batidas insistentes da Foice já arranhavam seu escudo, as flechas atiradas repetidas vezes a empurrava para trás com o impacto. Seu escudo não aguentaria muito mais, e ela muito menos.


-Caitlyn corre ! — Gritou. Se fosse se sacrificar, sua parceira teria que sair ilesa.

-Eu posso matar um !

-Não... — Mais flechas a acertavam, seu Eclipse não ficaria pronto a tempo.- Eu não vou aguentar, então sai já daqui.


Usou Proteção da Aurora em Thresh, parando sua Sentença que ia em direção a Caitlyn desprotegida. Viu a Caçadora noturna preparar o ultimo dardo de prata. Sabia que esse seria o golpe final. Ouviu a voz do Guardião ecoar.

-Ultimas palavras ?- E riu .

Se preparou para receber o ultimo golpe quando sentiu uma sombra se instaurar por cima deles. Olhou para cima e sorriu, aliviada.

O corpo que caia rapidamente aterrissou, e o impacto da queda desorientou a todos, menos a ela, já tão acostumada com aquela força.
Abaixou um pouco mais o escudo e o viu, de costas para ela, fazendo a sua guarda, com escudo e lança empunhados.
Usou Égide de Zeonia combinado com Busca coração, e abateu a Thresh.
Vayne havia usado seu rolamento para recuar e já fugia. Com o pouco que lhe restava de forças, Leona fez uso da Lâmina Zênite para se aproximar seguida de proteção da Aurora. Pantheon arremessou a lança, enquanto Leona recuava aproveitando do atordoamento. A caçadora rolou novamente para o lado de sua torre, pensando estar em segurança, mas acabou na mira de Xerife, sem ter como escapar aceitou a morte.
Leona ja caia ao chão sem forças, e foi amparada pelo braço de Pantheon. Olhou para ele e sorriu.


-Eu ia conseguir. — Sangue escorria da sua boca.
-Eu sei que iria, mas eu precisava do gold.- A auxiliou até um lugar seguro.- Volte pra base agora, seu escudo está danificado e você machucada, e faça rápido, logo alguém deve aparecer para tentar te finalizar. Eu termino com isso.

Enquanto ela se recuperava, ele avançou no exercito inimigo e venceu mais uma batalha.
Banhado de sangue, ovacionado pelos Nobres da Liga que assistiam.
Digno de um Rakkor.
Ergueu a lança e esperou ser transportado para fora dos Campos da ''Justiça''.

Pantheon.

Ergui minha lança e esperei ser transportado para fora dos Campos da Justiça.
O sangue que cobria partes do meu corpo já estava secando, assim seria pior de tirar. Queria vê-lá, estava preocupado. Me limpei rapidamente e não muito bem em um rio que corria por ali. Me apressei até a enfermaria.


-Akali, onde está a Leona ?
-Leona ?- Me olhou confusa.- Ela se quer passou por a que.
Droga, ela fez de novo, me despedi e sai. Haviam dois lugares possíveis dela estar, decidi ir ao mais perto, e um pouco menos provável.
Após alguns minutos andando, a encontrei na Ferreira.
Sentada na murreta que guardava a água usada para resfriar os metais. Logo me viu chegando e sorriu.


-Você fez de novo.- Reclamei.
-Você também fez.
-Não pode se recusar a ir a enfermaria após sofrer tantos ataques, você quase morreu.
-Eu não iria morrer, você sabe disso, além do mais minha armadura é forte.- Bateu o punho fechado na armadura dourada na altura do ombro. — Ai !
-Viu ? Ainda está machucada.- Sentei-me ao lado dela.- Você precisa se cuidar mais, essa sua obsessão por proteger os outros está te pondo em risco.
-Só preciso de um pouco de Sol, sabe que me curo rápido com ele.- Ela me olhou cuidadosa, seguida de um olhar triste.
-O que foi ?- Perguntei.

Ela se virou, pegou um pouco de água do reservatório e limpou atrás do meu braço.


-Ainda tem sangue.
-Não tive muito tempo para me limpar, desculpe.

Ela gostava das batalhas, mas odiava o sangue. Sangue para ela eram graves ferimentos, os que precediam a morte. E ela repudiava a morte como a arte que eu via.
Guerreiros fracos não mereciam viver, era simples para mim. Não sabiam desfrutar da arte de uma guerra. Mas para ela era diferente, todos mereciam uma nova chance, de tentar de novo, se aprimorar, ou algo assim, nunca entendi. Só sabia que a cada vez que ela me via banhado em sangue se entristecia.


- E o seu escudo ? — Perguntei quando terminou de limpar.
-Ficou bem danificado, mas nada que ela não resolva.
Ouvimos o forte som do bater do ferro parar, e de dentro da pequena casa a Ferreira sair.
Com um Martelo duas vezes o seu tamanho em uma mão, e escondida pelo Escudo Dourada que levava na outra.


-Prontinho Senhorita.- Colocou o escudo em cima da bancada.- Nada que umas boas marteladas não resolvam. — Possou sorridente ao lado da obra terminada.
-Obrigado Poppy.
-Nada, nada. Depois deixe-me olhar sua armadura, acho que precisa de um reforço.
-Claro, depois vemos isso.
Ela sorriu e sumiu em um pulo.
-Vamos então ?- Perguntei.


Assim que se levantou, se curvou, colocando a mão direita em sua costela esquerda, aparentando dor.


-Vou precisar que me ajude. Ainda não posso carregar o escudo.
Fui até ela e a apoiei em meu braço direito, peguei o escudo com o esquerdo.
-Você sabe pra onde me levar.


Fiz uso da Estocada Aérea para a levar ao Templo.
Quando estava prestes a pousar, joguei seu escudo para poder pega-la nos braços, evitando que tomasse o impacto.
O local era uma floresta, entre as arvores altas estava uma piramide.
A ajudei a se aproximar, quando tocou na piramide uma porta se abriu. Entramos.
Era como ser levado a outro mundo, dentro da piramide era mais vivo do que fora dela. Tudo era feito de ouro e bronze. Seguimos ate um pequeno altar, um Sol desenhado no chão, o qual ficava de frente para um rio que ali corria, começa em um túnel e terminava em outro.
A coloquei no Sol desenhado, acompanhada de sua Espada e Escudo. O escudo ela manteve no chão, pegou a espada e a cravou no chão. Se ajoelhou diante dela, segurando com as duas mãos. O topo da piramide começou a se abrir, e a luz do Sol se redirecionou para ela, ficando cada vez mais forte.
Eu ja havia me afastado, sabia o que aconteceria. Mas ainda queria olhar, foi quando a luz chegou ao clímax, e tive que fechar meus olhos com a explosão radiante.
Quando voltei a olhar, lá estava ela de pé,olhando o Sol acima, sorrindo. Radiante.

''Eu não sei quando ou como isso começou. Se foi quando nossas espadas se encontraram da primeira vez. Quando vi seu sorriso radiante apos deixar ela ganhar uma luta, ou quando foi banhada pela luz do Sol a primeira vez, eu realmente não sei. ''

Notas finais
Obrigado a todos que leram esse primeiro capitulo, sei que muita coisa ainda tem que ser melhorada, e vou trabalhar nisso. Por favor deixe um comentário, uma opinião ou uma critica. Será muito bem aceita.

Obrigado pelo seu tempo.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!