Miley

1 Cap. 1: Melhor banho da minha vida


Notas iniciais
"Mas ter esse momentinho com Thiago me causou um fogo danado. Entro no banheiro, fecho a porta e tiro a roupa... Harris está me olhando, mas ele é só um cachorro. Entro na banheira encho-a de agua e pego o chuveirinho... Começo a me masturbar."

Esse sol... hmm... muito gostoso.

Será possível algo melhor do que isso?

Sim... pois, Miley estava vindo em minha direção com um shampoo e uma toalha, estava na hora do banho. E nada me deixa mais feliz do que ela nua no banho comigo. Minha alegria é tanta que balanço o rabo.

Melhor banho da minha vida

Miley

Não acredito que tenho que dar banho nesse pulguento. Arg! Elas tinham que sair justo hoje? O dia do banho Harris? Foi elas que o trouxeram pra casa é obrigação delas lavarem.

Olho pra ele. Até que é fofinho. Até hoje me pergunto como é possível largarem na rua um Husky siberiano. Elas o acharam e descobrimos que ele não tinha dono. Não. Pera. Impossível... ele com certeza tinha, só que... ou está muito longe de casa, ou sua família o abandonou, considero a segunda mais obvia.

Ele está conosco há alguns meses... mas ainda não me acostumei com o bicho. A única coisa que admiro e invejo nesse cão sarnento é seus olhos azuis... Ah! Como eu queria ter os olhos assim.

− Vem Harris... – Assovio para ele e no mesmo instante ele vem mexendo a calda. Por que diabos ele só gosta de tomar banho comigo? Não intendo.

Vou em direção ao banheiro e ele me segue.

− Miley. Vai dar banho pro Harris de novo no banheiro? – Minha mãe me repreende.

− Mãe... eu não vou dar banho nele e pra mim mesma separadamente... gasta muito tempo!

Mamãe balança a cabeça num gesto negativo seguido por um: tsc, tsc. Mas no final sorri.

− Você é uma figura Miley. Odeia o cão e o lava no banheiro... a única que faz isso, e ainda mais toma banho junto... Mas é melhor você lava-lo do que eu... Vai e depois limpe tudo.

Faço cara de nojo... detesto limpar.

Subo as escadas, Harris toma à dianteira e corre pro banheiro. Quando estou quase lá surge Thiago – Filho do meu padrasto.

− Oi Miley.

Ele sorri encantadoramente para mim e lambe de leve minha orelha direita. Eu passo minha mão direita em sua cocha próximo à virilha, sorrio e mando um beijinho.

Sim, praticamente somos quase como irmãos... Mas não temos o mesmo sangue, e não nos criemos juntos... Vim morar com eles há um ano. Antes morava com minha vó, pois detestava que minha mãe estivesse casada com outro. Mas até que não é tão ruim. Mas vim para cá porque minha avó morreu e não sobrou mais ninguém. E outro motivo é que ele é muito gato. Alto, musculoso, cabelos pretos, olhos castanhos – infelizmente, porque ele ficaria tão lindo de olhos azuis – e tem muita pegada.

Ninguém sabe de nosso caso. Nem meus amigos e nem os dele. Se minha mãe ou meu padrasto descobrissem... Caramba... não quero nem pensar no que fariam com nós. Mas somos cuidadosos.

Ele é bem popular... é o “bagunceiro gatão e galinha” da escola. Eu não tenho um status tão ruim, conheço bastante gente por estar só um ano aqui.

Mas ter esse “momentinho” com Thiago me causou um fogo danado. Entro no banheiro, fecho a porta e tiro a roupa... Harris está me olhando, mas ele é só um cachorro. Entro na banheira encho-a de agua e pego o chuveirinho... Começo a me masturbar.

Harris fica me olhando... mas já não me importo. Não é a primeira vez que ele me vê fazer isso. Após eu ter um incrível orgasmo – bota incrível nisso – chamo o Harris pra dentro e lavo-o. Ele fica todo alegre e calminho – o contrario de quando Anne e Katia o lavam. Terminando de lavar ele é minha vez. Fico em pé – a banheira está cheia de pelo – esvazio-a e ligo o chuveiro para me lavar.

Demoro uma hora. Após me secar com a toalha ligo o secador do pelo embaraçado do cão não tão mais fedido.

Solto Harris e vou para meu quarto de roupão. Prefiro me arrumar lá.

Olho meu reflexo no espelho. Meus olhos escuros são tão sem graça... meu cabelo era extremamente preto também, por isso o pintei de azul. Sou magra mas tenho um corpo tipo “violão”. Penteio meus cabelos – vão quase até a cintura −, dou uma ajeitada nas minhas unhas passando apenas o preto onde está descascado, visto minha calça rasgada e minha regata do Skrillex com uma sapatilha azul marinho.

Quando ia sair do meu quarto, para ajudar minha mãe com o jantar, Thiago entra e fecha a porta. Chega perto de mim para me beijar.

− Ficou maluco? – Rio – E se nos pegarem aqui?

− Não se preocupe... Sua mãe foi visitar os vizinhos novos e meu pai e as meninas ainda não voltaram.

− Tem certeza? – pergunto sussurrando e chegando mais perto dele.

Ele pega na minha cintura e me puxa para mais perto. Ponho minhas mãos em seu pescoço. Ele morde minha orelha e sussurra algo como: sim.

Já estou em pleno devaneio. Ele me beija e eu o beijo, suas mãos descem até minhas cochas depois sobem por dentro de minha regata e abrem o feixe do meu sutiã, tiro sua camisa, e ele me joga na cama. Ele fica sobre mim. Abro o feixe da sua calça, e ele abre o da minha... não demora muito e já estamos sem roupa. Ele me puxa para baixo de meu edredom e penetra em mim.

Apesar de eu ter apenas 14 anos já havia feito isso antes... sim, com ele. Ele tem 17 anos e com certeza já é muito experiente nisso.

Depois de acabarmos ele me pergunta ainda arfando.

− Você toma anti? Se esquecemos da camisinha... puts.

− Sem problema... Eu não estou nos dias férteis...

− Certeza? – Ele sorri. Ai que sorriso perfeito!

Sussurro “Absoluta” em seu ouvido, e depois mordo-o. E partimos para o 2º round.

No meio do segundo round ouvimos um barulho de carro entrando na garagem. Padrasto e irmãzinhas voltaram. Estamos ferrados.

Levanto num salto. Thiago pega suas roupas e se veste rápido, faço o mesmo. Dou uma ajeitada na cama. Mas apesar de nos apresarmos é tarde de mais. Ouço barulho de paços na escada.

− Caramba! E se te pegam aqui? – pergunto alarmada.

− shiu... faça silencio, se pegarem não demonstre pânico!

Para um final nada feliz a maçaneta gira. Mas a porta – me deparo agora – está trancada.

Isso dá tempo para Thiago pular a janela – há uma arvore – e fingir que estava na casa de um amigo.

− Miley! – Grita minha mãe. – Porque trancar a porta?

− Eu estava me vestindo mãe. – abro a porta.

− Filha... quando sai de casa você já tinha terminado de tomar banho... Você demora meia hora para se vestir?

Afirmo com a cabeça.

− Então por que sua blusa está tão amaçada e você está sem sutiã?

Meu rosto fica quente, estou corando! Caramba... me esqueci de vestir o sutiã!

Ia começar a dizer sobre “meninas de hoje não podem mais ficar sem sutiã”. Quando minha mãe o ajunta do chão e o balança na minha frente.

− Com quem você estava?

Não espera resposta e corre para a janela. Olha pra mim com uma cara nada legal e diz apenas:

− Precisamos conversar.

Estou morta.

Notas finais
Próximo cap.:"Não ligo. Subo correndo, entro no meu quarto e tranco a porta. As lagrimas começam a brotar. Ele vai embora... vai me largar; minha mãe acha que sou uma lésbica, maluca e irresponsável. Talvez os dois últimos sejam verdade"