Mi Vida Comienza Contigo.
20 Capítulo 20
Notas iniciais

Corri até onde ele estava, me agachei do lado do professor.
— O que aconteceu? – Perguntei já desesperada, vi um corte na testinha dele.
— Ele caiu e bateu a cabeça, já chamamos o resgate da escola.
— Meu amor, mamãe esta aqui, tudo vai ficar bem.
O resgate veio, ele não acordava, colocaram na maca e eu fui com ele, a diretora avisaria Estevão, na ambulância ele já começava a acordar.
— Mamãe.
Peguei na mão dele. – Meu pequeno, como esta?
— Minha cabeça doi.
— Eu sei, mas estamos chegando no hospital e vai melhorar. – Assim que chegamos entraram com ele para dentro, fiquei na sala de espera, mais cama por ele ter acordado, Estevão chegou logo em seguida, levantei e o abracei.
— O que aconteceu, como ele esta.
— Ele caiu na quadra, jogando bola e bateu a cabeça, mas na ambulância ele já acodou, eu fiquei com tanto medo. – Ele me abraçou, e eu chorei.
— Calma meu amor, ele esta bem, falou com você. – Me senti tonta, Estevão me ajudou a sentar. – Maria, fica calma meu amor, faz mal pro bebe.
O médico veio fala conosco. – Oi, fiquem tranquilos, ele esta bem foi só a batida, fica duas horas e já pode ir, curativo esta feito, os pontos caem sozinhos, mas por favor nada de correr, pular, uma semana em casa.
Agradecemos o medico, e fomos ve-lo, ele estava tranquilo.
— Pai, mãe.
— Meu filho, que susto, como esta.
Estevão foi de um lado e eu fiquei do outro, beijei a cabeça dele.
— Estou bem, tropecei no cadarço.
— Já falei pra você amarra o tênis meu amor.
Ele sorriu, o abracei, senti tanto medo, Estevão sorriu pra mim, ficamos um pouco ele adormeceu por causa do remédio.
— Vem vamos, ele esta dormindo e você tem que comer.
— Não deixa-lo sozinho.
Ele veio até mim, pegou em minha cintura e me abraçou. – Ele esta bem meu amor, esta dormindo, vamos cuidar deste aqui agora.
— Eu como, mas quero ficar aqui.
— Esta bem, já volto. – O abracei, ele saiu do quarto, sentei na cadeira ao lado do Pedro, quando a porta abriu.
— OI Maria, desculpe vir assim é que queria saber como ele esta.
Olhei para o Prof Eduardo, me levantei.
— Ele esta bem, foi só a pancada.
— Desculpe, mas ele é seu filho?
— Sou casada com o pai dele, mas ele e o irmão são tudo pra nós, o amo como um filho.
— Entendi, casada, mas que bom que ele esta bem.
— Graças a Deus, eu fiquei desesperada. – Só de lembrar dele inconsciente meus olhos se enchem de lagrimas, Eduardo pega na minha mão.
— Não chore, ele esta bem certo.
Quando ia responder, Estevão entra.
— Oi. – Se aproxima, ficando do meu lado.
— Meu amor esse é o Eduardo, o novo prof de Ed física, ele veio saber como esta o Pedro.
Estevão estendeu a mão, se cumprimentaram. – Obrigado pela preocupação.
— Sem problemas, já vou, foi um prazer e até amanha Maria.
Ele saiu, olhei para Estevão, o beijei, sabia que tinha ficado com ciúmes, mas não o deixe fala, ele sorriu, peguei a sacola e comecei a comer, depois que Pedro recebeu alta saímos e fomos pra casa, lá estava João e Carmen, Arthur dormia, graças a Deus foi apenas um susto.
Dois meses depois do casamento, tudo estava perfeito, não vou mentir morro de ciúmes do prof Eduardo, mas não ia aborrecer Maria por isso, hoje íamos descobrir o sexo do bebe, ela estava com quase 6 meses, a barriga linda e ela mais perfeita ainda, os meninos estavam com Carmen, queria depois de descobri fica a sós com ela, estava esperando ela sair do banho e se arrumar, estava sentado na cama, observo ela sair do banheiro, de robe, ela o tira, sorri pra mim, dou risada, ela é uma tentação, ela para na frente do espelho, contemplando a barriga que já era grande, vou até ela, a abraço por tras, e cubro as mãos dela com as minhas, beijo seu ombro.
— Assim fica difícil ir pra algum lugar, você esta mais linda, perfeita. – Ela sorri, vira pra mim e me beija.
— Vou me trocar, senão vamos nos atrasar.
Depois que ela esta pronta, vamos para a consulta, estamos ansiosos, pareceu uma eternidade mas aqui estamos, esperando só a medica nos dizer.
— Esta tudo perfeito, coração, tudo, preparados?
— Muito, o que é? – Senti a voz da Maria emocionada, a medica sorriu.
— Parabéns, daqui 3 meses virá ao mundo, uma princesa.
Maria olhou pra mim, lagrimas de alegria escorriam por nossos olhos, a abracei, ela chorou, me afastei e limpei as lagrimas dela.
— Uma menina meu amor, obrigada, te amo.
A beijei. – Eu te amo.
Depois que saímos do consultório, voltamos para casa, entramos e a peguei no colo, ela encostou a cabeça em meu ombro, cheguei no quarto a deitei na cama, a olhei. ~
— Me beija, quero que faça amor comigo como nunca.
A beijei, ela agarrou meu pescoço aprofundando o beijo, desci pelo pescoço dela, senti tirando minha camisa, a virei de costas, desci o zíper do vestido, beijando toda a pele dela, a escutei gemer, a virei de frente pra mim, ela se sentou, deslizei as alças do vestido pelos braços dela, os seios estavam apetitosos, peguei um em minha boca e suguei, ela arqueou as costas, bagunçando meu cabelo, a deitei novamente, e retirei o vestido junto com a calcinha, passei as mãos acariciando as pernas, chegando na linda barriga, me inclinei e beijei.
— Minha princesa, não vejo a hora de ter em meus braços, vai ser linda como sua mãe.
Olhei pra ela, estava sorrindo. – Amor, vem fazer a mãe da sua filha muito feliz.
Beijei sua boca. – O que te faria muito feliz.
Ela me abraçou, mordeu minha orelha. – VicÇe, dentro de mim, gozando junto comigo...estevão, estou tão excitada.
Me afastei, levantei tirei minha calça junto com a cueca, voltei pra ela, rocei meu sexo de leve em sua intimidade.
— Vira meu amor, vamos fazer do melhor jeito. – Ela se virou de costas, eu a abracei por tras e entrei, devagar, arfei de desejo, queria ir forte e fundo mas fui com cuidado, ela rebolou, apertei o seios dela, sem para de beija o pescoço e o ombro, com os hormônios ela gozava rápido e muitas vezes, hoje seria assim também, gozamos lento, suave, ela chamou por mim, e eu a segurei.
— Ahhh... que gostoso, fazer amor com você é magnifico.
— Vamos aproveitar. – Me desencaixei dela, que se virou pra mim. – Ver esse seu semblante de prazer, sabendo que fui eu me deixa excitado de novo, sempre.
— Eu te desejo sempre.
— Meu amor, e o nome, pode me contar. – ela se aconchegou mais em meu corpo.
— Vai se chama Alice. – A beijei.
— Nome lindo, como ela.
Nos amamos mais uma vez, depois fui pega as crianças, Pedro ficou radiante em ter uma irmã, disse que ia cuidar, e proteger. Hoje dormimos todo juntos no nosso quarto, Maria ainda ia trabalhar até o sétimo mês, com muita discussão, depois que deixei Arthur na casa de Carmen recebi uma ligação de João precisando conversar comigo, passaria lá na mais tarde.
— Oi João, queria fala comigo. – Depois de almoçar com Maria fui para os bombeiros, entrei no escritório dele, percebi que estava com o semblante preocupado, quase desesperado.
— Estevão, oi. – Ele se levantou.
— Tudo bem, esta inquieto, aconteceu alguma coisa.
— Preciso fala com você, senta por favor.
Me sentei e ele sentou do meu lado, passou as mãos pelo rosto. – Esta me deixando preocupado, o que houve?
— Vou direto ao ponto, a policia me entregou uma placa de um carro que provavelmente atropelou a Lara.
Meu coração parou, depois de tanto tempo, olhei pra le e me levantei. – Depois de 5 anos, como apareceu essa placa?
— Não sei, o policial preferiu que eu falasse com você.
— Cade a placa.
Ele se levantou, pegou um papel na mesa dele e me entregou, olhei, a anos eu esperei por isso, saber quem matou minha esposa e porque fugiu e agora estava aqui nas minhas mãos a placa do carro, só não imaginava que isso mudaria tudo...
Continua...
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