Minecraft 2 - A Vingança

5 Capítulo 4 Escolhas


Notas iniciais
Este é o penúltimo capítulo da fic ;-; espero que gostem.

Algumas horas depois, na casa do Steve. Todo mundo estava reunido lá, menos Cupa, como nos velhos tempos. Eles estavam reunidos por uma razão, ouvir a verdade de Lucy que, pelo que ouviram noite passada, não estava sendo honesta e verdadeira com eles. Steve então disse:

-Lucy, comece a falar. Queremos a verdade.

-Está bem... –diz Lucy. –Bem... eu não sou a verdadeira Lucy... pois a verdadeira... está morta.

-Como é?

-Ela foi morta durante o ataque surpresa dos Creepers, que utilizaram Cupa em forma de Creeper Elétrico para matar todos da vila. A Lucy original foi a ultima vítima de Cupa antes dela voltar ao normal e desmaiar.

-Cupa...

-Não a culpe, Steve. Ela estava transtornada com atransformação. Não era ela naquele momento.

-E quem é você agora? –diz Suzy. –Minha irmã está morta, então o que é você?

-Eu sou um clone dela.

Isso fez todos ficarem espantados.

-Clone? –diz Steve. –Como assim clone?

-Nosso... digo, o pai de Suzy ficou totalmente desolado com a perda da Lucy original. Então ele fez um projeto que iria traze-la de volta a vida. O projeto Clone. Eu sou o resultado do projeto. Um clone perfeito de Lucy.

Nisso Suzy se levanta e sai do local. Ela está totalmente desolada com tudo aquilo que ouvira.

-Suzy...

-Bem, não é hora de fraquejar. Precisamos de um plano para trazer Cupa e meu irmão de volta e algo para destruir aquela maquina desgraçada.

-E o que você sugere? –pergunta Andr.

-Bem... Na verdade eu não tenho um plano.

-Você talvez não. –diz Milla. –Mas talvez o Inot tenha.

-Como assim, irmã?

-Dei uma olhada nos antigos registros de Inot durante esses anos e nele tem uma anotação sobre os sentinelas. Eles são poderosos, mas não invencíveis. Precisamos nos preparar.

-Ótimo. Todos estamos de acordo.

Todas fazem sinal com a cabeça de sim. A batalha está mais um paço de começar.

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Localização desconhecida. Cupa está acordada dentro da sela de pedra que Michael, ou Herobrine, a colocou. Estava com ela Sentinela, que a vigiava toda hora. Michael não estava mais no local, havia saído para fazer os preparativos da invocação.

-Você vai ficar ai me olhando toda hora? –pergunta Cupa. –Não deveria estar ajudando Michael a terminar as coisas?

-Negativo. Fui designado para vigia-la enquanto Herobrine faz os procedimentos para a invocação.

-Bem, eu já vi como é que é esse plano de vocês, mas impedimos uma vez e vamos impedir de novo. E você, uma das marionetes dele, vai se tornar um monte de...

Ela foi interrompida, pois Sentinela disparou um raio vermelho de sua mão que passou de raspão sobre o ombro direito de Cupa, porem fazendo queimaduras no local. A dor era grande. Sentinela se aproxima dela e diz:

-Eu não sou nenhuma marionete. Sou um ser autônomo. O Sentinela deste mundo, que era uma marionete dele, foi destruído por mim, assim como os líderes desses seus povos.

-Que... do que você está falando?

-Foi muito “engraçado” eles pedindo por misericórdia. Mas no final, como todos os seres orgânicos, eles tiveram um fim, sob minhas mãos. Eu matei seu pai e todos os líderes de seus povos. Aqueles que estavam na festa eram outros Sentinelas que estavam disfarçados.

-Não... –diz Cupa, começando a escorrer lágrimas de seus olhos. –Pai...

-E não foi só isso. Eu matei todos os deuses deste mundo e pessoas importantes também. Os líderes do Nether mostraram grande resistência, mas no final, sucumbiram. E agora, seus amigos acham que acharam algo para me impedir, mas não para impedir a mim, mas sim o Sentinela deste mundo. Agora reze para seus deuses, Creeper, pois a esperança morreu e fui eu que matei e pisei em seu tumulo.

Nisso Sentinela se afasta enquanto Cupa chora muito.

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Dimensão Negativa. Michael estava fazendo os preparativos para a invocação. Mas ele vira-se rapidamente, sentindo a presença de alguém. Ele vê um homem alto e barbudo, vestido com roupas marrons e usando uma capa.

-Quem é você. –pergunta Michael.

-Quem sou eu? –diz o Homem. –Isso é uma velha pergunta que não escuto a milênios. Digamos que sou um amigo.

-Amigo?

-Sim, Michael.

-MEU NOME NÃO É MICHAEL, É HERO...

-Herobrine, sim. Isso é uma pseudoverdade. Mas também é uma mentira.

-Que...

-Não estou aqui para te impedir, Michael, tanto porque não estou permitido a interferir no mundo mortal mais. Mas estou aqui para dialogar com você.

Michael fica um pouco mais calmo.

-O que está prestes a fazer é algo errado, e você sabe disso. Mas você tem uma coisa que eu não tenho, a escolha. Você pode escolher seguir o caminho sombrio para sempre ou controlar esse poder e fazer o que é certo. Depende de você.

-Você não sabe de nada... Eles... Meu próprio irmão...

-Eles não mentiram para você, você que foi criança e não quis ouvir a verdade.

-... Eu não sei mais em quem confiar ou no que fazer...

-Como eu te disse, só depende de você. Não vou te falar para não fazer a invocação, mas, quando fizer, você terá que escolher entre o bem e o mal. Isso já está premeditado a séculos. Mas tudo depende de sua escolha... Bem, vou deixar você sozinho agora.

-Espera... Ante de ir... Quem é você?

-Pode me chamar de Notch. Agora, vou indo, você tem muito trabalho para fazer.

Nisso o homem desaparece, deixando Michael voltar a trabalhar, mas com uma tormenta em seu coração e duvidas em sua mente.

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De volta à terra. Steve está pronto para ser teleportado para onde está Michael. Com ele vai Andr e Lucy.

-Todos prontos? –pergunta Steve.

-Sim. –responde as duas.

-Esperem. –ouve-se uma voz. Era Suzy. –Eu vou também.

Ela entra no circulo mágico ao lado de Lucy.

-Você está bem? –pergunta Lucy.

-Bem... Ainda está muito confuso para mim tudo isso. Mas clone ou não, você ainda é minha irmã e não vou deixa-la ir sozinha.

Nisso o circulo mágico começa a brilhar forte. Eles já estavam sendo teletransportados. “Michael, não vou perder você de novo. Cupa, estou indo.” Diz Steve para si mesmo.