Minds
42 Capítulo 36
Notas iniciais
Mas ela sabia que meu pau estava mais duro que nunca e que no banheiro ela não escaparia de ser açoitada e ter ser enrabada contra o azulejo.
- É melhor você correr Isabella… Agora acordou alguém adormecido…
Se havia uma coisa com a qual eu podia lidar agora seria os gracejos de Bella correndo para o banheiro. Nada poderia nos tirar a alegria que tínhamos por tudo estar dando tão certo em nossas vidas.
Brincadeiras a parte, sabia que tinha que descer e enfrentar o que havia sobrado. Uma Elizabeth devastada, um casamento a ser acertado, um processo e com certeza, uma gravidez totalmente freak, diga-se de passagem.
Mas nesse momento, eu queria minha mulher... Ah se queria.
O chuveiro já estava aberto quando entrei no banheiro. Bella estava linda sob a água. Seu corpo já com as curvas ressaltadas, me deixaram em ponto de explosão.
- Sua provocadora barata.
- Barata não… Até onde eu saiba, vamos gastar muito com esse filho.
Sua mão repousou sobre o ventre. Ventre que carrega o fruto do meu amor por essa mulher. Eu a veneraria para o resto da minha vida. Já podia ver nossa família: Bella carregando nosso filhos nos braços, eu ali apenas admirando nossa felicidade e, todos os nossos amigos e os Brandons nos cobrindo de amor…
É… Essa seria a visão perfeita de como seria nosso futuro. Ok, estou soando muito gay.
- Caralho… Dá para vir aqui logo? Está ficando frio aqui…
Sim, eu tinha a melhor mulher do mundo. Ela estava quente e pior, eu é que a estava esfriando. Caminhei sorrateiramente até o box, mas assim que abri a porta, Bella me puxou.
A mão dela já estava sobre meu pau, antes que eu tomasse consciência.
Ó senhor! Eu serei estuprado pela minha mulher!
Coisa difícil de acreditar que eu pudesse ser o estuprado e não o estuprador, mas nas mãos da Bella, eu seria o cordeirinho. E o melhor de tudo? Eu já estava duro pra caralho, implorando por aquela mão ou aquela boca deliciosa sem nem ao menos soletrar uma palavra sequer.
Bella percorreu meu corpo com aquela boca perversa me deixando sem fôlego e sem jeito. Não tardaria ela chegaria ao meu pau, e senhor, me dê forças para não explodir antes do tempo.
A boca era o mais puro veludo quando lambeu a pérola que já demonstrava o quanto eu a precisava. Suas mãos não deixaram de percorrer meu corpo, com suas unhas arranhando levemente e me deixando a beira de uma explosão de nervos.
- Porra Bella, preciso estar em você. AGORA!
Não era uma questão de precisar, era puro e simplesmente, obrigatório invadir aquele corpo e garantir que me acabasse em seus braços.
Bella se levantava devagar, mas eu já não agüentava.
- Porra Bella, eu disse agora.
Selou minha boca com seus lábios sedentos, buscando minha língua cada vez mais. Meu pau duro roçando seu abdômen. Para meu limítrofe mais curto a cada segundo, Bella começou a simular uma sugestiva sucção...
PORRA! Ela estava simplesmente me fodendo com a boca.
Ok! Joguinhos sujos? Eu sou o mestre!
Comecei a percorrer sua pele úmida até chegar naquele grelinho mais que úmido. Botei meus dedos naquela gruta fabulosa, mas antes, dando uma raspada singela sobre seu o capuz que ainda acobertava seu clitóris que em breve estaria mais que aberto buscando por mim.
Ela abocanhava meus dedos, deixando claro a sede, sede de ser empalada por mim. Sede de ter seu corpo saciado pelo meu.
Seu gemido contra minha boca deixou claro que não demoraria muito para tê-la derretendo na minha mão.
- Vai gozar assim facinho é?
- Ed… Para de brincar com a comida!
Deixei meu dedo pressionando seu clitóris e simplesmente, sem pedir licença ou avisar, passei a mordiscá-la por todo pescoço, sentindo seu gosto salgado e enlouquecedor.
Ela estava inundada e não sei como seu mel não escorrera pelas pernas. Era maravilhoso e comecei a investir meus dedos. Meu deus, eu podia ficar com Bella para sempre assim.
Senti Bella se amolecer e praticamente meus dedos a seguraram em pé. Percorri seu corpo com o meu, tendo a certeza de precisar me alimentar dela. Mal me aproximei daquele grelinho e ele começou a inchar. Contra minha boca o senti a beira da explosão com Bella segurando seu fôlego. Ela estava quase gozando e, rapidamente a coloquei com as costas no frio azulejo que favoreceu o endurecimento daqueles pêssegos que esperavam por minha ansiosa boca.
- Sim Ed… Assim.
Aquele néctar veio mais puro e recheado possível e eu o suguei todo não deixando uma gota escorrer. Me senti o mais violento vampiro sorvendo sua preciosa vitima. Eu me alimentava do prazer de Bella, do amor que era puro e sublime.
Caralho! Eu era amado!
Não demorei um segundo em me afundar naquela bucetinha que sorvia com maestria cada centímetro do meu pau que já babava por ela.
Os espasmos que já estavam enfraquecidos voltaram com tudo, fazendo com que me sentisse em uma camisa de força que pulsava, me levando a praticamente grunhir contra seu pescoço antes de mordiscá-lo.
As estocadas eram fundas fazendo com que nossos corpos se unissem ainda mais.
- Eu quero gozar com você. Vamos Bella, goza comigo, goza...
- Eu vou Ed. Eu vou... Não consigo, vou gritar. EDDD… – E lá estava eu cobrindo sua boca deliciosa com um beijo, enquanto seu grito ecoava praticamente dentro de mim enquanto minha porra jorrava dentro dela.
Amolecidos.
Definitivamente eu estava amolecido com Bella em minhas mãos.
Eu ainda mal respirava quando senti suas mãos em minhas costas. A calmaria que eu precisava.
O sabonete envolto em suas mãos delicadas que deslizavam pelo meu corpo parecia tirar o peso da tristeza que ainda estava incrustado em mim. Por mais que as coisas fossem ditas, só o tempo vai curar as feridas.
- Você não quer ir para a cama me esperar?
Eu teria que colocar Bella em um pedestal sem tamanho por tudo que ela fazia por mim nesse momento. Todo o amor do mundo não era suficiente.
- Não esquece que te amo muito?
- Não Love, você é minha sustentação. Sem você eu já estaria devastado, enterrado, soterrado…
- Ok senhor Dramalhão Mexicano, já entendi, agora mova essa bundinha boa para nossa cama enquanto termino meu banho.
- Te espero na cama…
Bella ainda estava no banheiro provavelmente se embelezando, como se ainda houvesse algo à ser feito para melhorar sua beleza.
Já havia se passado algum tempo, mas eu já não conseguia livrar minha mente sobre a conversa com Elizabeth…
“- Eu disse que você é muito parecido com seu pai… Como consegue manter essa dúvida? Edward Cullen, você foi, é e sempre será filho meu e de seu Antony, que morreu sabendo que você era seu filho amado, e que o médico havia se enganado nos exames.”
Como ela pode?
Como uma mãe pode simplesmente arrasar uma infância dessa forma?
Bella era tão enamorada por nosso filho que ainda estava em seu ventre. Eu amava esse gurizinho, sem nem saber se era menina ou menino. Deus! Seja bom comigo e me dê um maldito moleque!
Eu queria fazer com meu filho tudo aquilo que não foi feito comigo.
Piano? Meu filho só tocaria isso se ele quisesse e não como eu, que fui obrigado e se não fosse por Alfred sempre tocaria para uma platéia de desconhecidos.
As lembranças pipocavam em minha cabeça. Quantas vezes precisei dela e ela não estava por mim? Foram inúmeras vezes que dependi de Alfred… Rosalie era aquela à qual não podia contar para nada, afinal, quando pode, optou por ir para um internato Suíço e de lá já voltou com Emmett.
A porra da lembrança infeliz de ouvi-la brigando com meu pai era como um amargo veneno escorrendo por minha mente. Não fazia noção das coisas que revivi e do tempo que se passou, até sentir uma cálida mão em minha testa.
- Ed? Love?
Eu sabia que Bella estava nervosa comigo desse jeito, mas por mais que eu tentasse abrir os olhos, sentia meu corpo pedindo por descanso.
- Você quer comer alguma coisa? Vou descer…
Não me lembro de ter respondido, mas senti que estava solitário naquela cama e deixei que as lágrimas ainda me possuíssem.
- Ed, por favor, meu amor, coma um pouco…
Levantei os olhos e encontrei com Bella preocupada. Me ajeitei na cama, colocando meu braço na cabeceira enquanto ela se ajeitava contra meu peitoral.
- Trouxe alguns petiscos que Alfred deixou para você. Disse que são seus preferidos…
Sim, eu estava triste e confesso que não me reconhecia como alguém que cometeu as maiores loucuras para ter Bella ao meu lado.
- Eu amo você e nunca me deixe esquecer de dizer isso a cada segundo… Entre nós nunca existirá espaço para segredos, mentiras e nunca, nunca iremos passar mais que algumas horas afastados… Prometa Bella.
- Eu queria prometer o mundo para ti meu amor, mas ele seria ínfimo perto do amor que tenho para lhe dar.
- Prometa Bella!
- Se é isso que vai fazer você melhor, eu prometo o que você quiser… Meu, por enquanto único, amor.
- Eu já te disse que queria menino para não ter dor de cabeça? Mas confesso que terei ciúmes dele com você… Ai… Definitivamente eu vou amar nosso filho!
Comemos algumas bocadas conversando sobre o estado da casa. Segundo Bella, o furacão Alice havia terminado com o jantar e elas já haviam inclusive discutido algumas coisas sobre o casamento. Idéias que pelo rápidos detalhes que ela me passou, descobri que não casaria mais em Vegas e que com certeza não seríamos casados por um “Elvis-rabo-de-cavalo-rosa” que Alice teimou em discutir com Bella.
Não sei quanto da história do casamento eu ouvi, mas senti quando Bella me cobriu e me deixou com beijos enquanto murmurava algo sobre pudim de manga brasileira com sorvete de blueberry que estava com vontade.
Parecia que meu corpo estava em estado letárgico se recuperando das confusões dessa noite perturbadora quando senti que Bella voltava ao meu lado. Senti que ela se ajeitava em meu corpo… Seu toque, sua fragrância, tudo nela me convidava a relaxar e eliminar da minha mente aquelas merdas todas.
Cercado por tantos empregados percebia tardiamente que mais uma vez estava fazendo de tudo para ser o filho exemplar. Recitais de piano, esportes clássicos e toda atividade que pudesse chamar a atenção positiva dos meus pais — fiz.
Os pesadelos rodeavam meus sonhos.
Não sabia quanto tinha dormido até escutar um barulho estranho… Muito estranho e me arrisco a dizer... NOJENTO.
- Uhaaaaaa.
Os olhos continuavam pesados, mas o pouco que me esforçava em abrir e fazer com que meu corpo se movesse já antecipava que algo estava errado.
- Uhaaaaaa.
Se foi o cheiro ou a respiração arfante, que me deixou em estado de urgência não sei, mas no seguinte barulho, meus olhos estavam estalado e meu corpo já estava ereto.
Algo definitivamente estava errado…
- Uhaaaaaa.
-BELLA!
Era minha Bella, e algo estava errado… Muito errado.
- BELLA!
O silêncio chegava a ser perturbador, ainda mais por saber que ela estava mal… Meu filho estava mal.
- BELLA CARALHO, FALA COMIGO…
Levantei já em desespero sem achar onde ela estava.
Olhei em todos os lados do quarto que permanecia em uma penumbra. Definitivamente eu havia dormido bastante, mas não o suficiente para que o dia infernal já tivesse passado. Nenhuma luz indicava onde ela poderia estar, mas minha primeira providência foi olhar no banheiro. As arfadas eram mais espaçadas, e assim que cheguei à porta, encontrei-a aberta. Com a mão quase no interruptor, o barulho se intensificou…
- Uhaaaaaa.
- Love?
Acendi a luz e me deparei com… O vazio.
- Mais que porra! Onde você está?
- A-Aqui.
A palavra baixa e com aspecto de sofrimento, veio longe. Bella estava no quarto e, eu não havia visto e pior, ela estava mal.
Mas que Santa Porra Batman!
Corri para o quarto e me deparei com ele vazio. As cadeiras e a penteadeira estavam vazias. Cheguei a olhar sob a cama e, chamar por ela, mas ela não respondia com mais nenhum murmúrio.
— PORRA CULLEN…
Sim, minha mulher estava passando mal, não me alertando de onde estava e a primeira coisa com mais potência que ela consegue é me xingar e me chamar como não gosto. Realmente, as coisas estão cada vez melhor.
Enfiei a cabeça dentro do closet com medo da visão que teria, e assim que olhei, realmente as coisas não estavam boas.
A cena grotesca poderia ser facilmente comparada com uma execução, onde vários corpos estariam esquartejados, mas nesse caso, era apenas o corpo da minha mulher encolhida e com a cabeça enfiada em uma caixa de sapatos que me assustava.
- Vai ficar aí me olhando?
A voz era frágil, mas mesmo assim carregada de sentimentos contraditórios.
Comecei a chegar perto para finalmente tirá-la do chão, mas suas mãos foram duras ao me sinalizar para parar onde estava.
- Cullen se forem os nove meses assim, nunca mais você coloca suas mãos em mim.
- Love, com o fogo que você estava a pouco tempo atrás, muito me admira se conseguir ficar sem mim por tanto tempo assim… E posso saber como foi que você veio parar aqui com essa ânsia toda?
- Eu… Eu… Eu só queria arrumar um espaço no armário para colocar roupinhas de nenê…
Agora eu tinha certeza que seria pai de uma menina, e pior… Ela puxou Alice sem dúvida, afinal, Bella nunca foi ligada em roupinhas e todo o mais para simplesmente fazer tudo isso.
- Não me olha assim Ed…
Confesso que ainda estava pensando na cena clássica e tosca da minha filha vestida como Alice, pulando sem parar… E caralhos, eu estaria fodidamente fodido se ela encontrasse um Jasper para ela.
Definitivamente eu preciso aprender artes marciais se for ter uma filha.
- Terra chamando Cullen!
Olhei para Bella que continuava no chão, mas não tão esbranquiçada quanto antes. Ela estava melhorando, mas ainda permanecia com careta para mim.
- Venha meu amor, venha aqui… Deixa eu cuidar de você.
Levantei Bella em meus braços e a carreguei para a cama, e essa comecei a visualizar que isso se tornaria mais comum do que eu pensava… Lá se vão os bons tempos de 24 horas de sexo por dia…
Tsc… Tsc… Tsc… Eu fui feliz e não sabia.
- Você me ama?
Se eu estava preparado para as neuras e medos que uma gravidez poderia trazer para nosso relacionamento? NEM FODENDO.
- Você é minha vida Bella. Não posso deixar de te amar nunca.
- Que bom Cullen, porque definitivamente eu preciso de você em mim…
Ok! Alguém explica para esse ser que tanto amo que seu cheiro era pior que cachorro molhado?
- Ainda não entendi por que de estar com esse nariz franzido Cullen?
- Er… Bella, que tal um banho meu amor?
Seus olhos já crispando de lágrimas me deixaram arrasado. Ó Senhor, avise esses hormônios que eu ainda não estava pronto para a revolução que vinha aí…
- VOCÊ NÃO ME AMA MAIS…
Ela já não chorava pouco… Era berros desesperados…
- Shiii Love, eu te amo…
- FORA!
Hein? Era definitivamente o que eu precisava.
- FORA CULLEN! VÁ DORMIR NO SOFÁ SE NÃO PODE VIVER COM MEU CHEIRINHO…
OMG! O inferno ia recomeçar e, eu definitivamente precisava…
- ALICEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!
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