Meu paquera em Hogwarts

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Notas iniciais
Tentei postar o capítulo três vezes e não foi! Que legal, não é? ~ risada maníaca ~ Enfim, ficamos muito feliz pelos comentários no último capítulo. Nesse capítulo os personagens serão selecionados para as suas casas.(Tem noção do que é escrever isso TRÊS VEZES?!) PS: A florencedays é da Lufa-lufa e eu da Sonserina, então sem bullying.

Pov Lynn

– Lynn Delacour – falei.

– Você é francesa? – perguntou Sirius.

– Eu nasci na França e me mudei há pouco tempo, mas sinto como se estivesse na Inglaterra a vida toda. – respondi.

– Você quer sentar na minha cabine? – convidou Sirius sorridente.

Não podia acreditar na minha sorte! Mesmo com a minha habilidade de arranjar problemas e causar estragos, um garoto muito legal tinha me convidado para sentar na mesma cabine que ele. Fiquei muito feliz, havia passado pouco tempo no trem mas mesmo assim já havia percebido que seria difícil arranjar um lugar para sentar.

– Sim, claro. – respondi animada por ter onde sentar.

Segui Sirius até a sua cabine, olhando pelos lados procurando os dois garotos que havia visto mais cedo. Gostaria de conhecê-los melhor, talvez poderíamos ser bons amigos. Chegando lá, fui recepcionada com alguns sorrisos calorosos.

– James, Pedro e Remo, esta é uma nova amiga, Lynn Delacour – Sirius me apresentou a seus amigos.

– Você é francesa? – perguntou James.

“Lá vamos nós de novo.”

***

Depois de me acomodar no lugar que estava sobrando, comecei a olhar ao redor da cabine dos quatro garotos e descobri que havia muitas coisas estranhas, as quais ou eu não conhecia ou não sabia o que eram. Entre essas coisas, estava um cartaz escrito “Chudley Cannons” com a imagem de dois homens montados em vassouras, aparentemente voando. E o mais importante de tudo, eles estavam se mexendo!

– O que significa Chudley Cannons? – perguntei intrigada.

– É sério? – perguntou James.

– Como assim você não conhece? – falou Sirius surpreso.

Pedro ficou apenas me olhando como se eu fosse a pessoa mais desligada do mundo. O que em parte não deixa de ser verdade.

– Peço desculpas pela atitude dos meus amigos, ás vezes eles não são nada sutis – falou Remo, me tranquilizando. – Chudley Cannons é um time muito famoso de quadribol.

– E o que é quadribol? – perguntei entusiasmada, e nessa hora James teve um ataque cardíaco.

***

Continuamos conversando sobre vários assuntos aleatórios até que chegou uma tia com um carrinho cheio de guloseimas. Sirius comprou algumas e dividiu comigo, a viagem foi muito agradável até que o trem parou. Eu me despedi dos garotos e fui me trocar apressada para que não se esquecessem de mim.

Quando terminei de me trocar, dei de cara com os garotos com os quais tinha trocado algumas palavras mais cedo, Castiel, eu acho, e o garoto com cabelos brancos e olhos de cores diferentes, o qual eu não sabia o nome mas que era muito simpático. Grande parte dos alunos já havia descido do trem quando eu me aproximei sorrateiramente para ver se conseguia ouvir alguma coisa.

Xablauuuu

– Cara, não acredito que você esqueceu sua roupa! – disse o moreno, visivelmente irritado.

– Eu não esqueci, só não lembro onde coloquei. – respondeu o outro. Era incrível como ele conseguia manter a calma diante da situação.

– Eu posso ajudar? – perguntei me sentindo meio intrometida.

– Saí daqui, ninguém te chamou! – falou Castiel.

– Ta bom, ta bom, calma, só achei que eu seria útil já que tinha uma roupa sobrando. — fiz menção de sair me sentindo magoada.

– Espera! – ele me agarrou pelo braço. – Eu não acho que você seja uma completa inútil, meu nome é Lysandre.

– E o meu é Lynn, prazer em conhece-lo. Você vai querer minhas vestes emprestadas?

– Claro que não sua burra! Você não está vendo, que ele é um menino? Como ele vai usar suas vestes, se elas são de menina? – perguntou Castiel, me fazendo sentir uma verdadeira idiota por ter sugerido aquilo.

– Com licença Castiel, mas eu gostaria muito das suas vestes emprestadas, Lynn, muito obrigado. Não me importo com que irão pensar de mim, o importante é chegar no meu primeiro dia uniformizado. – falou Lysandre, de um modo muito vitoriano de ser.

O que acabou é que Lysandre ficou muito bem nas minhas vestes.

– Vamos logo, estamos atrasados. – disse Castiel.

– Já estamos indo! – falei, empolgada para meu primeiro dia (ou noite?), já estava bem escuro.

***

Nos fomos na direção de um homem gigante, que estava gritando:

–ALUNOS DO PRIMEIRO ANO AQUI!ALUNOS DO PRIMEIRO ANO AQUI!

Saímos correndo, com medo de que embarcassem nos barquinhos que estava na margem, e nos deixassem para trás. Havia muitas crianças de nossa idade aglomeradas junto daquele gigante, o que só o fazia parecer maior ainda.

Quando chegamos perto dos barquinhos, vimos que eles estavam embarcando quatro em cada barco. Sentei-me junto com Lysandre e Castiel, mas para o nosso azar faltava uma pessoa. Olhei para os lados procurando alguém para completar os lugares quando avistei um garoto loiro que parecia meio perdido. Muito simpática, acenei para ele, convidando-o pra sentar com a gente.

– Ah não, você tinha que convidar justo aquele garoto! – falou Castiel.

– Qual o problema Castiel? – perguntou Lysandre.

– Não gosto dele. – respondeu.

– Mas você nem o conhece! – falei.

– Não vou com a cara dele. – respondeu Castiel, muito decidido.

O garoto foi se aproximando e pude ver que era muito bonito. Ele embarcou, me disse: “Obrigado” bem baixinho e seguimos em silêncio até o castelo. Castiel ficou de cara amarrada durante todo o trajeto e Lysandre ficou observando a paisagem ao redor com uma mão apoiada no queixo.

Quando chegamos na outra margem, fomos recebidos por uma velha muito simpática. Ela se apresentou como professora Minerva e falou para nós a seguirmos. Muito ansiosa, eu entrei no castelo ( finalmente ) e subi as escadas, juntamente com os demais alunos, o gigante se despediu e permanecemos no Salão de Entrada até que eu ouvi uma voz muito familiar.

– Lynn! – um garotinho de óculos e cabelo tigela veio na minha direção e se jogou em cima de mim, me dando um abraço muito forte. Ele quase me derrubou da escada.

– Ken, como é possível que você esteja aqui?! – perguntei, mas logo percebendo que soei muito grossa, completei: — É incrível!

– É mesmo! Alguns dias atrás recebi uma carta dizendo que havia sido selecionado para estudar em Hogwarts. De primeira, achei que era engano, como já estava acostumado a todos me zoarem. Mas nos dias seguintes acabei recebendo muito mais cartas e minha mãe decidiu que não poderia ignora-las. E aqui estou! – respondeu Ken feliz.

–Legal! – tentei fingir, para agradá-lo.

Logo em seguida, a professora Minerva voltou e começou a nos explicar brevemente o que iria acontecer em seguida.

– ... E vocês serão selecionados, de acordo com sua personalidade, nas seguintes casas: Lufa-lufa, Sonserina, Corvinal e Grifinória.

– Aposto que vamos ficar na mesma casa! – disse Ken.

– Tomara. – seria legal começar o ano letivo com alguém que conheço já faz bastante tempo.

Seguimos a professora Minerva até um grande salão onde havia vários alunos mais velhos reunidos em quatro mesas, cada uma tinha em cima uma faixa pendurada com um animal diferente. Na frente, uma mesa onde estavam sentados vários adultos, os quais deduzi que seriam nossos professores. No meio um senhor muito barbudo e com expressão simpática estava nos observando.

– O aluno chamado deverá se dirigir até esta banquinho e colocar o chapéu. E vai ser selecionada para sua casa, a qual permanecerá o resto de sua vida escolar. – disse Minerva.

Vou falar com os meus amigos, para saber o que eles pensam sobre as casas. Eu me dirigi até o grupo onde estavam James e Sirius.

– Oi pessoal! Então, para qual casa vocês gostariam de ser selecionados? – perguntei, um pouco nervosa.

– Grifinória, com certeza. – falou James.

– Minha família inteira foi para a Sonserina. E com a minha sorte, provavelmente eu vou também. Mas eu preferia ir para a Grifinória. – respondeu Sirius.

– O que tem na Grifinória que todos querem ir para lá? – perguntei.

– Bom, acontece que essa é a casa dos mais maneiros. – respondeu James.

– Eu não acho que seja a casa dos mais maneiros, simplesmente os corajosos vão para lá. E também os que tem bom coração. – Remo interrompeu a discussão.

Me sentindo um pouco mais confiante, voltei ao meu lugar na fila, Minerva já estava me olhando com uma expressão irritada. Bem na hora, ela começou a chamar os alunos.

– Alexy – chamou Minerva.

Ele se sentou no banquinho, um garoto de cabelo azul, e o chapéu gritou: LUFA-LUFA!

–Armin!

–LUFA-LUFA!

–Ambre!

–SONSERINA!

– Castiel!

– GRIFINÓRIA!

– Charlotte!

– SONSERINA!

– Debrah!

–SONSERINA!

–Dorcas!

–GRIFINÓRIA!

– Iris!

– LUFA-LUFA!

– James!

– GRIFINÓRIA!

– Kentin!

– LUFA-LUFA!

– Kim!

–GRIFINÓRIA!

– Li!

– SONSERINA!

– Lily!

–GRIFINÓRIA!

–Lysandre!

– CORVINAL!

– Lynn! – momentos de apreensão…

Me dirigi até o banquinho, um pouco hesitante, e coloquei o chapéu. Ele começou a falar comigo, as minhas qualidades.

– Gosta de ajudar os amigos, corajosa, mas também leal. GRIFINÓRIA!

–Melody!

–CORVINAL!

– Marlenne!

– GRIFINÓRIA!

– Nathaniel! – oh, o garoto bonito não ficou na minha casa.

– CORVINAL!

–Peggy!

–SONSERINA!

–Pedro!

–GRIFINÓRIA!

–Remo!

–GRIFINÓRIA!

–Rosalya!

–GRIFINÓRIA!

–Sirius!

–GRIFINÓRIA!

–Violette!

– GRIFINÓRIA!

Depois disso, outros estranhos foram chamados, eu fui sentar na mesa da minha casa, ao lado de Castiel e Sirius. Me preparando para o jantar.

Notas finais
Debrah na minha casa...MUAHAHAHA!AGORA VOCÊ MORRE INFELIZ! Deixem comentários