Meu pesadelo Benjamim

5 Quente! Quente! Quente! [+18]


Notas iniciais
Tá afim de espiar o que Benjamin e Ariel andam fazendo no quarto? Proibido para menores ;)

O coração dele batia acelerado, eu conseguia ouvir. Depois de uma hora de intensa chuva e trovoadas, ela diminuiu. Benjamin me abraçava com força, seu cheiro deleitoso estava me fazendo sentir desejos que não deveria.

Senti meu peito bater forte. Estava com o rosto totalmente no peito dele, e antes que eu pudesse – ou quisesse – me afastar dele, me beijou na ponta do nariz. Olhou fixamente para mim, percebeu que eu estava ofegante.

Meu corpo simplesmente se moveu, agarrei-o pela gola e beijei sua boca. Era intenso, mal conseguia respirar. Passei a mão pela nuca dele enquanto brincava com a língua em sua boca. Senti ele passar a mão por dentro da minha blusa, a deslizava com vontade em cada parte das minhas costas.

Largo a boca, ele me vira e começa a beijar meu pescoço. Meu corpo estava quente, minha cabeça não tinha mais voz alguma para me mandar fugir. Ele segura os meus punhos contra a cama e fica por cima de mim.

Os beijos – vulgo chupões – que dava no pescoço e rosto me faziam gemer. Ele abriu minhas pernas usando as dele, ficou entre elas, senti seu membro ficar firme lá embaixo, abri os olhos na mesma hora.

— Ben... Benjamin... Não.... – sussurrei, ou tentei.

Ele continuou.

— Pare.... Eu tenho medo....

Parou na hora.

— É a sua primeira vez? – falou docemente, ainda segurava firme meus punhos.

— Com um homem sim....

— Do que você tem medo?

— De sentir dor... – desviei o olhar.

— Ariel... – ele coloca a mão no meu rosto, fazendo-me olhar em seus olhos – eu nunca irei te machucar.

Engoli o seco.

— Vai ser desconfortável no começo, mas farei de tudo para não doer. Confie em mim. – sorriu gentilmente.

Eu queria ele, nunca tinha sentido algo como aquilo, então o beijei. Ele aceitou isso como resposta, continuamos. Voltou a meu pescoço, largou um de meus pulsos para explorar meu peito com sua mão quente e macia.

Deslizou do umbigo até o peito, parou de me beijar e tirou a blusa escura do meu corpo. Abri os braços, fechava os olhos com força todas as vezes em que ele passava a boca macia em meu corpo ainda virgem de homens.

Subiu com a língua até o peito. Meus mamilos estavam duros, eu pude sentir – não sabia que isso acontecia – ele coloca um na boca. Gemi abafado. A língua brincava enquanto mesclava com as chupadas de leve que ele dava na ponta. Apertei os lençóis com força.

Meu nível de excitação estava no auge, eu me sentia duro, mas apenas ele dominava. Com a outra mão, usava o dedo indicador para fazer movimentos giratórios no mamilo direito.

Meu corpo se contorcia, me via totalmente vermelho e com um calor que não consigo descrever. Ele se afastou e tirou a própria blusa e calças, vi pela cueca a protuberância que implorava para se libertar daquela prisão feita de algodão. Mas ele se conteve.

Tirou minha calça e abriu as minhas pernas. Beijou meu joelho dobrado docemente, então, foi deslizando a boca pelas paredes da minha coxa, até chegar na virilha. Eu sentia meu membro pulsar forte, gemi alto quando ele o tocou com a língua ainda por cima da cueca que eu usava.

Lambia e enchia sua mão com eles, parecia brincar enquanto eu mordia os lábios quase implorando para que ele tirasse aquela maldita cueca. Foi o que fez, o membro saltou para fora como se estivesse aliviado por ter se libertado daquela prisão.

Abri minhas pernas inconscientemente. Benjamin tirou a própria cueca – eu queria fazê-lo mas estava com vergonha – dezesseis centímetros de pura luxúria. Eu estou nos quinze, caso queira saber.

As mãos quentes e macias abraçaram meu membro enquanto movimentos de vai e vem aconteciam verticalmente. Eu ofegava, não contente com meu estado, Benjamin usa a outra mão para deslizar pela minha virilha e coxas eu me sentia cada vez mais duro.

Ele se posicionou melhor, baixou a cabeça e o colocou na boca fazendo-o entrar lentamente. Era quente, quente, quente! Aquele lugar úmido me fazia gemer alto. As paredes da boca pareciam me sugar enquanto era massageado pela língua molhada que fazia movimentos circulares constantes na cabeça, revirei os olhos.

— Ben... Benjamim.... – sussurrei num gemido.

Ele o largou, sua língua descia para as duas protuberâncias embaixo, e dali foi parar entre as minhas nádegas no orifício circular. Ele lambia com vontade, nunca tinha sido tocado ali, também nunca soube como aquilo era prazeroso.

Eu estava completamente úmido, ele fazia coisas incríveis com aquela língua. Passou a usá-la nas protuberâncias circulares acima, enquanto colocou o primeiro dedo em mim, senti um leve choque, mas logo ele colocou o segundo.

— Parece que está engolindo meus dedos, Ariel, você gosta disso?

Ele fazia movimentos leves, repetitivos. Apertei o lençol com força, mal conseguia falar enquanto ele me olhava seriamente, como se sentisse prazer ao me ver delirar daquele jeito.

— Sua boca, você, está tudo tão vermelho....

Me beijou enquanto ainda brincava com minha área desconhecida. Logo, tirou os dedos, abriu minhas pernas – ainda me beijava – afastou minhas nádegas com as mãos e gentilmente, empurrou.

Senti a cabeça na entrada, fechei os olhos, mas parei de gemer.

— Benjamin... – ofegava – está machucando....

Ele olha para mim.

— Ariel, relaxe, eu não irei te machucar, apenas relaxe… – falou enquanto sentia dificuldades para respirar.

Abri as pernas e braços, ele voltou a beijar meus mamilos. Senti meu corpo tremer. Quente, quente, quente! Ele empurra, eu o abraço – geme ao sentir meus dedos acariciar suas costas.

Empurra, conseguiu passar a cabeça.

— Está doendo? – perguntou.

— Não....

Beija meu pescoço e empurra tudo dentro. Senti como se algo firme separasse as paredes enquanto entrava, gemi alto quando chegou ao fundo. Ele geme no meu ouvido.

— Ah.... – ofegava – é apertado....

— Ca.... Cale a boca....

— Você está quente, Ariel....

Encosta a testa na minha. Os movimentos começam. Benjamin espalhava suas mãos em cada parte do meu corpo enquanto nós dois nos uníamos lá embaixo. Eu sentia vibrar a cada impulso que ele dava, já não conseguia fechar as pernas, eu o queria lá dentro.

Agarrei o travesseiro enquanto mordia os lábios, ele chupa o mamilo esquerdo, sinto revirar os olhos. Deslizei minha própria mão para meu membro, comecei a me masturbar enquanto ele colocava e tirava em ritmo aumentado em mim.

Benjamin parece não gostar, larga meu peito e puxa os meus braços, prende-os pelo punho contra a cama.

— Eu irei te fazer sentir prazer.

Empurrou forte, gemi muito alto espontaneamente.

— Ei vocês. – Ítalo batia na porta.

Paramos na hora.

— O que estão fazendo?

— Nós.... Estamos brincando de montanha russa... – falei.

— Brincando é? – risos – será que podiam brincar mais baixo? Eu consigo ouvir.

— Ah... Desculpe, nós vamos dormir… – falei.

Benjamin ri.

— Do que está rindo idiota?! – sussurrei.

— Parece que esquecemos dele. Eu vou calar você....

Ele coloca a mão na minha boca, e empurra forte. O gemido foi abafado, mas ainda podia ser ouvido por trás da porta.

— Isso não irá resolver – ele ri, pega minha camisa e amarra na minha boca.

Continuou a empurrar, dessa vez os gemidos só poderiam ser ouvidos se ele se aproximasse da minha boca. O que eu poderia fazer, eu não conseguia me controlar.

Benjamin tira o membro e se afasta, senta. Me puxa pelo braço e me guia para sentar em seu colo. Abri bem as pernas senti o membro deslizar para dentro novamente, fiz lentamente, aquilo fez nascer um gemido enrustido.

Com a mão nos meus quadris, me ajudou a iniciar o movimento. Ah, o suor deslizava do meu peito, eu subia e descia com vontade, o prazer aumentou quando ele começou a me masturbar e a mordiscar meu pescoço. Coloquei meu braço envolta do pescoço dele enquanto eu tremia de prazer.

Não suportaria por muito tempo. Senti que logo chegaria ao êxtase.

— Está chegando, Ariel? – sussurrou no meu ouvido – deixe sair, jogue tudo em mim.

Ele agarra forte minha nádega enquanto fazia movimentos repetidos no meu membro. Não suportei, ejaculei tudo nele.

— Ahn... Ah.... – deitei minha cabeça em seu ombro, a blusa escorrega da minha boca – desculpe.... Fui primeiro...

— Não tem problema. – me beija na testa – não pense que já acabou.

— Eh?

Me deita na cama de qualquer jeito. Minha cabeça pendia para fora da cama, ele abre as minhas pernas e enfia novamente.

— Ahn! Benjamin....

Ele coloca a blusa na minha boca novamente. Deita sobre mim e empurra rapidamente enquanto suas mãos exploravam meu corpo. Chupava meu pescoço com vontade. Eu sentia meus cabelos se moverem de um lado ao outro enquanto minha cabeça ia no ritmo de Benjamin.

A cama batia forte na parede. Me senti duro novamente.

— Ah... Ariel.... Eu amo esse seu cheiro... – sussurrou no meu ouvido.

Ele fica mais e mais rápido, meu corpo se contorce, o abraço com força.

— Ariel... A....

Ele estava ficando vermelho, os gemidos ficavam mais intensos, então, ele puxa a blusa da minha boca e me beija. Senti ele empurra o mais fundo que podia, o jato quente me aqueceu por dentro. Larguei a boca dele quando senti, era muito.

— Ariel.... – sussurrou, ofegante.

Olhou para mim, suado, e sorriu.

Pausa breve.

— Ainda não acabamos, não é?

Meu Deus, o que há com esse homem?!

Ele se afastou, saiu de dentro de mim e abaixou a cabeça.

— Parece que ainda não está satisfeito. – ele ri.

Começa a lamber meu membro duro. Eu mesmo coloquei a blusa na boca. A língua percorreu em movimentos circulares pela cabeça. Eu abria cada vez mais as pernas. Rasguei o lençol quando ele colocou tudo na boca lentamente.

Sua boca me aconchegou dentro dela. Eu revirava os olhos enquanto sentia aquela umidade quente envolver as paredes do membro extremamente rígido que entrava e saía daqueles lábios.

Com as mãos massageava gentilmente as protuberâncias circulares em baixo, eu não ia aguentar.

— Benjamin... Ben....

Jogo a minha cabeça para trás com força – ainda pendida fora da cama – e empurro a dele para próximo de minha virilha com as mãos.

— Ahn....

Eu tentei me convencer a afastá-lo na hora, mas como ele lançou o líquido quente dentro de mim, achei justo que fizesse o mesmo com ele. Acabei ejaculando na boca. A quantidade tinha sido maior do que eu esperava, ele tirou e ainda via o líquido branco sair de mim.

Nada foi mais sexy do que vê-lo lamber o líquido branco que escorria do canto de sua boca. Ele me puxou pelas pernas para que minha cabeça voltasse a ficar na cama, deitou por cima de mim. Apagamos em seguida.

Notas finais
Olá pessoas! Esse foi um capítulo bem quente não é? Gostou? Deixe seu comentário, assim irá me dar mais ânimo para continuar a história de Ariel e Benjamin. Sua opinião é importante. Agradeço aos que estão acompanhando. kissus xoxo.