Meus poemas e seus traços de minha existência.
1 Amor em todos os tempos
Notas iniciais
Este poema é em forma de diálogo '.' nem todos são nessa forma.
O que você quer da vida, menina ? Se no inverno você chove, no outono se cala, na primavera nem sorri, no verão fecha a cara. Menina, o que você quer comigo ? A resposta é: pobre de mim.
O que vou fazer? quando acabar o tempo, quando nem garoa, quando nem vento, Ah, eu invento, pra você um tempo bom. Comigo.
E essa noite de verão? Eu lembro um tanto bobo dos seus olhos brilharem, lembro de seus cabelos, tão suaves ao voar, sua boca tão doce, como as frutas desse pomar... Ah! e essa jóia tão brilhante que são essas tuas lágrimas ao dizer que me ama, que me quer, que me acolhe... uma flor tão sensível que nem se colhe.
Ah, menina, vem arrumar um tempo comigo, ou desarrumar, fazendo tudo se aquecer... ou se esquecer ao esfriar, quando sai da cama para sair por aí... indecisa de novo.
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