Notas iniciais
Opa, Benjamin quer brincar um pouco.

Naquela mesma manhã – sete horas.

Ítalo tinha ido para a escola, mas eu e Benjamin ficamos em casa – não seria bom ele ir para faculdade depois daquilo. Apesar de que, faltávamos muito. Principalmente eu, sabe, estudávamos em horário integral nas segundas, quartas e sextas, mas no meu caso, ou eu estudava ou trabalhava. Não aguentaria estudar de manhã e à tarde e ainda ter que trabalhar de noite.

Sim, eu perdia as aulas a tarde, mas Benjamin fazia isso apenas pra me irritar mesmo. Acabei percebendo que nós não comemoramos seu aniversário de vinte e três anos. – da melhor forma, ao menos.

Benjamin, depois que arrumou as poucas coisas dele na minha casa, resolveu assistir televisão na sala, sentei ao seu lado no sofá branco.

— A polícia investiga o caso, os ladrões explodiram o caixa do banco e.... – dizia a repórter.

Por algum motivo que ainda não consigo explicar, a minha libido tinha começado a aumentar – ou seja, estava afim de agarrar o Benjamin – mas eu não sabia como falar aquilo.

Eu não podia simplesmente pedir a ele – apesar de querer – a questão não era nem a vergonha, mas sim por causa de tudo que tinha acontecido ontem a noite. Isso não mudava a minha vontade, então bolei uma estratégia.

Fiquei mais perto, encostei minha coxa na dele, então passei a mão por ela gentilmente. Ben olha para ela. Comecei a esfregar com certa delicadeza até perto de sua virilha.

Ao virar o rosto nossos olhos se cruzaram. O beijei antes que falasse alguma coisa, deslizei minha boca pelo pescoço macio e quente. Com a outra mão comecei a acariciar seu peito – por cima da blusa.

Benjamin pegou meu pulso, o que estava perto de sua virilha e puxou minha mão para seu membro duro. Agora sim!

Desligo a televisão.

Segurei firme o membro rígido que era abraçado pela minha mão enquanto o beijava. Deslizei – ainda por cima da calça dele – em movimentos verticais de forma lenta.

Benjamin me puxa para perto dele. Sinto sua língua quente se enroscar com a minha enquanto suas mãos deslizavam pelas minhas costas lentamente. Mordiscou meu lábio quando separamos as bocas.

A calça dele estava levemente molhada no lugar onde estava a cabeça escondida e confinada por debaixo daqueles panos.

Levantei, fiquei na sua frente de joelho no chão. Abri suas pernas e puxei a calça moletom marrom – que era minha – para baixo, ficou nos tornozelos dele. O membro parecia maior e carnudo assim tão de perto.

Coloquei minha mão gentilmente na cabeça, e massageei com os dedos.

— Ahn.... – ele joga sutilmente a cabeça (de cima ok) para trás, encostando-a no sofá.

Ela ficava cada vez mais vermelha a medida que meus dedos dançavam em seu torno. Logo, abracei completamente com a mão enquanto deslizava para cima e para baixo. Com minha outra mão pousei os dedos gentilmente nas protuberâncias circulares dele, ah, ele gemeu e abriu inconscientemente as pernas.

Então, resolvi fazer o que pretendia. Me ergui para frente, e passei primeiro a língua na cabeça – lambia como um gato – Benjamin aperta o forro do sofá com as mãos. Logo, fiz com que minha língua deslizasse em movimentos circulares por todos os eixos da glande vermelha.

— A-Ariel....

Não consegui resistir por mais tempo, meus lábios envolveram a cabeça, e logo seu membro deslizou todo para dentro da minha boca. – ele gemeu alto – era volumoso, a sensação era um pouco esquisita e o gosto... – era o gosto de Benjamin, portanto, era gostoso.

Senti minha boca umedecer bastante, além de seu membro pulsar forte dentro dela. Enquanto fazia os movimentos ritmados de subir e descer, minha língua se envolvia em cada parte daquele membro rígido que batia contra as paredes de minha boca.

Meus movimentos aumentam, ele coloca uma das mãos na minha cabeça, tentando me fazer elevar a velocidade. Então, comecei a sucção, quando chupei ele simplesmente gemeu alto enquanto contorceu o corpo.

Hum. Interessante. Ele abre mais as pernas, eu ainda massageava os testículos ao mesmo tempo.

— Ah.... Ah…. Ah.... Ariel.... – começava a ficar vermelho.

Agora com as duas mãos na minha cabeça, me fez obrigatoriamente aumentar a velocidade. Minha língua ainda passava pelo membro quente ao mesmo tempo que o chupava. Os gemidos aumentavam. Sua respiração estava descontrolada, logo, sinto um forte jato ser jogado dentro da minha boca.

Era quente, e tinha gosto de.... Benjamin. O problema é que saiu muito, portanto tirei a boca. Sujou minha blusa mas não meu rosto.

— Ah.... Ah.... Ah.... – ainda ofegava.

Limpei os cantos de minha boca com os punhos fechados, saiu um pouco. Levantei. A ideia era mostrar a ele que eu também tinha ficado duro – é obvio.

Me puxou fazendo-me sentar em seu colo. Deslizou a mão até meu membro firme – ainda por cima da roupa – começou a massagear.

— Benjamin.... Ben.... – sussurrei

Ele olha para mim.

— Vamos para o quarto.

Ítalo poderia entrar de repente, estávamos na sala.

— Melhor, vamos para o banheiro! – falou animado.

Banheiro? Bem, fomos juntos e trancamos a porta indo direto para o box, por impulso tiramos a roupa logo e jogamos.... Sei lá aonde foi. Benjamin me encosta na parede me encurralando, desliza a mão do pescoço até meu peito e massageia meu mamilo.

— Ahn…. – gemi.

Sua mão quente desliza entre as minhas coxas me fazendo ficar com as pernas levemente bambas, foi então que o senti duro novamente. O que ele fez? Me manteve pressionado contra a parede, pegou as minhas pernas e me colocou em seu colo – na altura da barriga – com elas abertas e ele no meio.

Coloquei minha mão nos ombros dele. Benjamin chupa meu pescoço e desliza para o ombro, ah que sensação deliciosa... Não durou muito tempo para que pudesse sentir a cabeça tentando invadir a minha entrada rosada. Eu estava tão excitado que simplesmente deslizou para dentro apenas ao empurrar uma vez.

— Ah.... Benjamin.... – abraço seu pescoço com os braços.

Ele beijava meu peito enquanto começava o movimento. Seu membro ia e vinha dentro de mim de uma forma tão deleitosa que não pude conter meus gemidos. Sua língua quente fazia movimentos circulares em meu mamilo enquanto o loiro segurava minhas pernas e me pressionava cada vez mais contra a parede.

— Ariel.... – sussurrou olhando nos meus olhos – me abrace usando as pernas com força.

O obedeci, agora ele não precisava mais me segurar, logo, pôde usar suas mãos para tocar no meu corpo. Ao mesmo tempo mordiscava de leve meu mamilo enquanto apertava uma de minhas nádegas e com a outra mão abraçava meu membro pulsante e firme.

Eu me sentia num paraíso de luxúria, gemia tão alto que escoava pelas paredes do banheiro. Provavelmente, os vizinhos iriam saber o nome de Benjamin. Meu corpo estava absurdamente quente, o suor saía sem parar.

Assim, Benjamin liga o chuveiro – a válvula estava bem perto – era refrescante. A água escorria pelo meu corpo enquanto me deleitava com os toque e beijos do garoto loiro.

Contraía e relaxava os músculos do orifício a quase todo momento, Benjamin gemia alto cada vez que eu o fazia. Aquilo me permitia sentir melhor as paredes do membro firme e pulsante ao entrar e sair do meu corpo. Ele me masturbava com vontade, a água ajudava a nascer barulhos excitantes quando nossos corpos se chocavam.

Não pude suportar mais, o líquido quente e branco saiu de mim sem ter minha permissão. Benjamin continuou penetrando, agora aumentava muito a velocidade, a minha entrada estava quente, quente. Meu corpo subia e descia rápido, minhas costas deslizavam pela parede com facilidade por causa da água.

— Ariel.... – sussurrou.

O beijo veio bruscamente, logo, sinto um jato penetrar meu corpo com força.

— Ahn! – gemi por reflexo.

Aquilo foi extraordinariamente gostoso. Ele nunca tinha gozado tanto antes, a respiração ofegante continuava.

Benjamin olha para mim. – o chuveiro ainda estava ligado.

— Gostoso.... – sorriu enquanto me beijava.

Depois de alguns segundos, tirou o membro de mim e me colocou no chão. Aproveitamos e tomamos banho. Ele fez questão de me lavar, passou o sabonete gentilmente pelo meu corpo.

Ensaboou principalmente entre as nádegas – após o líquido branco e viscoso sair de lá. Passou o dedo ensaboado na entrada e o levou até as protuberâncias circulares. Bateu levemente na minha bunda.

— Vira. – sorriu.

Passou o sabonete pelo meu peito e deslizou até o membro – agora desfalecido depois de tanto trabalhar – e o lavou gentilmente. Fiz o mesmo com ele, nos enxaguamos em seguida.

Bem, quando saímos – pelados e molhados porque não tínhamos levado toalha alguma – ele foi rápido para o meu... Ou melhor, o nosso quarto. Fui atrás, ele pegou a toalha branca e veio me enxugar com uma espécie de sorriso malicioso.

— Benjamin, acho que suas roupas ainda não secaram, se quiser pode usar uma minha. – passou a toalha no meu rosto.

— Roupa? Pra que?

— Como pra que?

— Não vamos precisar delas por enquanto.

— Não?

— Meu aniversário foi ontem, mas você não me deu o meu presente não é?

— Oh – lembrei – se quiser eu....

Colocou o dedo na minha boca, me fazendo calar.

— Eu comprei o presente.

— Comprou? Mas, por que? – não entendi.

— Você vai usar.

O sorriso malicioso voltou para a boca dele.

— Ou pensou mesmo que tinha acabado?

Ah meu Deus, esse garoto é insaciável.

Notas finais
Olá pessoinhas! Gostaram do capítulo? Já sabem né, deixe seu comentário. Obrigado a todos que estão acompanhando! xoxo =*