Mi Mundo

3 Capítulo 3


Notas iniciais
Eu queria agradecer, por tudo, pelos comentários, pelos elogios, enfim... Muito obrigada. Eu só peço que vocês não riam da "música da Angie" que tem, e nas notas finais, eu explico. Nesse capítulo não tem Germangie, mas eu fiquei com muita dó do Pablo. Espero que vocês gostem ;)

Pov. Pablo.

Fazia uma hora que eu e Violetta estávamos caminhando pelas ruas de Buenos Aires, passando por todos os lugares que Angie frequentava. Eu a conhecia tão bem, era seu amigo a tanto tempo, eu tinha que saber onde ela estava.

– Violetta, você não quer voltar?Daqui a pouco vai começar a chover. – E era verdade o céu já estava escurecendo, mesmo sendo uma hora da tarde. — Você deve estar cansada. Eu te ligo se...

– Não. Pablo, ela é a minha tia, eu não vou...

– É isso! – Como eu não pensei nisso antes?

– O que Pablo? – Violetta perguntava confusa.

– Angie, é sua tia, é por isso que ela se sente mal. Angie se sente culpada por ser irmã da Maria. Ela só pode ter ido a um lugar.


Pov.Angie

– Desculpa-me minha irmã. Eu...

Meu celular começou a tocar pela milésima vez. Uma foto do Pablo apareceu na tela, mas recusei a chamada. A foto de Pablo foi substituída por três avisos.

“37 chamadas não atendidas.”

“18 novas mensagens”

“15 novas mensagens de voz.”

“Só vou escutar as mensagens” pensei. Eu sentei ao lado da lápide de minha irmã. Eu havia passado a noite toda ali, já havia passado a hora do almoço, mas eu não sentia fome, não estava com sono muito menos com frio. Estava cedo, mas o céu já estava escurecendo.

“Angie, sou eu Pablo”. A primeira mensagem foi mandada pela manhã. “Acabei de sair do seu apartamento e eu sei que você não dormiu em casa. Estou preocupado, por favor, me liga assim que ouvir essa mensagem.”

A segunda mensagem era da Violetta.

“Angie, o que aconteceu? Por que você não está no Studio? Está relacionado com o jeito estranho que o papai está agindo, não é? Eu não entendo Angie! Por favor, me liga”.

Fui escutando as mensagens e excluindo. Todas elas eram do Pablo, exceto 2 da Violetta e 1 da minha mãe.

“Você não tem novas mensagens em sua caixa postal” Eu estava desligando a ligação quando a gravação disse.

“Você tem três mensagens guardadas. Para ouvir tecle 1”.

Inconscientemente apertei o número “1”.

“Angie, é o German. Preciso achar a Violetta. Preciso saber onde ela está.”

“Segunda mensagem.”

“Não vá me dizer que ela está de novo na livraria sem sinal!”

“Terceira mensagem.”

“Eu adorei o beijo. Eu não consegui dormir pensando nisso e por mais que você acha que tem coisas que nos separam, só de imaginar a gente junto, me dá forças para enfrentar qualquer coisa.”

Desliguei o celular e joguei-o para o lado.

– Angie! – eu sabia quem me chamava, mas não queria olhar.

– Angie! – uma voz masculina me chamou.

Continuei olhando para a lápide, mesmo quando Violetta se agachou do meu lado e me abraçou.

– Angie, por que você está chorando? O que aconteceu? – Minha sobrinha perguntou preocupada.

Eu não tinha percebido que estava chorando. Não tinha nem ideia quando que as lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto, só sabia que agora, não podia mais controlá-las.

– Angie, vamos sair daqui, vai começar a chover logo. – Pablo falou colocando uma mão no meu ombro.

Dito e feito. Começou a chover, mas não era uma garoa, começou a chover muito forte.

– Por que você não ta falando com a gente? Angie, por favor...

– Violetta, vá para a capela, deixe-me conversar com sua tia.

– Mas Pablo...

– Mas nada, você vai ficar doente se ficar nessa chuva. Vá para capela, e já levo sua tia.

– Pablo, você não é meu pai, não pode mandar em mim.

– Não, eu não sou seu pai. Se eu fosse ele estaria aqui agora. Por outro lado sou seu professor, diretor do Studio, e por cima de tudo, sou amigo da sua tia e da sua avó. Amigo da sua família, que para seu bem, está pedindo que você vá nos esperar na capela.

Não olhei, porém escutei Violetta se levantando e obedecendo a Pablo. Quando percebi que ela não estava mais perto, olhei para aqueles olhos que conhecia muito bem.

– Pablo... – eu tentei falar, mas ao invés de palavras o abracei.

– Calma Angie. Precisamos sair daqui.

– Não. Eu não posso. Pablo você não entende...

– Você está certa. Eu ainda não acredito que você ame tanto ele e não admita isso. Angie, você não percebe que quando você nega isso, você só se machuca.

– Maria... – falei olhando para a lápide. – Minha irmã...

– Maria te amava, Angeles. Ela sempre quis o melhor pra você. Aqui não é hora, nem lugar para ficarmos discutindo isso. Você precisa ir para casa, trocar de roupa. – o céu se iluminou com um raio.

Pablo se levantou e estendeu a mão. Eu dei uma última olhada no lugar onde Maria fora enterrada, e aceitei sua mão. Fomos até a capela, onde Violetta esperava nervosa.

– Angie – ela me abraçou. – Eu estava preocupada, eu não...

– Vilu, a gente conversa mais tarde, pode ser?

Violetta colocou a mão no meu ombro e fomos para o carro do Pablo. Por mais que a chuva estivesse forte, chegamos rapidinho na casa dos Castillo. Ninguém falou nada. Violetta saiu do carro em silêncio, porém me olhou com preocupação.

– Vamos? – Pablo perguntou, quando estacionou na frente da minha casa. Ele saiu do carro e abriu a porta do passageiro para eu sair.

De um jeito carinhoso ele colocou a mão sobre meus ombros e entramos pela cozinha.

– Vou pegar uma toalha... – falei para ele.

– Não precisa, vai para o banho. Eu me viro.

Eu estava chateada de mais, então não neguei. Entrei no banheiro e tranquei a porta. Parei para me olhar no espelho. Meu short estava cheio de barro, minha blusa estava toda molhada, meu cabelo despenteado, e meu rosto estava vermelho. Quando me lembrei de que estava sozinha, comecei a chorar. Não sei quanto tempo, fiquei no banho. Mas tinha a esperança que a água levasse tudo de ruim que estava acontecendo. Coloquei uma roupa e sequei um pouco meu cabelo com a toalha, antes de voltar para sala.

Pablo estava na cozinha, praticamente seco. Seu cabelo estava despenteado, e ele estava sem sua camisa.

– Oi. – falei anunciando minha chegada.

– Ah, oi! – ele falou meio atrapalhado procurando alguma coisa.

– O que está fazendo?

– Café – ele olhou mais uma vez, em volta e foi para sala e eu o segui.

Pablo pegou sua camiseta e colocou novamente. Será possível que ele se sentia tão mau, perto de mim?

– Pablo, você não precisa...

– Angie, não complique as coisas. Você sabe o quão difícil isso é para mim?

– Se você...

– Mas eu estou aqui, não estou? Estou aqui, por que a pesar de tudo, ainda te amo, Angie. E não posso ver, você se machucando o tempo todo.

Eu não tinha muito o quê falar. Apenas o abracei e sussurrei um “obrigada”.

Pov. Pablo

Fiquei na casa de Angie, por mais uma hora. Tomamos café, mas ela não estava querendo falar sobre o que aconteceu. Não comigo. Eu estava seco e por mais que eu estivesse com a roupa com barro, eu tinha pouco tempo e muito que fazer. Peguei meu carro e fui para o Studio.

– Nossa, Pablo, que roupa mais linda, que você está usando – Gregório falou com um grande sorriso falso no rosto.

Ignorei seu comentário e fui falar com Antônio.

– Antônio, desculpa atrapalhar – falei entrando em sua sala – porém, eu preciso te pedir um favor.

– Peça.

– Dê mais um dia de folga para Angie. Por favor. Eu sei que ela não avisou que faltaria hoje, mas... Por favor, Antônio.

– Tudo bem Pablo. Eu não sei o que está acontecendo, mas algo muito sério deve estar passando. Faça o seguinte, avise os alunos, e você não precisa voltar ao Studio hoje. Tire o dia de folga.

– Obrigado, Antonio. Muito obrigado.

Não tinha tempo para delongas, me despedi e fui em direção à sala.

– Eu peço silêncio, por favor. – Pedi entrando na sala. – Eu tenho um aviso rápido para dar. Devido a alguns problemas, a nossa aula de hoje está cancelada. Amanhã, voltamos com o exercício. Quem tiver aula com a Angie amanhã, peço que se dividam entre as aulas do Beto e do Gregório.

– Pablo, aconteceu algo grave? – Francesca perguntou.

– Meninos, por favor, entendam...

Eu não podia falar nada. Apenas sai da sala, atordoado e peguei meu carro. O próximo destino era um pouco mais perto. Em poucos minutos, parei em frente à mansão Castillo.

Antes de descer do carro, respirei fundo. Eu nunca imaginei que faria uma coisa como essa. Mas pela Angie, eu faria qualquer coisa. Continuava a chover, então fui correndo até o portão que estava aberto. Eu não sei o que estava passando pela minha cabeça, mas eu toquei a campainha. Agora não tinha volta.

– Já vai! – Escutei Olga gritar lá de dentro. – Você! – Ela abriu a porta com cara de espanto.

– Boa tarde, Olga.

– O que você está fazendo aqui? A Angie não está; você devia procurar sua namo...

Passei pela Olga e entrei na sala.

– Não Olga. Eu não sou namorado mais da Angie...

– Ah, eu sabia, sempre soube. Bem que ela fez, agora ela deve estar com o Rafa...

– Olga, eu não quero ser indiscreto, mas posso falar com o German?

Não é possível, que Olga não soubesse o que está acontecendo entre Angie e German. Ou será que ela estava fazendo isso de propósito? Ela me olhou por um segundo e respondeu:

– Vou chamar ele.

Olga foi em direção ao escritório, cuja porta não estava mais trancada. Pelo jeito German, já estava tendo atitudes maduras. Eu estava com muita raiva e só vim dizer uma coisa.


Pov. Violetta.

Eu já tinha tomado banho e estava deitada em minha cama pensando em tudo que aconteceu, quando o telefone tocou.

–Leon?

– Oi, meu amor. Como estão as coisas?

– Estão péssimas. Angie estava no cemitério, e ela não queria sair de lá. Não sei como Pablo conseguiu, mas eles me deixaram aqui e não tive noticias. Eu estou tão preocupada...

–Vilu, calma. Tudo vai dar certo. A Angie só está nervosa, ela precisa pensar um pouco em tudo isso.

– Eu sei, mas eu me sinto tão mau. A culpa é minha. A culpa é toda minha. Se eu não tivesse planejado...

– Você só fez por que ama sua tia e ama seu pai. Você quer que eu vá ai?

– VOCÊ NÃO PODE SE METER NA MINHA VIDA! – Meu pai estava berrando lá embaixo. Será que seria com a Angie? Eu não o deixaria falar assim.

– Leon, eu preciso ir.

Desliguei o telefone e sai correndo do meu quarto.

– Eu só estou pedindo...

–VOCÊ NÃO TEM ESSE DIREITO DE PEDIR NADA NÃO SE TRATA DE VOCÊ! – Por que meu pai gritava tanto?

–MAS A QUESTÃO EM JOGO É A ANGIE!

– Papai, o que é isso? – quando cheguei à sala, notei Pablo, com uma aparência tão nervosa quanto à expressão do meu pai. – Pablo o que está acontecendo?

– Ele já está indo embora.

Meu pai e Pablo estavam se encarando, de um jeito assustador.

– Alguém pode me dizer o que está acontecendo aqui?

– Eu, não vou deixar... – Pablo falava com mais calma. – Eu não vou deixar que, você faça isso. Não com a Angie.

– E quem você pensa que é para decidir alguma coisa na minha vida? Na vida da...

– Eu sou alguém que cuida de quem ama. E você, pode estar cego, mas você só está machucando-a. Se você um dia a amou, não deixe que ela fique assim, por que estou cansado de vê-la desse jeito.

Pablo saiu batendo a porta de casa e fui atrás dele.

– Pablo, Pablo, o que aconteceu?

– Violetta, desculpa pelo escândalo, mas alguém precisa abrir os olhos do seu pai.

– A Angie está bem?

– Não, ela não está nem um pouco bem. – Eu notava a dor em seus olhos em dizer isso.

– Pablo, o que vamos fazer?

– Eu não sei o que você vai fazer – ele deu uma ênfase em “você”, — eu vou ajudar Angie.

– Pablo... – eu o abracei. No Studio, ele podia ser meu professor, mas aqui ele era um amigo. Eu queria poder dizer algumas palavras para consolá-lo, mas eu não consegui.

- A gente se vê amanhã.

– Me liga, se você souber de qualquer coisa, por favor, me liga.

Ele concordou com a cabeça e disse:

– Boa noite.

Vi Pablo entrando no seu carro e ligando o motor. Respirei fundo, duas vezes e entrei em casa. Eu teria que ter uma conversa seria com o meu pai.

Pov. Pablo.

Eu estacionei meu carro, na frente da casa da Angie. As luzes estavam acesas, e ela estava tocando teclado. Eu faria de tudo para escutar Angie cantando naquele momento.

Quando eu abri o portão da casa, notei que tinha um carro a mais na garagem da Angie. Era o carro da Angélica, e por mais que eu gostasse dela, ela merecia ter um tempo a sós com a filha. Nessa hora, seria melhor para Angie, conversar com Angélica. Dei uma última olhada para sua casa, e voltei para o carro. Quando liguei o motor, escutei Angie começando a cantar, mas antes que eu ficasse preso, pela linda melodia e pela cantora maravilhosa que ela é, dirigi para minha casa.


Pov. Angie.

Pablo tinha ficado um pouco comigo, depois ele saiu. Eu não dormi nada, o dia inteiro. Eu me sentia mal e me lembrei de uma vez, que eu era adolescente e eu estava chateada com um garoto. Eu tinha ficado o dia inteiro no meu quarto e no fim do dia, Maria chegou lá em casa. Ela não disse nada, ela me deu um papel uma caneta e disse:

– Não tem ninguém em casa, pode usar o piano. – E saiu. Eu me lembro de ter escutado a porta de casa fechando, e depois, fui correndo para o piano.

Assim que Pablo saiu da minha casa, fui para o escritório. Passei à tarde lá. Compondo, como uma adolescente. No fim do dia, minha música estava pronta.

Queria poder dizer

Que está tudo bem

Que me entregarei de corpo e alma

E nada mais irá importar


Tudo que passamos

Levado pelo vento

Por que não posso negar

Que depois de todo esse tempo

Ainda sei te amar


Tente me explicar

O que acontece

Tente tirar

Todo mal que existe

Tente me explicar

Por que quando se trata de nós tudo é tão difícil


Eu te peço para me ajudar

Pois, se isso é amor

Por que não para de machucar?


Grite

Grite, pois está doendo

Grite

Grite, pois já está chorando

Minhas lágrimas estão se cansando

E me diga

Me diga por que me sinto tão culpada?


Tente me explicar

O que acontece

Tente tirar

Todo mal que existe

Tente me explicar

Por que quando se trata de nós tudo é tão difícil


Eu te peço para me ajudar

Pois, se isso é amor

Por que não para de machucar?

E a culpa parece que nunca vai me deixar.

– Você sabe que não precisa ser sempre assim.

Levei um susto quando minha mãe falou.

– Mamãe! Você me deu um susto!

– Susto! Susto Angeles! Susto foi o que você deu na gente. Você me manda uma mensagem a noite, muito estranha, falando que a Violetta não estava passando bem e depois você some!

– Ora, mamãe! – Eu falei levantando do piano. – Se é para você me dar lição de moral, eu dispenso sua visita.

– Angeles, não vire as costas para mim.

Eu não queria olhar para ela. Fui para a sala e fingi que estava procurando por alguma coisa.

– O que você quer mamãe, não está vendo que eu estou bem? Se a senhora estava preocupada, pode ir para casa por que eu...

– Angeles – a voz dela parecia arrependida, e resolvi olhar. Quando me virei, notei que minha mãe estava muito chateada.

– Desculpa mamãe. Eu não queria...

– Eu sei disso, Angie. – Ela me abraçou, e comecei a chorar de novo. – A música, que você estava cantando, era para o German, não era? – Sentei no sofá, pois sabia que seria uma longa conversa.

Eu fiquei quieta. Eu não queria responder essa pergunta. Minha mãe nunca aceitaria meu relacionamento com o German, por muitos motivos. Minha mãe amava o Pablo, o sonho dela, era que ele fizesse parte da família, casando-se comigo. Ela também não gostava da ideia da sua filha mais nova, estar apaixonada pelo pai da sua neta. Contudo, o principal motivo que fazia minha mãe detestar essa paixão, era o fato de o German ter fugido com a Violetta, durante todos esses anos.

– Angie, eu não vou te julgar, eu não vou... Bem, você sabe o que eu penso. Mas não importa o quanto eu odeie o German, eu te amo. E a única coisa que eu quero, é te ver feliz.

– Eu acho que eu é que não quero mais ser feliz, mamãe.

– Angie, não fale assim. Você é jovem, bonita... Filha olha pra mim. Eu sei o que você está sentindo. Eu sei que você não pode mais lutar contra isso, mas eu não sei o porquê você faz isso com si mesma...

– Mamãe você melhor do que ninguém, sabe o porquê.

– Se você está falando da Maria...

Eu comecei a chorar mais ainda. Eu nunca demonstrava tanto as minhas fraquezas assim, porém, nos últimos dias, nem eu estava me reconhecendo. Eu me deitei no colo de minha mãe, e ela começou a mexer no meu cabelo, assim como ela fazia quando era mais nova.

– Mamãe, eu me sinto tão culpada...

– Eu sei querida, eu sei. Nós não mandamos no coração. E depois de todo o tempo que viveu com a Maria, devia saber de uma coisa.

– O que? – perguntei me sentando e olhando em seus olhos.

– Para ela, a coisa que mais importava, era a felicidade da família. A sua felicidade. Angie, Maria amou German com todo seu coração, mas ela te amou tanto quanto o amou. A última coisa que ela queria, era que vocês dois, ficassem se remoendo pelos cantos por causa dela. A Maria só queria o melhor para você. Desde o primeiro dia, quando você nasceu, até... Até sempre.

Enterrei meu rosto em seu colo e fiquei chorando. Chorei por muito tempo e adormeci em seu colo. Amanhã seria um longo dia.

Notas finais
SOBRE A MÚSICA DA ANGIE: ERA UM POEMA QUE EU ESCREVI, ENTÃO EU MODIFIQUEI UM POUCO PARA PARECER UMA MÚSICA, FUI EU QUEM ESCREVI POR ISSO QUE FICOU HORRÍVEL, MAS PARA A FIC, ACHO QUE DEU UM SIGNIFICADO. kkkkk Eu morri, escrevendo esse capítulo por vários motivos: imaginei o Kelo sem camisa, fiquei com pena do Pablo... E vocês, o que acharam? Por favor, comentem por que eu gosto muito de saber o que vocês acharam. Qualquer coisa, vocês sabem onde me encontrar. Até, beijos
Dudabi