Minds
9 Capítulo 7
- YESSSSSSSSSSS
- Grita menos anã! Se Bella acordar enquanto eu estiver aqui não quero nem ver. Bom, vou me despedir dela e ir para casa. Tenho muita coisa a fazer... Agora que vou estudar...
Acabei saindo do hotel praticamente às 6 da manhã. Pilhado, dificilmente dormiria após ter ficado entrando e saindo do quarto da minha deusa. Alice e Jasper tinham as idéias mais absurdas a cada minuto, não me deixando sequer tocar Bella novamente.
Tomei um táxi para a mansão e no caminho, fui ligando para Simon, providenciar o necessário para a apresentação em palco aberto no gramado da universidade, afinal, burocracia não era comigo.
Assim que entrei em casa, fui para meu quarto decidido a fazer a pior parte do plano de Alice, afinal estudar não era o pior... Lady Elizabeth Mansen, ou seja, minha mãe...
1 Toque...
- Residência dos Cullens.
- Albert?
- Ow, Sir Edward, quanto tempo.
- Fala velhinho! Tudo bem em casa? Rose bem?
- Sim Sir, todos ótimos, vou lhe transferir para Milady Elizabeth...
- Pow velhinho, passa antes pra Rose... Ela tá aí?
- Não meu senhor, conseguiu fugir para a casa do senhor Emmett as quatro da madrugada, ainda não retornando.
- Perfeito Albert, mas, digamos... ela tá irada?
- Milady?
- Essa...
- Bom meu senhor, acredito que ela não está muito feliz com sua súbita incursão à América.
- Valeu pela informação... Já sei como tranqüilizar seu coração... Se cuida velhinho, se precisar, sabe onde guardo algumas notas não?
- Sim senhor.
- Então use-as caso precise.
- O senhor sempre foi bom, coração de ouro.
- Aprendi muito com você... Agora, me deixe enfrentar a monstra.
Meu coração estava a boca, Alfred mordomo oficial da casa de minha mãe, sempre fora praticamente meu pai eventual. Assinava boletins baixos, broncas e até fiança quando eu tentava me rebelar. Suas palavras não mais me disseram o que eu sabia, minha mãe estava espumando pela minha atitude.
- Ora, ora. Já quebrou a cara meu filho? Posso mandar o jatinho lhe buscar agora mesmo.
- Boa tarde para você também mãe. E não, não é pelo jatinho que estou ligando...
- Então o que me dá a honra do seu telefonema? Saudades de mummy?
- Aham... em sonhos. Mãe se alegre...
- ESTÁ VOLTANDO?
- Não..
- Então???
- Quero que me matricule na UCLA. Em qualquer curso.
- O QUÊ??????????????
- Não grita! É sério, vou estudar...
- Mas... Mas...
- Sem mas, nem menos mãe. É sério, vou estudar. Me coloca em algum curso relacionado ao ramo da família.
- Eu só posso estar sonhando, você sempre odiou o ramo têxtil. O que houve? Quem lhe fez mudar assim? Sinto cheiro de mulher Edward, me fale, tem mulher nisso? Ela é uma qualquer?
- Não mãe, não é... bem... tem mulher.. não, ela não é uma qualquer, é da aristocracia também, mas não faz a menor noção do que estou fazendo por ela, portanto, não saia caçando as filhas das suas amigas que estudam fora, ouviu?
- Eu? Caçando? Desde quando?
- Desde que água é água mãe, agora é sério... Você consegue a vaga?
- Esteja na universidade em meia hora, meu filho. Estou tão orgulhosa de você...
- Aham, falou mãe! Você está feliz por eu estar babando por uma garota do seu tipo.
- Sim Edward, agora mande beijinhos a sua mãe.
- Beijos mãe. Tchau.
Meia-hora? É sério, eu preciso dormir, mas falar com minha mãe, só me deu mais ânsia de estudar e estar com Bella. Ela era tão diferente de tudo e só de minha mãe imaginar que estou com alguém como ela, ela me deixou em paz, sem terrorismo, sem ameaças e o melhor, me deixou nos Estados Unidos sem reclamar.
Entrei no banho pensando em como faria para encontrar com Bella por acaso novamente ou mesmo, propositalmente. A água descia pelo meu corpo deixando com que o sono e a preguiça corressem pelo ralo abaixo.
Desliguei o chuveiro a tempo de ouvir meu celular tocando. Corri até o quarto, deixando um rastro de pingos.
- Pronto.
- Escuta... É rápido. – Alice falava com a voz abafada ao telefone e eu nem ousei interrompe-la.
- Estamos indo a universidade, dá um jeito de chegar lá e se matricular cabeção...
- Segura um pouco que em quinze minutos estou lá. Minha entrevista é agora.
- Droga! Corre então, porque a secretária do reitor ligou agora, adiantando a entrevista de Bella e a minha. Te dou no máximo 40 minutos para não darmos de cara lá...
- Ok. (- Irmã, de que molde do Oscar® você roubou seu vestido? Fala sério que você vai assim?!)
TU...TU...TU...TU...TU
Eu ouvi sua voz e pude sentir até mesmo o sorriso que ela devia estampar naquela boca carnuda, deliciosa, rosada e que me deixava de pau duro só de pensar. Chega Edward! Controle-se! Preciso chegar o mais rápido naquela universidade.
Coloquei um jeans claro e uma camiseta básica preta, afinal era apenas uma visita de reconhecimento, uma vez que minha mãe já devia ter “garantido” minha vaga com uma grana preta. Desci as escadas de casa, encontrando apenas com Jasper que chegava todo animadinho.
- HUmm.. mar tá lindchu o garoto!
- Não amola vagabundo... Descanse essa voz, a noite tem o show esqueceu?
- Aham... Vai aprontar todas no show né?!
- Sei lá... Vamos ver o que vai sair da cabeça daquela sua namorada maluquinha...
- Namorada é tão fraco, não acha Cullen.
- Comeu cocô.. certeza, vai dormir.
Sai de casa com aquela frase na cabeça, Jasper estaria louco ou eu é que não pensava direito? Namorar hoje em dia é tão comum. Faria melhor se pedisse a mão de Bella em noivado? Como ela reagiria? Com essas perguntas, entrei no carro e dirigi o mais rápido até a universidade.
Assim que entrei na sala da reitoria, uma quase nada simpática senhora, mostrou todos so dentes para mim.
- Creio ser o senhor Cullen.
- Sir, para ser mais exato.
- A reitora o aguarda. – Ela fez uma lisura mostrando-me a porta da reitora.
Minha estada durou apenas 5 minutos, afinal, minha mãe havia doado, uma nova ala de biblioteca e não só isso, doou também um novo laboratório de matérias têxteis, o que era absurdamente para apoiar o curso ao qual me inscreveu: Administração Empresarial Têxtil.
A pergunta que não se calava era, “Alguém sabe como fazer para mudar de curso?”, ou ainda esse curso existia antes da minha mãe doar? Seja qual for a resposta para essas perguntas, resolvi sair dali antes que Bella e Alice chegassem e me vissem aqui.
Sai do corredor da reitoria e avistei Alice, que realmente lembrava o Oscar® e lá estava minha princesa. Bella caminhava animadamente ao lado de Alice, gesticulando e se movendo com tamanha alegria, que vi o quão feliz ela estava.
Alice tinha razão em dizer que Bella era apaixonada por livros e cadernos e, eu, não podia estar mais contente de estar naquela universidade, afinal compartilharia dessa animação.
Me esgueirei pela coluna ao lado da porta da reitoria e pude vê-la mais de perto. Resolvi andar um pouco pela universidade enquanto ela faria sua entrevista, mas falaria com ela assim que ela saísse, quisesse a Alice ou não.
Avistei a faixa que Alice havia mencionado sobre a festa de mais a noite estava pendurada e não pude deixar de sorrir e arquitetar meu plano para mais tarde. Seria uma noite espetacular, e para isso eu precisava de um apoio. Peguei meu celular e disquei.
1 toque.................10 toques.
- Alô?
- Acorda vagabundo.
- Hei Cullen? Caiu da cama?
- Simon acorda! Preciso que você cuide do show de hoje a noite.
- Que show?
- Oras, na UCLA. Fechamos um show para uma socialite e eu fiquei encarregado de ser babá da irmã dela.
- Oras, oras Cullen babá?
- Não amola, a grana é boa para a banda e, de quebra, a moça é bonita.
- Ah tá, e quem são?
- Oras Simon, as Brandons.
- Ah Cullen, corta essa... As patricinhas novamente?
- Sim, mas essas patricinhas estão sustentando a banda ok? Então se vira, e cuide de tudo essa noite.
- Pode deixar né!? E você cuide bem da herdeira ok?
- Falou puto!
Desliguei o telefone bem em tempo de ver Bella passar pelo corredor lateral. Ela estava tão entretida com as salas que não me viu ao seu encalço.
As portas iam passando e Bella estava cada vez mais empolgada, quando parou defronte ao “Anfiteatro E” e entrou. Resolvi esperar um pouco, para que ela saísse e me visse ali. Passados 5 ou 10 minutos, Bella ainda permanecia lá dentro. Resolvi entrar e me encontrar ali mesmo, afinal até meu pau já latejava por saber que ela estava ali, tão próxima.
Entrei na sala e a mesma estava vazia. Um sentimento de angústia me tomou. Onde ela tinha se enfiado? Será que corria algum perigo? Tomado por um descontrole, comecei a empurrar as carteiras até chegar em frente à lousa.
Ao seu lado uma porta semi-encostada, dava indícios que ela tinha seguido por ali. Comecei a andar pelo corredor escuro, e escutei o momento em que Bella começou a andar mais rápido.
Sem pensar, aumentei meus passos para não perdê-la. Ainda não tinha visão de onde ela estava, mas sabia que estava a minha frente em alguns passos. Ouvi quando ela tentou freneticamente abrir outra porta.
Cheguei até ela e ela estava parada. Seu corpo tremia e sua ofegação era nítida. Meu corpo nunca desejou tanto algo, como agora.
Fui até ela e sem mais, peguei sua mão, lembrando do que ela havia feito ao idiota da boate. Me aproximei de sua nuca e a cheirei. Tão doce e, tão deliciosa e tão minha, não resisti e comecei a beijá-la na nuca, no pescoço e percorrendo toda a sua costa.
Bella tentou se virar, mas eu a queria daquele jeito; e mais uma vez, agarrei-a nos mesmos pontos roxos que tinha visto. Ali ela teria certeza de que era eu...
Ela gemeu ou algo parecido ao meu toque. Ela me reconhecera... Seu corpo me queria assim como eu ao dela. Não pude deixar de rir ao constatar o quão engraçado era saber que nossos corpos já se amavam, enquanto nossas bocas...
Meu tesão era latente eu precisava tê-la ali mesmo, imediatamente e urgentemente. Pensei na safadeza em geral, e imediatamente cobri sua boca com minha mão, empurrando-a contra a parede e deixando meu pau roçar naquela bundinha deliciosa.
Eu estava louco por aquele rabo desde a primeira vez “Obrigado Tânia por nunca ter me dado, afinal, agora eu teria minha mulher só para mim... Para nossa primeira vez”.
Bella estava tão gostosa, que mesmo que eu quisesse ser mais romântico não conseguiria, não naquele momento. Passei suas mãos por sobre a cabeça segurando com uma mão, enquanto sentia todo aquele tremor do corpo dela com a outra.
Eu queria tão aquela mulher que não pude deixar de traçar todo seu corpo com minha mão. Ela era magnífica e minha... Só minha. Eu faria de um tudo para tê-la para sempre ao meu lado, não me importa quem ela era ou seu sobrenome. Eu faria dela minha esposa aqui e agora se houvesse um padre para nos casarmos.
Bella fungou e eu senti como se lágrimas estivessem prontas para escorrer por seu rosto. Aquilo me angustiou, pois não sabia se era de saudade, amor, carinho ou se ela estava puta da vida comigo.
- Shiiiiiiu... meu amor.
As últimas palavras eu disse praticamente para mim, pois parecia que ela não havia entendido e continua dura ao meu toque.
Pensei em todos os beijos já dados, os orgasmos atingidos e pelos contatos. Sem pensar comecei a beijar sua nuca com leves mordidas, deixando que minhas mãos a sentisse. Sua orelha me chamava para beijos mais fundos e minha língua percorria toda aquela pele cheirosa que cada vez me inebriava.
Percorri seu corpo e logo encontrei a caminho do paraíso. O zíper que não me permitia acesso total a minha deusa estava ali e logo eu o deslizei, a fim de encontrar a verdadeira visão dele. Meu corpo clamava por Bella e eu sutilmente peguei seu cabelo, trazendo-o entre meu ombro e pescoço.
Sua cabeça repousou ali, enquanto eu cobria sua boca com devassidão. Bella estava toda tensa e eu estranhei sua temeridade em me beijar. Ela mantinha os olhos fechados e eu tateei todo seu corpo, chegando perto daquele grelinho maravilhoso, mas parando por uma nova e desejosa calcinha.
Seu corpo tenso sob o meu e alguns movimentos como se ela quisesse se livrar daquilo, fizeram com que meu pau, cada vez mais raspasse naquela bunda deliciosa, coberta por um minúsculo pedaço de pano.
O beijo tornou-se mais delicioso e quando vi, lá estava o par de olhos mais negros e maravilhosos da face da Terra. Bella me encarava enquanto sua língua chupava a minha com avidez.
Senti seu corpo se relaxar impulsionando ainda mais meu pau a invadi-la. Não demorei em passar aquela calcinha para o lado e a penetrá-la com dois dedos. Ela estava toda lambuzada, me deixando mais tesudo ainda. Eu queria penetrá-la urgentemente, mas ela tentou se virar. Fui obrigado a negar com a cabeça sua vontade, vendo por seus olhos a dúvida e talvez o nervosismo pelo que estava acontecendo.
Eu ia comê-la ali e não teria dó. Eu queria aquele corpo delicioso para mim, e comecei a beijá-la, mordê-la, jogando meu corpo sobre ela como um animal. Aquele era o corpo que me deixava mais louco impossível.
Friccionei meus dedos o mais urgente, a preparando para me receber com maestria. Bella arqueava o corpo com desejo, deixando meu pau contra sua bunda e minha cabeça nas alturas. Com a outra mão, pressionei seus braços novamente por sobre sua cabeça e a mordi desejosamente no pescoço.
- Ai Ed.
- Cala a boca!
Porque eu queria sua boca na minha, seria o motivo? Não, o motivo real é que eu a queria com urgencia.
Enfiei minha mão dentro daquele minusculo pano que me impedia de estrupa-la como eu queria e ela merecia por ser tão gostosa e me deixar louco dessa forma.
Não aguentava mais a pressão do jeans sobre meu pau, e logo o tirei, passando minha mão desejosamente pelo meu pau. Masturbei-me um pouco com a cena na minha frente, um rabo arrebitado, a mulher que eu tanto desejo em minhas mãos e me esperando. Agradeci o fato de ter sempre uma camisinha comigo, e logo a peguei, não por nada, mas ela me ajudaria entrar naquele rabo delicioso.
Fui obrigado a gemer e segurar o gozo que estava praticamente na cabeça do meu pau. Se Bella soubesse quanto mexe comigo, saberia que eu era todo dela.
- Sente como ele fica duro só de te ver. – Passei meu pau naquele rabo, e enlouqueci ainda mais.
Bella não falou nada, apenas gemeu alto e claro alguma bobagem que me deixou sedento por aquele rabo que se mexia impacientemente.
- Caralho, como eu senti falta de te foder minha apertadinha.
Precisava amaciar aquela carne para que não fosse tão ruim quanto sempre disseram. Mergulhei minha mão naquele mel, o transportando por todo seu corpo. Lambi o resquício, ficando mais louco ainda. Repeti várias vezes, deixando-a mais encharcada por todos os buracos possíveis e imaginários.
Bella empinou a bunda sem aviso prévio, deixando meu pau praticamente na porta do seu rabo delicioso. Eu aproveitei a situação e apertei ainda mais sua entrada mais que apertada. Bella praticamente rosnou me deixando ainda mais desejoso por aquele rabo
Ela bufava e gemia, praticamente me pedindo par invadi-la. Não demorei a fodê-la com os dedos novamente, enquanto seu corpo relaxava sob mim. Estimulava seu clitóris frenéticamente, sentindo suas contrações sobre meus dedos. Não demorava e ela estaria gozando em minhas mãos. Eu precisava dela me clamando e me desejando como eu a desejava, enquanto brincava com seu grelinho, ela arrebitava ainda mais a bunda, deixando o rabo exposto para meu pau.
- Pede!
- Pedir o que? Assim está muito bom para mim. – Sua voz saiu rouca, praticamente pedindo por mais e demonstrando ainda mais que ela estava prestes a gozar.
- Ahhhh não faz isso minha gostosa!
Bella havia gemido, me deixando mais louco e com isso me dando mais tesão para comer aquele rabinho. Apertei meu pau forçando a entrada naquele rabo melado, enquanto Bella gemia contra meus dedos que mexiam naquele grelinho delicioso. Bella começou a amolecer, favorecendo a entrada do meu pau e dos meus dedos.
A cabeça do meu pau foi entrando lentamente naquele rabo delicioso e sem que eu esperasse Bella empinou ainda mais a bunda, favorecendo a penetração. Aquilo me levou ao céu em segundos, por muito pouco, não gozei naquele momento. Soltei sua mão e a agarrei na cintura para que não saísse dali e me deixasse gozar naquele rabo.
- Caralho Bella, que delicia de rabo. E é meu, todo meu.
Sutilmente foi pondo meu pau todo naquele rabo, segurando sua cintura e concentrando para não gozar imediatamente. Assim que minhas bolas encostaram naquela bunda eu gemi, quase gozando. Bella foi um pouco para frente, quase me levando ao êxtase e subitamente me agarrei ainda mais ao seu corpo, chegando a sua boca e a cobrindo de beijos loucos.
Comecei um lento vai e vem pensando mais nas dores que ela poderia sentir, do que no meu prazer em si. Voltei a estimulá-la, apertando seu seio com uma mão, enquanto a outra fazia alguns razantes por seu clitóris. Nossos sussurros já estavam ficando mais para gemidos.
- Bella, eu não consigo ficar longe de você. Caralho, que foda.
- Porra, Ed...
Aquela sensação era ótima, mas eu queria tanto gozar com Bella olhando nos seus olhos, eu queria fazê-la entender o que passava pela minha cabeça.
- Edward...
- Caralho Bella, já disse que essa sua boquinha falando meu nome, porra... Num fode assim que eu vou gozar!
- Goza comigo...
Aquilo me deixou tão vivo por dentro que quase esporrei de vez em seu rabo. Comecei a sair dela lentamente para não a machucar. Assim que sai, Bella se virou para mim e eu comcei a retirar a camisinha... Eu queria senti-la mais ainda em mim.
Assim que me livrei daquela camisinha, peguei seu rosto em minhas mãos, encarando aquelas orbes que me desejavam mais que tudo. Passei uma mão por sua nuca e a beijei. O beijo que começou leve e sedento, passou a ser urgente.
Senti uma mão repousar sobre meu pau e logo Bella estava batendo uma para mim. Aquilo era maravilhoso e eu me segurava com toda força do mundo não gozar naquela hora.
- Bella, eu tô apaixonado por você.
- E eu estou literalmente de quatro por você. Que merda!
Ela era absurda e eu a amava cada dia mais. Eu gemi e logo a joguei contra a parede, puxando sua coxa direita até minha cintura, deixando sua abertura de frente para meu pau. Não esperei mais e a fodi. Bella gritou meu nome, me deixando mais duro ainda, enquanto me concentrava nos movimentos intensos e prazerosos.
Aquela maluca, se jogou contra mim e quando percebi suas pernas me enlaçaram. A cena estava louca e a pressão daquela buceta envolta em meu pau, só me deixava mais próximo de gozar.
Olhei em seus olhos e lá me vi. Aquilo só serviu para me incentivar mais e comecei a gemer. Senti seu corpo se contraindo sobre meu pau e logo Bella me incentivou.
- Goza comigo Ed. Goza para nós! — Aumentei a intensidade da estocada e a abracei.
- Faço o que você mandar!
Em questão de segundos, minha porra escorria por ela e logo ela me seguiu, contraindo ainda mais sobre meu pau. Encarei Bella que também me olhou. Ela era absurdamente maravilhosa e minha. Eu a queria tanto que doía.
- Que coisa maravilhosa. Que bom te ter! – A abracei com prazer.
- Ainda não acredito que fui de 8 batimentos cardíacos para 80. Você estava querendo me matar de susto é?! – Ela estava sorrindo me fazendo sorrir também
- Não, queria matar de tesão mesmo.
- Como foi que você me achou? Como me encontrou?
- Ué, hoje foi minha entrevista final com o reitor. Eu estudarei aqui.
- Por que não me disse?! Eu lhe disse que viria para essa universidade, por que não me contou que também estaria aqui?
- Não disse não! Isabella, não conversamos praticamente nada até hoje. E eu não tenho vocação para adivinho.
Bella começou a se mexer sobre meu colo e então a deixei se soltar de mim. Meu pau ainda estava em posição de alerta, afinal só de olhara para aquele corpo eu já tinha uma nova ereção.
- Você estava me seguindo, certeza. Você soube em Port Angeles que eu não era uma qualquer, me seguiu e aqui está você. O que você quer?! – Hein? Ela estava louca? Do que ela estava dizendo? Alice me disse que ela tinha uns problemas, mas não que era louca ou drogada. Tentei segurá-la, mas ela estava arredia
- Me larga! Tira suas mãos de mim. Vocês homens são todos iguais.
- Garota você tem um sério problema! Deixe-me explicar...
Bella se deslocou e pegou sua saia. Ela começou a se vestir em minha frente bufando e falando baixinho, dificultando que eu escutasse.
- Por isso eu te vi ontem na loja novamente. Você foi atrás de mim para pegar o que? O dinheiro do caixa? Para me seqüestrar ali mesmo, depois que eu o dispensei?
Ela era louca? Seqüestra-la? Só se fosse para comê-la por dias e noites sem sermos interrompidos. Ela era absurda, ridícula de pensar tal coisa de mim. Quem ela acahava que era? A rainha da Suécia? Milady Cullen- não, isso ela seria quando casasse comigo. Era um absurdo estar ali escutando seus desaforos, no momento que era para estarmos nos entregando e conversando como duas pessoas normais.
- Sua... Sua... MIMADA! IDIOTA!
- Eu não tenho que ficar aqui ouvindo desaforos. Frustrei seu planinho medíocre não é?? –
Ela me empurrou e correu como um furacão. Era um absurdo sem propósito, ela gritar comigo desse jeito e ainda dizer que eu estava soltando impropérios e desaforos.
Subi minha cueca e minha calça e vi no chão o que um dia fora sua calcinha. Abaixei e a peguei, colocando-a em meu bolso. Disparei em sua direção, rezando para que não estivesse longe. Eu havia sido um idiota por responder a suas ofensas ao invés de acalmá-la e assegurá-la que nunca tinha amado alguém como eu a amava.
Cheguei a primeira sala, e enquanto saia por uma porta, Bella abria a outra para sair, sem esperar gritei.
- Bella me espera... Vamos conversar. Por favor!
Ela manteve o mesmo ritmo e logo a porta batia praticamente na minha cara. Assim que sai, vi que Alice já estava praticamente em sua frente.
Bella estava aterrorizada e não tinha motivos para aquilo, a não ser que ela estivesse com medo do amor que estava sentindo por mim. Alice olhou para mim de relance, e eu sem saber o que fazer, apenas enrolei meu dedo em direção da temporã, sussurrando “Ela surtou... Ajude-me. Ajude-nos”.
Alice simplesmente inclinou a cabeça em sinal positivo e abraçou-a. Vi quando o motorista encostou o carro e as duas sumiram da minha frente.
Caminhei lentamente para onde estava meu carro, pegando meu celular e discando para minha penúltima esperança, afinal a última estava cuidando do meu amor.
- Hey bro, incomoda!
- Cara, eu a amo, mas ela doidinha.
- Dude... Eu te avisei que essas irmãs Brandons são pior que qualquer overdose possível. Eu amo minha baixinha, mas ela não é nada convencional.
- Ok, mas a minha é pior, ela tem distúrbio de personalidade sei lá... – Comecei a contar para Jasper, o que tinha rolado após o sexo...
- Seguinte, volta para casa. Alice irá resolver isso da melhor forma possível...
- Falou.. tô indo..
- E cara?
- Diz...
- Ela te ama. Ontem gritou seu nome várias vezes após você se mandar.
- Isso me ajuda muito seu idiota.
- Ué... Achei que ia te ajudar.
- É... ajudou meu pau a ficar duro, seu idiota..
- Ahá!!! Tá de pau duro!!! Zé virgem!!!!
- Vai se fuder Jazz...
- Eu fodo sim, e a minha não foge.
Desliguei aquele celular antes que eu simplesmente surtasse com aquele idiota.
Eu estava em frangalhos e não fazia a menor idéia de como reconquistar a confiança do amor da minha vida. Amor louco, amor insano e francamente, nada menos do que eu merecia. Bella era louca, mas eu estava incondicionalmente e irrevogavelmente apaixonado por ela.
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Notas finais
Por favor... comente... tá foda escrever sem inspiração e sem ajuda de vocês...
Bjkas
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