Mhs: Like a Bullet Through The Chest
3 Só diga sim
Notas iniciais
Eu tentei abrir os olhos, mas a luz me cegou por um momento então pisquei algumas vezes até que meus olhos se adaptaram á iluminação. Joe ainda estava me abraçando (pelo visto eu tinha desmaiado nos braços dele).
–O que aconteceu? — ele perguntou, tentando decifrar minha expressão (que no momento não expressava absolutamente nada).
–Um anjo. Me avisando. De novo. — eu disse. Ok, já é o segundo anjo que vem me avisar de alguma coisa. Será que dá pra avisar alguma coisa BOA? (n/a: revoltou, é? *momento Dr. House*).
–Humm. — ele.
–Anyway, vamos ao que importa. — eu disse, assumindo meu "tom profissional" . — Onde você fez o acordo?
–Em N.Y., perto do estádio dos Yankees. — (n/a: Go Yankees o/!) ele respondeu.
Deixei ele sozinho na sala e fui procurar o Sr. e a Sra. Jonas. Eles estavam na varanda.
–Posso falar com vocês por um minuto? — eu pedi, olhando para eles profundamente. Eles concordaram com a cabeça.
–Preciso ir para N.Y. para poder continuar com a missão. — declarei. -Porém Joe terá de ir comigo. — eu disse, tristemente.
–É-é-é seg-guro? — a Sra. Jonas gaguejou (provavelmente ela estava chorando).
–Nunca foi e acredito que continuará assim. Porém dou á vocês minha palavra de que eu o protejerei com a minha alma. — eu disse. Obviamente eles não compreendem as implicações de "protejer com a alma". O Sr. Jonas respirou fundo e segurou nas mãos da Sra. Jonas.
–Permitiremos, mas a decisão é dele. — ele delcarou. — Proteja-se também. — ele pediu, algo um tanto inesperado para mim.
–Obrigado. — eu disse e voltei fui procurar Joe. Nick tinha me dito que ele estava no quarto então subi as escadas e bati na porta do quarto do Joe.
–Entra. — ele falou, alto o suficiente para que eu o ouvisse.
Ao abrir a porta, vi Joe usando apenas uma Calvin Klein. É, isso mesmo mentes poluídas, apenas uma cueca. Dei um gritinho e fechei a porta o mais rápido possível. Omfj! Ele tinha cabado de sair do banho! Ouvi o riso melodioso dele ecoando (*informação inútil* pelo visto o quarto dele tem boa acústica...).
–Pode entrar, é sério, não tem problema. -ele disse.
–Não enquanto você não se vestir. — eu declarei, decidida. Ele abriu a porta, desta vez devidamente vestido. (n/a: que pena...) (Alguém aqui percebeu que a autora tem mente poluída?) (n/a: hei!) (to falando sério.) (n/a: melhor a gente parar de conversar se não as leitoras(es) vão estranhar.) (verdade. Mas defendo minha opinião. u-ú).
–Vamos pra N.Y., e seus pais já autorizaram. — eu falei.
–Ok, então. -ele.
–Faça as malas porque nós vamos assim que você terminar. -eu disse.
**Três horas depois**
O momento mais cômico da semana: Joe achando que eu ia deixar ele dirigir a minha Harley D. XV360.
–Mas é uma edição limitada! -ele argumentou.
–Exatamente. Uma Harley D. edição limitada. Preciosa demais para suas mãozinhas sem aptidão para pilotar essa princesa. — eu disse, sorrindo.
Ele se levantou da moto (com uma expressão torturada) e eu sentei na minha princesa, feliz. Ele sentou atrás de mim (sem malícia) e se segurou em minha cintura. As malas estavam no carro do Sam (exceto minha bolsa), então dei partida e, pisando fundo no acelerador, fomos para N.Y.
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