Meus últimos dias, quero passar com você
7 Confronto NaruHina e o resultado do desmaio
Notas iniciais
Autora POV
E ela estava ali naquele dilema há mais de cinco minutos.
–eu vou lá!- disse a morena decidida dando um passo pra frente- claro que não vou lá! Tá louca Hinata? O cara é um assassino!- ela sussurrava pra si mesma recuando o passo dado- mas ele não vai poder me matar aqui ne? Tem muita gente, eu vou lá- ela deu outro passo pra frente- talvez ele mate, ele é um louco, afinal de contas! Não vou lá não- e ali ela ficou dando um passo pra frente e logo outro pra trás ao mesmo tempo em que falava sozinha — calma Hinata... é pelo seu livro! Prémio Yasunari Kawabata te espera. Você não vai morrer você é morena, gostosa e muito, muito sexy, definitivamente você não vai morrer!- disse a Hyuuga tomando a iniciativa e andando de verdade até a mesa onde estava o loiro que tinha esbarrado nela.-Hum, senhor eu “não sou um assassino”, vou logo lhe avisando que eu tenho amigos e família, eles me amam e sentem a minha falta, então se eu não voltar pra casa ainda hoje eles vão atrás da policia e darão o endereço do seu apartamento- ela disse se sentando na cadeira na frente do loiro, que franziu as sobrancelhas e deu uma risada
–não se preocupe senhorita “você é um psicopata”, não tenho a mínima intenção de dar um sumiço em você... se bem que...- disse ele olhando ela dos pés a cabeça mordendo os lábios- não seria uma má ideia- e depois ele deu um sorriso malicioso, fazendo ela corar e tirar a arma de choque de dentro da bolsa e apontar pra ele- calma!-ele disse levantando as mãos- não seria uma má ideia, mas eu nunca faria isso.
–acho bom- disse ela colocando a arma de choque dentro da bolsa novamente, mas ela não chegou a solta-la- mas afinal, o que você queria comigo senhor Psicopata? Eu nã...
–Naruto- ele a interrompeu
–oi?- ela pergunta confusa
–meu nome. Acho que se a gente quer realmente conversar devemos saber pelo menos saber os nossos nomes- ele disse sorrindo- e o meu nome é Naruto...Uzumak Naruto
–Hinata... Hyuuga Hinata. Mas então... Naruto... o que você quer comigo?- pergunta Hinata medindo cada movimento do Uzumak
–eu tenho uma proposta pra te fazer... mas antes- ele disse assim que a garçonete chegou com dois cafés e colocou um pra ele e outro pra ela- eu tomei a liberdade de pedir um café pra você, espero que esteja do seu agrado- ele falou com um imenso sorrio
–hum, obrigada, mas eu não como e nem tomo nada que não tenha sido feito por mim mesma- ela disse analisando a xícara a sua frente.
–e por que não?- ele pergunta curioso
–Sirius Vangog... ele e a esposa tinham uma casa de chá, mas um dia eles foram assaltados e mataram a esposa dele na sua frente, Sirius sobreviveu, mas a partir dai ele começou a colocar cianeto nos chás, cafés e bolinhos da sua casa de chá, ele queria vingar a esposa e matou cerca de duzentas pessoas-disse a Hyuuga com uma voz meio sobrenatural
–nossa! Parece coisa de livro de ficção cientifica- disse Naruto rindo.
–Mas não foi! Aconteceu de verdade, na Alemanha, antes da primeira Guerra mundial... mas então senhor Uzumak, o que quer comigo?- pergunta a Hyuuga já irritada
–Hinata... eu sei que você é escritora, eu já li os seus livros e eu sinceramente adorei- ele falando e Hinata arregalando os olhos e pensando “Ai meu Deus, ele tá me vigiando! Eu serei a próxima vitima senhor, ele vai me estuprar, me matar, cortar o meu lindo corpinho em pequenos pedacinhos e jogar para os crocodilos que vivem nos esgotos!”- e eu acho que eu poderia te ajudar. Assim como você pode ajudar a mim- o Uzumak termina com um sorriso
–e... co-como você poderia me aju-dar?- ela gagueja pelo nervosismo
–pesquisa de campo- ele disse e percebendo que ela não entendeu nada, foi esclarecer as coisas– Hinata, eu sou psicólogo e me especializei em psicologia criminal... tudo que você quiser saber sobre a mente de psicopatas, Serial Killer assassinos em series e sociopatas eu posso te dizer
–você é psicólogo?- ela pergunta meio descrente
–sim, eu sou
–não parece, você parece com o Keven Rinjokes, o que me garante que você não é ele?- ela pergunta seria, fazendo Naruto revirar os olhos
– Keven Rinjokes morreu em 1982, ao trinta anos de idade!- disse Naruto como se estivesse obvio que o que a morena fala era um absurdo
–isso não é comprovado! Ele se jogou de uma ponte na Indonésia pra se livrar de um cerco policial, seu corpo nunca foi achado, você poderia muito bem ser ele!
–é claro que não poderia! Ele morreu há trinta e dois anos, se estivesse vivo hoje em dia ele teria sessenta e dois! Eu por acaso pareço ter sessenta e dois anos?!- pergunta Naruto não acreditando que a morena achava que ele era esse psicopata. Hinata observa bem o loiro e vê que ele era mais bonito do que ela tinha reparado. Olhos azuis muito intensos, cabelo loiro e bagunçado, pele bronzeada e um corpo escultural, ele era simplesmente... muito gostoso.
–hum... eu não acredito, cirurgia plástica tá ai é pra isso mesmo! E eu nem te conheço direito, quem me garante?- disse a morena
–Hinata...eu não tenho sessenta e dois anos, tá? Tenho vinte e cinco. Me formei em psicologia aos vinte e dois, cursei no Japão mesmo, aqui em Tokio, depois fui me especializar em Londres e por lá fiquei até umas semanas atrás em que eu resolvi voltar pra fazer o meu mestrado aqui, pronto, é isso. Essa é a minha historia, sem homicídios, Serial Killer nem nada do tipo, minha fixa policial é limpa, não tenho nem multa de transito, ok?!-explicou o Uzumak- mas deixando essa loucura de lado, você aceita a minha proposta?
– se eu aceitasse... o que você ganharia com isso?- pergunta a morena desconfiada
–bom, como eu disse eu vim pro Japão pra fazer o meu mestrado. E como você já deve saber no final do mestrado eu teria que apresentar um trabalho de conclusão, uma monografia e eu tava pensando em um tema interessante pra fazer, até que eu te vi e a lampadazinha se acendeu na minha cabeça- explicou o loiro.
–o que eu tenho haver com isso?- pergunta Hinata
–então... eu decidi que paranoia seria um excelente tema pra se desenvolver em um trabalho desses-diz o loiro
– paranoia?-pergunta a morena confusa
–sim, na paranoia a pessoa desenvolve uma desconfiança ou suspeita injustificada de que está sendo perseguida, acreditando que algo ruim está para acontecer ou que o perseguidor deseja lhe fazer mal. Ela pode ser causada por muitos fatores, mas eu creio que em você ela é devido ao estrese e as pesquisas dos seus livros-explica Naruto
–eu sei o que é paranoia! Mas eu não sou paranoica! De onde você tirou isso? É loucura!
–tá, tá... então Hinata? Você aceita? Eu posso te dizer tudo o que você quiser. Desde como pensam até porque agem assim, posso te falar como eles se comportam em publico e como são vistos pela sociedade. Tudo que você precisar pro seu livro... eu só preciso que você me deixe te observar por um tempo
–me... me ob-observar?- ela pergunta nervosa- você acha que eu sou louca?
–louca por que? Hinata, eu sei que você não escreve um livro a muito tempo... ficou fora do mercado literário por meses... eu estou te dando a chance de voltar com o pé direito. Os leitores de hoje em dia não engolem mais qualquer bobagem que seja escrita por um escritor famoso, eles querem... realidade, detalhes e eu posso te dar esses detalhes, coisas que você ainda não sabe ou que ainda não percebeu... então senhorita Hyuuga, aceita a minha proposta?- pergunta Naruto com um sorriso bem grande estendendo a mão pra ela. Hinata pareceu pensar muito, muito mesmo e então hesitantemente ela pega na mão do loiro
–tá... pelo meu livro eu aceito... mas qualquer gracinha, você vai experimentar a potencia do meu inspirei de pimenta!- ela disse seria soltando logo a mão dele
–não se preocupe... não lhe farei nenhum mal... a não ser que você queira- ele disse com um sorriso malicioso, fazendo Hinata arregalar os olhos e ameaça-lo com a arma de choque- brincadeira! Brincadeira!... nossa, cadê seu senso de humor, Hyuuga?- ele diz rindo.
–hum... agora eu tenho que ir, decidimos os detalhes depois- ela disse se levantando e arrumando o vestido
–ok... eu te ligo acho que posso conseguir seu numero com o vovó Tsunade, certo?- ele pergunta
–tá... tudo bem, você que sabe- ela fala seria- tchau
–tchau Hina- Naruto disse rindo e Hinata fez uma careta pela intimidade e depois saiu. Mas antes de chegar aos portões da editora o celular da Hyuuga toca e ela para lá mesmo pra ver quem era... era Sakura
–olá Sacky!- disse a Hyuuga
–Hina... será que eu posso passar uns dias na sua casa?- pergunta a Haruno com a voz falha
–como? Mas por que? Houve alguma coisa com o seu apartamento? E o Sasuke?- pergunta Hina
–ai Hina... não fala nesse idiota! Que ódio!- disse Sakura brava e depois fungou- nós brigamos... e eu terminei com ele
–O QUE?!- Hina acabou gritando- como? Por que?
–eu não quero falar sobre isso por telefone, as coisas aqui no hospital estão cabulosas, mas então eu posso ir? É que você e a Ino são as minhas duas únicas amigas solteiras, mas agora que o Gaara está internado eu não sei como a Ino vai reagir e ela ainda tem a Ayame e o Shikamaru- a Haruno tinha a voz fanha, em claro sinal de que ela tinha chorado
–claro Sacky, claro, mas espera... o Gaara está internado?! Por que? O que ele tem?
–tá sim Hina, mas isso é uma longa história
–tá, mas... ai Sakura, ainda não consigo acreditar que você terminou com o Uchira... vocês se amam tanto-disse Hianta
– Hina não é só o amor que mantem um relacionamento... E que saber o pior?
–o que?
–eu... eu acho que eu estou gravida- disse Sakura com a voz hesitante
–O QUE?!- gritou Hinata olhando para os lados percebendo que todos que estavam na recepção da editora olhavam pra ela- como assim Sakura? Como é que você acha que tá gravida e termina com o pai da provável criança?!
–ai Hina... será que eu poderia te contar isso só lá na sua casa? Vamos fazer assim, hoje eu vou sair mais cedo aqui do hospital, quero pegar umas roupas minhas lá na casa do Sasuke, é que não quero me encontrar com ele, ai depois eu vou pra sua casa e te conto tudo, ok?
–tá, tudo bem, vou te esperar lá, beijo amiga- disse Hina
– beijo. E Hinata... obrigada- disse Sakura e depois desligou.
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Gaara POV
Só mais um dia comum
Dias assim vem e vão
Já deixei tanta coisa, pra trás
Não podemos nos enganar
Nós não somos mais crianças
Temos que crescer...
Não lembro exatamente do que aconteceu só que eu estava na minha casa conversando com Ino e de repente tudo começou a rodar e depois não vi mais nada, só escutei ela me chamando. E pronto, só isso, não sei o que houve, onde eu estou e nem como eu vim parar aqui, provavelmente devo ter desmaiado e isso é constrangedor, imagina um homem da minha idade desmaiando.
Mas isso não importa agora... a única coisa que me preocupa é a hipótese de que Ayame talvez tenha me visto desmaiado no chão da sala e isso não é legal. Se ela realmente tiver me visto nessas condições ela deve ter ficado assustada e preocupada e a ultima coisa que eu queria era deixar as pessoas que me cercam preocupadas e com pena.
–o que você tem Gaara?- era a voz da Ino. Ela parecia preocupada. Senti alguém mexer no meu cabelo em um afago carinhoso, mas não posso dizer com cem por cento de certeza de que era ela- Gaara?- Ino chamou assim que eu tentei abrir os meus olhos pela primeira vez, mas a luz me incomodou muito fazendo com que eu piscasse até que minha visão se acostumasse com a claridade- Gaara... você tá bem?- pergunta Ino chegando mais perto de mim. Estamos sozinhos no quarto e ela parecia aliviada
–minha cabeça dói- eu disse assanhando meus cabelos levemente para dissipar a dor
O que posso dizer?
As coisas são assim
A vida nos leva onde temos que ir
Não dá pra fugir
– Sakura disse que já vinha aqui, só foi fazer uma ligação. Ela falou que talvez você acordasse com dor, mas era pra eu te dar esse analgésico que passaria- disse ela se afastando e indo até a mesinha do quarto e pegando uma pílula e um copo com água. Ino volta pra perto de mim, senta-se na cama e me entrega a pílula e o copo- toma, bebe isso que vai passar
–obrigado- digo depois de tomar o remédio- Ayame?- eu pergunto quando ela tinha se levantado novamente para colocar o copo no lugar
– o que tem ela?- ela pergunta sem entender
– cadê a Ayame?- depois de eu deixar claro sobre o que eu me referia Ino suspira e senta novamente próximo a mim
–eu pedi pro Shikamaru e pra Temare levarem ela em casa pra trocar de roupa e comer alguma coisa... nem ela nem a Temare queriam ir, estavam bastante preocupadas, mas o Shika conseguiu convencê-las- ela me explicou mas sem olhar diretamente nos meus olhos- devem está chegando por ai a qualquer momento. Duvido que Shikamaru consiga segura-las longe por muito tempo- ela terminou de falar com um sorrisinho triste nos lábio-... Gaara...
Difícil é perceber
Bem-vindo ao mundo real
Onde o tempo é incontrolável, incontrolável!
–e a Sakura? Ela disse quando poderei sair desse lugar? Odeio hospitais- eu digo cortando ela, já sabia o que ela iria perguntar e eu realmente não quero mentir pra Ino-não vejo a hora de sair daq...
–Gaara o que você tem?- ela pergunta de uma vez me cortando e tirando não só o meu ar mas como também as minhas palavras. Eu estava ligado a computadores que mediam os meus batimentos e um deles acabou me denunciando, ele apitou fazendo Ino olha-lo e perceber que mesmo que minimamente eu estava nervoso
–ora... Sakura não te disse? Ela é quem deve saber o que eu tenho não? Afinal a medica é ela- digo com o tom mais ameno que eu consegui, não queria parecer rude mas também não queria deixar transparecer o meu nervosismo
–não, Sakura não me disse nada... ela disse que esperaria você acordar. Mas eu quero saber Gaara... o que você tem? O que te fez desmaiar na sua casa na frente da nossa filha?-ela pergunta seria
–Ino eu...- já ia arrumar uma desculpa pra dar pra ela quando Sasuke entrar pela porta de brusquidão
–desculpe atrapalhar, mas... tem uma mocinha aqui que estava quase deixando a recepcionista louca pra que ela a deixasse te ver Gaara- apesar do tom de voz calmo eu percebi que Sasuke não parecia assim tão bem, mas relevei, teríamos tempo pra conversar quando eu estivesse agradecendo ao meu amigo por ter entrado na hora exata em que eu mais precisava. Ele me poupou de uma boa, devo minha vida a ele... se bem que... nas minhas atuais condições minha vida já não vale mais tanto, ner
–e quem seria?- pergunto curioso, ele coloca a cabeça pra fora do quarto e chama a pessoa que eu já imaginava quem fosse.
–PAPAI!-grita Aya correndo pra mim, ela pula na cama e me abraça forte- o senhor está bem? Não tá dodói, ne? Quando é que o senhor vai sair daqui?- ela perguntava tudo rápido e com lagrimas nos olhos
–está tudo bem gatinha- digo limpando uma lagrima que escorreu- foi só um susto meu amor- ela me abraça de novo e eu correspondi na mesma intensidade
– e bota susto nisso ne Gaara?!- disse Temare que também tinha vindo. Ela estava seria, muito seria- seu idiota! Você teve uma queda de pressão Gaara! E será por que? Por que você é um idiota inconsequente que não escuta o que ninguém fala... eu digo “ Gaara, não trabalha tanto, você vai acabar se matando, sai desse computador, vai comer algo saldável”, mas o que é que você faz? Ignora! Não escuta, finge que ninguém falou nada! ... seu imprestável! Sabe o susto que deu na gente?!- tá... a Temare tá um pouquinho nervosa, mais é coisa pouca.
Muita gente me diz
Que não sou o mesmo mas, nada parece igual
Pior que mentir
É mentir pra si mesmo
É como não ter, pra onde ir
–primeiro calma Temare, não grita, estamos em um hospital, ok?... e segundo desculpa, não queria preocupar vocês- eu digo passando a mão nos cabelos da Aya que estava deitada na cama comigo com a cabeça no meu ombro, ela ainda me abraçava- não vai acontecer de novo- mentira – e eu prometo que irei me cuidar mais partir de agora. E não se preocupe, vou me alimentar bem e diminuirei as minhas horas de trabalho se isso te deixar mais tranquila, sua chata controladora- eu digo e sinto Ayame sorrir com o rosto no meu braço, eu beijo o topo de sua cabeça e apoio meu queixo ali.
–hump!... tanto faz- ela diz emburrada e sai do quanto de braços cruzados sendo seguida pelo almofadinha preguiçoso, ali tem! Ainda não engoli essa historia de ele já ter pegado a minha irmã e agora está pegando a minha mulher, digo ex-mulher... idiota!
O que posso dizer?
As coisas são assim
A vida nos leva onde temos que ir
Não dá pra fugir
–com licença... –disse uma enfermeira entrando no quarto- a Dr. Haruno disse que logo, logo vira aqui para assinar a alta do paciente, ela pediu pra avisar que o que o senhor teve foi uma queda súbita de pressão, mas já foi medicado e já pode ir pra casa
– e cadê a Sakura?- pergunta Ino
–pra falar a verdade eu não sei senhora, ela só me pediu esse favor, mas não disse onde estava- disse a mulher- com licença- ela disse dando um aceno e saindo
–estranho... onde a Sakura está que não veio aqui ainda?- Ino falava mais pra ela mesma do que pra gente
– ela tá me evitando- disse Sasuke com o semblante triste- a gente... brigou
–de novo? Cara vocês vivem brigando! O que você fez dessa vez?- eu pergunto
–relaxa Sasuke, já, já vocês se acertam de novo... como sempre- disse Ino tentando consolar o Uchira que estava visivelmente mal
–é, mais o problema é que agora a briga foi seria... ela terminou comigo- ele falou serio tentando não demostrar que estava abalado, mais eu conheço o meu amigo e sei que ele é louco por essa rosada
Difícil é perceber
Bem-vindo ao mundo real
Onde o tempo é incontrolável, incontrolável
–meu Deus! A Sakura deve está muito mal! Eu... Gaara, você fica com a Ayame? Eu tenho que achar a Sakura- diz Ino
–claro Ino, vai lá- eu digo
–é mamãe, pode deixar que eu cuido do papai- diz Aya sorrindo
–tá, se comporta em meu anjo?- diz Ino saindo. Quando ela fecha a porta eu direciono meu olhar pro Sasuke
–o que você fez de tão grave assim para que a Sakura terminasse o namoro com você?
–não foi o que eu fiz... foi o que eu deixei de fazer- disse ele
É como tem que ser, só na hora certa
Vamos entender
As coisas são assim, o tempo pode ser
Incontrolável
– Sasuke, Sasuke... você vai acabar perdendo a Sakura e depois não vai mais ter jeito. Te cuida por que mulheres como ela não ficam só por muito tempo não- eu digo fazendo Sasuke bufar irritado assanhando o cabelo e sair batendo a porta
–tio Sasuke é um bobão!- disse Ayame fazendo com que eu e ela ricemos.
É como tem que ser, só na hora certa
Vamos entender
As coisas são assim, o tempo pode ser
Incontrolável
Nx Zero- Incontrolável
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