Notas iniciais
Volteiiiii!!!!!!! Desculpe por não termos postado sexta, não deu tempo de terminar o capítulo, e só conseguimos tempo para postar agora. O que acharam do último capítulo que eu tava dormindo e no outro dia tive que ficar de vela em uma festa??? Espero que gostem desse capítulo

Pov Lynn

Acordei no outro dia com uma sensação muito boa de que tudo estava se resolvendo.

– Bom dia Rosalya! Bom dia Violette! – falei, entusiasmada.

– Bom dia Lynn! – responderam as duas, com um sorriso.

– Que bom humor! Eu só fico assim depois de ver o Leigh! – Leigh era o namorado da Rosa, desde o 4º ano. Os dois passavam a maior parte do tempo livre juntos, já que não faziam parte da mesma casa. Leigh tinha ido para a Corvinal, assim como seu irmão Lysandre.

– Ah, mas a Lynn está a maior parte do tempo assim, feliz e também é super gentil... – Violette respondeu ao comentário de Rosa.

– Mas você que é uma fofa, Violette! – falei, dando um sorriso.

Violette era um pouco tímida, mas isso não mudava o fato de tinha um bom coração e era uma pessoa super carinhosa e prestativa para com seus amigos. Além disso, tinha muitos talentos para as artes. Sua matéria preferida era Astrologia, na qual precisava desenhar as constelações, porque para ela era uma grande diversão.

Kim ainda estava dormindo, por isso não pude dar bom dia para ela. Em vez disso, pulei com tudo em cima dela para acordá-la de um jeito bem mais divertido!

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! – Kim, que estava dormindo como uma pedra, começou a se debater e soltou um grito de susto (e provavelmente porque o impacto também doeu um “pouquinho”.)

– Acordou, dorminhoca? Vamos tomar café? – perguntei, parecendo uma criança de tão ansiosa. Não sabia o motivo de estar assim, feliz, eu simplesmente estava.

– Tá louca, guria? Ainda são sete da manhã! – Kim respondeu, um pouco assustada com a minha euforia.

– Eu quero aproveitar bem o dia! – justificando minha ansiedade.

Nós nos vestimos e ajeitamos nossos cabelos. O cabelo de Kim era curto e combinava com sua pele morena e olhos verdes. O cabelo de Violette era roxo porque ela tinha descendências de metamorfomagos, assim como um amigo gay nosso, da Lufa-lufa, só que no caso dele seus cabelos eram azuis, ele se chamava Alexy. O cabelo de Rosa era provavelmente o mais bonito de todos, super comprido e branquinho, branquinho, porque no 2º ano ela havia desenvolvido um feitiço super eficiente para descolorir os cabelos, só que não compartilhava com ninguém, ela sempre nos disse que esse era o tesouro dela. O meu cabelo era normal (#xatiada), mas mesmo assim eu gostava dele, porque no 2º ano resolvi mudar meu visual e pintei meu cabelo com tinta azul permanente, e eu gostava dele pra caramba! A tinta durava o semestre inteiro, e quando ia para casa no Natal, eu retocava, sendo assim era uma pessoa com cabelo azul muito feliz (apesar de não ser uma metamorfomaga). A maioria das pessoas gostava dele.

Descemos as escadas para o salão comunal, onde lá estavam James, Sirius, Remo e Pedro, junto com Lílian, Marlenne e Dorcas. Sempre que eu via Sirius e Marlenne juntos, eu sentia uma pontinha de ciúmes, porque sabia que eles já estiveram de rolo uma vez, e apesar de serem todos amigos, havia “algo a mais” entre eles, assim como tinha acontecido entre Castiel e Debrah, no 5º ano. Dei um “Bom dia” animado, fingindo que não estava com ciúmes, e eles retribuíram. As meninas eram muito legais, eu não tinha porquê ser diferente com elas. Eu adorava a Lílian em especial, porque ela veio de uma família trouxa como eu, e torcia para que ela e James ficassem juntos! #TeamJily

Passei saltitando com Rosa, Kim e Violette em direção ao retrato da Mulher Gorda e saímos do salão comunal. Descemos pelos corredores até o Salão Principal onde um delicioso café da manhã nos aguardava. Sentei ao lado do Castiel, ele me deu um sorriso como se quisesse dizer Bom dia mas ao mesmo tempo não quisesse usar palavras. “Um sorriso fala mais que mil palavras”, pensei e continuei comendo. Passado um tempo, James e Sirius chegaram junto com a galera. Logo depois eu e meus amigos (Castiel estava junto) fomos em direção às masmorras, onde o primeiro horário era Poções.

Apesar de ter recebido um belo T na minha poção no outro dia, por não ter chegado a tempo para terminá-la (devido ao meu pequeno imprevisto com pirraça e Ambre), consegui que o professor Slughorn me desse outra chance ao propor um trabalho escrito.

– Tudo bem, Lynn, mas é só desta vez! Você anda se mostrando uma aluna muito distraída na minha classe e acredite: não irei tolerar mais contratempos ou desculpas esfarrapadas.

– Ok professor, prometo que vou me esforçar mais! – falei, confiante. Nem tudo estava perdido, afinal, só precisava me dirigir até a biblioteca depois do final desta aula, visto que tínhamos um período livre para gastar com outras atividades, como fazer trabalhos extras (como no meu caso), treinar para os testes de quadribol, que estavam muito próximos, ou simplesmente ficar de bobeira na sala comunal.

Pedi a Lysandre, que também tinha um horário vago, para que me acompanhasse e pudesse me ajudar nos trabalhos. Ele concordou e tirou todas as minhas dúvidas, visto que eu não era uma preparadora de poções muito boa (vulgo aquela pessoa que explode o caldeirão no meio da aula). Ele era um professor muito bonito, e explicava muito bem. Ele me perguntou se eu tinha entendido tudo, e eu fui sincera nesse assunto pela primeira vez (porque antes eu não entendia nada e fingia que entendia pra não levar bronca). Então ele se despediu e foi embora.

– Espero que possamos passar mais momentos como esse, Lynn – disse Lysandre antes de ir embora.

O que ele quis dizer com isso?

***

Fiquei tão de cara com aquilo, que reuní minhas coisas sem prestar muita atenção no que estava fazendo e fui para o salão comunal pegar meus livros para o horário seguinte, que era Feitiços. Logo quando coloquei meus materiais na mesa, percebi que havia esquecido o pergaminho com o trabalho para o Slughorn sobre a mesa da biblioteca. Voltei lá para buscar o trabalho, torcendo para que a Madame Pince não me desse um xingo daqueles.

Pov Debrah

Quando a profª Minerva me pediu para buscar um livro na biblioteca, eu quase não acreditei. Era uma chance de eu me enrolar um pouco nos corredores e perder aquela aula entediante. Fiquei uns 10 minutos dando voltas pela escola, mas depois percebi que a professora iria desconfiar de algo e decidi ir logo pegar o livro. Qualquer coisa era só dar uma de minhas desculpas, como sempre, de que tinha me perdido ou de que o Pirraça tinha me atacado. É claro que eu era a aluna favorita da profª Minerva (dos alunos da Sonserina, visto que os queridinhos dela estavam na Grifinória), então ela sempre acreditava em mim.

Dei um “Bom dia” pra Madame Pince, e fui procurar o livro. Quando estava voltando, percebi um pergaminho em cima de uma das mesas. Quando vi de quem era, aproveitei minha chance de lançar uma azaração (usando a técnica que aprendemos nas aulas de DCAT, é claro, de não pronunciar o feitiço oralmente, para não chamar a atenção da bibliotecária) e voltei para a sala, saltitante, como se nada tivesse acontecido.

“Vamos ver como essa boboca vai se sair com seu trabalho”, pensei maquiavelicamente.

Notas finais
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