Meu tio, minha vida
4 Que sensação foi essa?
Notas iniciais
Estava muito feliz. Uma mão segurava o picolé e na outra, a mão do meu tio. Além de ter passado a tarde na praia. Pra ficar perfeito, só faltava a minha mãe ali.
–- Tio, liga pra minha mãe?
–- Claro querida, assim que chegarmos em casa. Até achei estranho ela não ligar ainda.
O ônibus não demorou muito. Entramos, e conseguimos achar dois bancos vazios juntos. Sentei na janela e meu tio no corredor. Senti-me cansada, e escorei a cabeça no meu tio. Ele me abraçou. Tive uma sensação muito gostosa naquele momento, de aconchego, carinho e proteção. Realmente estava muito feliz. Sempre gostei dessas viagens pra casa do meu tio. Mas, agora que iria morar com ele, fiquei muito aliviado e otimista nessa nova etapa da minha vida. E aquela sensação gostosa nos braços do meu tio me fez muito bem. Relaxei tanto, que acabei dormindo.
Acordei com meu tio me tirando do sofá e me colocando no colchão que estava no chão. Ele me havia colocado deitada no sofá enquanto preparava minha “cama”. O carinho que ele estava me tratando, com o cuidado que tomava pra eu não acordar me fez gostar ainda mais dele.
–- Tio, ligou pra minha mãe? — perguntei com os olhos quase fechados de sono.
–- Ainda não querida, acabamos de chegar. Ia alugar agora, assim que te colocasse pra dormir. Quer jantar antes de dormir?
–- Não tio, estou com muito sono.
Meu tio me deitou no colchão, e tentou tirar meu short.
–- O que está fazendo tio? — perguntei, lutando contra o sono.
–- Estou tirando esse shortinho. Não é confortável dormir com esse short jeans.
–- Mas não estou usando calcinha!
–- Tudo bem, é só pra você dormir melhor. Amanhã você veste.
–- Obrigada tio. — disse enquanto sentia ele puxando o short e eu caindo no sono.
–- Vou deixar esse lençol no sofá. Se sente frio a noite, se cubra com ele.
Mas não houve resposta. Já estava dormindo.
No dia seguinte, acordei mais cedo que tinha costume. Mas também, havia dormido bem cedo na noite anterior. Levantei muito apertada. Nem lembrava a última vez que tinha feito xixi. Fui no banheiro, e quando levantei a blusa que me toquei que estava quase pelada. Logo lembrei de ontem à noite. Enquanto urinava, refletia de como deixei meu tio tirar meu short e não ter sentindo vergonha. Será que foi o sono? Mas só de lembrar agora, fique constrangida. Será que quando estava dormindo, meu tio ficou na sala vendo TV comigo assim?
Saí do banheiro, e meu tio já havia levantando. Estava na cozinha preparando nosso café.
–- Bom dia querida! Dormiu bem? — perguntou meu tio, muito contente por eu estar morando com ele.
A casa era muito pequena. A sala era o centro. Tinha uma porta para o quarto e uma para o banheiro. Não tinha copa. Uma meia parte separava a sala da cozinha. De modo que meu tio mesmo na cozinha me viu saindo do banheiro e indo no sofá pegando uma calcinha pra vestir.
–- Michele, antes de vestir essa calcinha limpa, tome um banho. Ia pedir pra você tomar banho ontem pra tirar a sujeira da praia, mas você chegou com muito sono.
–- Tá bom tio. Mas estou com muita fome. Ontem eu não jantei. Posso tomar café primeiro?
–- Claro querida. O pão está aqui. E acabei de passar um café. Pode pegar o leite na geladeira.
Fui me servir. Estava com muita fome. Mas me sentia estranha de ficar quase pelada perto dele. Não sentia mais tanta vergonha, até porque ele não me olhava da cintura pra baixo. Ele simplesmente não se importava. Preparamos nosso café e sentamos no sofá. Lá não tinha mesa. Havia dois sofás. Cada um sentou em um.
Ele puxava assunto e nós conversávamos. Meu tio olhava pra mim, mas como eu estava sentada, não dava pra saber se ele reparava minhas partes. A dúvida me aguçada. Não queria que ele ficasse me olhando. Mas me dava raiva isso nem chamar a atenção dele, como se eu fosse um bebê. Então resolvi fazer um teste:
–- Ai tio, esse pano do sofá machuca minha bunda — disse de forma engraçada, mas ansiosa pra ver sua reação.
Deitei um pouco o corpo, repousando as costas no encosto do sofá e abrindo um pouco as pernas. Aliviando um pouco o contato da minha bunda com o grosso tecido do sofá. Se antes, minha perereca estava bem discreta, agora ficou bem visível. Eu sentia vergonha, mas parece eu precisava saber qual seria a reação do meu tio. Eu não era um bebê. E aquela sensação era estranhamente prazerosa. Não sabia explicar. Tinha vergonha dele me ver nua, mas ao mesmo tempo queria que ele olhasse pro meu corpo.
–- Tadinha querida, esse sofá não é macio mesmo pra sentar assim com a bundinha de fora — disse sorrindo — termina de comer e vai tomar banho, pra poder se vestir.
Meu tio continuou:
–- Aquela ducha que você tomou na praia pelo menos tirou a areia toda né, deu pra dormir sem se coçar? — disse olhando pras minhas partes.
Sim, finalmente percebi ele olhando pra mim. Meu coração disparou, a vergonha aumentou, mas ao mesmo tempo o prazer. Eu queria mais. Abrir mais as pernas e me inclinei pra frente procurando areia da praia.
–- Sim tio, olha saiu tudo na ducha.
–- Que bom querida. Agora fecha as perninhas, porque não é bonito uma mocinha ficar assim. Toma banho e vai vestir uma roupinha.
–- Sim tio. Levantei na mesma hora. Tirei a camisa e fui pro banheiro.
–- Estava surpresa comigo mesmo por ter feito aquilo. Estava com vergonha, mas muito eufórica. Não sei o que senti, mas era muito gostoso. Eu queria que ele me visse nua de novo.
–- Tio, pega a minha escova de dente pra mim aí no sofá por favor.
Meu tio abriu a porta e me deu. Dessa vez ele não olhou pro meu corpo. Fechei o chuveiro. Abrir a porta do banheiro, enquanto escova os dentes e vi ele sente no sofá vendo TV.
Ele olhou pra mim, e perguntou:
–- Mais alguma coisa querida?
–- Sim tio, acabei, pode me dar uma toalha e uma calcinha.
Ele pegou uma calcinha no sofá do lado e me entregou. E foi pro quarto procurar uma toalha. Em seguida me entregou. Ele voltou pra sala, sentou e voltou a ver tv. Eu também fui pra sala, segurando a calcinha e a toalha e pedi pra ele me ajudar a secar meus cabelos. Ele prontamente aceitou. Após secar o cabelo, ele passou a toalha sobre meu corpo. Isso me causou outra sensação gostosa, principalmente quando passou a toalha sobre minhas partes.
–- Pronto querida, agora pode se vestir. Disse, voltando a olhar pra TV.
Ainda nua, entrei na frente dela e disse:
–- Olha tio, como eu queimei — disse apontando pra parte branca do meu corpo que ficou protegida com a calcinha ontem na praia.
–- Sim querida, parece que você é uma garota morena usando uma calcinha branca — disse sorrindo e olhando pras minhas partes.
–- É verdade — eu disse rindo também, e bem eufórica por ver ele olhando de novo pra minha perereca.
Passando milhares de pensamento na minha cabeça, vesti a roupa e me senti ao seu lado. Abracei ele, e disse espontaneamente:
–- Te amo tio.
–- Eu também querida — disse ele naturalmente.
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