Michelle!

6 Capítulo 6 - Watch my show


Notas iniciais
Música da minha inspiração > Ain't it fun

Algumas semanas depois...

Michelle se encontrava sozinha com a enfermeira, todos haviam saído para gravar a tal música, Axl teria ido umas 3 horas antes dos outros, e ela já sentia-se incomodada com a falta que o vocalista lhe fazia. Tentava esquecer, mas parecia impossível. Colocou a mão sobre a cabeça e abaixou-a, tentando se livrar da falta que Axl Rose fazia. E por um tempo veio em sua mente, Axl e nem ninguém falara da época que eram crianças, de experiências familiares e a juventude.

- Dolores, me coloque perto daquelas gavetas, por favor — chamou a enfermeira, ela de imediato foi até a menina, colocou-a perto das gavetas apontadas com o dedo indicador. Sentou-se e pois-se a pesquisar papéis, fotos, algo que ligasse Axl aos pais, da onde teria vindo ou qualquer coisa que matasse a curiosidade do momento. Dolores, a enfermeira, ficou observando a menina concentrada nos papéis jogados ali, percebeu que naqueles dias de paraplegia estava mais radiante e que recebia a máxima atenção de todos os rapazes, estava bonita, de fato, e que tudo isso é graças ao cuidado máximo que Axl estar tendo com ela.

Experimentou vasculhar só mais uma vez, para ver o quê mais encontrava de bom, já havia descoberto quem eram os pais, o padrasto, os irmãos e o motivo de todas aquelas fotos rasgadas e jogadas. Oh sim, chegou ao seu auge de dor, encontrou uma bela foto do padrasto batendo na mãe e depois a letra de Rocket Queen, e por quê ele havia guardado ela ali? estava tudo ali, sua mísera história, e a letra de Rocket Queen com a letra de forma de Axl, algumas rasuras, mas estava legível.

Sorriu ao ver cada verso daquela música e embaixo o nome dela, Michelle. Sentiu ele sussurrar em seu ouvido de uma forma sensual o seu nome, tão doce. E foi o tempo de suas lembranças daquele fim de tarde com Axl Rose tirando a sua virgindade passarem por seus olhos e ouvir o barulho da porta se abrindo, jogou tudo do jeito que estava na gaveta e fingiu estar mexendo nas unhas.

- Oi, minha doçura — Izzy piscou para ela e foi até lá beija-la o rosto

- Tyler, essa é a Michelle, a nossa filha postiça — Duff apresentou-a a um homem magro, branco e de cabelos negros até a altura dos ombros, o mesmo deu um sorriso incomparável com aquela enorme e charmosa boca, que chamou-a atenção de imediato.

- Oi lindona — Axl inclinou o seu tronco beijou-a os lábios e foi correspondido, com ardor. — Sentiu a minha falta? — sorriu maliciosamente

- Muito. — sorriu, sendo observada pelo novo cara

- Michelle, este é Steven Tyler nosso amigo de uma outra banda, o Aerosmith, dentro dessa enorme boca tem uma fodida voz, acredite em mim. Ele morará aqui conosco, desde agora. — Duff sorriu

Axl fitou Steven Tyler vindo em direção a garota e puxando a mão dela para beijar a mesma, não gostou nem um pouco da atitude, mas o mesmo fez, dando um beijo demorado na mão delicada e branca da garota que sorriu.

- Vamos Michelle — puxou a cadeira de rodas, fazendo ele largar a mão dela bruscamente, ela olhou para trás e viu Steven Tyler a olhando e logo em seguida olhou para cima e viu o rosto de Axl Rose com a expressão de poucos amigos.

Entregou a cadeira de rodas com a menina a enfermeira, brutalmente, com raiva.

- Espera — interrompeu a enfermeira que fazia o caminho para o quarto — Axl! — berrou

Axl olhou-a pelos cantos dos olhos

- Ouça — inclinou-se para o lado, olhando para Dolores — Dolores, deixe que Axl me dê banho agora, só eu e ele. — falou, séria.

- Tudo bem — largou a cadeira de rodas e se sentou no braço do sofá, pegou seu tricô antes deixado ali e começou o seu trabalho de novo

Axl voltou, pegou com força a cadeira de rodas e conduziu Michelle até o banheiro ao lado. Brutalmente tirou todas as roupas dela e as dele, ficando apenas com o short de lycra vermelho que estava antes, colocou a cadeira de rodas dentro do boxe, fechou, ligou o chuveiro e esperou que esquentasse. Com um pote de plástico arranjado pela enfermeira, jogou água quente sobre o corpo da garota, mas depois resolveu traze-la para frente para que a água caísse diretamente a ela, ela o encarava agora com o cabelo nos olhos. Ele agachado defronte a ela passava a esponja de banho fazendo espuma pelas coxas finas e brancas dela, a água tambem molhava o cabelo dele e percorria o seu corpo, não se importava, continuava a passar a esponja.

- Vou ser franca com você, Axl — parou e pôs a encara-lo de cabeça erguida, sem receber a atenção dele — Não vejo motivos por estar com esta cara, afinal, não fiz nada a você.

Ele continuou esfregando a esponja. — Axl Rose, fala comigo, para com esta infantilidade inútil!

Continuou passando a esponja. Ela desistiu ao perceber que suas tentativas eram inúteis. Apenas o movimento monótono de Axl com as esponjas eram considerados vida naquele banheiro. Até Michelle inclina-se de uma vez e abraça-lo com força. Axl não iria ceder, não fez nada em troca, para deixar bem claro quem mandava ou não por ali. Ela beijou o pescoço dele com carinho, esperando outra atitude, mas nada. Apertou-o mais e aumentou o nível de seus beijos — Você me prometeu que iria ser o amigo, que iria cuidar de mim, por favor, não me abandone não.

Ele a envolveu com seus braços e beijou-a o pescoço, respondendo a carícia. De repente um sorriso sincero apareceu estampado no rosto da garota. Ele acariciou o rosto dela com as costas da mão direita, ela ainda sorrindo e nem percebendo, tocou o rosto dele e desceu a mão indo do pescoço até o abdômen, reconhecendo tudo aquilo. Ele se sentou no chão do banheiro, com as pernas cruzadas, deitou a cabeça no colo dela de lado, a mesma, por sua vez, pegou o shampoo ali perto, despejou um pouco na mão e espalhou devagar no longo cabelo dele, ele fechou os olhos. Terminou de espalhar o shampoo, ajudou a enxaguar os fios divinos com os dedos. Ele levantou a cabeça, acariciou as coxas dela, subiu para a cintura, onde a envolveu com os dois braços, beijou a barriga dela, em volta de seus seios. Sugou-os com cuidado, mordiscando de leve, ela envolveu a cabeça dele com os braços, gemendo, não escondendo que estava devidamente fascinada por aquele ato.

- Mic, nós podemos? — ele perguntou olhando-a

- Nós devemos! — disse, se arrepiando com as mãos dele passeando por suas costas

Axl se levantou do chão, pegou Michelle em seus braços e se sentou novamente no chão, com ela sentada em seu colo feito uma boneca de pano. Ele colocou seu braço atrás do pescoço dela para lhe dar sustância. Percebeu que ela estava sim excitada, e ele o mesmo e terrivelmente desejando-a. Então encaixou-a, tirou seu short, e fazendo com que seu membro a penetrasse bem devagar, ela não dissera uma palavra, apenas aceitou tudo aquilo, a água ainda caia por cima dos dois, Michelle gemia como podia, e Axl chamava por ela em sussurros perguntando se estava bem, tentando não afasta-la. Mas ela ficava vermelha e mais quente a cada minuto que ele estava dentro dela.

- Mic, você está bem? — se retirou dela, e olhou assustado o estado da garota

- Axl... socorro — chamou-o com a voz distante

- Mic, continue falando comigo, por favor, não pare nunca. — pegou-a nos braços, levantou o seu short, e ficou em pé logo em seguida, carregando-a, enrolou-a em uma toalha e saiu rapidamente do banheiro.

- Dolores! Dolores! — gritou pela enfermeira

- Sim? — ela respondeu, correndo até ele

- A Michelle, ela está passando mal, ela ficou vermelha e quente, sua voz ficou distante e agora ela está aqui, desta maneira — disse, desesperado.

- Precisamos colocar soro nela — olhou-a — vamos já está tudo pronto — correu até o quarto e abriu a porta, ele entrou com ela nos braços e colocou-a na maca, a enfermeira colocou soro na veia em dos braços dela, e Axl ainda pingando água a observava, assustado.

A enfermeira cobriu-a com um cobertor ali deixado — Vamos deixa-la dormir um pouco, amanhã ela estará melhor. — ela deixou o quarto

Axl não quis sair, ficou observando-a até dormir sentado na cadeira, com a cabeça enfiada nos braços e os braços apoiados na maca. Ela não dava nenhum sinal, seus batimentos eram contados por um monitor ali. E a enfermeira, as vezes ia vigia-los, para ver os batimentos de Michelle, mas estava tranquilo, continuou tricotando e conversando com os rapazes lotados de álcool e heroína.