Midnight Memories.
1 Capítulo 1 - Uma nova saída.
Notas iniciais
Oi, minha primeira fic aqui nesse site. Mas eu posto essa mesma fic no SOCIALSPIRIT, então se vocês virem por ai, sou eu mesmo, não estou copiando de ninguém.
-Tem zumbis aqui, temos que ir rápido!-Disse Lea.
Alguns zumbis já tomavam a frente do galpão, a família de Lea já estava ali a uma semana, estabeleceram moradia ali mesmo.-Corre mãe, o papai já está nos esperando lá atrás com o carro ligado.Lea pegava suas coisas que estavam por ali, seu irmão, Gabe, tinha apenas 7 anos, mas já sabia como lidar com aquilo tudo. Em cinco minutos, a família jáestava toda pronta, as coisas estavam no carro.Brian, o pai de Lea disse: -Lea pegue aquela pistola no porta-luvas do carro, coloque-a no seu cinto, ao alcance de sua mão.Lea obedeceu e fez como ele mandou, e foi abrir o portão do fundo, primeiro ela espia por de baixo do portão e vê se encontra algum zumbi, não vê nada. Todos já estavam dentro do carro, menos Lea, porque ela iria abrir o portão. Naquele momento um barulho estremece o galpão, os zumbis abriram a porta, rapidamente Lea abre o portão e o carro passa, o pai de Lea sai de dentro do carro e entrega a direção a Lea, ele se senta ao lado dela, no passageiro. Aquele era um carro grande, capacidade para 8 pessoas, e o porta malas era grande, eles encontraram aquele carro logo após o início do apocalipse, ele estava ligado com as luzes acesas numa pequena estrada ao norte de Atlanta.-Onde devemos ir? Perguntou Lea.-Devemos continuar ao norte, seguindo essa estrada!- Disse Brian apontando com a mão para a direita.-OQUE É ISSO EM SUA MÃO? Exclamou Lea, ao olhar sangue na mão de seu pai.-É... QUE... É... Eu fui mordido na noite anterior enquanto eu fazia minha ronda, ele veio por trás de mim, eu não pude vê-lo, empurrei ele, mas ele conseguiu alcançar minha mão e mordeu! Sinto muito. -Respondeu ele, com algumas lágrimas no rosto.-Você não teve culpa papai. -Chorou Lea ao braços do seu pai.Lea parou o carro, pegou uma caixinha de primeiros socorros no porta mala e cuidou do ferimento.Já estava anoitecendo, Lea parou o carro em uma casa beira a estrada, eles passaram a noite naquela lugar.Ao amanhecer Lea, foi no carro pegar alguns alimentos, ao longe ela avista um trailer, ela foi até lá, viu que ele estava em bom estado, tinha dois galões de gasolina e o tanque estava cheio, o estoque de comida estava bem abastecido, Lea adentra o veículo e visualiza um corpo ao chão, aquele corpo estava com uma arma e um um recado que dizia: "Não posso viver assim."-Acho que ele tirou a sua própria vida. -Disse Lea.Lea tira o corpo dali e da uma limpada no sangue, em seguida ela leva o trailer até a sua família, ela mostra o veículo para todos e eles decidem trocar de veículo, eles pegam as coisas do outro carro e coloca no trailer, mais tarde eles saem dali.-Lea estava conversando com seu irmão, enquanto seus pais dormiam.-Oque você acha que causou essa epidemia Lea? -Perguntou Louis, olhando o mapa.-Não sei, uma gripe? Doença da vaca louca? Aids? Não sei... -Respondeu Lea.-Você sente saudades daquela vida? Que nós tínhamos? -Perguntou ele novamente.-Quer saber? Eu não tenho! Aquela vida era cheia de regras, cheia de leis, agora não, enquanto papai dorme, eu posso dirigir, posso fazer oque quiser. -Respondeu ela, lágrimas escorriam em seu rosto.-E oque você sente falta? -Perguntou ele novamente.-Sinto falta das minhas músicas, dos meus amigos, do meu namorado. -Respondeu ela já aos prantos.-Desculpe, mas quando isso aconteceu eu peguei uns CDs no seu quarto.- Disse Louis, puxando da bolsa um CD do ColdplayLea enxuga as lágrimas e liga o rádio, enquanto ela colocava o CD, uma rádio dizia: "Santuário para todos, comunidade para todos, quem chega sobrevive."-Você ouviu isso? Acorde o papai logo! -Ordenou Lea a Louis.Lea conta ao seu pai, e pergunta se poderia ir até lá... seu pai concorda, mais a frente ela avista uma placa, na qual mostrava aonde ficava o terminus, ela vai em direção à ele. Chegando lá ela deixa o trailer numa floresta, e vai indo até a grande entrada que havia na frente, seu pai, não deixou entrar ali, ele falou que poderia ser perigoso, deveriam estudar o local antes de se apresentar. Caminharam até o lado onde viram um grupo de pessoas adentrando o local, tinha uma mulher com uma espada, um homem com um lançador, uma criança e um outros homem, o qual segurava apena suma arma simples, aquele grupo entrou no terminus por um passagem lateral, passados uns 10 minutos que a família de Lea estava observando o local, ouvem barulhos de tiros, Lea e Louis foram beirando a cerca até chegar no local onde ouviam os tiros.-ENTREMNO VAGÃO!- Ordenou um rapaz jovem.Aquele grupo que acabará de chegar ali estavam sendo presos dentro de um vagão.-Psiu, vocês!- Sussurrou uma mulher, que segurava em teu colo uma bebê, e um homem moreno e alto a acompanhava.####
Notas finais
É isso aí rs. tchau ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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