Meus Rascunhos

16 Poema: Fluxo Ininterrupto


Notas iniciais
Escrito em 08 de agosto de 2014 no ônibus, enquanto ia solitário à escola...

Fluxo ininterrupto

Os eventos rapidamente acontecem

E desfalecem durante a história.

Notória é a dependência

Independente do tempo

Do lamento pelo âmago.

Amarga culpa em tempero,

Responsabilidades e compromissos tempero,

Em ignorância ignoro

Em ira destruo.

Fumaça se nota

Atrás das batidas na porta morta.

A porta não se abre mais.

Quando que ela já se abriu?

Não tentais com toda força,

Moça e rapaz de abril?

A história sempre deleta

As felicidades e conquistas

E infelicidades, e as dejeta.

Despeja em hipóteses politeístas.

Força polissêmica:

Confusão endêmica.

Mista de perguntas.

Metas de menta:

Doce e urticante.

Passageiro, normalmente,

Desvanece lentamente pelo caminho.

Por isso caminho,

Servindo e cumprindo,

Seguindo a canção,

Deixando a lamentação

Antes que a vida acabe

E apague o meu amor,

Dor no pudor.

Notas finais
Eu só atualizei agora porque... bem... É quando fiquei inspirado, pois outros mais recentes virão em breve. :v