Midori no Hibi - o Casamento

2 Capítulo 2: Os Dias de Midori


Notas iniciais
A pedido de um querido leitor, a seguir a tradução das palavras escritas em japonês no capítulo anterior e neste capítulo:

Moshi-moshi - "Alô" usado ao atender o telefone
Arigatou gosaimasu - muito obrigada
Oyomesan - significa noiva (esse eu tive que pesquisar... OE)
Tadaima - cumprimento ao chegar em casa, traduzido como "cheguei em casa"
Okaerinsai - cumprimento dado a quem chega em casa significa "bem-vindo"
Aneki - tratamento comum quando se tem uma mulher como irmã mais velha, que é o caso da Rin ^^ Nee-san é a abreviação de Aneki.
Ohayo - significa bom dia

Na sinopse eu disponibilizei algumas informações sobre o anime, pra quem nao conhece^^

Boa leitura! =D

\"Realmente eu me encontrei tão sortuda quanto eu imaginei que fosse! Na primeira vez foi por acaso, as forças sobrenaturais do universo se juntaram e fizeram com que eu fosse magicamente parar na mão do Seiji. Mas desta vez eu tinha certeza que poderia viver tudo aquilo de novo, e com um sentimento superior ao de amizade daquela época... o sentimento de amor.\"

\"Quando eu me tornei a mão do Seiji pela primeira vez, tudo o que nós passamos se tornou muito especial porque foi o que nos fez ficar juntos, da minha parte está tudo bem, não sei dizer da dele....\"

\"Quando vi que o Seiji estava \"gigante\", a primeira coisa que me lembrei foi o primeiro dia em que eu realmente falei com ele. A perspestiva era a mesma, eu o via da sua cintura pra cima, e ele era pelo menos umas 5 vezes maior que eu, mas não me espantei com isso, por mais estranho que parecesse, aquela imagem e a cara apavorada dele me lembravam de quando nos conhecemos e de quando me declarei para ele, e isso me fazia bem.\"

2º Capítulo: Os Dias de Midori

Seiji ficou olhando Midori com cara de tacho e esta reclamou:

— O que tá olhando? Parece que nunca me viu... na sua mão!

Ele sorriu e sentou=se na cama. Ele a olhava adimirado e pensava consigo por que havia se assustado. Sequer o que ele via era novo, menos ainda assustador. Ele comenta:

— Parece que vamos ter que repetir tudo...

Ela fez que sim com a cabeça, depois completou:

— Ou teremos que refazer alguma coisa...

— Oh, a famosa segunda chance, cedida a poucos, devemos aproveitá-la?

— Devemos — ela respondeu docilmente — mas agora vamos dormir, temos muito a tratar amanhã.

O resto da noite foi bem calma.

Os raios do sol atravessavam as frestas da persiana do quarto do casal, que por descuido foram deixadas abertas, anunciando a chegada de uma nova manhã. Midori teria muitos compromissos neste dia e levantou-se tão empolgada que esqueceu da sua condição, quando levantou acabou levando Seiji junto com tudo ao chão. Este acorda em um pulo:

— O que? Os Giants perderam?? — quando se tocou da realidade, passou a mão na testa onde tinha se formado um galo — Ai, isso doeu...

— Desculpe querido se te acordei... é que eu queria preparar um café pra você...

Ele se previne da dor que isso causaria (o quarto ficava no segundo andar e a cozinha no primeiro):

— Não, não precisa, amor, eu fa... — ele não pôde terminar a frase, pois Midori já estava se preparando para ir até a cozinha.

Ela começou arrumando a cama, Seiji mal podia acompanhá-la em pé, ás vezes sentava e esperava ela terminar o que fazia, pois ele estava muito cansado, quase não dromira noite passada, tantando não asfixiar Midori, caso dormisse em cima da mão. Ele dormiu ali mesmo, no chão do quarto e ela sem preceber continuou a arrumar o quarto.

Depois decidiu fazer um café bem forte para que Seiji não ficasse tão cansado... não vou nem descrever a descida das escadas. Além de café preto bem forte, Seiji precisaria também de gelo, muito gelo.

Enquanto ela buscava gelo na geladeira, a campainha tocou... o Seiji teria que esperar... Ela atendeu e foi surpereendida pela sua cunhada (reparem que cunhada já começa com cu...:p):

— OHAYOOOOOOO!!!! — ela gritava, balançando sacolas de supermercado com incontáveis garrafas de sake, incrivelmente ainda estava sóbria... por enquanto.

Midori se lembrou na hora que a Rin tinha desmaiado na sala na noite anterior... ela se assusta e diz:

— Aneki... são nove horas da manhã... e você já tá bebendo..!? Bem, entre vou preparar um café...

Rin entrava quando tropeçou em alguma coisa e caiu de cara no chão. Quando viu estava estirada por cima do corpo do seu irmão, que estava desacordado. Só então Rin percebe que havia se repetido o caso da mão dele (o que a bebida não faz...) e começa a rir. Midori estranhando a reação dela, pergunta:

— Nee-san, o que foi?

— O Seiji já caído de bêbado a essa hora, hahahaha — risada aguda básica — por isso que é meu irmão...

Midori faz uma cara de \"affs\", pensava que tinha a ver com a mão direita dele, ou seja, ela. Rin completa...

— Não sei o que vocês fazem pra acontecer isso — apontou para a mão do Seiji — mas eu não vim aqui pra falar isso — falava passando por cima de Seiji — vim pra te ajudar com os preparativos, e pelo jeito você vai precisar mesmo kkkkkkkkk

Rin colocava as sacolas em cima da mesa enquanto Midori fechava a porta e ia em direção à cozinha. Ela preparou um café rápido e trouxe numa bandeja até Rin, junto com o gelo para o Seiji.

— Pra que esse café? E pra que esse gelo? Eu não tomo sakê com gelo...

— Er... você vai tomar sake a essa hora da manhã mesmo?

Rin lançou um olhar mortal a Midori, que deu um \"sorriso amarelo\" e pegou o gelo para aliviar a dor do seu amado.

Seiji ja estava acordando e deu de cara com a sua irmã que sorria e gritava:

— OHAYO MANINHOOOOO!!!! De ressaca é?? hahahaha.

— Meu Deus! — ele diz assustado — estou tendo um pesadelo... eu não tenho dinheiro hoje!

— Calma, camlam. Eu não quero seu dinheiro, já que vou comer e beber de graça no seu casamento hehe

Midori oferece um café pro Seiji, que aceita.

Enquanto tomam café, com excessão da Rin, que bebia sakê, Midori vai arrumando a lista de convidados, ditada por Rin:

— Primeiro, não se esqueçam de muito sakê, muito mesmo! — Midori assentiu com a cabeça, com um sorriso de quem já sabia que ela iria dizer isso, Seiji fez cara feia e comentou:

— Isso não vai prestar...

— Tá, vamos aos convidados: a Shiori, o Miya, aquele protegido sequelado do Seiji...

Ela não pôde terminar, Seiji a interrompeu:

— Você que convidar a Shiori?

— Qual o problema? É só uma criança... — disse Midori, mas se lembrava da vez que a Rin ajudou a Shiori a \"conquistar\" o Seiji, e se divertia com isso. Deu uma risada tímida. Rin completou:

— Ela nem deve mais gostar de você, e eu só ajudei ela porque não sabia da Midori...

— Pode convidar ela então — Seiji deu-se por vencido — mas se pode convidar ela, pode convidar a Ayase...

— Acho uma boa idéia. — disse Midori — Por que não? Ela é sua amiga afinal... ela é uma boa pessoa. — terminou, sem se importar com a tentativa do futuro esposo de causar ciúmes.

Seiji é derrotado novamente, mas já esperava isso, Midori não é ciumenta e é uma pessoa bem calma. Quem sabe por isso que ele gosta tanto dela, assim há um equilíbrio já que ele é esquentado demais.

Rin continua a lista:

— Ah, tinha mais um cara louco que vocês me falaram uma vez... nerd... não, não era assim que chamava... otaku!!! Isso, otaku! Takamizawa, aquele maluco que gosta de brincar de boneca hahahaha.

— Ah sim, Takamizawa, faz tempo que a gente não fala com ele — lembrou Seiji — boa memória aneki!!!

Midori lembrou da vez que o Seiji foi comprar roupas pra ela, quando conheceram o Takamizawa, em uma loja especializada em bonecas ornamentais. Perdeu-se em devaneios até que foi chamada de volta a realidade por Seiji e Rin.

— Ah, desculpem... Seiji, você lembra de quando conhecemos Takamizawa? Naquela loja de bonecas.

Ele sorriu e disse:

— Claro que lembro. Como eu poderia esquever de você vestida de mini enfermeira?

— Nós poderíamos ir lá de novo? Você lembra do vestido de noiva que eu experimentei? hihihi — ela deu uma risada discreta.

— Lembro sim... então marcamos um dia com o Takamizawa e vamos todos juntos, que você acha?

Ela fez que sim com a cabeça. Rin nem tinha prestado atenção na conversa deles, terminou de beber sua vigésima garrafa de sakê, eita mulher forte pra bebida... ela levantou a garrafa vazia e disse:

— Vivaaaaaaaaaaa!!! Um brinde aos noivooooooooooooooos!!!

Notas finais
Falta de acento nas palavras, aberviações (q, d, pq...) e falta de "r" no final dos verbos (canta, dança, faze...) são culpa do msn kkkkk, me avisem que eu arrumo, mas eu verifiquei antes de postar ^^ Eu percebi coisas assim no capítulo anterior e já providenciei o acerto desses errinhos básicos :P

Deixem reviews, eles são muito importantes pra mim *-* mesmo que sejam criticas >.<