Notas iniciais
Hello again! Estou aqui. ♥ Recomendo, não ler esse capitulo em publico. Ou perto de alguém! Lembrando que essa fic é pra quem tem 18 aninhos, OKAY! Mas, se você não tem e está lendo escondido, sua responsabilidade. Cada um sabe o que lê! Obrigado pelos comentários e favoritos. Leitores novos sejam bem vindos! Erros e duvidas, estou nos comentários ou MP. Enjoy! Créditos da capa/asthetic: Lady Winter. Lindinha! ♥

Minhas pernas enlaçadas ao redor de Steve, enquanto nós beijamos apaixonadamente. Steve explorava minha boca e quando, nosso fôlego se foi. Steve chupava meu pescoço com total intuito de deixar marcas. Gemi, entre prazer e dor.

— Cacete, Steve. Digo, ofegante. Deslizando minhas unhas por seus ombros musculosas, com absoluta certeza, ele mal sentia. Ele apenas apertou minha bunda, enquanto me erguia facilmente. Colocando a boca faminta em meus seios, Steve estava animalesco e seus olhos azuis haviam quase sumido.

— Steve! Gritei, quando ele mordeu levemente meu seio.

— Isso, minha menina. Só quero ouvir você gritar meu nome. Disse, segurando minha cintura.

— Ora, ora... Parece que o Capitão sabe usar a língua para algo mais que " Deus salve a América." Provoquei, querendo mais. Ouvi o rosnado de Steve, em segundos, suas mãos estavam em minha bunda me erguendo na altura de seu rosto. Eu estava completamente nua, molhada e fora da água. Com uma mão de Steve em minha bunda, o vento fazia minha pele molhada se arrepiar completamente, pelo frio e pela excitação.

— Abra as pernas para seu Capitão, boneca. Resmungou, autoridade escorrendo por sua voz. Enquanto, ele me segurança como se eu fosse um pluma. E para ele, eu deveria ser.

— Oh merda... Meu capitão vai me chupar? Questionei, provocando de novo. Abri minhas pernas imediatamente, Steve deu uma longa lambida em minha intimidade me fazendo gritar alto. Ele puxou minhas pernas para seu rosto, se enterrando ainda mais entre elas. Sua língua lambia meu clitóris, sem nenhuma pressa. Sua língua, dedicando todo tempo ali. Lambendo em volta e me penetrando, voltando ao meu clitóris.

— Tão bom, Capitão. Meu Steve. Sussurro, sentindo meu corpo tenso pelo frio e a excitação. — Porra! Minhas mãos se prenderam aos fios loiros e os puxei, tentando não machuca- lo. Os tremores familiares percorreram abaixo do meu ventre e eu sabia que estava vindo. Steve continuava chupando, com mais rapidez agora. Senti lágrimas se formarem em meus olhos e jogo a cabeça para trás, esquecendo completamente aonde estava. Me concentrando em sua boca em mim.

— Steve, eu... Tentei falar, sem sucesso, conseguindo apenas gemer em abandono.

Atingi o ápice, mas Steve não parou. Lambendo todo meu orgasmo, me fazendo soltar um gemido pela sensibilidade. Assim, que terminou, mal tinha forças para se mexer. Ou falar, ou pensar. Steve me desceu e me segurou em seu seus braços.

— Minha pequena deusa ficou sem palavras? Questionou, provocativo. Parece que o jogo virou, não é mesmo? Acenei, afirmativamente. Apenas, puxando seu rosto ao meu, sentindo meu gosto em sua boca. Mordendo seu lábio inferior, puxando seu cabelo. Até, que ele me erguesse nos braços e me carregasse.

***

Estávamos em um lençol estendido sobre a grama, a cesta cheia com comidas e bebidas. Enquanto, Ísis permanecia exausta e adormecida, depois da rotina de ‘’ exercícios’’ no rio. Sua mão segurava a de Steve, mesmo inconsciente. Apreciava o silencio do pequeno oásis, olhando para as arvores, as florestas e o som da água. E o coração de Ísis batendo ao seu lado.

Quanto tempo, havia se passado que ele pode sonhar com tanta paz e tranquilidade?

Ele nunca teve algo assim. Mesmo, antes do soro, ele vivia tão doente. Procurando batalhas para lutas, mesmo sem poder vence-las. Depois, a guerra, os 70 anos no gelo, Nova York, a queda da Shield, Ultron, o tratado de Sokovia, Tony e Scarlet... Tudo havia desabado em cima de nós e de mim. Mas, em Wakanda, com Ísis, havia encontrado a paz. A paz que eu procurava, quando voltasse da guerra. A minha família e por isso, estava mais que decidido a tomar a minha decisão. Segurei o anel de vibranium entre seu dedos, a pedra de esmeralda reluziu ao sol com beleza sem igual. Certo, que possivelmente, deveria ser um diamante. Mas, ele torcia para que ela amasse aquele anel também.

— Steve... Resmungou, Ísis. Escondi o anel com minha mão.

— Hey, baby! Chamou, carinhosamente.

— Estou cheia de fome. Diz, enterrando o rosto no peito de Steve.

— A cesta está do seu lado, baby. Ainda estamos em um piquenique. Avisei, a enlaçando em meus braços. Ela sorriu, me abraçando ainda mais forte.

— Steve? Chamou, ansiosa.

— Pode dizer, baby. Respondo, tranquilamente.

— Eu te amo tanto. Diz, me dando um selinho. Meu coração batia tão forte, tão rápido. Antes que eu pudesse raciocinar com clareza, eu havia pegado em sua mão e deslizado o anel sobre ela. Nós não precisávamos de tantas formalidades, porque o inesperado era como nós fazíamos. Quer dizer, como Ísis fazia.

— Steve, isso é... Gaguejou, com seus olhos cheios de lágrimas. – Merda! Disse, sorrindo.

Revirei os olhos pelo palavrão. Segurando em sua mão com o anel, respirando fundo.

— Ísis, eu tenho esperado por você á quase cem anos. Já havia perdido a esperança de ter minha família, de encontrar a parceira certa. Mas, você apareceu e entrou na minha vida, sem pedir licença e me amou. Me amou, como ninguém fez. Por isso... Quero que receba esse anel como uma prova que eu escolhi você para amar, cuidar, respeitar e proteger. Enquanto, a vida nos restar. Aceita ser minha esposa? Digo, olhando o anel.

— Deus! Você tem alguma dúvida que digo sim a essa pergunta mil vezes, se precisar. Sempre te amei, Steve. Antes, de te conhecer e sem sequer saber que você seria meu. Quando, você apareceu em minha porta, eu pensei ‘’ Ele está aqui e não posso deixa-lo escapar.’’ E agora, eu tenho você para sempre em meus braços. Diz Ísis, segurando meu rosto. Nessa altura, nós dois estávamos chorando. – Eu esperei tanto por você, baby.

— 70 anos ganha. Sussurro, rindo.

— Tem certas coisas, que não dá pra competir. Concorda, rindo e me abraçando. – Eu vou casar! Nós, vamos casar. Steve... Chamou, observando o anel. – Você ainda quer um mini Cap comigo? Perguntei, deslizando as unhas por meu peito.

Abri os olhos, surpreso. Tudo o que eu queria, era ter um filho com Ísis. Nossa família! Eu e ela, nosso bebê em Wakanda. Um recomeço! Quem, sabe Bucky encontraria alguém. E finalmente, encontrasse sua paz.

— Claro que quero, Ísis. Sempre quis! Uma família com você. Digo, empolgado. Ela apenas assente, sorridente.

— Então... Vamos ter nosso bebê, Steve. Eu estava pensando e também quero a minha família com você. Sinceramente, eu não vejo a hora de ter meu mini picolézinho de morango nos braços. Por isso, parei de tomar remédios. Mas, se você não quiser, posso voltar a tomar. Explico, me interrompendo.

***

Fui interrompida por um beijo faminto e empolgado de Steve. WOW! Steve já havia falado sobre filhos, outras vezes. Mas, eu pensei que ele declinaria a proposta imediatamente. Afinal, não é todo homem que quer casamento e filhos em um tacada só. Mas, meu picolézinho de morango tinha 10 anos e era dos anos 40, então. Depois, de tudo que ele passou... Talvez, ele queira recomeçar.

— Mal posso esperar para ver você com meu filho crescendo aqui. Disse, tirando a sua camiseta do meu corpo. Sua imensa mão deslizou por minha barriga, como se nosso filho já estivesse crescendo ali. – Você quer, amor? Que eu te encha com um lindo bebezinho? Aceno, repetidamente mais empolgada com a luxuria que dominava os olhos de Steve do que qualquer outra coisa. Minhas mãos foram diretamente ao botão de sua calça jeans o livrando dela, já eu estava começando a achar que era adepta do nudismo. Já que assim, que Steve tirou sua blusa, eu já estava purinha, da forma como eu vim a esse mundo.

— Sem preliminares. Aos finalmente, finalmente. Implorei, o observando nu em cima de mim. Realmente, era um visão que uma mulher podia conviver por muito tempo. Steve era completo! Captou? Não? Ele tinha um escudo de vibranium ‘’ enorme’’. Entendeu a referência? Ainda não? Okay! Ele tinha um membro avantajado. O que? Sou uma lady.

— Está vendo algo que gosta? Questionou, erguendo a sobrancelha.

— Querido, estou vendo um conglomerado ‘’ grande’’ de coisas que eu amo. Insinuei, deitando e abrindo as pernas para que ele pudesse observar algo que amava também. Modéstia à parte! Steve deslizou seus dedos em minha intimidade.

— Tão molhada para seu Capitão. Diz, voltando a me beijar. Ele colocou seu membro em minha entrada e me penetrou, puxando minhas pernas para que eu enlaçasse sua cintura com elas. Eu apenas esperava que ninguém estivesse nas redondezas, se não... Alguém veria um espetáculo à parte.

— Isso, Capitão. Você me fode tão bem... Gemi, alto. Cacete! Era sempre assim, sempre ficava desnorteada pelas sensações que somente Steve me fazia sentir. Steve grunhiu ao ouvir minha frase, segurando meus pulsos e guiando minhas mãos, acima da cabeça. Cada impulso e recuo, me faziam perder a voz. Eu apenas gritava seu nome, repetidamente.

Querendo mais e mais. Seus dedos deslizaram novamente, pelo meu clitóris. O estimulando sem pressa, enquanto Steve investia com mais força em mim. Puta merda!

— A quem você pertence, Ísis? Questionou, me puxando para um beijo e me encarando.

— Á você! A você, Steve. Gemi, sentindo meu orgasmo se formar. – Toda sua, Capitão.

— Toda minha. Diz, chupando meu pescoço. – Minha mulher. Continuou, enquanto tremia em seus braços, chegando ao ápice. Gemendo seu nome em alto e bom som, assim como Steve gemia o meu, sentindo sua semente dentro de mim. Steve voltou a me beijar e eu ofegava sem forças, deitada entre as almofadas e o solzinho da tarde.

— Sinceramente, eu espero que ninguém tenha visto nosso showzinho, picolé. Digo, rindo. Enquanto, Steve abria a cesta de comida e vestia sua camisa em mim.

— Não tem ninguém. Respirou, fundo. – No máximo algumas passarinhos. Você está com um super soldado, lembra? Diz, sorrindo. Me entregando um copo de suco.

— Você não me deixa esquecer. Digo, maliciosamente. – Futuro papai. Digo, rindo e o abraçando. Enquanto, seus olhos brilham satisfeitos para mim.

— Eu te amo, Ísis. Agora, termine de comer e vamos pro complexo. Você precisa de um banho de verdade dessa vez. Sorriu, pegando um lanche para ele também.

Notas finais
Vivas? Até o próximo e Steve ama vocês.