Notas iniciais
Não tá bem como eu imaginava, mas depois vai melhorando, bjss e deixem as suas opiniões.

POV Rosalie

Eu estava correndo, mais do que as minhas pernas me permitiam, eu acho que não conseguiria agüentar mais, todo o ar escapava dos meus pulmões e me dava a sensação de estar me afogando, até que eu caio no chão, mas o ar ainda não chega até os meus pulmões, então eu olhei para cima, uma figura de um homem, mas a única coisa que eu distinguia eram seus olhos azuis escuros...

Acordei ofegante e com a minha cabeça latejante, a luz que entrava da janela agredia meus olhos, eu me virei de costas para ela me cobrindo e me dei de cara com Ben, meu irmãozinho dormia como um anjo aos seus 6 anos, nós não éramos nem um pouco parecidos, ele tinha cachos loiros que me davam até pena cortar, por isso eles iam até quase os ombros pequenos dele, seus olhos são azuis claros e ele parecia um anjo rechonchudo. Só olhar para ele, me acalmava do pesadelo, meu maior medo, não conseguir respirar, mas ele era a única coisa a me fazer sentir bem.

Me sentindo meio melancólica, eu abracei ele, que só resmungou durante o sono, nós dividíamos um colchão um pouco maior de solteiro, mas não chegava a se um colchão de casal, o apartamento que eu conseguia pagar, tinha dois cômodos, um eu usava como sala e quarto, nós tínhamos um sofá meio puído que era dos inquilinos anteriores e uma TV antiga, uma mesinha em que faltava um pé e uma cômoda meio escondida entre o sofá e a parede onde a gente guardava as roupas, depois tinha a cozinha, o maior cômodo da casa, tinha um balcão e uma mesa redonda que eu comprei em uma venda de garagem, a geladeira era velha, mas funcionava, um microondas ao invés de um fogão funcionava, a pia e ah, depois tinha o banheiro, era pequeno, tinha o chuveiro, que quase nunca tinha água quente, a pia e a privada, o apartamento não era um luxo, nem perto disso, mas era barato e era disso que eu precisava, o mais barato possível para poder pagar a creche do Bem e os livros da faculdade onde eu tinha bolsa completa, menos para os livros, mas eu mantinha o apartamento limpo e no melhor estado possível, com os bicos que eu conseguia e do dinheiro que sobrava da comida e estudos, eu economizava e depois de um tempo, eu fui comprando umas coisinhas pra casa, como umas cortinhas amarelas para alegrar um pouco a sala, papel de parede em tons pasteis, uma fronha para o sofá em verde e uma planta falca par a mesinha.

Na cozinha, eu coloquei um protetor no microondas para esconder um pouco das manchas de ferrugem, a geladeira estava repleta de desenhos do Bem e uma foto minha, dele e da minha melhor amiga, Mel, nós estávamos no parque de diversões quando Bem fez seis anos, foi um dos dias mais divertidos.

Eu queria ficar de bobeira ali no colchão, hoje era domingo, mas eu ainda tinha um trabalho para a faculdade para terminar que eu não consegui acabar ontem e eu prometi ir ao parque com Ben, hoje, e eu sei que ele vai cobrar, então era melhor eu acordar, fui para cozinha e fiz um café pra mim, eu não costumava tomar café da manha, na verdade, eu tinha muito pouco apetite, depois eu fui tomar um banho, e acho que Deus escutou minhas preces, e olha que eu sou Hateu, porque a água saiu morna.

Eu sabia que tinha que acordar Bem, ou se não ele ficava acordado até tarde e cara, isso não é coisa boa, por isso eu fui até a cômoda e me troquei, coloquei um jeans e uma camiseta de algodão branca e fiquei com as minhas pantufas, como era começo de inverno, eu também coloquei um moletom por cima, o ar estava meio fresco, mas ainda, não frio.

– Hei Ben, vamos acordar? – eu o sacudi, ele era pior que eu quando dormia, nós dois não acordávamos nem se o prédio pegasse fogo – Ben! Vamos, eu comprei chocolate...

– Chocolate?! Ah, é só você, Rose, bom dia.– ele acordou de repente eu comecei a rir, ele era um monstrinho viciado em chocolate, toda a sexta-feira, nós fazíamos noite de cinema, Mel vinha também, eu sempre guardava o dinheiro e nós fazíamos pipoca e comíamos um monte de besteiras e Mel afogava as suas magoas em Ben, por não ter um namorado, ele era ótimo confortando garotas e sabia de tudo que as garotas fofocavam, acho que por nossa culpa, mas ele era um pequeno príncipe e ela dizia que se ele fosse quinze anos mais velho, se casaria com ele, bem, pelo menos até semana passada, quando ela foi em uma festa e ficou com o carinha que ela era apaixonada desde a escola, isso me fazia pensar em como era estranho o modo que ficamos amigas.

Mel era rica além de ser uma bruxa, e eu era pobre e uma Lobisomem, nós nunca estudamos na mesma escola ou vamos á mesma faculdade, mas houve um tempo durante o segundo e terceiro ano, que eu dei monitoria de calculo na Biblioteca e consegui um dinheiro nessa época e Mel foi uma das alunas, em pouco tempo, nós viramos amigas e ela descobriu o meu segredo e me contou o que ela era, logo nós viramos melhores amigas e depois irmãs, nós tínhamos até uma coisa de ligação de almas de bruxas que eu nunca entendia quando ela explicava, mas ok, eu confiava minha vida nela e vice-versa, e pra mim isso bastava. Nós sempre fomos muito diferentes, ela sempre se apaixonava e levava um tombo com os caras, ela tinha uma aparência frágil por natureza, cabelo loiro platinado com mechas coloridas, de altura, magra, mas com curvas, era muito bonita de rosto, se eu não soubesse que ela uma bruxa eu teria pensado que ela era uma fada, seus olhos castanhos eram quentes e carinhosos, ela nunca via o mal em uma pessoa e era isso que eu gostava nela, ao contrario de mim, eu nunca me apaixonei e nem pretendo, me apegar demais a alguém é dar mancada, veja o que aconteceu com a minha mãe, se apaixonou por uma Alfa de outra matilha que só a usou e a abandonou, eu não, eu preferia brincar um pouco com os caras, mas nunca namorar, era que nem o ditado, pegue, mas não se apegue, eu desconfiava de todo mundo, até de uma parede, era sarcástica e tinha um gênio quente, eu explodia com muita facilidade se fosse provocada.

Depois de conseguir fazer com que Ben levantasse, eu fiz ele tomar café da manha direito, uma tigela de cereal e uma maça, mesmo eu não comendo, isso não quer dizer que ele não tenha que fazer, eu deixei ele assistindo uns desenhos na TV e fui fazer meu trabalho, eu fazia Administração em uma faculdade em Long Island, era meio longe, mas o que eu conseguia, quer dizer, eu consegui meias bolsas em varias faculdades de renome, mas eu não tinha o resto do dinheiro das bolsas e não conseguiria cobrir tudo, ale de que era obrigatório dormir nos dormitórios e Ben não pode ficar comigo, então, sem chance. Era quase meio-dia quando eu terminei o trabalho, o dia estava lindo lá fora e Ben desenhava na sala.

– Ben, o que acha de um piquenique? – ele logo se animou com a idéia, nós fizemos alguns sanduíches de pasta de amendoim com geléia, pegamos uns chocolates, e umas garrafas de água, eu levei o meu violão e ele as suas coisas de desnhar, no caminho para o Central Park, eu liguei para Mel.

– Alô? – ela disse, mesmo tendo identificador de chamadas, ela nunca olhava.

– Oi Gata, ta afim de um piquenique? – ela riu quando me reconheceu.

– Claro Linda, eu tava me sentindo meio abandonada mesmo, já que o meu namorado ta ocupado, mas encontro vocês lá no parque, ok? – depois de nos despedirmos, nós fomos para a estação de metro de Chinatown, perto de casa e fomos até até lá, quando saímos do metro, nós caminhamos um pouco até a entrada do parque, onde encontramos a cebeleira loira da Mel.

– Linda, meu príncipe, que saudades! – ela pegou Ben, no colo, mesmo sendo baixinha, ela era bem forte, até.

– Gata, nós nos vimos três dias atrás e falamos por telefone quase todos os minutos do dia – eu revirei os olhos para ela.

– Sim, mas seria muito mais legal se você se transferisse para a minha faculdade – ela fez a carinha de gato do Shrek dela, eu bufei.

– Nem, vem, eu não vou deixar você pagar a minha faculdade – nós temos essa discução desde a formatura, ela queria nós duas na mesma faculdade e seus pais só a deixariam ir para FourthMounth, uma das mais caras e prestigiadas faculdades dos E.U.A.

– Mas- ela foi interrompida pelo som do telefone dela, nessa altura, nós já tínhamos chegado em uma arvore antiga que nós sempre íamos, a sombra era ótima e tinha um lago perto – Alô? Oi Meu Amor!

Ela disse com a voz doce quando soube quem era, eu revirei os olhos e fingi vomitar para ela, ela sabe como eu era contra coisas melosas de mais.

– Acho que a minha glicose aumentou – eu fingi sufocar, ela riu.

– Não, é só a Rose, nós saímos pra fazer um piquenique e ela esta se afogando de inveja do namorado lindo que eu tenho – eu comecei a rir tanto que acho que, Brad, o namorado dela ouviu, eles ficaram conversando por alguns minutos mais, enquanto eu e Ben arrumávamos tudo. – Tudo bem, beijos, meu amor, e dá um oi pro Lucas.

– Sabe, eu devia falar com esse cara para ver as intenções dele com você – Ben disse quando ela desligou o telefone.

– Own, que fofo – ela o abraçou enquanto eu ria da expressão séria dele, ás vezes eu acho que ele pensava ser um dos Homens de Preto.

– Quem é Lucas? – eu perguntei curiosa, ela nunca tinha falado dele antes, e ela sempre me conta tudo.

– Ah, é o melhor amigo-barra-irmão, do Brad, ele esteve fora no ultimo ano junto com o Brad, mas só voltou há dois dias. Sabe, ele é bem gatinho... – ela começou como que não quer nada, mas eu conhecia bem a dela.

– Sem jeito, eu não vou ficar mais com os melhores amigos dos seus namorados, lembra o cara da pizza? Só uma palavra, assustador! – eu disse, o maior sonho da Mel, é nós namorarmos melhores amigos e melhores amigos-irmãos como nós deve ser o pote de ouro no final do arco-iris, para ela.

– Mas é sério, ele é o cara mais lindo da faculdade!

– Mel, nem comprometida, tu te aquieta, hein – eu brinquei, nós agora estávamos deitadas na manta e Ben foi desenhar um pouco mais afastado, mas ainda no meu campo de visão.

– Hei, eu to namorando, não cega! – nós rimos. – Mas falando sério, eu não vejo ele á um ano, desde o inicio da faculdade, mas ele era muito gato...

– E muito galinha, aposto eu. – ela assentiu relutante.

– Mas eu aposto que você faria ele comer na sua mao – eu fingi pensar.

– Eu também acho, mas não to afim, olha eu brinco um pouco com ele, geralmente galinhas são muito bom de camas. – eu disse só pra irritá-la.

– Ugh! Porque eu ainda ando com você?

– Porque me ama! – eu gritei.

– Não, acho que é só pelo Ben – ela disse, eu amassei um guardanapo e joguei na cara dela.

– Vadia!

– Só entre quatro paredes – nós ficamos rindo e brincando, era tão bom esquecer os problemas, o passado, em momentos como esse, de repente, meu telefone começou a tocar Can’t Hold Us, do Macklemore.

– Alô? – o numero era desconhecido.

– Sim, ola, poderia falar com Rosalie Becker – uma voz feminina disse.

– É ela, em que posso ajudar – eu me sentei.

– Ah, ótimo, nós somos da empresa de acompanhantes de danças em festas e estamos precisando substituir uma das nossas moças hoje a noite em uma festa beneficente e no currículo dado a nós, diz que você está mais que qualificada. Diz também que você é Lobisomem, certo? – eu fiquei animada, tinha mandado o currículo para uma agencia de empregos para espécies sobrenaturais, agradeço a Deus pelas aulas de Balé, Jazz e Tango.

– Sim, e eu sou uma ótima dançarina, tenho certeza que poderei lhe ser útil, hoje. – eu disse.

– Perfeito, meu nome é Clare Deveroux, você deverá estar ás sete horas no Hotel Biejour, a festa começa as oito, tem que ir com a roupa de galã, de preferência um vestido coquetel, é um baile de Mascaras, avise na recepção, que eles vão levá-la até mim, estamos entendidas? Você ganhara mil pela noite, se fizer um bom trabalho, veremos se consegue ficar conosco – eu estava em choque, quase não conseguia falar, mas Mel me cutucou e eu me apressei em responder.

– Sim, com certeza, Sra. Deveroux – e ela desligou na minha cara e fácil assim eu consegui um emprego, eu pulei em cima de Mel animada e gritando. – Eu consegui um emprego Mel, vou ter que ir como dançarina acompanhante, eu já fiz antes, mas nunca para algo tão grande, vai ser no Hotel Biejour e é de mascaras e eu vou ganhar MIL, sabe o que eu posso fazer com isso Mel, vai durar por tempo suficiente para eu me preocupar mais com a escola e eu vou poder começar a guardar no banco para Ben – eu balbuciava feliz da vida quase pulando no meu lugar, acho que ela não entendeu metade do que eu disse, mas mesmo assim.

– Isso é ótimo, Rose, estou tão feliz – eu sorri para ela rindo – Isso é grande Rose, o Hotel Biejour é como, Top dos Top’s, eu ouvi falar dessa festa, vai ser uma arrecadação de dinheiro para as crianças na Africa, as empresas mais importantes de Nova York vão estar lá, mas só Sobrenaturais vão poder ir, deve ser por isso que eles não procuraram um humano, mas eu estou tão feliz.

– Eu tenho que arrumar, alguém para ficar com o Ben, a festa deve ser até tarde e eu preciso de um vestido uma mascar-

– Quieta, pode deixar que disso cuido eu, nós vamos até casa agora e depois eu vou ficar com Ben lá no seu apartamento e espero você ir pra casa – eu olhei para Mel.

– Você é a melhor amiga do mundo, eu te amo muito – depois de tanta melação e mais umas brincadeiras com Ben, nós fomos com Mel até a casa dela, ou melhor, mansão, os pais dela não estavam, deviam estar no trabalho, a mãe fazia parte do Conselho de Magia e era médica e o pai era presidente em uma empresa de advocacia, tanto para os Sobrenaturais quanto os humanos. Nós procuramos por horas um vestido no armário da Mel, até que encontramos um perfeito, era verde escuro e ia até os tornozelos, tomara que cai com uma faixa no ombro, justo ao corpo, mas com uma abertura no lado esquerdo que ia até um palmo depois do quadril e, mas a partir do busto, um tecido verde quase transparente ia até o chão e parecia água do modo que ficava quando se movia, era perfeito, depois que eu tomei banho, Mel secou meus cabelos e um coque trançado com alguns fios emoldurando o meu rosto, e a maquiagem era escura perto do olho, mas ia clareando para um verde nas bordas, destacou meus olhos verdes, parecia que eles brilhavam como duas esmeraldas, eu amei, minha boca estava destacada com um batom vermelho cereja e as maças do rosto ganharam um tom de pêssego leve, eu acho que devia dizer, mas Mel entrou na faculdade para curso de estilista e cabelereira, e ela era ótima nisso.

– Está maravilhosa, só falta os sapatos – ela foi até o seu armário e voltou com um par de sandálias prateadas lindas, mas pareciam mortais com seus saltos de dez centímetros, ela me emprestou dois brincos prateados e um pequeno colar com um diamante em gota na ponta nada muito chamativo, quando eu me vi no espelho, nem acreditei, eu esta linda, não que eu soubesse que eu não era bonita, claro que não, mas nunca... Uau! – Minha Obra-Prima.

– Eu nem sei como agradecer Mel, quer dizer, isso tudo é incrível, nem acredtio que eu finalmente consegui uma oportunidade dessas e não se preocupe, eu vou tomar total cuidado com o veestido e tudo mais pra devolver – eu assegurei.

– Puft, tome cuidado sim, mas o vestido é seu, pra quem você acha que eu comprei? Eu não tenho tanto peito assim, Linda. – eu corei com isso – E pode ficar com o resto, é um presente de comemoração, agora use isso por cima, ou vai congelar.

Ela colocou por cima de mim uma capa preta, ia até um pouco acima do vestido, então não se arrastava no chão e as mangas eram longas e soltas, com um capuz, era quase uma versão de chapeuzinho vermelho, o que era meio irônico pra falar a verdade, Mel pareceu pensar a mesma coisa porque nós rimos juntas.

– Aqui está a sua mascara, cuidado, não quero que estrague a maquiagem – ela disse me dando uma mascara, na verdade, era metade de um, ela cobria dos olhos á testa do lado direito e tinha um floreado intrincado e bonito para ficar preso no cabelo, o que mostrava o meu rosto e não me deixava muito escondida, era de um branco perolado lindo, com flores em prata desenhado, eu me voltei para Ben, que estava na cama de Mel, assistindo desenho.

– Como eu estou? – eu dei uma volta para Ben, ele parecia me avaliar com a mão no queixo, muito sério.

– Parece uma princesa – ele disse simplesmente como se fosse óbvio, nós duas fizemos um coro de “Own” e o abraçamos juntas, eu ia tomar um taxi para a festa, já que o hotel não era muito longe da casa de Mel, uns quinze minutos de carro, sem engarrafamento, cheguei lá cinco minutos antes das sete, paguei ao motorista, deu vinte dólares, como previsto e depois entrei, eu me senti estranha, as pessoas estavam olhando pra mim na recepção, eu tinha tirado a mascar ao sair para a festa, ia ser muito estranho andar por ai com uma mascara, quando eu cheguei á ás moças no balcão, acho que elas pensaram que eu era uma hospede por como agiram.

– Bem-Vinda ao Hotel Biejour, em que posso lhe ajudar?- eu sorri.

– Boa noite, eu não sou uma hospede, na verdade eu estou procurando a Sra. Deveroux, ela disse para eu dar meu nome na recepção, Rosalie Becker, por favor – ela pareceu entender.

– Sim, um segundo por favor – ela pegou o telefone e falou alguma coisa com alguém, mas eu não entendi, até que ela terminou – A Sra. Deveroux está a caminho do saguão, agora.

– Obrigada – eu sorri e fui esperar ela um pouco mais longe para ser fácil me achar, nem três minutos depois, eu escuto alguém me chamar atrás de mim.

– Sra. Becker? Muito prazer, eu sou Clare Deveroux – Clare era uma mulher já nos seus 40 anos, não muito alta, com um vestido coquetel de festa, mas muito bonita para a idade, mas o rosto seio, mostrava que era centrada e direta e o aperto de mão seco dela também. Ela me levou para a parte de dentro do Hotel, perto da cozinha, havia uma sala branca vazia, a não ser por uns bancos de madeira e umas quinze pessoas vestidas em roupa de festa, eles deviam ser os outros dançarinos. – Você fará par com Daniel, para a apresentação inicial, ele lhe mostrará os passos, boa sorte.

E com isso ela foi embora, eu olhei indecisa por um momento, até ir para um banco vazio e tirar minha capa, um homem se aproximou de mim com um sorriso amigável.

– Oi, meu nome é Daniel, é um prazer – ele estendeu a mao e eu peguei, Daniel era um homem alto e forte, devia estar em seus vinte e tantos anos, a pele bronzeada e o cabelo preto bem penteado e olhos castanho claros, não era digamos bonito, mas sim charmoso.

– Rosalie Becker, prazer – depois ele começou a me ensinar os paços, era bem simples na verdade, ás oito horas eu já tinha tudo pronto pra ir bem, só estava nervosa.

Notas finais
espero os reviws, os próximo capitulo é narrado pelo ponto de vista dele e vai explicar novas coisas, bjss